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PublishNews 08/09/2021
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
Há mais de 50 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
PublishNews, Marcos da Veiga Pereira*, 08/09/2021

Edição de 2019 da Bienal Rio | © DivulgaçãoAbraçar o planejamento de um evento com o porte e a história da Bienal do Livro Rio – que este ano chega à sua 20ª edição – é necessariamente uma decisão tomada a partir de uma projeção de futuro, quaisquer que sejam as circunstâncias. Neste momento global em que as incertezas são imperativas, o anúncio de um festival presencial só pode partir da premissa de que as coisas vão melhorar até lá. E foi o que levamos em consideração na escolha da data de 03 a 12 de dezembro de 2021: não uma expectativa excessivamente otimista, mas o avanço da imunização que está em curso na cidade-sede. As pistas relevantes que temos: uma campanha de vacinação que caminha acelerada no Rio de Janeiro, com estimativa de que ampla maioria das pessoas de até 12 anos tenha recebido pelo menos a primeira dose da vacina em meados de setembro e a segunda até a época da Bienal. O recorte local num primeiro momento nos parece satisfatório, uma vez que cariocas são o público frequentador majoritário do evento, sobretudo numa edição que será híbrida, com transmissão online das mesas e atrações em tempo real. Da parte da organização, um cenário favorável com riscos minimizados é condição imprescindível para que a Bienal aconteça. Clique no Leia Mais e confira a íntegra deste artigo.

PublishNews, Redação, 08/09/2021

Para muitos, o TikTok ainda é um app de dancinhas e dublagens divertidas. Mas para uma parcela cada vez maior, a rede social passou a ser um local de descoberta de novos livros e isso tem impactado diretamente a indústria editorial brasileira. O episódio do Podcast do PublishNews quis investigar essa febre do TikTok e a sua influência no mercado editorial e convidou Rafaella Machado, editora da Galera Record, e Mateus Erthal, coordenador editorial de Ficção da Editora Planeta para falarem sobre o assunto. Livros que começam a ganhar fôlego lá exigem pressa e agilidade por parte de editores para não perderem o “hype” do momento. Como numa intensa aula de “crossfit” (quem ouvir o programa vai entender), as equipes têm que acelerar os processos editoriais e fazer o livro chegar o mais rápido possível às livrarias. O resultado? Alguns desses títulos brilham nas listas dos mais vendidos. Tem aqueles livros que já estão no catálogo e, por sorte, caem nas graças dos booktokers. Daí a corrida contra o tempo é imprimir o suficiente. Na conversa com Rafaella e Mateus, a nossa equipe quis saber quais as tendências, que tipos de livros fazem mais sucesso na rede social e como é a relação dos editores com esse público. O Podcast do PublishNews é um oferecimento da MVB, a empresa que torna os seus livros visíveis com serviços como Metabooks e Pubnet, e da UmLivro, novo modelo de negócios para o mercado editorial: mais livros e mais vendas. Você também pode ouvir o programa pelo Spotify, iTunes, Google Podcasts, Overcast e YouTube. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews+, Redação, 08/09/2021

O Radar de Licitações, seção fixa do PublishNews+, traz essa semana um edital que tem como objeto a aquisição de obras técnicas, totalizando o valor de R$ 305.446,67. O pregão está marcado para o dia 15 de setembro. Já o segundo visa a aquisição de obras infantis de diversas editoras. São 39 lotes e o valor estimado da licitação é de R$ 60.848,10. A disputa está marcada para o dia 17 de setembro. A seção, exclusiva para os assinantes do PN+, é alimentada pelo Radar de Licitações, consultoria de Natália Vieira que, além de buscar novas licitações, presta um serviço de apoio aos editores e distribuidores interessados em vender para governos, nas mais diversas esferas de poder. Para acessar o Radar dessa semana, clique aqui.

PublishNews, Redação, 08/09/2021

A coluna Painel das Letras observou que o efeito do TikTok na explosão de vendas de livros tem ido além das obras voltadas ao público juvenil. A Rocco, por exemplo, viu a obra 48 leis do poder, um volume de autoajuda lançado por aqui em 1998, sumir das prateleiras na semana passada — a editora atribui a procura a um vídeo visto mais de três milhões de vezes na conta Estante da Julis, sobre como o livro foi banido em prisões nos EUA. Depois da onda inesperada, a Rocco correu para relançar uma versão em capa dura da obra de Robert Greene, que acabou esgotada de um dia para o outro, e prepara uma nova edição de bolso. No podcast do PublishNews dessa semana, também abordamos como o app do momento tem influenciado as editoras na escolha das obras e ainda no relacionamento com os leitores. A coluna também adiantou que uma nova editora chega em breve à praça. A Paris de Histórias, fundada pela historiadora Natália Bravo, buscará suprir lacunas de tradução da literatura francófona no mercado brasileiro. O pontapé inicial será com La Couleur de l’Aube, ou A cor do amanhecer, da haitiana Yanick Lahens, vencedora do prêmio Femina e inédita no Brasil. O Globo deu destaque para a queda no orçamento federal da Cultura, que em dez anos caiu pela metade. Em 2011, o extinto Ministério da Cultura tinha à disposição R$ 3,33 bilhões. Neste ano, o valor autorizado é de R$ 1,77 bilhão e deve ser ainda menor no ano que vem. Os dados são do Siga Brasil, plataforma de informações orçamentárias mantida pelo Senado Federal, em levantamento feito pel'O Globo. No governo de Jair Bolsonaro, a Cultura perdeu status de ministério e se tornou uma secretaria especial dentro da pasta do Turismo. Além da queda no orçamento autorizado, o uso dos recursos também diminuiu. O total empenhado — ou seja, que o governo se comprometeu a gastar através de contratos — caiu 44,7% entre 2011 e 2020. E ainda: no ano passado, 30% da verba disponível não foi utilizada, já em 2021, faltando quatro meses para acabar o ano, apenas 36,5% tinha sido empenhado. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Gustavo Martins de Almeida, 08/09/2021

O sensibilíssimo Gilberto Gil despertou a atenção, mais uma vez, em 1972, quando criou a composição musical Expresso 2222, para o então inimaginável, e hoje um pouco menos longínquo ano. Mas algumas efemérides e números fazem com que, aqui e agora, eu aborde outro expresso, dois séculos anterior, que circula ano que vem e intitula esse artigo. A humanidade sofre processo de crescente aceleração do tempo histórico, no qual os ciclos sociais se completam cada vez mais rápido e de modo mais intenso. A maior velocidade do fluxo do tempo aproxima as datas e o gargalo da ampulheta fica estreito para dar passagem a tanto conteúdo. Em 2022 completam 80 anos de idade Gilberto Gil, Caetano Veloso, Milton Nascimento e Paulinho da Viola! Numa outra posição geográfica Paul McCartney, Carole King, Giorgio Agamben, Manuel Castells e Calvin Klein. Na dimensão imaterial temos Tim Maia, Jimi Hendrix, Rubens Gerchman, Stephen Hawking, Eusebio, Nara Leão e Cassius Clay. Constatar que ultrapassamos data símbolo de ficção científica (2001 uma odisseia no espaço) gera inquietação e expectativa ante o desconhecido, agravadas pela imprevisível pandemia! Novas dimensões surgem; o metaverso, mundo paralelo, o NFT, a inteligência artificial influenciam e modificam a relação tempo/realidade. Muitas indagações surgem, mais que nunca, da influência do fator tempo em nossas vidas. Principalmente para os artistas, a dimensão é tripla e simultânea: o presente é o agora, foi o futuro do passado (ficção científica) , e será o passado do futuro (história). Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta coluna.

PublishNews, Redação, 08/09/2021

A Saraiva Educação, editora que atua na publicação de livros impressos e digitais para estudantes, professores e profissionais pelos selos Saraiva Jur, Saraiva Uni, Érica, Expressa e Benvirá, está à procura de um analista de operações comerciais. A área dá suporte para todo o time comercial e o contratado atuará nas duas frentes da empresa: prestará apoio ao time de soluções educacionais para o ensino superior e para o time de varejo que atende livreiros, distribuidores e varejistas. A pessoa será responsável também pela construção, atualização e relatórios de indicadores, relatórios e painéis de controle de resultados e terá atuação nas construções de estratégias comerciais. Além disso, será o responsável por elaborar apresentações para a área comercial e atuar com propostas de precificação de projetos especiais. É necessário ter graduação completa em Administração, Economia, Marketing ou Engenharias; conhecimentos avançados em Excel e experiência anterior em Planejamento comercial ou Operações comerciais. Os interessados podem se inscrever clicando aqui.

PublishNews, Redação, 08/09/2021

Eu que nunca conheci os homens (Dublinense, 192 pp, R$ 59,90 - Trad.: Diego Grando), é uma distopia escrita pela belga Jacqueline Harpman e lançada em 1995 na França. Na obra, 40 mulheres estão presas em uma jaula coletiva em um porão, sob a vigilância de guardas que permanecem sempre em silêncio. Um dia, misteriosamente, uma sirene soa, os guardas fogem e as grades se abrem. Entre as prisioneiras, está uma menina sem nome que só conhece a vida lá fora através de lembranças que as outras mulheres aceitam compartilhar. É ela que conduz as demais prisioneiras em fuga, apenas para encontrarem um lugar inóspito e desconhecido. Agora, contando apenas umas com as outras, elas terão que reaprender a viver e enfrentar outro desafio: a liberdade absoluta.

PublishNews, Redação, 08/09/2021

Poucas informações sobre a biografia de William Shakespeare resistiram ao tempo. Filho de um luveiro caído em desgraça de Stratford-upon-Avon, uma pequena cidade da Inglaterra, casou-se com uma mulher mais velha, detentora de um generoso dote. Tiveram uma filha e um casal de gêmeos, em um matrimônio marcado pela distância imposta por seu ofício. Além disso, a família foi abalada pela morte precoce do filho, ocorrida em uma época em que a nação era assolada por surtos de peste bubônica. É a partir dessas referências que Maggie O’Farrell cria Hamnet (Intrínseca, 384 pp, R$ 64,90 – Trad.: Regina Lyra), obra vencedora do Women's Prize 2020 e do British Book Awards 2021. A trama é protagonizada por Agnes, uma mulher excêntrica e selvagem que costumava caminhar pela propriedade da família com seu falcão pousado na luva e tinha dons extraordinários como prever o futuro, ler pessoas e curá-las com poções e plantas. Após o casamento, Agnes se torna uma mãe superprotetora e a força centrífuga na vida do marido, que seguira para Londres com o objetivo de se estabelecer como dramaturgo. A vida do casal é severamente abalada quando o filho Hamnet sucumbe a uma febre repentina. Um retrato de um casamento, uma evocação devastadora de uma família destroçada pelo luto e pela perda e uma reconstituição delicada e memorável de um menino cuja vida foi esquecida, mas cujo nome intitula uma das peças mais celebradas de todos os tempos.

“A Bienal de 2021 (...) abre perspectivas para a gestação de avanços significativos e de muitas novas histórias rumo ao futuro e a uma sempre renovada paixão pelo livro.”
Marcos da Veiga Pereira
Dono da Sextante e presidente do SNEL
1.
Mentirosos
2.
Batman/Fortnite Vol. 03
3.
Batman/Fortnite Vol. 01
4.
Vermelho, branco e sangue azul
5.
Mais esperto que o diabo
6.
Torto arado
7.
Os sete maridos de Evelyn Hugo
8.
Amor & gelato
9.
As 9 leis inegociáveis da vida
10.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
 
PublishNews, Redação, 08/09/2021

Em Gente ansiosa (Rocco, 368 pp, R$ 64,90 – Trad.: Maira Parula), de Fredrik Backman, situações absurdas se sucedem rapidamente: Durante a fuga de um assalto a banco frustrado às vésperas do Ano-Novo, o assaltante invade um apartamento à venda que está sendo visitado por uma corretora e potenciais compradores. Os reféns não conhecem uns aos outros e, confinados em situação estressante, contam suas histórias de vida, percebendo que têm muito em comum. Histórias que envolvem a gravidez de um casal de lésbicas; a solidão de uma arrogante mulher, bem-sucedida e mordaz, em processo de terapia; o relacionamento desgastado de um casal de meia-idade; uma velha senhora nostálgica por um sonho de amor não realizado. Cada personagem carrega uma vida de reclamações, mágoas, segredos e paixões prestes a transbordar. Ninguém é exatamente o que parece. E todos – inclusive o ladrão – estão desesperados por algum tipo de resgate. Com habilidade e boas doses de humor, apesar da gravidade de certos temas abordados, Backman tece um retrato de uma sociedade ansiosa e os perigos dessa tensão levar a finais trágicos como, por exemplo, ao suicídio. O título também inspirou série sueca que será exibida pela Netflix, da qual Fredrik e Neda Backman participam da produção executiva.

PublishNews, Redação, 08/09/2021

Em 1932, enquanto os EUA convulsionavam após a crise de 1929 e a violência racial persistia em toda sua crueldade, William Faulkner (1897-1962) publicou um dos seus romances mais pungentes: Luz em agosto (Companhia das Letras, 472 pp, R$ 99,90 - Trad.: Celso Mauro Paciornik), romance que consagrou o Prêmio Nobel definitivamente. Escrito no olho do furacão, situado num Sul arcaico, violento e marcado pela tradição oral e por uma religiosidade fervorosa e delirante, Luz em agosto pulsa com vitalidade a cada página. Lena Grove, abandonada grávida pelo marido, percorre o país a pé e de carona numa jornada atrás do pai da criança. Enquanto isso, acompanhamos o órfão Joe Christmas, foragido após atacar o pai adotivo. Apesar da pele clara, Christmas suspeita que possui ancestrais negros, submergindo em uma crise identitária no coração de um país radicalmente segregado. Faulkner conduz com maestria esses dois pontos de vista, compondo um panorama impiedoso de uma nação atormentada pela Guerra Civil e pelo racismo.

 
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