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PublishNews 29/10/2018
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PublishNews, Leonardo Neto e Talita Facchini, 29/10/2018

A Saraiva anunciou na tarde desta segunda-feira (29) o fechamento de 20 lojas. A movimentação, que chegou poucos dias depois do anúncio da recuperação judicial da Livraria Cultura, deixou o mercado editorial na ansiedade. Em conversa que teve com o PublishNews no fim da manhã desta segunda-feira, Marcos da Veiga Pereira, presidente da Sextante e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) falou em "um ambiente de incertezas". Apesar dos rumores e das incertezas, as ações da companhia se mantiveram estáveis até o fechamento desta edição, com discreta alta de 0,38%, valendo às 14h R$ 2,98. Em comunicado, a companhia informou que a medida foi necessária diante dos desafios econômicos e operacionais do mercado, além de indicadores que retratam uma mudança na dinâmica do varejo. A empresa fala ainda de uma mudança no mix de produtos de suas lojas físicas. A área de tecnologia, onde estão os produtos de telefonia e informática, passarão a ser vendidos no modelo de negócio de marketplace próprio, que atualmente já opera integrado ao seu e-commerce. A empresa comentou ainda as demissões decorrentes do fechamento das unidades: “A readequação do quadro de funcionários faz parte da estratégia da companhia em busca de maior competitividade e desenvolvimento sustentável de sua operação de varejo”. A empresa afirma ainda que seguirá todas as normas trabalhistas previstas em lei nos desligamentos que acontece agora. O mercado deve ficar atento ao calendário e marcar o próximo dia 12 de novembro. É que nessa data a Saraiva divulga os seus resultados do terceiro trimestre de 2018. Os números poderão indicar a situação da saúde financeira da empresa líder no segmento livreiro no Brasil. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra do comunicado.

PublishNews, Redação, 29/10/2018

O juiz Marcelo Barbosa Sacramone (o mesmo que decretou a falência da LaSelva), da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, deu decisão favorável ao pedido de recuperação judicial da Livraria Cultura e nomeou o escritório Alvarez & Marsal como o administrador judicial da empresa. Segundo apuração do Valor Econômico, a dívida da empresa é de R$ 285 milhões. Desse total, R$ 180 milhões são referentes a passivos com fornecedores e R$ 105 milhões são débitos bancários e alugueis. A decisão do juiz revela que a Cultura entrou com pedido de RJ de dois CNPJs, o da própria livraria e o da 3H Participações SA, holding que tem participação societária na Fnac e Estante Virtual, além da própria Livraria Cultura. A Fnac já descontinuou as suas operações no Brasil, mas a Estante Virtual, não. Mas a Cultura nega, por meio de sua assessoria de imprensa, que o marketplace de sebos e de livros usados esteja em RJ. O administrador judicial terá 15 dias a contar desde a última quinta-feira para apresentar o primeiro relatório mensal e os credores deverão ser convocados para uma assembleia na qual debaterão, entre outras coisas, a fixação de calendário processual. 

PublishNews, Redação, 29/10/2018

Por meio de Medida Provisória, setor quer que governo crie Política Nacional de Regulação do Comércio de Livros | Divulgação / SaraivaA Câmara Brasileira do Livro (CBL) enviou ofício ao ministro Eliseu Padilha, titular da Casa Civil cobrando um posicionamento a respeito da propositura legislativa, via medida provisória, que quer instituir a Política Nacional de Regulação do Comércio de Livros. A medida, segundo defende a entidade, poderá ser uma resposta de apoio do governo à atual crise que afeta o setor livreiro no país. “Precisamos de um instrumento para sair dessa crise. Não temos mais tempo. Não faz sentido isso não andar com a celeridade que a situação exige”, defendeu Luís Antonio Torelli, presidente da CBL que completou dizendo que “a crise do setor é monstruosa e precisamos pressa”.  A iniciativa – a de cobrar a Casa Civil um posicionamento – veio depois do anúncio do pedido de recuperação judicial feito pela Livraria Cultura, a segunda maior rede de livrarias do Brasil. No documento, além de chamar a atenção para esse fato, a CBL lembra ainda a série histórica da Pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, que mostra que o mercado editorial brasileiro encolheu 21% nos últimos 12 anos e já representa perdas de R$ 1,4 bilhão para o setor. Clique no Leia Mais e tenha acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 29/10/2018

Começou na manhã desta segunda-feira (29) a Publishers Conference, que antecede a programação da Feira Internacional do Livro de Sharjah que será aberta oficialmente na próxima quarta-feira (31). Nesta edição, a Feira deverá receber 1,6 milhões de títulos que serão apresentados em 1,8 mil atividades culturais, com 470 autores, poetas e artistas de diversas partes do mundo. O PublishNews está na cobertura do evento nos Emirados Árabes Unidos, mas antes de embarcar rumo ao Oriente, recebeu Marco Garcia, editor da V&R, que compôs a missão de editores brasileiros na edição passada do evento. No Podcast dessa semana, Marco falou um pouco sobre as oportunidades que a feira abre para a entrada de brasileiros no mundo árabe, além de comentar um pouco sobre as diferenças culturais e curiosidades que fazem o ambiente da feira tão especial. Além disso, o editor participou, com a nossa equipe, do giro de notícias e comentou sobre os principais destaques do nosso noticiário na semana passada, em especial sobre o pedido de recuperação judicial por parte da Livraria Cultura e a decorrência disso para o mercado editorial brasileiro. Clique no Leia Mais e tenha acesso à íntegra do programa. 

PublishNews, Redação, 29/10/2018

Com o tema “Livro Livre, um mundo na praça”, a 64ª Feira do Livro de Porto Alegre está marcada para acontecer do dia 1º ao dia 18 de novembro na Praça da Alfândega, no Centro Histórico da capital gaúcha. A feira deste ano contará com 104 bancas de livros e ocupará 9 mil m² de área total e 6 mil m² de área coberta, além de apresentar uma programação cultural com mais de 800 atividades gratuitas entre oficinas, mesas de debate, palestras e espetáculos teatrais. A programação dará destaque para mesas sobre as diferentes perspectivas feministas, a diversidade e representatividade feminina na literatura, política, neoliberalismo e história. A poeta Maria Carpi (na foto ao lado) foi escolhida como a patrona deste ano. A autora nasceu em Guaporé, Rio Grande do Sul, em 1939, e estreou na literatura em 1990, aos 51 anos. Dentre os autores convidados para o evento estão nomes como Monja Coen, Vivane Mosé, Stephen Michael King, Scholastique Mukasonga, Paula Anacaona, Marta Breen e Jenny Jordahl e Lenice Gomes. Ao todo estão previstas mais de 650 sessões de autógrafos com mais de dois mil autores, e neste ano, a República Tcheca é o País Convidado de Honra, que vai contribuir com estande próprio na Área Internacional e diversificada programação nos primeiros quatro dias do evento. Clique no Leia Mais para conferir outros detalhes do evento.

PublishNews, Redação, 29/10/2018

A Planeta adquiriu os direitos de Hannah Arendt: An intellectual biography, do cientista político Thomas Meyer. Hannah Arendt é considerada uma das mais importantes pensadoras do mundo ocidental do século XX e já teve seu trabalho traduzido para dezenas de idiomas. O negócio foi intermediado agência Villas-Boas & Moss. Já a Sextante fez nova aposta em Ficção e comprou os direitos do livro All we ever wanted, de Emily Giffin. A obra conta a história de Nina, uma mulher que aparentemente tem uma vida perfeita na elite da cidade de Nashville; Tom, um pai solteiro que tenta dar o melhor para a filha; e Lyla, que com um pai superprotetor, nem sempre consegue se encaixar na sociedade. Depois de um escândalo, os três precisarão se unir, perguntando a si mesmos quem realmente são e procurando coragem de viver a vida que realmente querem.


PublishNews, Redação, 29/10/2018

Nas notícias desse final de semana, o Estadão repercutiu a notícia do pedido de recuperação judicial da Livraria Cultura e falou sobre como as médias redes de livrarias viraram uma alternativa para o setor, citando como exemplo a WMF Martins Fontes, Travessa, Blooks, Livrarias Curitiba e Leitura. O jornal também contou que Stephen King, o rei do terror, vendeu os direitos do seu conto A bicicleta ergométrica, a um grupo de estudantes de cinema do País de Gales, por apenas um dólar. Os garotos da Academia de Cinema Blaenau Gwent, organização sem fins lucrativos que existe desde 2017, decidiram escrever a King após estudarem a adaptação de uma de suas obras para a telona. Segundo o acordo, os adolescentes devem enviar uma cópia do filme ao escritor e não podem obter lucros com a película, embora esperem exibi-lo em vários festivais. Na coluna da Babel, destaque para o livro O ódio como política: A reinvenção das direitas no Brasil (Boitempo), que desde o início das eleições teve mais de 30 mil downloads. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra dessa nota.

PublishNews, Redação, 29/10/2018

Antes do Holocausto e da Segunda Guerra Mundial, houve um momento decisivo na história do nazismo: o ano de 1924. Nele, Adolf Hitler se transformou em um salvador autoproclamado e líder infalível que mais tarde interpretaria e distorceria as tradições alemãs para apoiar sua visão do Terceiro Reich. Tudo que estaria por vir – os comícios, as rebeliões e o desenvolvimento de uma ideia catastroficamente terrível – foi cristalizado neste momento único no qual Hitler permaneceu preso com seus aliados do Putsch da Cervejaria, sua tentativa fracassada de golpe de Estado. Distante da sociedade, ele leu e escreveu bastante, realizou vários discursos em tribunais e foi julgado por traição. Acima de tudo, foi quando Hitler cultivou sua ideologia e redigiu o livro que se tornaria seu manifesto: Minha luta. Até agora, ninguém tinha examinado a fundo este período ímpar e essencial da vida do tirano nazista. Em 1924, o ano que criou Hitler (HarperCollins, 320 pp, R$ 49,90 – Trad.: Roberto Muggiati), Peter Ross Range descreve em detalhes as histórias e as cenas deste ano fundamental para se entender o homem e a brutalidade por trás da guerra que mudou o destino do mundo para sempre.

“Publicar livros não é um negócio convencional”
Jason Epstein
Editor, no livro 'O negócio do livro'
1.
A sutil arte de ligar o foda-se
2.
As aventuras na Netoland com Luccas Neto
3.
O milagre da manhã
4.
Seja foda!
5.
O poder da autorresponsabilidade
6.
Me poupe!
7.
Poesia que transforma
8.
Meu diário mágico
9.
Crença Inabalável
10.
O poder da ação
 
PublishNews, Redação, 29/10/2018

O farmacêutico de Auschwitz (Globo Livros, 296 pp, R$ 44,90 – Trad.: Fabienne Mercês) é uma história real de assassinato e ganância que narra fatos terríveis e ainda obscuros sobre o Holocausto e o Terceiro Reich. Baseada em uma vasta pesquisa, Patricia Posner expõe as atrocidades cometidas por um dos maiores conglomerados farmacêuticos do mundo, detentor de marcas que aparecem em nossos lares até os dias de hoje, como a Bayer e a Hoechst, investigando como homens comuns se tornaram criminosos de guerra e como a Alemanha do pós-guerra foi obrigada a confrontar seu passado sombrio. O livro conta a pouco conhecida história de Victor Capesius, um farmacêutico romeno representante da Bayer que, em 1943, aos 35 anos, se juntou a SS nazista e rapidamente se tornou o farmacêutico-chefe de Auschwitz, o maior e mais cruel campo de extermínio do Terceiro Reich. Entre suas várias atribuições perversas, estavam os testes relacionados à criação de uma maneira rápida e eficaz de exterminar prisioneiros indesejáveis, até chegar ao gás letal que matou milhões.

PublishNews, Redação, 29/10/2018

Baseado em transcrições e documentos confidenciais, O papa contra Hitler (LeYa, 368 pp, R$ 54,90 Trad.: Carlos Szlak), do escritor e pesquisador Mark Riebling, revela uma batalha épica durante a Segunda Guerra Mundial. Embora publicamente adotasse um discurso neutro, o papa Pio XII comandou um dos maiores esquemas de espionagem para derrotar o nazismo, como os jesuítas armados que roubaram plantas das casas de Hitler e o voo de um editor de livros católicos que atravessou os Alpes carregando informações secretas obtidas junto à cheia dos guarda-costas do führer. O autor revirou arquivos secretos para apresentar ao leitor essa história real que abre as portas do Vaticano e revela um dos eventos mais surpreendentes do passado da Igreja, digno dos melhores thrillers de Graham Greene, Ian Fleming e John le Carré. Poderoso, provocativo e emocionante, O papa contra Hitler muda a forma como enxergamos a Segunda Guerra Mundial.

PublishNews, Redação, 29/10/2018

Quinta na linha sucessória do Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda, ninguém poderia imaginar que um dia Vitória subiria ao trono. Coroada em 1837, aos 18 anos, esta improvável rainha teve uma ascensão extraordinária. Reinou por 64 anos e, não à toa, esse período entrou para a história como a Era Vitoriana. De temperamento forte, desafiou a autoridade da mãe e de seus ministros. Apaixonou-se perdidamente pelo príncipe Albert, com quem se casou aos 19 anos e teve nove filhos. Sobreviveu a oito tentativas de assassinato e lamentou por décadas a prematura morte do marido, aos 42 anos. Durante o longo período em que Vitória reinou, o desenvolvimento industrial, a ciência e a tecnologia remodelaram o mundo. Mas sua mão firme e influência fizeram dela um símbolo da segurança e da tradição do povo inglês. Em Vitória, a rainha (Objetiva, 560 pp, R$ 89,90 – Trad.: Denise Bottmann), Julia Baird revela a verdadeira mulher por trás do mito: uma rainha ousada — uma Vitória para os nossos tempos.

PublishNews, Redação, 29/10/2018

A imagem que se tem de Jane Austen (1775-1817), a romancista britânica a quem devemos Orgulho e preconceito e outras obras, é a da comportada filha de um reverendo, que viveu pacatamente no interior da Inglaterra, no seio da família, fazendo observações sobre os moradores da região. O fato de Austen ter vivido predominantemente no campo, de a maior parte de sua correspondência ter se perdido e de serem escassas as fontes de informação a seu respeito faz com que pouco se saiba sobre ela, a não ser o que seus próprios familiares escreveram e divulgaram após sua morte. Há lacunas enormes em sua biografia. Em A verdadeira Jane Austen (L&PM, 440 pp, R$ 54,90 - Trad.: Rodrigo Breunig), Paula Byrne fornece o retrato mais íntimo e revelador disponível sobre a romancista. Em cada capítulo, a biógrafa britânica explora objetos de alguma forma ligados à vida e à obra da autora – como um cheque pago por uma editora a Jane “Austin” – a fim de iluminar a criadora de obras que, mais de 200 anos depois, não cessam de encantar e significar. O que emerge dessas páginas é uma personalidade muito mais complexa e instigante do que a de uma solteirona afeita ao bordado. 

 
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