
Documentos judiciais revelaram que a Anthropic utilizou uma máquina industrial para remover as páginas de livros adquiridos legalmente, escaneá-las em alta velocidade e converter o conteúdo em arquivos digitais usados no treinamento de IA. Nesse raciocínio, a estratégia de digitalizar os conteúdos se aproveita de uma brecha jurídica da first-sale doctrine, regra que basicamente determina que o comprador de um bem físico tem autonomia para fazer o que bem entender com sua cópia física, sem precisar do respaldo dos detentores de direitos autorais de uma obra.
Uma matéria do New York Times reproduzida no jornal O Globo também teve como tema principal a inteligência artificial, destacando o impacto dos livros produzidos por IA, que se misturam entre livros produzidos por humanos e são vendidos nas livrarias virtuais. O jornal fluminense repercutiu também o lançamento da biografia de Brizola.
A Folha de S. Paulo detalhou as diferenças entre as traduções de Odisseia disponíveis no mercado brasileiro e quais delas são destacadas entre especialistas e tradutores.
Tomi Adeyemi, autora de Filhos de sangue e osso (Rocco), contou durante um programa de televisão nos EUA que preferiu deixar o set de filmagens e disse que não assistirá a adaptação nos cinemas. O caso repercutiu no Estado de S. Paulo.
A revista Veja entrevistou a escritora Socorro Acioli, um fenômeno de vendas contínuos nas feiras literárias. Amar é inadiável (Planeta), da escritora cearense, foi um dos livros mais vendidos da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip).
A escritora Susy Freitas foi chamada no Nexo para indicar livros para ler as experiências e contradições urbanas da capital do Amazonas. E na BBC Brasil, saiu uma breve análise sobre a obra e a forma de poetizar de Mário Quintana. Recentemente, o autor tem viralizado nas redes sociais.






