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PublishNews 08/06/2026
Seja você um autor em busca de polimento final para seu manuscrito, uma editora que deseja expandir sua presença global com traduções confiáveis ou quem procura roteiros cativantes na linguagem de quadrinhos, estamos aqui para ajudar
Estamos há 50 anos, distribuindo as melhores editoras, do mercado para as livrarias de todo o Brasil
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
PublishNews, Redação, 08/06/2026

Em 2025, o Centro Nacional do Livro (CNL) da França contabilizou 83 aberturas de livrarias contra 85 fechamentos, resultando em um saldo líquido negativo pela primeira vez desde o início do monitoramento, em 1993. No mesmo período, 57 livrarias foram objeto de aquisições ou fusões. Após três anos excepcionalmente dinâmicos entre 2021 e 2023, impulsionados pelo fôlego pós-crise sanitária, e após uma primeira desaceleração observada em 2024, o ano de 2025 confirma uma inflexão no ritmo de novas lojas no principal mercado editorial europeu. Segundo o CNL, as mudanças ocorrem em um contexto de tensões econômicas e financeiras ligadas ao aumento contínuo dos custos fixos das livrarias, somado a um recuo progressivo das vendas em valor e em volume, além de uma queda acentuada nas vendas no primeiro trimestre de 2026 (-6%). Clique no Leia mais para ver a matéria na íntegra.

PublishNews, Redação, 08/06/2026

A escritora, ativista quilombola e liderança comunitária Rosemary Alvares de Souza, conhecida como Dona Rosinha, 67 anos, morreu às vésperas de participar de dois eventos literários, em São Paulo e Minas Gerais, e já foi homenageada pel'A Feira do Livro em mesa reunindo Bianca Santana, Tom Farias e Matheus Leitão. Ela também estaria na programação do Festival Literário Internacional de Minas Gerais, que lhe fará outra homenagem essa semana. Em 2025, Dona Rosinha publicou o livro Memórias do meu quilombo (Pallas Editora) por incentivo da escritora Conceição Evaristo. “Dona Rosinha se foi e nos deixa seu texto-vida. A sua boa prosa. O seu olhar, o seu sorriso, a sua alegria ao ver publicado o seu primeiro livro. Ela estava plena; de letras, de escrita, de palavras, de vida. Hoje vivemos a descendência dela e, com certeza, como ancestral, ela será para quem fica uma estrela-guia”, disse Conceição, em nota divulgada pela Pallas.

PublishNews, Guilherme Sobota, 06/06/2026

Em uma conversa solta de quem apresenta conceitos estruturados de teoria literária como se fossem observações rápidas e bem-humoradas sobre alguns livros, Silviano Santiago conquistou a plateia d’A Feira do Livro neste sábado (6) com tiradas sobre Machado de Assis, vida em família e literatura francesa. Prestes a completar 90 anos, o crítico literário e escritor vem divulgando — ao lado do jornalista João Barile — Presente do acaso (Autêntica), espécie de biografia particular que documenta sua vida ao mesmo tempo em que discute o próprio formato biográfico. O sábado foi ensolarado em São Paulo (SP), o que brindou o evento realizado na Praça Charles Miller com um calor incomum nesta semana. O clima bom trouxe muitos visitantes para a Feira — uma estimativa é que no primeiro fim de semana, 25 mil pessoas visitaram o evento: a esperança é superar esses números e ultrapassar a marca de 100 mil ao fim do domingo (7), último dia do evento. Os dados devem ser divulgados ainda nesta segunda. Clique no Leia mais para saber outros detalhes.

PublishNews, Redação, 08/06/2026

A Record está contratando nova pessoa para o cargo de coordenador de marketing. A vaga exige disponibilidade para ir a São Cristóvão e experiência sólida em planejamento estratégico de marca e posicionamento institucional, integrando ações de mídia digital, off-line, eventos, imprensa e PDV. No dia a dia, a pessoa contratada será responsável por atuar em sintonia com as áreas editorial, comercial e gerência de marketing, garantindo que cada lançamento tenha um planejamento sólido, criativo e alinhado às metas do grupo.

PublishNews, Redação, 08/06/2026

Escritora, educadora e referência em literatura infantil afrocentrada no Brasil, Kiusam Oliveira (que passa a assinar assim, sem o "de" entre nome e sobrenome) está à frente de uma nova empreitada editorial: a Editora Osìbatá, selo independente voltado à valorização das infâncias negras, da ancestralidade afro-brasileira e da educação antirracista. A estreia se dá com uma edição especial de O mundo no black power de Tayó, livro que, desde seu lançamento original pera Editora Peirópolis, em 2013, tornou-se uma obra emblemática da literatura infantil brasileira voltada à afirmação da identidade negra. Publicado pelo selo infantil Osibatazinha, o livro volta às prateleiras em versão capa dura, numerada e colecionável, marcando uma nova etapa da trajetória da personagem Tayó. Também será disponibilizada uma edição em capa comum destinada a escolas, bibliotecas e projetos de leitura, com kits especiais que incluem encontros online com a autora. “Fundar a Osìbatá é erguer um obelisco de palavras. É dizer ao mundo que nossas histórias, nossas infâncias e nossas ancestralidades merecem ocupar o centro”, afirma Kiusam no release distribuído à imprensa. Leia mais!

PublishNews, Redação, 08/06/2026

'Casa Azul', onde Drummond viveu durante sua vida em Itabira | © Divulgação Carlos Drummond de AndradeA DW contou a história da "língua secreta" de Itabira, chamada Guinlagem do Camaco. Livros corporativos estão passando por uma repaginada editorial. O Valor Econômico produziu uma reportagem sobre essa tendência. O Painel das Letras registrou o lançamento de um projeto que visa aproximar escolas das livrarias de rua e feiras de São Paulo. A vida e a obra de Edgar Morin estiveram em destaque no Estado de Minas. O Estadão listou algumas das livrarias fundadas escritores populares, como George R.R. Martin e Ann Patchett. O Nexo convidou a advogada e escritora Paula Macedo Weiss para indicar livros com histórias de pessoas que tiveram que reinventar suas vidas longe da terra natal. Clique e leia o apanhadão na íntegra.

PublishNews, Redação, 08/06/2026

A escritora norte-americana Julia Elliott venceu a edição 2026 do Carol Shields Prize for Fiction com a coletânea de contos Hellions (Tin House Press), levando para casa o montante de US$ 150 mil. Este é considerado o maior prêmio literário em língua inglesa dedicado exclusivamente a escritoras e pessoas não binárias dos EUA e do Canadá. Criado em 2023 em homenagem à escritora americano-canadense Carol Shields (1935-2003), vencedora do Pulitzer em 1993, o prêmio também contempla as demais finalistas com US$ 12,5 mil cada. Além da premiação anual, a Fundação Carol Shields, ativa desde 2012, mantém programas de mentoria, residências e bolsas voltados ao enfrentamento das desigualdades no mercado literário. Acesse a nota completa para ficar por dentro da premiação.

PublishNews, Flavia Bravin*, 08/06/2026

No universo da educação brasileira, no qual tantas mulheres dedicam suas vidas a transformar o futuro do país, olhar para trás nos permite compreender o quanto avançamos e o quanto ainda precisamos caminhar. Minha relação com os estudos e com este mercado são indissociáveis das histórias das mulheres que me antecederam. Minha avó materna carregava o sobrenome Mezalira. Para ela, o sucesso feminino só vinha de duas formas: Tornando-se professora ou secretária. Quando minha mãe se tornou professora, teria em tese as tardes livres para ficar com os três filhos e férias escolares para viajar conosco. Já eu, ao ingressar no mundo corporativo — na "firma", como ela falava —, tinha virado secretária. Naquela época, diziam que o sobrenome da minha avó não valia sequer uma lira inteira. A lira, como moeda, deixou de existir. Minha avó também se foi. Mas o valor da mulher no mercado de trabalho e na sociedade tornou-se o eixo central de diversos estudos, políticas, livros e da minha vida pessoal, bem como do mundo que desejo entregar para minha filha, hoje com 17 anos. Clique no Leia mais para ler o artigo na íntegra.

“A ficção não tem limites. É um perigo. Mas não tem.”
Micheliny Verunschk
Escritora brasileira
1.
Elo Monsters Books: Flow Pack
2.
Engenharia do lucro
3.
A saúde do coração na era da alta performance
4.
Do dia para a noite (Day to night)
5.
Entre o ego e o sagrado
6.
Mais esperto que o diabo
7.
Dias quentes (Spring Summer)
8.
Isso e aquilo (This & That)
9.
Dias frios (Fall Winter)
10.
Educação da tristeza
 
PublishNews, Redação, 08/06/2026

O projeto multidisciplinar Foi um jeito de derreter (Telaranha Edições) marca a estreia da escritora e historiadora Jessica Stori na prosa ficcional. A novela combina literatura e imagem para abordar as relações de cuidado em situações de vulnerabilidade física, emocional e social, acompanhando a convivência entre duas mulheres unidas por uma história comum, pela doença e pelos fantasmas do passado. O lançamento será realizado essa semana, na Telaranha Livraria, em Curitiba. Resultado de um processo criativo que envolveu caminhadas, registros fotográficos, vídeos e pesquisas de campo nos bairros de Uberaba, em Curitiba, e Pinhais, na Região Metropolitana, o livro é o núcleo de um projeto artístico mais amplo, desenvolvido com apoio do Rumos Itaú Cultural. Ao reunir diferentes linguagens, Jessica constrói uma narrativa que transita entre a prosa poética, a memória, o documento e a imagem para refletir sobre os limites entre obrigação, afeto, trauma e cuidado. Leia para saber mais!

PublishNews+, Redação, 08/06/2026

O PublishNews+, área exclusiva para assinantes do PN, tem adiantado, semanalmente, os livros que só chegarão às livrarias em 45 dias. O serviço, chamado de Próximo Capítulo, é realizado graças a uma parceria com a MVB / Metabooks e tem por objetivo municiar livreiros de informações do que está no prelo das editoras. Entre os livros previstos para a semana entre 20 e 26 de julho está Noite no coração (Bazar do Tempo), Nathacha Appanah dá voz a mulheres condenadas ao silêncio, recuperando a caso da jovem Chahinez Daoud, assassinada na França pelo ex-marido em 2021, e a de Emma, sua prima, morta pelo companheiro nas ilhas Maurício em 2000; Outra novidade é O feitiço do fio (Companhia das Letras), sobre a fascinante jornada de pesquisa e criação de uma das maiores artistas, líderes e pesquisadoras indígenas contemporâneas, Glicéria Tupinambá, uma das grandes responsáveis pela repatriação de um dos mantos ao Museu Nacional. Confira todas as novidades clicando aqui. Por enquanto, o Próximo Capítulo está aberto para todos os que se cadastrarem na plataforma, mas em breve o serviço ficará exclusivo para os assinantes do PN+. A nova seção se soma a outros serviços oferecidos aos assinantes do PN+, como o Radar de Licitações. Clique aqui para saber como ser um assinante do PN+.

PublishNews, Redação, 08/06/2026

Virginia Woolf leu James Joyce? Joyce leu Virginia? Essas são perguntas em que Tomaz Tadeu se baseia para escrever Virginia lê Joyce (Autêntica, 144 pp, R$ 79,80). A primeira pergunta tem resposta fácil, porque Virginia escreveu publicamente sobre Joyce, em especial, sobre Ulysses. Pode-se dizer que Virginia tinha uma relação ambígua com Joyce e seu romance. Ela, sem dúvida, admirava sua criatividade, mas também era essa criatividade que a incomodava. Joyce, por sua vez, que se comprazia em reproduzir, em seus livros, sobretudo em Finnegans Wake, frases de seus críticos, transcritos ao seu bel prazer, faz ao menos uma referência a uma frase de Virginia, retirada justamente de um ensaio em que ela trata de romances modernos. Esse "encontro" (ou seria um "desencontro"?) entre os dois escritores é o que este livro busca documentar.

PublishNews, Redação, 08/06/2026

Com textos de dez autores, A nova literatura chinesa: Lume (Editora Unesp, 288 pp, R$ 52) oferece ao público brasileiro uma entrada privilegiada no vasto universo do imaginário literário chinês. Em tempos de crescente aproximação entre as duas nações, a arte da palavra reafirma seu papel na construção de pontes subjetivas. Lume constitui, portanto, um passo importante para conhecer a China de hoje através de suas histórias, consolidando um intercâmbio cultural que promete ser fértil e duradouro. Dentre os vários autores presentes na coletânea está o premiado com o Nobel de Literatura Mo Yan.

PublishNews, Redação, 08/06/2026

Passados quarenta anos da morte do escritor Julio Cortazar (1914-1984), O escorpião encalacrado (Companhia das Letras, 344 pp, R$ 129,90), de Davi Arrigucci Jr, mostra que a obra do mestre argentino continua mais vivo do que nunca. Nele se desvendam as linhas mestras da ficção cortazariana, estabelecendo suas filiações, revelando suas buscas e seus impasses, aprofundando seus significados mais amplos. Porém, mais do que interpretar a obra de um dos escritores mais importantes da segunda metade do século XX, O escorpião encalacrado é fundamental para compreender o sentido e as questões colocadas pela melhor literatura contemporânea.

PublishNews, Redação, 08/06/2026

Dividido em seis partes que podem ser lidas independentemente, Tarso de Melo aborda em Música do mundo (Fósforo, 186 pp, R$ 79,90) tanto a natureza e a função da poesia, como as origens e histórias que a constituem. Também reflete sobre os usos da linguagem e as múltiplas possibilidades que um poema pode assumir, além de oferecer algumas estratégias para a apreciação deste “bicho arredio” — ou, como preferiu João Cabral de Melo Neto ao emprestar o conceito de Le Corbusier, desta “máquina de comover”. Seja pelo contato com a obra dos clássicos Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade, Charles Baudelaire ou Vladimir Maiakóvski, das brasileiras Cecília Meireles, Ana Cristina Cesar e Orides Fontela, seja pelo rap dos Racionais ou pelas canções entoadas por Chico Buarque, seja ainda pelos poemas estampados em muros ou nas redes sociais, o autor propõe que a graça da poesia está em fazer o leitor enxergar além de seus limites.

 
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