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PublishNews 23/06/2021
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
Há mais de 50 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
PublishNews, Leonardo Neto, 23/06/2021

Tiago Pavan e Bruno Mendes participaram do webinarAconteceu na tarde desta terça-feira (22), o webinar A modernização da distribuição e logística, realizado pelo PublishNews em parceria com a Posigraf. O evento virtual reuniu Tiago Pavan, empreendedor por trás da Dedalog, a startup de logística, e da Livraria e Distribuidora 30porcento, e Bruno Mendes, sócio do #coisadelivreiro e do PN. A inspiração para o encontro veio de um artigo publicado por Pavan no LinkedIn. A tese central defendida por ele no evento é a implementação de uma “hiperautomação” dos processos relacionados à distribuição e logística, usando a tecnologia de blockchain, uma rede que pode ser compartilhada privadamente entre os players envolvidos na questão, como o editor, o distribuidor, a gráfica e a transportadora. A ideia por trás disso é garantir simplificação, confiabilidade e transparência a todos os processos, como explicou Pavan: “Em grande escala, o blockchain causa efeito de simplificação, em que cada parte envolvida no processo consegue ser orquestrada e o fluxo logístico se torna uma dança, em que cada parte tem um único lugar onde precisa se concentrar. Assim, você garante que o próprio sistema vai disparar mecanismos pré-programados para, quando uma ação na ponta da cadeia acontecer (a entrega do produto ao consumidor final, por exemplo), todas as entidades que fazem parte da cadeia sejam remuneradas. Ou seja, você garante que a gráfica vai receber seu pagamento, que a editora vai receber a sua parte e que a distribuidora vai receber a sua parte assim que a transportadora confirmar que a entrega foi feita para o cliente final”. Tiago ressaltou ainda que o grande ganho com a tecnologia de blockchain é a confiabilidade e a transparência. “Participar de uma blockchain te faz confiável, já que não depende de você cumprir o contrato”, sublinhou. Na conversa que teve com Bruno, ele extrapolou o tema do webinar e falou das possibilidades de aplicação dos protocolos de blockchain para outros processos da indústria editorial. Por exemplo, a criação de NFTs (Non Fungible Token) para a criação de uma espécie de sebo de livros digitais em que cada player envolvido na sua produção possa ser remunerado a cada vez que o item for vendido ou revendido e também na gestão de direitos autorais. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota e ainda assistir ao webinar.

PublishNews, Redação, 23/06/2021

Morreu, aos 34 anos, Diego de Castro, especialista em tecnologia da informação que trabalhava na Câmara Brasileira do Livro (CBL). Diego foi vítima da covid-19. Ele participou da implantação das novas plataformas do IBSN e de serviços da Câmara. Em nota, a entidade lamentou a morte do colaborador e ressaltou que, embora muito jovem, Diego “deixa um legado de contribuições ao mercado do livro no Brasil”. A Câmara ressaltou ainda que ele era “uma pessoa íntegra, comprometida e amável”. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra da nota da CBL.

PublishNews, Redação, 23/06/2021

A Livraria Leitura inaugurou na última terça (22), a sua nova unidade do Shopping Tijuca, maior centro comercial da região da Grande Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro. A nova unidade, localizada no segundo piso do shopping, tem 320 m² e apresenta um amplo mix de produtos contendo livraria, papelaria, presentes, área geek e HQs. Outra novidade da rede é que a unidade da Avenida Amazonas (Cine Brasil) agora tem um novo endereço. A nova loja, mais ampla e mais completa, conta com 400 m² e já está funcionando na Rua Espírito Santo - 629, no centro de Belo Horizonte. A unidade conta também com mix de produtos com mais de 30 mil itens entre livros, papelaria, presentes, área geek e suprimentos de informática. A rede Leitura tem atualmente 86 lojas distribuídas em 21 unidades da Federação e conta ainda com a Leitura Distribuidora de Livros, o atacado de papelaria PLM, as 3 lojas de departamento D+ Casa e Presentes e a Editora Itatiaia Garnier. A previsão da Leitura é inaugurar mais quatro unidades até dezembro, sendo duas no Sudeste e duas no Nordeste, fechando o ano vigente com 90 lojas. Na próxima quarta (30), às 17h, Marcus Teles, que dirige a rede, será o próximo entrevistado do Sabatina PublishNews. Na sua bancada, estarão os diretores comerciais Luciana Borges (Companhia das Letras) e Gerson Ramos (Planeta), o jornalista Walter Porto (Folha de S.Paulo) e o consultor Waldiney Azevedo. O Sabatina é apresentado por Talita Facchini, repórter do PublishNews. O programa será transmitido pelo YouTube do PublishNews.

PublishNews+, Redação, 23/06/2021

O Radar de Licitações, seção fixa do PublishNews+, traz essa semana, mais dois editais. O primeiro deles, é para o registro de preços para futuras e eventuais aquisições de kits de livros de literatura infantil, totalizando pouco mais de R$ 100 mil. A disputa está marcada para o dia 30 de junho. Já o segundo visa a contratação de empresa especializada em prestação de serviços de tradução, versão e revisão de artigos científicos e textos relacionados com a pesquisa científica e educacional. São 11,2 mil páginas de tradução do inglês ou do espanhol para o português, cujos valor unitários máximos variam de R$ 14 a R$ 15 e a revisão de 9.850 laudas, com valor unitário de até R$ 7. O pregão acontece no dia 02 de julho. A seção, exclusiva para os assinantes do PN+, é alimentada pelo Radar de Licitações, consultoria de Natália Vieira que, além de buscar novas licitações, presta um serviço de apoio aos editores e distribuidores interessados em vender para governos, nas mais diversas esferas de poder. Para acessar o Radar dessa semana, clique aqui.

PublishNews, Paulo Tedesco, 23/06/2021

Hoje, saber ler ou mesmo ter acesso a bibliotecas não basta. É preciso saber mais: mais sobre o livro, sobre como e o que ler, sobre como e porque também publicar, e como e porque se envolver com o mundo editorial. É urgente, portanto, que saibamos e compreendamos, não somente os valores da ancestralidade do objeto livro e da leitura, como devemos nos atualizar sobre os dilemas e as possibilidades mais atuais para o leitor. Para quem precisa ou sabe que irá precisar do livro, como este é entendido na atualidade, o aprendizado é essencial. Temos, afinal, diferentes e múltiplos formatos de acesso ao conteúdo, que até pouco era restrito basicamente ao papel. E serve para todo o tipo de veículo conhecido. Jornais, revistas, folhetins, livros de qualquer formato e tipo e, por incrível que pareça, até bulas farmacológicas e receitas para medicamentos de uso controlado, entre outros. O curioso para os antigos, e me incluo nesses, é que na nova era do digital há uma espécie de desdobramento dos formatos de acesso ao conteúdo. Não basta mais publicar um artigo de opinião num blog ou website e depois juntar tudo num livro. É preciso também desdobrá-lo em redes sociais, em ambientes e grupos digitais dentro de WhatsApp e Telegram. E, para isso, se faz necessário o aprendizado na manipulação dos tais ambientes, e de como fazer a tal “arte” para publicar da melhor e mais eficaz maneira. Mas é bom ir um pouco mais adiante e falar também de outros formatos de acesso ao conteúdo como o audiolivro, que se tornou febre em alguns mercados. E ir além: por que não os assistente virtuais como Alexa, Siri e o Google? Todas elas ampliam as possibilidades do livro e são grandes facilitadores não só para se ouvir livros narrados, como ainda interagir com eles, encurtando de vez o caminho entre o ouvinte-leitor e o conteúdo dos livros e seus desdobramentos. Clique no Leia Mais e confira a íntegra do artigo de Paulo Tedesco.

PublishNews, Redação, 23/06/2021

A Companhia das Letras abriu uma vaga para assistente comercial. Os requisitos incluem superior completo, inglês básico, conhecimento do Pacote Office e pelo menos um ano de experiência na área. A editora procura alguém com iniciativa, excelente comunicação, com habilidade em atuar com várias atividades ao mesmo tempo e que saiba trabalhar em equipe. O contratado irá planejar atividades de vendas especializadas e de demonstração de produtos, esclarecer dúvidas e acompanhar o pós-venda, contatar áreas internas da empresa, sugerir políticas de vendas e de promoção de produtos e participar de eventos. Os interessados devem enviar currículos para o e-mail curriculo@companhiadasletras.com.br até 28 de junho e colocar no assunto Assistente comercial.

PublishNews, Redação, 23/06/2021

Escrito em 1982, quando a autora Mariele Felinto tinha 22 anos, As mulheres de Tijucopapo (Ubu, 240 pp, R$ 59,90) narra a viagem de retorno da narradora Rísia a Tijucopapo, localidade fictícia onde sua mãe nasceu, que evoca a história real de Tejucupapo, no Pernambuco. No século XVII, a cidade foi palco de uma batalha entre mulheres da região e holandeses interessados em saquear o estado. O livro se constrói como um fluxo de consciência literário cujo teor histórico, feminista e antirracista se evidencia no trajeto que a narradora faz de volta a essa terra mítica, iluminando as contradições inerentes à sociedade e à cultura multirracial brasileira. Em trajeto reflexivo, a personagem vai em busca das origens, para assimilar as experiências da infância e a dor da diferença vivida na capital paulista. Quanto mais ela se aproxima de Tijucopapo, mais perto chega de se tornar, ela própria, uma mulher de Tijucopapo. A força das guerreiras pernambucanas é a imagem invertida da fraqueza de Rísia, menina pobre de muitos irmãos, que se refugia na gagueira por impossibilidade de exprimir seu ódio. A nova edição conta com prefácio inédito da escritora Beatriz Bracher, posfácio da pesquisadora Leila Lehnen e fortuna crítica com ensaios e resenhas de Ana Cristina Cesar, João Camillo Penna, José Miguel Wisnik, Marilena Chaui e Viviana Bosi.

PublishNews, Redação, 23/06/2021

Toda quinta-feira, em um retiro para aposentados no sudeste da Inglaterra, quatro idosos se reúnem para — segundo consta na agenda da sala de reunião — discutir ópera japonesa. Mas não é bem isso que acontece ali dentro. Elizabeth, Ibrahim, Joyce e Ron usam o horário para debater casos policiais antigos sem solução, confiantes de que podem trazer justiça às vítimas e encontrar os responsáveis por algumas daquelas atrocidades do passado. Com todos os integrantes acima dos 70 anos, o Clube do crime das quintas-feiras não é a equipe de detetives mais convencional em que se conseguiria pensar, mas com certeza está mais do que acostumada a fortes emoções. Quando um empreiteiro local com projetos bastante questionáveis na cidade aparece morto, o grupo tem a oportunidade de seguir as pistas de um caso atual. Apostando em seus semblantes inocentes e habilidades investigativas estranhamente eficazes, os quatro amigos embarcam em uma aventura na qual as mortes do presente se entrelaçam com antigos segredos, e em que saber demais pode trazer consequências perigosas. Fenômeno editorial britânico, O clube do crime das quintas-feiras (Intrínseca, 400 pp, R$ 59,90 - Trad.: Jaime Biaggio), rendeu a Richard Osman, o prêmio de autor do ano no British Book Awards. O homem que morreu duas vezes, segundo livro da série, está programado para setembro no Reino Unido e será publicado simultaneamente no Brasil.

“Se você for tão longe quanto sua imaginação te levar nas páginas [dos livros], é possível encontrar leitores que irão com você.”
Sophie Ward
Atriz e escritora britânica
1.
Pai rico, pai pobre - Edição de 20 anos
2.
Mais esperto que o diabo
3.
Do mil ao milhão
4.
Torto arado
5.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
6.
Não aguento mais
7.
O poder da autorresponsabilidade
8.
Corte de chamas prateadas
9.
Os segredos da mente milionária
10.
Vermelho, branco e sangue azul
 
PublishNews, Redação, 23/06/2021

Novo livro do jornalista Edney Silvestre, Amores improváveis (Globo Livros, 192 pp, R$ 49,90) traz como pano de fundo a travessia do Atlântico por imigrantes vindos para substituir a mão de obra escrava, o golpe militar da Proclamação da República em 1889, o florescer de São Paulo como metrópole de diversidade étnica no início do século XX, a construção da Madeira-Mamoré na Amazônia, os primeiros sinais da liberação feminina - e uma trágica consequência para quem ousou desafiar as convenções. Com capa dura e páginas coloridas, o livro conta a história de quatro irmãs e seus amores. No fim do século XIX, numa cidade à beira da mata e rodeada por fazendas de café, a adolescente Emiliana Vivacqua, filha de imigrantes sardos, desperta para a sensualidade ao conhecer o lavrador e criador de porcos Felício Theodoro, descendente de africanos, índios Puris e europeus, um homem casado e pai de três filhos. Esse amor improvável, conduzido com ousadia por uma jovem mulher, de outra forma destinada a uma existência passiva, acontece com marcos importantes da história brasileira como cenário.

PublishNews, Redação, 23/06/2021

Senhor das moscas (Alfaguara, 216 pp, R$ 42,90 - Trad.: Sergio Flaskman) é um dos romances essenciais da literatura mundial. Adaptado duas vezes para o cinema e traduzido para 35 idiomas, o clássico de William Golding já foi visto como uma alegoria, uma parábola, um tratado político e até mesmo uma visão do apocalipse. Durante a Segunda Guerra Mundial, um avião cai numa ilha deserta e os únicos sobreviventes são um grupo de meninos. Liderados por Ralph, eles procuram se organizar enquanto esperam um possível resgate. Mas aos poucos esses garotos aparentemente inocentes transformam a ilha numa visceral disputa pelo poder, e sua selvageria rasga a fina superfície da civilidade. Ao narrar essa história sobre meninos perdidos numa ilha, aos poucos se deixando levar pela barbárie, Golding constrói uma reflexão sobre o limite entre o poder e a violência desmedida. Senhor das moscas mantém o mesmo impacto desde seu lançamento: um clássico moderno que retrata de maneira inigualável as áreas de sombra e escuridão da essência do ser humano.

 
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