
Como destaca o diretor-executivo da Fuvest, Gustavo Monaco, a mudança proposta pela Seção Acadêmica da fundação, juntamente com professores membros da banca de literatura, traz novidades significativas. Pela primeira vez, há a inclusão de autores indígenas, por meio das obras Originárias: uma antologia feminina de literatura indígena e Fantasmas, e de uma graphic novel, Beco do Rosário. Peças de teatro voltam à relação, com as obras A moratória e Orfeu da Conceição. Houve também a inclusão inédita da literatura asiática, com o livro O plantador de abóboras, do escritor timorense Luís Cardoso de Noronha.
Veja a lista de livros da Fuvest para 2030 e 2031:
- Laços de família, Clarice Lispector (contos)
- Originárias: uma antologia feminina de literatura indígena, Trudruá Dorrico e Maurício Negro (contos)
- A moratória, Jorge Andrade (teatro)
- Uma faca só lâmina, João Cabral de Melo Neto (poesia)
- Beco do Rosário, Ana Luiza Koehler (graphic novel)
- Esaú e Jacó, Machado de Assis (romance)
- Memorial do convento, José Saramago (romance)
- A ilha fantástica, Germano Almeida (romance)
- Quarto de despejo, Carolina Maria de Jesus (romance)
Lista de livros 2032 e 2033:
- Laços de família, Clarice Lispector (contos)
- Orfeu da Conceição, Vinicius de Moraes (teatro)
- Uma faca só lâmina, João Cabral de Melo Neto (poesia)
- Beco do Rosário, Ana Luiza Koehler (Graphic Novel)
- Úrsula, Maria Firmina dos Reis (romance)
- Esaú e Jacó, Machado de Assis (romance)
- O plantador de abóboras, Luís Cardoso (romance)
- Casa de família, Paula Fábrio (romance)
- Fantasmas, Daniel Munduruku (romance)
Escritoras são destaque até 2029
Vale lembrar que, até o Vestibular 2028, a lista de leitura obrigatória será composta somente de mulheres autoras de língua portuguesa, contemplando as escritoras brasileiras e estrangeiras. A partir do Vestibular 2029, autores da literatura brasileira e de língua portuguesa voltam a aparecer na lista.






