
Entre os eventos mais esperados do primeiro dia, estão a mesa com Mônica Benício, às 11h, o encontro da autora argentina Camila Sosa Villada com a paulista Amara Moira, às 16h, e a participação da historiadora Mary Del Priore, às 14h30. As três programações serão realizadas na Sala Principal e no Auditório Meira Junior do Theatro Pedro II.
Dois autores serão homenageados nesta edição: Matheus Arcaro (às 17h, Auditório Meira Junior) e Djamila Ribeiro (às 19h, na Sala Principal) conversam com o público. Matheus fala sobre a obra O umbigo de Adão (Sinete), seu novo livro, lançado durante a feira. Mestre em Filosofia Contemporânea pela Unicamp, Arcaro é professor e autor de romances, contos, poesias, obras de filosofia e literatura infantil.
Já Djamila retorna à FIL como homenageada na categoria Autora Educação. Filósofa e escritora, é reconhecida como um dos principais nomes da intelectualidade negra brasileira, com trajetória marcada pelo ativismo nas redes sociais, pelas colunas na Folha de S. Paulo e por obras que se tornaram referência, como Pequeno manual antirracista (Companhia das Letras) e Lugar de fala (Jandaíra).
“Não é possível vislumbrar novas possibilidades e pensar em futuros possíveis se não sonharmos com eles. E a literatura tem papel fundamental em nos fazer pensar e sonhar novos mundos e furar bolhas”, afirma Djamila.
A programação inclui, ainda, o Sarau Encontrão Poético (às 12h) e a final do Campeonato SLAM 016 (às 17h), com oito coletivos de slam. Além dos destaques, oficinas de bordado, pintura, libras, brinquedos recicláveis e poesia se espalham por diferentes pontos da cidade, promovendo a interação e a criação coletiva.
À noite, o espetáculo de dança Que tal o impossível?, da Cia Cisne Negro (às 20h, no Teatro SESI), fecha a programação do dia. Assinada pelo coreógrafo Jorge Garcia, a montagem é inspirada na música homônima de Itamar Assumpção e une a musicalidade pulsante do compositor com a riqueza criativa da dança.
“Neste primeiro dia, já mostramos ao público o que define a FIL: um espaço democrático de encontro entre literatura, artes, cidadania e diversidade. O público poderá vivenciar desde experiências literárias e artísticas até reflexões profundas sobre cultura e sociedade”, destaca Dulce Neves, presidente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto.
A FIL vai até o dia 24 de agosto e você pode acessar a programação completa aqui.







