Autora fala sobre a trajetória que a levou aos estudos de futuros, explica o conceito de design ecossistêmico e reflete sobre o papel dos livros, da literatura e da linguagem na construção de mundos mais vivos e conscientes
Em diálogo com literatura, filosofia e história, Kályton Resende convoca os livros para se tornarem instrumentos de resistência
Da educação às narrativas, da ética à cultura pop asiática, passando pela inteligência artificial e pela reconfiguração dos afetos, escritora defende que o futuro já está entre nós
Mais do que uma tendência, vemos um indício forte de que o futuro dos livros – e das bibliotecas – está, de certa forma, assegurado a depender da sua capacidade de reinvenção
Esse 'homem que faz' está associado à ideia de ter a criatividade como atributo humano inerente, que nos leva a construir objetos artificiais que nos ajudam a controlar o nosso ambiente