
Há alguns anos o debate literário envolvendo ficção, realidade e a autoficção está em evidência, e neste fim de semana a Folha de S. Paulo entrevistou o escritor Didier Eribon, um dos grandes nomes referenciados como influência de escritores do gênero, que afirmou não enxergar sua obra como parte dele. Em seu novo livro, Sociobiografia (Âyiné), o francês descreve o seu método de escrita.
A escritora Djamila Ribeiro participou do podcast Ilustríssima Conversa, também da Folha de S. Paulo. Ela relançou em 2026 uma versão atualizada de Lugar de fala (Rosa dos Tempos). Na conversa, a autora fala sobre o impacto cultural da obra nas redes sociais, a popularização do termo "lugar de fala", que passou a ser acompanhado de muitas interpretações equivocadas e que reduzem o debate da pauta antirracista.
Foi a vez de Marcelo Rubens Paiva receber a equipe do Estadão em sua casa para conhecer mais sobre sua biblioteca pessoal. O jornal publicou também uma lista destacando a poesia de Pablo Neruda.
Mais uma vez o momento de popularidade dos clubes de leitura foi tema de uma reportagem, desta vez no jornal O Globo. O texto fala sobre o sentimento de união dos leitores em torno das histórias.
A Veja entrevistou Mina Finch, pseudônimo de escritora de histórias que misturam universos fantásticos com o K-Pop. Ela fala sobre seus interesses pelo gênero musical, pelas histórias sobrenaturais e quais são suas inspirações como escritora. No Brasil, seus livros da saga K-pop Academy são publicados pela Intrínseca.
O professor e autor Eduardo Henrique Barbosa de Vasconcelos publicou um artigo no portal A Terra é redonda sobre a concentração de renda regional no mercado editorial. A revista Vogue de Portugal recomendou a leitura de livros que não sejam de moda para aprender mais sobre o mundo fashion.
No Nexo, o jornalista Guilherme Pavarin indicou cinco livros de autores brasileiros que desafiam as lógicas da literatura realista.






