Caso não consiga visualizar corretamente esta mensagem, clique aqui.
PublishNews 03/05/2021
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
Um agregador digital como a Bookwire, com tecnologia de ponta, informações ágeis e um painel de controle completo é fundamental para o sucesso de sua editora e de seus e-books. E agora toda esta tecnologia está disponível no Brasil.
PublishNews, Redação, 03/05/2021

A deputada Fernanda Melchiona (PSOL/RS), que preside a Frente Parlamentar Mista em Defesa do Livro na Câmara dos Deputados, conseguiu reunir a quantidade mínima de assinaturas para fazer tramitar uma emenda ao Projeto de Lei 3887/20, que quer criar a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A proposta de Melchiona é que fique proibida a incidência desse tributo sobre o livro, que tem a sua imunidade tributária garantida na Constituição Federal. A CBS, apresentada pelo ministro Paulo Guedes na proposta de reforma tributária, é uma alíquota de 12% que substituiria o Pis e o Cofins. O livro é isento dessas duas contribuições desde 2004. O Podcast do PublishNews do último dia 19 trouxe o tributarista Hugo Machado Segundo e a economista Mariana Bueno para debaterem o assunto. Para ouvir o episódio, clique aqui.

PublishNews, Redação, 03/05/2021

Ignácio de Loyola Brandão será o homenageado do Prêmio Jabuti que, em 2021, chega a sua 63ª edição. A notícia foi adiantada pelo "coleguinha" Ancelmo Gois na sua coluna n'O Globo. E por falar no Jabuti, o conselho curador do prêmio anuncia as suas novidades de 2021 na próxima quinta-feira (06). Oito livrarias cariocas se juntam para enfrentar a queda de vendas causada pela Covid. Segundo a Folha, lojas tradicionais como a Argumento e Leonardo Da Vinci e outras inauguradas há pouco mais de um ano, como a Janela Livraria e a Lima Barreto, compõem o coletivo chamado Livrarias Cariocas. O objetivo dos livreiros que encabeçam a iniciativa é propor medidas emergenciais e estruturais para o setor das livrarias de rua, buscando valorizar esses espaços de cultura e de incentivo à leitura. Entre as medidas defendidas pelo grupo Livrarias Cariocas, estão a oposição à taxação do livro em 12% e a aprovação deu m preço fixo para os exemplares. O coletivo pretende ainda fortalecer as livrarias por meio da criação de uma cadeia de estímulo à leitura, com gestão do calendário de eventos e doações de exemplares a 50 bibliotecas comunitárias localizadas na cidade. A Folha também publicou uma matéria para explicar como todas as decisões da Lei Rouanet hoje estão nas mãos de um ex-policial militar sem experiência na cultura. Governo Bolsonaro desmontou a comissão da sociedade civil, responsável por analisar os projetos que buscam recursos via Lei de Incentivo à Cultura e transferiu para André Porciúncula Alay Esteves, o chefe do gabinete federal de fomento às artes, o poder de avaliar e de dizer sim ou não às milhares de propostas que pretendem chegar aos palcos todos os anos. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 03/05/2021

O TikTok foi o aplicativo que mais cresceu durante a pandemia. Em um curto espaço de tempo, chegou a centenas de milhares de usuários. Para quem não está familiarizado, num primeiro momento, o que pode vir à cabeça ao pensar na rede social, são os adolescentes dançando, fazendo dublagens, desafios diversos e viralizando na internet. Mas acontece que o aplicativo do momento serve para muito mais que isso. Em artigo publicado no PublishNews, Maju Alves – a responsável pelos projetos sociais da casa e tiktoker nas horas vagas – falou sobre o lado literário do TikTok e como as editoras podem se beneficiar com isso. Assim como o Instagram tem seus perfis literários – como o Books.ter que já passou por aqui – o TikTok tem o Booktok, que reúne influencers para falar sobre o mundo do livro. E lá fora, esse potencial já foi notado. Tanto que muitas editoras têm exemplos de livros que voltaram para a lista dos mais vendidos após serem mencionados por perfis voltados para o assunto. Mas e por aqui? Como as editoras podem tirar proveito do aplicativo do momento? O que falta para elas apostarem na plataforma e o que mais é preciso? Para falar sobre essas questões e ainda sobre como é ser um Booktoker, como funciona esse trabalho e sobre criação de conteúdo, o podcast do PublishNews conversou com Maju Alves e Giovana Bruno Lima, influenciadora digital booktoker. Clique no Leia Mais para ouvir o programa.

PublishNews, Redação, 03/05/2021

Edy Lima | © Reprodução canal da Global Editora no YouTubeAutora de dezenas de livros infantis, a escritora Edy Lima morreu no último sábado (1º). A gaúcha estava com 97 anos. Entre as obras de Edy, estão os livros que compõem a série A vaca voadora, publicada pela Global. Edy também adaptou clássicos da literatura infantojuvenil como As aventuras de Tom Sawyer, de Mark Twain, e Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll. As adaptações saíram pela coleção Reencontro, da Scipione. Além da sua obra na área infantojuvenil, Edy adaptou Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus, para o teatro que ganhou montagem dirigida por Amir Haddad, em 1961. Em janeiro, quando Quarto de despejo completou seu 60º aniversário, a Ática anunciou nova edição da adaptação. Rosana Rios, presidente da Associação dos Escritores e Ilustradores da Literatura Infantil e Juvenil (Aeilij), lamentou a morte da colega: "Hoje a LIJ brasileira está mais pobre, com a partida da querida Edy Lima, aos 97 anos... A Aeilij manifesta seus sentimentos aos familiares dessa grande autora! Que sua obra sempre seja lida." A causa da morte não foi divulgada.

PublishNews, Redação, 03/05/2021

Na última sexta-feira (30), um grupo de empresárias arregimentadas pelo Grupo Voto almoçou com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Entre elas, estava a Ana Maria Velloso, acionista e dona de 8,95% das ações ordinárias da Melhoramentos, que além da editora possui um braço florestal e outro imobiliário. Em suas redes sociais, a empresária demonstra seu apoio ao mandatário, com postagens com a típica estética bolsonarista. Em um post de 12 de março, por exemplo, ela chama a pandemia de “fraudemia”. Em nota enviada ao PublishNews, a Melhoramentos diz que a “participação de seus acionistas em eventos de iniciativa do Governo Federal não tem vínculo com a Companhia que é de capital aberto e com conselho de administração independente, sem qualquer filiação político-partidária”. Ana Maria não desempenha papel no braço editorial da companhia e nem compõe o Conselho de Administração da empresa. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra do comunicado da Melhoramentos.

PublishNews, Redação, 03/05/2021

A plataforma digital Máquina de Contos – que entrega todo mês um conto na forma de e-book para mais de um milhão de clientes de operadoras de telefonia – anunciou os vencedores do seu primeiro concurso literário. Eram duas ventarolas, de Ana Carolina Schmidt Ferrão, do Rio Grande do Sul; O peixe já está morto, de Lara Firmino Araújo, de Minas Gerais; e A espera, de João Pedro Burzlaff Lopes, também do Rio Grande do Sul, foram os escolhidos. Cada autor assinará contrato para seu conto ser publicado na Máquina de Contos e irá receber uma premiação em dinheiro no valor de R$ 2 mil, além de um troféu exclusivo. Clicando aqui você confere ainda os dez contos laureados com Menção Honrosa. Em sua primeira edição, o Prêmio Literário Máquina de Contos teve 1.344 autores inscritos em todos os estados do Brasil e no Distrito Federal. Dos inscritos, 53% foram homens e 47% mulheres e a maior faixa etária (40%) ficou entre 23 e 34 anos.

PublishNews, Redação, 03/05/2021

Ousado, sedutor e divertido, Arsène Lupin é o criminoso ladrão mais famoso do início do século XX. Responsável por uma série de crimes misteriosos na França, o anti-herói é a irônica resposta francesa a Sherlock Holmes: um ladrão refinado e anarquista, espécie de Robin Hood da Belle Époque. Não se leva muito a sério, a sua arma mais mortífera é a perspicácia e não é um aristocrata que se aclama como anarquista, mas sim um anarquista que vive como um aristocrata. Nas nove histórias que compõem essas primeiras aventuras, o anti-herói atormenta os seus oponentes, zomba das convenções estabelecidas, ridiculariza a burguesia e ajuda os mais fracos. Em uma edição bilíngue (português - francês) e capa dura, Arsène Lupin: Cavalheiro e ladrão (Landmark, 328 pp, R$ 61 – Trad.: Fábio Cyrino) é o primeiro livro de uma série de 20 títulos que Maurice Leblanc dedicou a Lupin. As aventuras do anti-herói se apoiam na lógica, no raciocínio e na dedução, elementos-chave das clássicas narrativas policiais. O livro inspirou a série Lupin, da Netflix, protagonizada por Omar Sy.

PublishNews, Redação, 03/05/2021

Desde a publicação de O talentoso Ripley, em 1955, e as posteriores adaptações para o cinema, como a estrelada por Matt Damon, Jude Law e Gwyneth Paltrow, de 1999, Tom Ripley conquista fãs ao redor do mundo, sendo reconhecido como um dos maiores sociopatas da literatura. Neste primeiro volume da série de cinco livros que narra sua trajetória, ele tenta se estabelecer em Manhattan após fugir de seu lar mais do que disfuncional. Bom de lábia, exímio imitador e piadista, praticante de furtos e pequenos golpes, Tom vê sua sorte mudar ao receber uma proposta inusitada. Ele deve ir a uma aldeia na Itália e convencer Dickie Greenleaf, o filho de um rico industrial, a voltar para casa e assumir os negócios da família. O problema é que o vigarista é seduzido pelo estilo de vida refinado do playboy. A relação de amizade entre os dois se complica com a interferência de Marge, a típica boa menina americana, rica e apaixonada por Dickie. Não demora para o fascínio de Tom pela vida de Dickie assumir contornos de obsessão. Quando este percebe o perigo e tenta se afastar, já é tarde demais: Tom vê na rejeição a motivação que faltava para dar vazão aos seus desejos mais sombrios e rouba não só o dinheiro do amigo, mas também sua vida e personalidade. Com O talentoso Ripley (Intrínseca, 336 pp, R$ 59,90 - Trad.: José Francisco Botelho), Patricia Highsmith faz a introdução sangrenta e repleta de adrenalina dos percalços desse jovem capaz de tudo para manter seu estilo de vida.

“Livro é necessário na luta contra a desigualdade.”
Samuel Seibel
Dono da Livraria da Vila
1.
Mais esperto que o diabo
2.
Torto arado
3.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
4.
A garota do lago
5.
Corte de espinhos e rosas
6.
A arte de manipular a sorte
7.
Do mil ao milhão
Pai rico, pai pobre - Edição de 20 anos
9.
Mindset
10.
Box Harry Potter
 
PublishNews, Redação, 03/05/2021

Yukio Mishima, nome de grande importância para a literatura japonesa, traz ao leitor, em Vida à venda (Estação Liberdade, 256 pp, R$ 53 – Trad.: Shintaro Hayashi), uma viagem ácida e divertida sobre o valor da vida. Ou, mais do que isso, sobre a vida e a morte à margem dos dias e do desencantamento. Rilke escreveu que o homem moderno não pode morrer de forma romântica. E é assim que Hanio Yamada, um desiludido publicitário, e personagem principal desse romance, entende o seu desejo de morrer. De atravessar o presente. De forma pragmática, após uma frustrada tentativa de suicídio, Hanio anuncia a escolha de vender a própria vida, para que assim alguém possa direcioná-la a uma melhor forma de finitude, ou que possa, na verdade, subverter o tédio. “Vendo minha vida. Use-a como quiser. Homem de 27 anos. Garanto sigilo. Tranquilidade absoluta.” Entre Hanio e o leitor se estabelece uma relação de proximidade, cumplicidade, busca pelos caminhos da alma, e pelos sentimentos humanos. O desenrolar dessa aventura tem como traço a ácida narrativa de Mishima; misturando humor, profundidade, sexualidade, paixão e críticas à sociedade e aos costumes nela estabelecidos. Um dos últimos livros de Mishima, Vida à venda, foi publicado originalmente na revista Playboy do Japão, entre maio e outubro de 1968. Foi com o relançamento japonês, em 2015, que se tornou um best-seller.

PublishNews, Redação, 03/05/2021

Em uma manhã como qualquer outra, um barbeiro, conhecido pela quantidade de sangue que faz jorrar do rosto de sua clientela, toma seu café da manhã. Ao afundar a faca sobre um pão recém-assado, encontra um ingrediente que não estava na receita: um nariz. Do outro lado da cidade, seu cliente, o assessor colegial Kovaliov, acorda e dá de cara com uma panqueca. Não em seu prato, infelizmente – trata-se de seu próprio rosto no espelho, liso como uma massa corrida, carente de qualquer resquício de um nariz. Publicado em 1836, o conto O nariz (Antofágica, 160 pp, R$ 49,90) reúne o que há de mais marcante na escrita de Nikolai Gógol: a comédia, a cultura popular, a sátira política e a crítica à burocracia. A insólita história de um duplo, permeada pelo fantástico, absurdo e pelo grotesco, tem como cenário a fria e burocrática cidade de São Petersburgo. A nova edição da Antofágica ganhou notas e nova tradução direta do russo por Lucas Simone, doutor em Literatura e Cultura Russa (USP), e ilustrações de Nicholas Steinmetz. Os posfácios são assinados por Raquel Toledo, mestre em Literatura e Cultura Russa (USP), Inti Queiroz, doutoranda em Filologia e Língua Portuguesa (USP).

 
©2001-2021 por Carrenho Editorial Ltda. Todos os direitos reservados.
Rua Henrique Schaumann, 1108 A, CEP 05413-011 Pinheiros, São Paulo -SP
O conteúdo deste site não pode ser publicado, transmitido, reescrito ou redistribuído sem autorização prévia.