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PublishNews 25/11/2021
Há mais de 50 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial
PublishNews+, Redação, 25/11/2021

O PublishNews+, área exclusiva para assinantes do PN, tem adiantado, semanalmente, os livros que só chegarão às livrarias daí a 45 dias. O serviço, chamado de Próximo Capítulo, é realizado graças a uma parceria com a MVB / Metabooks e tem por objetivo municiar livreiros de informações do que está no prelo das editoras. Nessa semana, o Próximo Capítulo traz as novidades que chegarão às livrarias entre os dias 09 e 15 de janeiro de 2022. Entre elas, estão Missão romance (Arqueiro), o segundo volume da série Clube do livro dos homens, de Lyssa Kay Adams, e Salvador (Veneta), do premiado quadrinista brasileiro Marcello Quintanilha. Clique aqui para conferir todas elas. Por enquanto, o Próximo Capítulo está aberto para todos os que se cadastrarem na plataforma, mas em breve, o serviço ficará exclusivo para os assinantes do PN+. A nova seção se soma a outros serviços oferecidos aos assinantes do PN+, como o Radar de Licitações e o Apanhadão Diário. Clique aqui para saber como ser um assinante do PN+.

PublishNews, Suzana Vargas, 24/11/2021

Na oitava crônica da série Escrever para lembrar: o que os grandes escritores me ensinaram, Suzana Vargas lembra de um jantar com o goiano J. J. Veiga em 1996. Entre milhares de assuntos possíveis, ele quis saber como estava a Estação das Letras, que Suzana acabara de fundar. Talvez sem pensar muito, ela foi sincera na sua resposta e isso causou uma reação inesperada no autor que logo depois disso se tornou amigo. Suzana adianta já na primeira linha da crônica: "Essa é uma memória envergonhada, as lições dela acontecem pelo avesso". Clique no Leia Mais para conferir a íntegra do texto.

PublishNews, Redação, 24/11/2021

A Associação Brasileira de Difusão do Livro (ABDL) esticou o prazo para inscrições de convidados compradores (varejistas, livreiros e distribuidores) interessados em participar do seu Salão de Negócios. Agora, os interessados em participar do evento têm até o dia 3 de dezembro para se inscrever na modalidade Compradores (com as quatro diárias de hotel inclusas) ou Convidados por um dia (este segundo, sem custo). O Salão reúne os agentes envolvidos no setor de venda porta a porta de livros no Brasil. De acordo com a Pesquisa Produção e Vendas (PeV), esse segmento movimentou R$ 75 milhões em 2020. É o menor valor na série histórica da pesquisa, já que o setor foi duramente impactado pela pandemia. A entidade acredita que esse Salão de 2022 será o que marcará a retomada do setor. O Salão acontece de 7 a 11 de fevereiro de 2022, no Itu Plaza Hotel, na cidade de Itu, no interior paulista. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (11) 95848 2098 ou por e-mail: abdl@abdl.com.br.

PublishNews, Redação, 25/11/2021

Os deputados Fernanda Melchionna (PSOL/RS) e Glauber Brava (PSOL/RJ) convocaram uma audiência pública para debater estratégias para a formação de leitores a partir da legislação existente e formas de fiscalizar a sua execução. O encontro está marcado para esta sexta-feira (26), às 10h. Na prática, o que os parlamentares querem é discutir a regulamentação da Política Nacional de Leitura e Escrita, a Lei Castilho. Foram convidados para a audiência Nadja Cezar Ianzer Rodrigues, secretária-executiva do Plano Nacional do Livro e Leitura e coordenadora dos Programas do Livro do FNDE; Fernanda Gomes Garcia, diretora-executiva da Câmara Brasileira do livro, José Castilho Marques Neto, especialista em políticas públicas; Bruna Chaves Berlaz, da União Nacional dos Estudantes (UNE) e ainda representantes do Ministério da Educação, da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas de Informação e Instituições (Febab) e do Conselho Federal de Biblioteconomia. A audiência pública será transmitida pelo sistema da Câmara dos Deputados.

PublishNews, Redação, 25/11/2021

A Companhia das Letras está com uma vaga de estágio aberta em marketing para atuar nos selos infantis da editora. A Companhia procura uma pessoa organizada, proativa, que esteja disposta a aprender processos e seja comprometida com prazos. É preciso estar cursando preferencialmente, Comunicação Social, Marketing, Jornalismo ou áreas correlatas; conhecer o catálogo e os selos da Companhia; ter ótimo português; inglês intermediário; conhecimento do Pacote Office e em Photoshop e Adobe Reader. Já as funções do cargo incluem responder comentários e DM dos três selos infantis no Instagram, Facebook e YouTube; enviar livros para imprensa, parcerias e influenciadores; atualizar mailing; e dar suporte técnico de produção para eventos on-line e apoio para a assessoria de imprensa. Produção de banners e cards será considerado um diferencial. Os interessados devem enviar currículos para o e-mail curriculo@companhiadasletras.com.br colocando no assunto “Estágio – Marketing infantil”.

PublishNews, Redação, 25/11/2021

Na obra O último ancestral (HarperCollins, 344 pp, R$ 59,90), Ale Santos usa elementos do afrofuturismo – movimento cultural, estético e político que cria narrativas de protagonismo negro – numa fantasia urbana que traz ainda referências da fé, cultura e história africana no Brasil. Na trama, o Distrito de Nagast é dominado por Cygens, seres híbridos de humanos e máquinas, que há décadas criaram uma violenta hierarquia racial e conseguiram suprimir a conexão dos humanos com suas tradições e religiões. A população negra foi toda segregada para Obambo, uma favela do outro lado da fronteira do Distrito. É lá que vivem Eliah, jovem integrante de um esquema de roubo de carros que alimenta a ambição da elite branca de Nagast, e sua irmã Hanna, uma adolescente autodidata em linguagens eletrônicas. Quando Eliah tem uma visão aterradora, tudo começa a mudar. Ele é contactado em sonho pela bicentenária Moss, fundadora do Distrito de Nagast e cujo paradeiro ninguém conhecia. De volta à ativa, Moss conta a Eliah que ele é o Último Ancestral, portador de um espírito poderoso capaz de salvar os humanos do jogo dos Cygens e da presença cada vez mais ameaçadora da Asanbosam, entidade maligna aliada da ditadura de Nagast e que se alimenta da energia e do sangue dos humanos. Agora, enquanto aprende sobre seus próprios poderes, Eliah precisa de toda a ajuda possível para tentar conter o avanço das forças que vêm de Nagast e permitir aos habitantes de Obambo que voltem a se conectar com suas tradições e religiões.

PublishNews, Redação, 25/11/2021

Um dos maiores clássicos de ficção científica, a série A Cultura, de Ian M. Banks, ajudou a redefinir os conceitos de space operas ao apresentar uma sociedade utópica com paradigmas e dilemas complexos e filosóficos. Os livros da série se passam todos no mesmo universo, mas podem ser lidos em qualquer ordem. Em O jogador (368 pp, R$ 54,90 - Trad.: Edmundo Barreiros) – segundo volume da série, mas que a Morro Branco decidiu publicar primeiro já que serve de introdução para o universo da trama – a humanidade se transformou. Os avanços tecnológicos pautaram o futuro e homens e máquinas habitam galáxias e convivem entre si. Essa é a Cultura, uma sociedade magistralmente evoluída na qual fome, doenças, violência e morte não existem. O único fator que distingue seus habitantes é a habilidade de jogar. Rodeado por inteligência artificial, competições e infindáveis vitórias, Gurgeh é o melhor jogador mestre que existe. Seu desempenho inigualável em jogos de tabuleiro, de computador e de estratégia tornaram-no imbatível — e entediado. Ele sabe que já atingiu o ápice do sucesso e a monotonia dos dias o enfastia. Entretanto, em um ímpeto de ganância, ele é chantageado e obrigado a viajar para o Império de Azad — uma civilização considerada primitiva, com imensa riqueza e crueldade e a milhares de anos-luz de tudo o que ele conhece. Lá, o jogador mestre percebe que o jogo ao qual foi coagido a ganhar é tão complexo, e tão entrelaçado à realidade, que vida e morte são colocadas em xeque na batalha mais vertiginosa que Gurgeh já jogou, e ele sabe que não pode vencer.

PublishNews, Redação, 25/11/2021

Para alguns, a tecnologia é o prenúncio do fim do mundo. Para outros, é apenas o começo de uma nova era. O escritor de ficção científica, autor dos best-sellers Matéria escura e Recursão, Blake Crouch convidou grandes nomes da literatura contemporânea para traçar histórias audaciosas que mergulham nos desdobramentos que os avanços tecnológicos acarretam à humanidade e todas elas estão reunidas em Forward (Intrínseca, 304 pp, R$ 79,90 – Trad.: Braulio Tavares). Em Summer frost, por exemplo, Crouch traz uma trama que desafia nossa noção de humanidade enquanto assistimos à obsessão de uma programadora de videogames por uma de suas personagens. Pele de emergência, de N. K. Jemisin, explora a missão de um soldado em visita a uma Terra abandonada. E em Arca, Veronica Roth mostra o poder das lembranças, que, quando coletadas e reunidas, são capazes de revelar o passado e também ajudam a construir o futuro. De potência criativa, os seis contos desta coletânea – que também conta com participação de Amor Towles, Paul Tremblay e Andy Weir – se pautam em temas diversos, como inteligência artificial, colonização de outros planetas, engenharia genética e programação. Imersos em tamanhos medos, paixões, sonhos e ambições, vem à tona a complexidade de se estabelecer limites e de realizar escolhas diante da busca pelo futuro que desejamos.

“O livro é o reduto da imaginação.”
Dan Stulbach
Ator brasileiro e mestre de cerimônia do Jabuti 2021
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PublishNews, Redação, 25/11/2021

Eles estão nas vitrines de Vancouver, Hong Kong, Tel Aviv. Nas lojas mais improváveis de Bangkok, Nova York, Oaxaca. O preço talvez pareça alto, mas os 279 dólares não têm sido um problema: os kentukis são a nova febre mundial. O consumidor escolhe a forma. Um dragão, um coelho, um corvo, de cores e características diversas. Em comum, apenas a câmera acoplada atrás dos olhos e uma condição sedutora, porém temerária: aquele que compra um kentuki aceita ser observado e cria, inevitavelmente, um laço com outra pessoa que, sob anonimato e munida de um tablet, controla o kentuki. A conexão é única, criada ao acaso e, se desfeita, perde-se para sempre. Ter um kentuki – e se transformar em seu “amo” – ou ser um kentuki, em posse de um cartão de conexão que permita seu controle à distância; é assim, com regras simples e de implicações sem precedentes, que o produto se espalha pelo globo. Em Kentukis (Fósforo, 192 pp, R$ 64,90 - Trad.: Lívia Deorsola), Samanta Schweblin constrói um catálogo de histórias privadas sobre um novo tipo de sociabilidade, em meio às virtualidades contemporâneas e encarna o lado mais complexo e imprevisível de nossa relação com a tecnologia.

 
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