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PublishNews 11/03/2021
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
Há 14 anos no mercado, representa cerca de 400 editoras do comércio varejista de livros. Tem aproximadamente 820 mil títulos em estoque, e cerca de 400 novos títulos ao mês.
PublishNews, Leonardo Neto, 11/03/2021

Em agosto de 2018, Leonardo Ferreira, diretor da Lis Gráfica, se associou ao engenheiro mecânico Flávio Botana e juntos lançaram a SoSimple, plataforma que inicialmente, reunia informações e gerava relatórios sugerindo reimpressões para editoras. O objetivo era dinamizar o capital de giro das editoras, apresentando insights para que editores fizessem reimpressões na medida certa: nem muito a ponto de empatar o seu capital de giro e nem pouco ao ponto de acontecer uma ruptura na distribuição. Esse serviço segue ativo, mas a SoSimple servirá de marca para mais um serviço, o de logística voltado para pequenas e médias editoras. “Identificamos que essas editoras estão muito mal servidas por muitos dos serviços de logística disponíveis no mercado, que muitas vezes são empresas muito grandes e o catálogo da pequena e média editora fica perdido no meio da estrutura dos operadores logísticos”, disse Leonardo em conversa com o PN. Por outro lado, os executivos reconhecem as dificuldades em uma empresa desse porte instalar, manter e operar uma logística própria. Então, a solução foi investir em tecnologia e oferecer um serviço que caiba no bolso do pequeno e médio editor. “Ficamos dois anos estudando, até apresentar uma solução”, completou Leonardo. Clique no Leia Mais para conhecer melhor o novo serviço.

PublishNews, Redação, 11/03/2021

As vendas de livros por catálogos da Avon já foram muito relevantes no Brasil. Best-sellers se tornaram best-sellers no Brasil graças a esse canal, que mostrou a sua potência no fim da primeira década dos anos 2000. Entre 2009 e 2010, por exemplo, o segmento porta-a-porta ganhou importância, impulsionado pela Avon, conforme o próprio PN destacou em matéria de 17 de agosto de 2011: “Quem merece mesmo destaque é o segmento de venda porta-a-porta, que tinha 16,6% do mercado em 2009 e saltou para 21,6% em 2010”. Os dados apareciam na pesquisa Produção e Vendas no Setor Editorial Brasileiro – ano base 2010. Nos últimos anos, a importância da Avon na comercialização de livros veio ladeira abaixo e junto com ela os números do porta a porta e dos catálogos. De acordo com a última edição da Produção e Vendas, o canal foi responsável por 4,3% do faturamento do setor editorial brasileiro em 2019. Com essa queda, o segmento deixou de ser o terceiro canal de distribuição de livros no Brasil e abriu espaço para as livrarias exclusivamente virtuais, que saltaram de 3,4%, em 2018, para 12,7%, em 2019. A saída da Avon do setor de livros foi noticiada pela coluna Painel das Letras, interinamente capitaneada por Úrsula Passos. De acordo com a repórter da Folha de S.Paulo, a empresa passa por mudanças que revisão estratégica do seu portfólio. "A oferta de determinados produtos na Revista de Moda e Casa não é condizente com o novo plano de negócios, que busca estar mais conectado com o universo da beleza", disse a empresa à jornalista. "Nossos parceiros comerciais foram comunicados com antecedência e estamos cumprindo prazos e honrando todos os compromissos previamente assumidos", completou.

PublishNews, Talita Facchini, 11/03/2021

O Women’s Prize, que consagra anualmente a melhor obra de ficção escrita por mulheres, anunciou na última quarta, a primeira lista das selecionadas para a sua 26ª edição. Entre os 16 nomes há seis autoras britânicas, cinco americanas e duas de Israel, ao lado de uma romancista canadense, barbadense e ganense. Além disso, pela primeira vez uma mulher trans foi indicada ao prêmio. Torrey Peters é autora de Detransition, Baby que conta a história de uma mulher também trans, Reese, que apesar de ter quase tudo, sente falta de uma criança. As juízas descreveram o livro como uma “comédia moderna vista pela lente de três mulheres, tanto trans quanto cis”. A lista também traz o nome de Ali Smith, que já ganhou o prêmio em 2015 e figurou entre os finalistas do Booker Prize em 2017. Este ano, ela foi selecionada com Summer, conclusão do seu quarteto sazonal. O romance conta a história de uma família que enxerga uns aos outros como estranhos. Piranesi, o aguardado romance de Susanna Clarke também está na lista. Descrito pelo júri como “totalmente transportador”, a obra apresenta um universo fantástico ao contar de um personagem solitário. O livro foi publicado por aqui pela Morro Branco. A lista com as finalistas será anunciada no dia 28 de abril e a vencedora – que levará o prêmio de £ 30 mil – será conhecida no dia 7 de julho. Clique no Leia Mais para conferir a lista completa das selecionadas e outros detalhes sobre as obras.

PublishNews, Redação, 11/03/2021

Logo mais, às 15h, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) realiza uma reunião com produtores de conteúdo, para discutir as especificações técnicas do livro digital no âmbito do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD). A edição 2023 do PNLD prevê a aquisição de livros destinados aos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano) e, pela primeira vez, também será adquirida a versão digital dos livros aprovados. O encontro virtual desta quinta, servirá para debater sobre as especificações, o formato e a estrutura do livro digital e a plataforma para disponibilização do material. Os interessados podem se inscrever clicando aqui, onde também podem enviar dúvidas e sugestões sobre o tema. Ao final da inscrição, estará disponível o link para a transmissão ao vivo da reunião. Ainda sobre esse assunto, o podcast do PublishNews dessa semana recebeu Gabriela Dias e Paulo Henrique Santo Pedro que detalharam a novidade. Para ouvir o programa, clique aqui.

PublishNews, Redação, 11/03/2021

A Editora Escuta, especializada na publicação de livros de psicanálise, abriu uma vaga para auxiliar de vendas. O contratado será responsável pelos acertos de consignação com fornecedores e clientes e atendimento ao público. É preciso ter experiência em vendas para CNPJ e consumidor; domínio do Pacote Office em especial Excel; disponibilidade para pequenas viagens e trabalho à noite e conhecimentos do sistema ERIS. Os interessados devem enviar currículos com pretensão salarial para o e-mail selecao20@editoraescuta.com.br.

PublishNews, Redação, 11/03/2021

Em A representação da criança na literatura infantojuvenil (Perspectiva, 208 pp, R$ 54,90), a editora e pesquisadora Isabel Lopes Coelho investiga a construção da representação da criança em três obras icônicas da literatura infantil do século XIX: Sans Famille, Pinóquio e Peter e Wendy. Fruto da tese de doutoramento de Coelho, o texto detalha o desenvolvimento do mercado editorial nos países de cada personagem (França, Itália e Inglaterra), focado na literatura infantil e no surgimento da criança como sujeito na sociedade moderna. O livro é dividido em quatro capítulos, sendo o primeiro um panorama histórico e cultural da segunda metade do século XIX e os outros três dedicados a cada uma das obras.

PublishNews, Redação, 11/03/2021

Notas para uma definição do leitor ideal (Edições Sesc, 168 pp, R$ 65 Trad.: Rubia Goldoni e Sérgio Molina) é um livro inédito de Alberto Manguel que reúne 24 ensaios, parte adaptações de discursos proferidos pelo autor em conferências e congressos e parte artigos publicados em jornais como The New York Times e El País. Os textos retratam, das mais diversas maneiras e pelos mais diversos ângulos, a relação entre livros e leitores. Nessa obra, é justamente o leitor o ator principal e só depois dele vem o escritor, o editor ou o bibliófilo, não no sentido de concorrência, mas como consciência de que todas essas práticas são precedidas pela leitura e ancoram-se nela. Para Manguel, já não é mais a excelência de um texto que garante sua boa repercussão, mas a emoção que consegue provocar nos ouvintes, ainda que para isso se torne banal. O autor elege ainda, a leitura como ato fundador, capaz de erigir cidades, formar civilizações, assentar a justiça e garantir sua racionalidade. Para Manguel, o empobrecimento da linguagem e suas consequências no mundo em que vivemos estão relacionadas à nossa fraqueza ou potência enquanto leitores.

PublishNews, Redação, 11/03/2021

Seja demonstrando a falácia da linguagem política, dissecando o preço real dos livros ou proclamando verdades dolorosas sobre a guerra, os ensaios de George Orwell são atemporais e mostram sua relevância para qualquer período, país ou leitor. A obra Por que escrevo e outros contos (Penguin, 128 pp, R$ 19,90 – Trad.: Claudio Marcondes), é uma breve coletânea de um dos maiores ensaístas contemporâneos. Ao falar sobre o poder da escrita, o autor de A Fazenda dos animais e 1984 analisa não só a própria produção, como também o papel que a literatura – em seu sentido mais amplo – exerce tanto na formação política do indivíduo quanto em sua forma de enxergar o mundo. Incluindo os ensaios Por que escrevo, Política e a língua inglesa, Livros vs. cigarros e O leão e o unicórnio, esta edição traz uma seleta dos ensaios mais emblemáticos de um dos principais pensadores modernos.

“O livro é a memória da humanidade.”
Diogo Chiuso
Ex-editor e curador da Revista do Livro
1.
Mais esperto que o diabo
2.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
3.
Torto arado
4.
Pai rico, pai pobre - Edição de 20 anos
5.
A sutil arte de ligar o foda-se
6.
O poder da autorresponsabilidade
7.
Do mil ao milhão
8.
O duque e eu
9.
O poder da atitude
10.
O homem de giz
 
PublishNews, Redação, 11/03/2021

O que vem depois da farsa? (Ubu, 192 pp, R$ 59,90 – Trad.: Celia Euvaldo e Humberto do Amaral), novo livro de Hal Foster, traz uma análise urgente do contexto social, político e cultural desta segunda década do século XXI, implicando toda a rede de atores do mundo da arte: artistas, curadores, museus e instituições e críticos. A primeira parte do volume enfoca a política cultural a partir do 11 de Setembro, incluindo o uso e o abuso do trauma, da paranoia e do kitsch. A segunda parte examina a remodelação neoliberal das instituições de arte nesse período. Por fim, um terceiro conjunto de ensaios contempla as transformações na arte, no cinema e na ficção recentes. Quando se volta para o fenômeno da curadoria, Foster identifica o surgimento de um curador mais ligado à indústria cultural, como "organizador de exposições", coincidindo com a multiplicação de feiras e bienais de arte em todo o mundo. O autor ainda dedica uma parte do livro para analisar como os movimentos sociais Occupy Wall Street, Black Lives Matter e #MetToo impulsionaram a visibilidade da produção artística de mulheres e negros/negras nas instituições de arte.

 
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