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PublishNews 24/05/2021
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
Um agregador digital como a Bookwire, com tecnologia de ponta, informações ágeis e um painel de controle completo é fundamental para o sucesso de sua editora e de seus e-books. E agora toda esta tecnologia está disponível no Brasil.
PublishNews, Redação, 24/05/2021

Nielsen, CBL e SNEL apresentam resultados da Produção e Vendas nesta terça-feira (25) | © Alf Ribeiro - ShutterstockMuito se especula sobre o desempenho da indústria do livro ao longo do pandêmico 2020. Dados gerais (e “gerais” aqui precisa ser grifado e remetido à análise de Gerson Ramos no PublishNews+) do comércio varejista apontam que o setor livreiro empatou com 2019. De acordo com o Painel do Varejo de Livros no Brasil, no ano passado, apesar de todos os pesares, as vendas se mantiveram estáveis, com discretíssimo aumento de 0,87% no número de exemplares vendidos e igualmente discreta queda de 0,47% no faturamento, sem considerar nessa conta a inflação. Mas e as editoras? Cresceram suas vendas? Publicaram mais ou menos? Por onde venderam? A pandemia direcionou quanto do faturamento das editoras para as “livrarias exclusivamente virtuais”? E o governo? Comprou mais ou menos em 2020? Como ficou o faturamento das editoras em relação ao PIB? Todas essas (e outras tantas) perguntas serão respondidas pela Pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, que será apresentada nesta terça-feira (25), às 10h. O estudo é realizado pela Nielsen por encomenda da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL). A apresentação acontecerá pelo canal da CBL no YouTube. Mariana Bueno, economista responsável pela pesquisa, e Marcos da Veiga Pereira, presidente do SNEL, participam do Podcast do PublishNews que excepcionalmente irá ao ar na próxima quarta-feira (26).

PublishNews, Redação, 24/05/2021

A coluna Painel das Letras contou que o coletivo Mulheres Negras na Biblioteca inaugura na próxima quinta-feira (27) uma plataforma on-line de trocas de livros de escritoras negras, com um acervo inicial de cerca de 200 obras que serão enviadas através dos Correios. Mais informações sobre o projeto estarão disponíveis a partir de quinta no site do projeto. E a plataforma Brava, criada por um grupo de três escritoras e uma artista visual do Recife, entrou no ar na semana passada com o objetivo de traçar um panorama das mulheres poetas das regiões Norte e Nordeste do país. O objetivo é dar visibilidade a uma produção frequentemente ignorada em favor de escritores homens do Sudeste. N'O Globo, Lauro Jardim informou que a sede histórica da Abril foi leiloada por R$ 118,8 milhões. O imóvel na Marginal Tietê, em São Paulo, foi comprado pela Marabraz, varejista de móveis, construção e utilidades domésticas. O conjunto de prédios será transformado em galpões logísticos. O leilão foi realizado para cumprir o plano de recuperação judicial da Abril. A colunista Patrícia Kogut contou que o livro Tem que vigorar, do ex-BBB Gil, nem saiu e já está entre os mais vendidos. A obra sairá pela Globo Livros em junho, mas já está no topo da lista dos mais vendidos da Amazon. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra esta nota.

PublishNews, Camila Cabete, 24/05/2021

Isso não é um clickbait... é verdade esta coluna. Acho que este conselho serve pra todo mundo que pensa que e-book e audiobook são iguais ao livro impresso. Não é, nunca vai ser e nunca teve esta intenção. Os livros digitais chegaram para suprir uma demanda e para atender um certo grupo, que sim, pode ser muito amplo. Mas se você comprar conteúdo digital esperando ter a mesma experiência de um livro físico, não compre. Você vai se decepcionar e acabar fazendo um desserviço a este tipo de produto. E qualquer torcida contra a leitura, seja ela em qual formato for, é um tiro no pé em nosso mercado. Agora... caso você precise de um livro que requer a leitura imediata, ou que ele está muito caro por ter que importar, ou se quer ouvir enquanto faz uma longa viagem ou caminhada, ou ainda se não tiver mais espaço pra tanto livro em casa, pode ser que o conteúdo digital sirva pra você. Indo além: se você trabalha numa empresa e quer comprar algum livro para seus funcionários, sem ter que lidar com a logística de receber caixas e enviar a residência de cada executivo que está home office, logística reversa e tudo mais: pense no digital. Mas, em qualquer um dos casos acima, não ache que está comprando um software, ou um livro impresso. Você terá que lidar com instruções de uso e redirecionamento de problemas para a central de ajuda do site que escolheu comprar. Mas ainda assim vai ter que lidar com seus clientes internos. Não ache que digital é automático, sem problemas e sem necessidade de estrutura. Se você acha isso, o e-book e audiobook não vão suprir as suas expectativas. E você vai ficar falando mal de uma estrutura que simplesmente não serve pra você. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta coluna de Camila Cabete.

PublishNews, Roberto Azoubel*, 24/05/2021

O Brasil tem uma dívida histórica no tratamento com a sua Cultura e isso se tornou ainda mais evidente com a chegada da pandemia do novo coronavírus ao país em março do ano passado. A partir de um projeto de lei da deputada Benedita da Silva (PT/RJ), nasceu a Lei de Emergência Cultural, também conhecida como Lei Aldir Blanc. Na sua ementa, a lei se apresenta como o instrumento que dispõe sobre ações emergenciais destinadas ao setor cultural a serem adotadas durante o estado de calamidade pública decorrente da pandemia de covid-19. A Aldir Blanc possibilitou repasse de R$ 3 bilhões para a cultura brasileira, sendo metade remetida aos estados e Distrito Federal, e a outra metade aos municípios. O meu estado, Pernambuco, ficou com o total de R$ 143.366.541,48 desse repasse, sendo que ao governo estadual coube o valor de R$ 74.297.673,60 e aos municípios R$ 69.068.867,88. Com 101 projetos classificados (distribuídos em 25 municípios) em quatro destes editais, a Literatura mordeu R$1.855.800,00, quase o dobro da soma que o estado disponibiliza anualmente para o setor através do seu fundo de cultura, o Funcultura (R$1.091.570,00). É um recurso significativo, que possibilitou excelentes ações realizadas pela comunidade literária pernambucana ligada as suas três cadeias: Criativa, Mediadora e Produtiva. Entre estas ações, valem os destaques: o Curso de Criação Literária Sidney Rocha, autor ganhador do Prêmio Jabuti na categoria Contos em 2012, que teve 293 inscrições de todo o Brasil e 60 participantes selecionados; a e-Bienal, plataforma digital permanente da Bienal Internacional do Livro de Pernambuco (na foto ao lado), evento comandado pelo produtor Rogério Robalinho e que é uma das maiores feiras literárias do país; o curso de produção de texto literário Tem algum segredo neste enredo?, ministrado pelos escritores Raimundo de Moraes e Cícero Belmar (membro da Academia Pernambucana de Letras), que contou com 120 pessoas inscritas e 30 candidatos selecionados; entre outras valorosas iniciativas. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra deste artigo.

PublishNews, Redação, 24/05/2021

Nesta semana, o Goethe-Institut São Paulo realiza dois eventos ligados à literatura. Na terça-feira (25), 19h, acontece o lançamento da primeira peça de Botho Strauss traduzida para o português, a Trilogia do reencontro (Temporal). No encontro on-line, Sofia Mariutti e Tania Rivera irão discutir as relações entre teatro, literatura alemã, artes plásticas e psicanálise. Na obra, Strauss põe em cena integrantes de uma associação artística que se reúnem para um vernissage apenas para membros. Ao caminharem pelos corredores da exposição, amigos, casais, ex-casais e desafetos observam não só as obras ali presentes, mas a si mesmos. O evento será transmitido pelos canais no YouTube da Temporal e Goethe. Já na quinta-feira (27), às 18h, acontece mais uma edição do Passaporte: Literatura. Dessa vez o bate-papo será com os escritores Luciana Rangel e Timo Berger, que falarão sobre suas experiências literárias entre Brasil e Alemanha, entre português e alemão, em meio aos trânsitos e trocas culturais de nossa época. O evento será transmitido pelo Facebook do Goethe-Institut SP.

PublishNews, Redação, 24/05/2021

Bodour e seu pai, o sheik Sultan Al Qasimi, na abertura do Festival | © DivulgaçãoBodour Al Qasimi, presidente da International Publishers Association, aproveitou o Festival de Leitura Infantil de Sharjah para lançar o seu livro, World Book Capital (Kalimat), que apresenta aos jovens leitores a iniciativa global da Unesco que escolhe, desde 2001, uma cidade no mundo para ser a capital mundial do livro. Sharjah, emirado governado pelo pai de Bodour, foi a escolhida em 2019. O livro é ilustrado pela italiana Denise Damanti. Em suas redes sociais, Bodour, que é também editora, anunciou que as receitas apuradas com a venda do livro serão revertidas para as bibliotecas de Gaza. Ainda falando de Sharjah, o sheik Sultan Al Qasimi, pai de Bodour, destinou 2,5 milhões de dihams (o equivalente a R$ 3,6 milhões) para a compra de livros para compor os acervos das bibliotecas do emirado. A compra será feita diretamente com as editoras presentes no Festival que segue com a sua programação até o próximo dia 29.

PublishNews, Redação, 24/05/2021

Isma é a irmã mais velha. Aos 19 anos, com a morte da mãe, passou a olhar pelos irmãos menores, os gêmeos Aneeka e Parvaiz, muito ligados entre si. Ingleses muçulmanos de ascendência paquistanesa, eles moram na periferia de Londres. As irmãs usam hijab, um lenço ao redor da cabeça que cobre as orelhas, pescoço e o cabelo. Aos 28 anos, Isma decide pela realização de seu projeto pessoal e se muda para cursar doutorado nos EUA. A bela e irriquieta Aneeka, então com 19 anos, estuda direito com bolsa de estudos na prestigiosa LSE. Parvaiz, que trabalha como ajudante em uma quitanda e com um gravador sai a recolher os sons do mundo, é recrutado pelo Estado Islâmico. Sai em busca do legado daquele pai ausente que não conheceu, um jihadista que morreu enquanto era transportado a Guantanamo, prisão norte-americana na ilha de Cuba. Nacionalismo e cidadania são um privilégio, não um direito de nascença na obra Lar em chamas (Grua, 288 pp, R$ 59,90 - Trad.: Lilian Jenkino), história em que se acompanha não apenas a devastação de duas famílias, mas também histórias de amor incondicional e sacrifícios. Entre irmãos, entre pai e filho, entre amantes. Ao adaptar a tragédia Antígona, de Sófocles, para Inglaterra contemporânea, Kamila Shamsie construiu um romance pujante e arrebatador, vencedor do Prêmio Women’s Prize for Fiction 2018.

PublishNews, Redação, 24/05/2021

Com a intenção de tirar do lugar-comum o debate sobre o preconceito racial, Brit Bennett apresenta, em A metade perdida (Intrínseca, 336 pp, R$ 54,90 - Trad.: Thais Britto), a história das irmãs Vignes, gêmeas idênticas que aos 16 anos resolvem fugir de casa. Mais de uma década depois, uma delas volta para a cidade natal – uma comunidade no sul dos EUA povoada por negros de tons de pele claríssimos que se esforçaram ao longo de gerações para manter essa característica. Quando a recém-chegada surge acompanhada não da irmã, mas de uma criança de pele muito escura, a reação entre os moradores é de choque. Para as gêmeas, a separação não significou apenas o rompimento de um laço sanguíneo. Elas se encontram em pontos muito distantes em uma sociedade racista: enquanto uma se casa com um homem negro e é obrigada a retornar ao lugar de onde escapou tantos anos antes, a outra é vista como branca, e o marido branco não faz ideia de seu passado. Ainda que separadas por milhares de quilômetros – e incontáveis mentiras –, as duas permanecem com o destino interligado. E o que acontecerá quando os caminhos de suas filhas acabarem se cruzando também? Ao reunir diversos núcleos e gerações de uma mesma família, do extremo sul dos EUA à Califórnia, entre os anos 1950 e 1990, Brit Bennett constrói uma história que analisa de forma brilhante conceitos como passabilidade e colorismo. A metade perdida é finalista do Women's Prize 2021.

“Dos diversos instrumentos inventados pelo homem, o mais assombroso, sem dúvida é o livro.”
Jorge Luis Borges
Escritor argentino (1899 - 1986)
1.
Todo caminho é sagrado
2.
Mais esperto que o diabo
3.
Torto arado
4.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
5.
O milagre da manhã
6.
Teto para dois
7.
A garota do lago
8.
Antiestresse para todos
9.
Corte de espinhos e rosas
10.
A coragem de ser imperfeito
 
PublishNews, Redação, 24/05/2021

Em maio de 1980, na cidade sul-coreana Gwangju, o exército reprimiu um levante estudantil, causando milhares de mortes. Entre os sobreviventes está o menino Dongho, de apenas 15 anos, que busca seu melhor amigo em meio às vítimas num ginásio onde os cadáveres estão à espera de reconhecimento. O odor é horrível, o clima de desespero é irrespirável, a vida nunca mais será a mesma para ele. A história desse trágico episódio se desdobra em uma sequência de capítulos conectados à medida que vítimas e enlutados encontram a supressão e a negação do massacre. Do melhor amigo de Dongho, que encontra seu próprio fim fatídico, para um editor lutando contra a censura, e até um prisioneiro, um operário, cada um desses personagens sofre de recordações traumáticas. Há também a própria mãe de Dongho, que, por meio de sua mágoa e de atos de esperança, conta a história de um povo brutalizado em busca de voz e de justiça. Construindo um mosaico de vozes e pontos de vista daqueles que foram afetados pela tragédia, Han Kang descortina em Atos humanos (Todavia, 192 pp, R$ 59,90 - Trad.: Ji Yun Kim), um romance poderoso e chocante, e ao mesmo tempo poético e brutal. Mais ainda: é uma ficção universal e moderna sobre a batalha que os mais fracos travam com os fortes na busca pela justiça

PublishNews, Redação, 24/05/2021

Ada ou ardor (Alfaguara, 608 pp, R$ 99,90 – Trad.: Jorio Dauster), considerado um dos romances mais ambiciosos de Vladimir Nabokov, reconta a duradoura relação de amor entre dois primos, Ada e Van, desde o primeiro encontro na Mansão de Ardis, em uma “América de sonho”, e ao longo de 80 anos de arrebatamento, viagens através de continentes, separações e recomeços. Ao narrar essa história trágica e idílica, Nabokov reinventa a própria vida. Não estamos mais na Terra, mas na Antiterra, uma espécie de espelho distorcido de nossa realidade. No mundo nabokoviano, entre outras coisas, fala-se russo nos EUA, e os telefones são movidos a água, depois de o uso da eletricidade ter sido proibido. Nessa realidade recriada, Nabokov mescla uma série de referências e estilos para narrar uma história de amor interdita, emocional, que foge a todos os padrões convencionais.

 
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