Apanhadão: empresa de IA destrói exemplares físicos após digitalização de conteúdo
PublishNews, Redação, 03/08/2026
Veja também: entrevista com Socorro Acioli e a reação negativa de Tomi Adeyemi com adaptação para o cinema de 'Filhos de fogo e sangue'

© Magnific
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Publicada originalmente pela Futurism e reproduzida em diversos portais brasileiros, uma reportagem narra um processo cada vez mais frequente realizado por empresas de inteligência artificial: elas estariam comprando livros físicos, digitalizando seu conteúdo para alimentar seus modelos de linguagem e, logo em seguida, destruindo esses exemplares.

Documentos judiciais revelaram que a Anthropic utilizou uma máquina industrial para remover as páginas de livros adquiridos legalmente, escaneá-las em alta velocidade e converter o conteúdo em arquivos digitais usados no treinamento de IA. Nesse raciocínio, a estratégia de digitalizar os conteúdos se aproveita de uma brecha jurídica da first-sale doctrine, regra que basicamente determina que o comprador de um bem físico tem autonomia para fazer o que bem entender com sua cópia física, sem precisar do respaldo dos detentores de direitos autorais de uma obra.

Uma matéria do New York Times reproduzida no jornal O Globo também teve como tema principal a inteligência artificial, destacando o impacto dos livros produzidos por IA, que se misturam entre livros produzidos por humanos e são vendidos nas livrarias virtuais. O jornal fluminense repercutiu também o lançamento da biografia de Brizola.

A Folha de S. Paulo detalhou as diferenças entre as traduções de Odisseia disponíveis no mercado brasileiro e quais delas são destacadas entre especialistas e tradutores.

Tomi Adeyemi, autora de Filhos de sangue e osso (Rocco), contou durante um programa de televisão nos EUA que preferiu deixar o set de filmagens e disse que não assistirá a adaptação nos cinemas. O caso repercutiu no Estado de S. Paulo.

A revista Veja entrevistou a escritora Socorro Acioli, um fenômeno de vendas contínuos nas feiras literárias. Amar é inadiável (Planeta), da escritora cearense, foi um dos livros mais vendidos da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip).

A escritora Susy Freitas foi chamada no Nexo para indicar livros para ler as experiências e contradições urbanas da capital do Amazonas. E na BBC Brasil, saiu uma breve análise sobre a obra e a forma de poetizar de Mário Quintana. Recentemente, o autor tem viralizado nas redes sociais.

[03/08/2026 08:29:39]