
O portal Guia do Estudante preparou duas listas de livros para quem está interessado na Copa do Mundo. Em uma delas, o site indica seis títulos para conhecer a literatura de Marrocos, Haiti e Escócia, rivais do Brasil na primeira fase do Mundial. Entre os autores, estão Rim Battal, Leïla Slimani, Edwidge Danticat e Jacques Roumain, este considerado um dos fundadores da literatura haitiana moderna. Outra lista mostra livros dos países-sede da Copa do Mundo que estão no MEC Livros, a nova biblioteca pública digital criada pelo governo federal. Entre os autores, Carlos Fuentes, Brenda Navarro, J. D. Salinger e Rachel Cusk.
O Nexo publicou um trecho do novo livro do escritor Felipe Charbel, Lacunas (Relicário). O site Fora do Plástico noticiou que a Conrad anunciou para julho o lançamento do segundo volume de A guerra dos gibis, de Gonçalo Junior, continuação do livro-reportagem premiado, que irá abordar a censura de quadrinhos eróticos durante a ditadura militar.
O Diário do Comércio reuniu em uma matéria títulos recentes do mercado editorial brasileiro que questionam cultura da performance e a epidemia do cansaço. "Novos livros discutem liderança, hiperprodutividade e autoconhecimento em um cenário marcado pela exaustão contemporânea", diz a chamada da matéria.
A Folha de S. Paulo deu uma resenha assinada por Ítalo Moriconi sobre o panorama da literatura brasileira recente lançado pela professora da UNB Regina Dalcastagnè, Uma história da literatura brasileira contemporânea (Todavia). Uma matéria aborda o lançamento da biografia de Fernando Gasparian, jornalista que enfrentou a ditadura com o jornal Opinião; um texto do jornalista Alvaro Costa e Silva resume as ideias de Nelson Rodrigues sobre futebol ante o lançamento de um novo box da Nova Fronteira; e Bernardo Carvalho escreveu sobre Walter Benjamin.






