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Editorial - um mercado fechado?
PublishNews, 05/12/2012
Editorial - um mercado fechado?

Uma conversa recorrente, que ouço desde que comecei a trabalhar com livros, é de que uma vez dentro do mercado editorial, você não sai mais. Uns dizem que se trata de um vírus, outros não conseguem explicar, mas tocam este destino numa linha Chicó: só sei que é assim. Talvez a noção de “trabalho” assuma um sentido superior quando se trabalha com livros. Penso que há formas de dignificar o trabalho, qualquer que o seja, mas não duvido que livros carregam um símbolo milenar em nossas vidas.

No entanto, na outra ponta deste desejo, encontro muita gente que sente dificuldade para entrar, e ouço a expressão "ah! é muito fechado", aos montes. E semanalmente alguém me pede orientações, caminhos, então tento indicar um início compatível com as habilidadesde de quem me procura, mas sei que cada pessoa pode criar o seu caminho, e é disto que falo aqui.

Como não se trata de uma especialidade, cuja formação universitária prepare para o exercício das variadas funções, a educação formal nas áreas de humanas é mais que desejável, mas não é nem metade deste começo, diferentemente do que acontecia cerca de 15, 20, 30 anos atrás, quando entrar na área editorial era como iniciar uma carreira para autodidatas. Não havia cursos práticos, nem experiência internacional compatível. Era inicialmente um trabalho com textos, uma derivação das atividades de exímios leitores críticos, de selecionar autores e textos e dar a eles o melhor tratamento gráfico e editorial. E qual o melhor tratamento? Cada um tinha de se virar.

Foi pensando nessas questões que convidei um grupo de editores muito competentes, que iniciaram este caminho pelo menos há mais de 10 anos, para mostrar a variedade de experiências, de inícios, de estabelecimentos. Cada um poderia descrever uma carreira vertiginosa, vibrante, que ocupariam algumas dezenas de páginas, mas trouxe aqui uma pequena súmula da experiência e desenvolvimento de cada um, de modo que aqueles que pretendem entrar, ou mesmo os que já começaram e querem entender o desenvolvimento da profissão, irão ver que mesmo nas mais diversas áreas, algumas virtudes se repetem.

Pensei em muitos filmes que retratam este começo e o tanto de coisas que aprendemos pelo caminho - na verdade, as mais valiosas, que não dependem da formação na melhor faculdade, mas do que fazemos com o tempo dedicado ao aprendizado. Aprender é algo que nunca falha, independe de idade e permite que erremos quase sempre em erros novos, mas o ensinamento em si é impossível de resumir. Lembrei de filmes e livros que versam sobre Robinson Crusoe e a tese do self made man, o empreendedor – aquele que transforma o mundo ao seu redor, que explora, que cria, que faz produzir; O filme O segredo do meu sucesso, com Michael J. Fox – uma comédia romântica sobre um jovem que começa trabalhando numa empresa bem lá embaixo e cria um personagem para, em paralelo, colocar em prática planos de voos maiores mais rapidamente; Comer, rezar, amar, que não diz nada sobre o início da carreira, mas fala sobre uma jornada de recomeços; e ainda, À procura da felicidade, com Will Smith, que fala de determinação (pode soar piegas, por ser uma história de muita força de vontade, resignação e virar um libelo do modelo capitalista). Cada filme pode trazer algo para alguma pessoa. Há jovens que querem entrar, pessoas de outras áreas que pensam na área editorial como uma forma de unir trabalho e prazer, e outras que estão desencantadas com a área de sua formação ou de trabalho e querem mudar.

Aqui estão as histórias que podem servir de inspiração.

Currículo por baixo da porta

“Quando estava no último ano de Administração, usei o horário do almoço para levar meu currículo para o livro dos formandos do ano. Chegando lá, vi um anúncio sobre uma vaga de “editor-trainee”. Fiquei magnetizada com aquela ideia, imaginando como esse tipo de trabalho deveria ser incrível. O prazo já havia vencido, mas dei novo destino ao envelope e joguei-o por debaixo da porta, que estava fechada.

Cresci com livros em casa, vendo meu pai revisá-los. Desde criança, admirava o trabalho dele de reconstruir textos (ele canetava sem dó), de explicar ao autor a razão das mudanças. Aquela vaga seria um pouco de tudo isso. Juntar o curso que tinha feito em Administração com o sonho de trabalhar com educação. Uma palavra mais inspiradora que a outra.

Fui chamada para a entrevista. O processo foi rápido e fui contratada, e logo meu trabalho se tornou o assunto nas festas com meus colegas de faculdade, que tentavam entender o que eu fazia ou o novo curso da minha carreira. Logo na primeira semana, peguei um livro que já passava da décima prova de revisão. A tradução havia sido um desastre, mas a mim caberia resolver. Quando fechei aquele primeiro livro, perguntei ao meu chefe se estava na direção certa. A resposta soou algo como: Você terá de descobrir. Foi uma escola. A cara de criança, que por muitos anos me acompanhou, atrapalhava muito no trato com os professores e autores. A primeira barreira era passar seriedade e segurança, mesmo sendo tão jovem. Depois do primeiro contato, quando eles viam meu esforço, conhecimento e o resultado do trabalho, as barreiras caíam.

De assistente editorial, passei para editora, para gerente editorial e depois para diretora. Ao longo de mais de 15 anos, busquei fortalecer dois lados do meu trabalho: o técnico e o editorial. Fiz mestrado, doutorado, também passei a dar aulas, comecei o curso de Letras/Inglês, fui a muitas palestras (CBL, Unesp) e eventos. Fiz um curso na universidade de Stanford, e neste ano participei do Fellowship da Feira de Frankfurt. Penso que temos sempre de aprender novos conhecimentos, no dia a dia e enquanto tentamos ensinar aos mais jovens".

Flávia Alves Bravin, diretora editorial de Negócios e Universitários da Saraiva

Aprendizado empírico

Para Fernando Alves, o diploma da graduação no curso de Letras chegou antes da celebração dos 21 anos. Quando li seu relato um filme passou pela minha cabeça: do tempo em que varava dezenas e dezenas de madrugadas (depois de ter trabalhado durante o dia) revisando textos para fechar artigos e revistas que passavam por diversas pessoas e fases de edição e revisão. Sem ter em mente uma ideia clara do que fazer depois da faculdade, ele ouvira de um colega revisor que o salário era razoável para meio período. “Por que não?”, se perguntou...

“Fiz alguns testes em fevereiro e março, mas nada aconteceu. A opção ‘Trabalhar no comércio junto com o meu pai’ era pouco atraente. Pesquisei então os mestrados disponíveis e viajei para Assis, para me candidatar a uma vaga na pós sob a tutela de Antonio Candido. Não cheguei, porém, a fazer a prova – a Editora Atlas me chamou e mudou o meu curso. Egresso da faculdade, eu sabia tudo de língua portuguesa e linguística... mas as funções de Jakobson (teórico e linguista russo) tiveram pouca utilidade diante de tantas órfãs e viúvas* ferozes que tive de enfrentar na sala de revisão (havia uma!). Por 18 anos permaneci lá! Aprendi tudo o que sei deste ofício naquela casa e me especializei na área técnica. Mais tarde, claro, Jakobson me ajudou bastante, inclusive a escrever artigos e livros. Cerca de 25 anos distante dos meus primórdios no mundo editorial, consigo enxergar o quão fundamental foi cada etapa e o tempo de amadurecimento para desenvolver bem todo esse aprendizado empírico".

Fernando Alves – Editor de desenvolvimento na Editora Blucher

*Nomes para marcas de revisão.

O início da profissionalização

Jiro Takahashi é o nosso decano deste grupo aqui. Sempre estive em sua 'cola', entrando em empresas onde ele havia atuado antes ou compartilhando colegas de profissão. Posso resumir duas impressões que tive sobre seu trabalho: primeiro, a capacidade de criar uma linha específica para cada editora, que unia o clássico ao comercial e que sustentou empresas de grande porte por muitos anos depois de sua saída; e segundo, o brilho que deixa nas pessoas com quem trabalha. Trago abaixo um breve resumo que ele me enviou.

“Entrei no meio editorial em uma época em que editores profissionais eram raríssimos. O ano era 1966, e comecei na Ática como datilógrafo de estênceis - um trabalho que era praticamente um “bico” para aproveitar meio período livre.

Naquela época chegava a São Paulo após ter passado no concurso do Banco do Brasil. Trabalhava de manhã no banco e estudava Direito no Largo de São Francisco, à noite. Como desde criança vivi cercado de livros, logo descobri, próximo à faculdade, a Editora Ática e foi muito prático aproveitar as tardes livres para trabalhar como datilógrafo. Como a editora tinha apenas alguns meses de existência, fazíamos de tudo: revisão, emendas, divulgação, o que foi ótimo para minha formação profissional.

Três anos depois saí do banco e comecei a dar aulas na Escola Senai e em cursinhos. Resolvi fazer uma segunda faculdade, agora de Letras, e comecei a fazer pareceres de livros didáticos para a Ática. O passo seguinte, sem nunca abandonar o magistério, foi ser editor da área de línguas, na época da criação das séries Bom Livro, Vaga-lume, Autores Brasileiros, Para Gostar de Ler e de várias outras de saudosa memória. Desde então, com o surgimento da ECA-USP e outros cursos de editoração e com o desenvolvimento dos negócios editoriais, eu me vejo cercado de muitos editores profissionais com os quais posso continuar me aprimorando sempre".

Jiro Takahashi, Mestre em Letras, Tradutor, Publisher da Editora Prumo.

A construção de uma marca

Na aventura de Marcos Marcionilo, o momento-chave da transformação de um editor é quando, de replicador de ideias, assume a posição de visionário, aquele que também cria, propõe, arrisca, erra e acerta.

“Minha experiência como editor começou no chão da gráfica da Paulus, em 1979, aos 15 anos. Quando os editores das então Edições Paulinas se deram conta de uma possível vocação minha para editar textos, me elevaram para o poleirinho dos revisores. Aí começou a aventura que dura até hoje. Fui revisor e editor de textos durante muitos anos, até que, já nas Edições Loyola, publiquei em 1999 o livro que considero meu doutorado em edição: Preconceito linguístico, de Marcos Bagno, um long-seller que alimenta um grande público de estudantes de Letras, ano após ano. Depois de ter publicado o livro que provocou toda a área de humanas naquela época, comecei a definir o público para o qual trabalharia desde então, e Pe. Gabriel Galache, meu mestre editor, me chamou e disse: “Rapaz, você está pronto. Pode publicar tudo o que quiser sem tentar me convencer de nada”. Desde então, é para esse público que trabalho: professores, pesquisadores e estudantes na área de Letras/Linguística/Filosofia, já em minha própria editora, em sociedade com Andréia Custódio. Saí de uma grande editora para criar minha aventura de produzir cultura segmentada, em um nicho de poucos recursos, mas de necessidades imensas. Foram alguns anos trabalhando sem tirar um centavo da empresa, apenas para criar um catálogo expressivo e hoje ter reconhecimento de toda a classe. Ter uma editora 'caixa de ressonância de ideias' é o projeto que me move. Como filosofia é minha área de formação, é ela que alimenta a teimosia de lidar com ideias que façam os leitores se moverem de um ponto para outro, mesmo que esse outro ponto seja o lugar onde eles se sintam desconfortáveis, às voltas com zilhões de graus de vermelho, longe da placidez das variações do cinza.”

Marcos Marcionilo – Socio-proprietário da Editora Parabola

Um novo passo a cada momento

O caminho de Soraia Reis, Jornalista de formação, a entrada na área editorial foi pela comunicação. “Ainda estudante, comecei como assistente de publicidade na Editora Ática e, após me formar, assumi o cargo de Coordenadora de comunicação. Pouco a pouco passei a acrescentar as funções de relações públicas, assessora de imprensa e responsável pela divulgação infantojuvenil.

Antes de me tornar editora, conheci um pouco de cada departamento. Gerenciei áreas como - divulgação escolar, imprensa, marketing, editorial, criação e até a área comercial. Essa vivência em divulgar livros e autores foi me aproximando da área editorial, passando da gerência até chegar ao cargo de direção. Atuei como editora em empresas como Larousse, Ediouro, Rocco, o que me preparou para enfrentar (e aceitar) um novo desafio quando surgiu: o convite para criar uma nova editora para o grupo Rocco em SP. Na Editora Prumo, onde estive até 2010, minha experiência foi de participar da construção de uma empresa em quase todos os setores.”

Soraia hoje é diretora editorial da Planeta, fala com tranquilidade sobre esses 25 anos, mas credita todo o seu trabalho a duas habilidades: a de estar disposta a aprender e a de ensinar.

A versatilidadede um editor

“Entrei no mercado editorial em 1997, recém-formada em filosofia e já com interesse em trabalhar em editora. Não conhecia ninguém na área, então peguei alguns endereços nos livros que tinha em casa e mandei currículos. Fui chamada para um teste na Editora Siciliano, que naquela época contava com uma grande equipe interna de diagramadores, revisores e designers, e logo em seguida fui contratada como revisora de textos. Aprendi muito revisando literatura, de autores nacionais e estrangeiros, e também livros infantis. Com o tempo, assumi novas funções e responsabilidades, tornando-me, sucessivamente, preparadora de texto, coordenadora, editora e gerente editorial ao longo de quase 10 anos. Isso foi fundamental para enxergar todo o processo de produção editorial. Nesse período, houve uma transformação profunda nas atribuições de um editor em grandes empresas, hoje muito mais um gerente de produto, que precisa se preocupar também com vendas e marketing, do que alguém que ficaria dedicado unicamente ao texto. Por sorte, aprendi a transitar em todas essas frentes, o que me permitiu conhecer limites do que um editor pode fazer por um livro e, sobretudo, ensinar aos novos. Minha experiência inicial com revisão foi de forte importância para que pudesse aprender a editar, a escolher textos, a descobrir que pontos numa história eram mais favoráveis que outros. Busquei aprimorar meus conhecimentos em outros idiomas, principalmente inglês, para leitura e avaliação de originais, participação em feiras de livros internacionais e contatos com agentes e editores estrangeiros. Quando a Siciliano foi comprada pela Saraiva, tive a oportunidade de abrir novas frentes: com livros sobre musica pelo selo ARX e os infantis, com a Ed. Caramelo.A vida de um editor é qualquer coisa menos monótona, mas exige esforço. É necessário estar sempre antenado no que acontece no mundo para antecipar tendências ou saber que assuntos podem se tornar um bom livro".

Carla Fortino – Editora na Globo livros

Numa área profissional tão nova, onde as funções eram transmitidas até pouco tempo via oral, o início nunca é pelo topo. Eu comecei em editora comercial como assessor de imprensa; depois criei departamentos de marketing e comecei a apresentar projetos para o editorial. Não foi rápido, foi passo a passo. Lembro que o meu diretor, Wagner Veneziani, da Editora Madras, certa vez me propos ir para Frankfurt com ele. Eu declinei agradecido. Meu inglês era sofrível e preferi adiar, e me preparar para receber outra proposta. Minha primeira feira internacional ocorreu vários anos depois, quando vinha investindo em cursos de inglês que me deram mais segurança para lidar com obras internacionais.

Hoje há cursos que dão uma dimensão do trabalho, do campo de atuação, do olhar, de modo que alguém possa ter uma noção mais clara de cada função dentro de uma editora antes de se candidatar a um cargo. Para quem tem interesse em trabalhar com textos, ter nossa Gramática na ponta da língua é indispensável para começar a fazer trabalhos de revisão, depois de preparação de textos, e edição. Com o desenrolar da relação com o trabalho e com as editoras, basta ir propondo projetos... quanto mais conseguir unir o que falta no mercado com a área de uma editora, maiores as chances desse investimento funcionar. Mas você precisa se destacar em cada fase, então, não pode pular etapas. Hoje quando me falam que o mercado é fechado eu digo, não, não é fechado, é compacto. Todo mundo se conhece para o bem e para o mal. Displicência ou má conduta profissional é logo viralizada. Um revisor, tradutor, designer sempre presta serviços para 5 a 10 editoras e quando alguém sai de uma empresa suas chances depende de tudo o que realizou antes. Um trabalho mal feito repercute, mas o bom e o ótimo também. Mais da metade das indicações de trabalho, de autores para publicar e de projetos para analisar que recebi foi de gente da área comercial, das livrarias, de outros autores e editores.

Mas o mercado editorial está se abrindo mais. No início do século passado as editoras eram como um burgo, tocadas apenas pelas famílias por sucessivas gerações. O négócio era movido a paixão, tradições e não figuravam como o tipo de empresas que poderia se dizer altamente rentáveis. Assim, havia poucos espaços para compor além das pessoas da família. Hoje é comum ver diretores, superintendentes, gerentes comerciais, financeiros e editores oriundos de áreas diversas como financeira, de supermercados, e até de indústrias multinacionais, como tabaco e refrigerantes, gerenciando equipes nas editoras e livrarias. Isso ocorre porque o mercado editorial ficou atrativo para outros profissionais. Duas das maiores redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, têm investidores fortes como bancos e isso é fato recente. Sinal de que este mercado está menos fechado, não?

Se quiser comentar, entre em meu blog. www.faroeditorial.wordpress.com

Pedro Almeida é jornalista e professor de literatura, com curso de Marketing pela Universidade de Berkeley. Autor de diversos livros, dentre eles alguns ligados aos animais, uma de suas paixões, trabalha no mercado editorial há 20 anos. Foi publisher em editoras como Ediouro, Novo Conceito, LeYa e Lafonte. Atualmente inicia uma nova etapa de sua carreira, lançando a própria editora: Faro Editorial.

Sua coluna traz exemplos recolhidos do cinema que ajudam a entender como funciona o mercado editorial na prática. Como é o trabalho de um ghost writer? O que está em jogo na hora de contratar um original? Como transformar um autor em um best-seller? Muitas dessas questões tão corriqueiras para um editor são o pano de fundo de alguns filmes que já passaram pelas nossas vidas. Quem quer trabalhar no mercado editorial encontrará nesses filmes algumas lições importantes. Quem já trabalha terá com quem “dividir o isolamento”, um dos estigmas dos editores de livros. Pedro Almeida coleciona alguns exemplos e vai comentá-los uma vez por mês.

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