
Um artigo na revista Piauí debate crítica cultural e o que os autores chamam de “monopólio da razão literária”, questionando premissas dominantes sobre o cânone e autoridade intelectual no campo da literatura. O texto argumenta em favor de maior diversidade de perspectivas e práticas de leitura que rompam com hierarquias tradicionais de valor. A análise insere o debate em contextos contemporâneos de produção literária e epistemológica.
No ano em que se comemora o centenário de nascimento do filósofo Michel Foucault (1926-1984), editoras brasileiras programam a publicação de textos inéditos do autor no país. Uma reportagem da Folha coloca entre as novidades cursos, conferências e ensaios nunca traduzidos comercialmente, ampliando o acesso à obra do pensador que influenciou filosofia, ciências humanas e teoria crítica.
Uma matéria no Estadão lista e contextualiza cinco obras representativas da escritora Carolina Maria de Jesus, cuja trajetória de vida e escrita ganharam destaque no Carnaval de 2026 pela Unidos da Tijuca. O jornal também destacou o aniversário de 95 anos da escritora Toni Morrison, autora de obras como Amada, Deus ajude essa criança e O olho mais azul — todos publicados no Brasil pela Companhia das Letras — e que recebeu o Prêmio Nobel de Literatura, em 1993.
Por conta da estreia da nova adaptação de Morro dos ventos uivantes, o caderno Pensar, do Estado de Minas, publicou uma lista de livros clássicos para ler antes de conferir o longa baseado na obra de Emily Brontë. E a Forbes Brasil elaborou um roteiro para fãs do livro e do filme visitarem os cenários reais da produção.
No Nexo, a pesquisadora e podcaster Bruna Martiolli indicou cinco livros que incentivam a leitura atenta e a presença no cotidiano, afastando práticas aceleradas de consumo cultural.






