
Em nota enviada ao PublishNews, o Magalu informou que "instituiu uma nova diretriz para todas as suas marcas: não promover quaisquer ações ou eventos que possam ser – ainda que erroneamente – interpretados como partidários ou de apoio a personalidades políticas".
A empresa ainda pediu desculpas à editora e ao autor, uma vez que a nova diretriz foi lançada após o agendamento da apresentação que ocorreria no dia 11. O livro está à venda nas plataformas digitais do Grupo e também será comercializado na loja da Galeria Magalu.
Para a Folha, o autor disse que a decisão da empresa é uma demonstração do "clima tenso que assola o país por causa das eleições presidenciais de outubro". Ele também disse ao jornal que o livro não é partidário, mas um relato de suas memórias.
Em dezembro, o Magalu inaugurou a Galeria no mesmo local onde funcionava a Livraria Cultura, no Conjunto Nacional da Avenida Paulista.
Veja a nota do Magalu na íntegra:
"O Magalu reforça sua posição de empresa apartidária, que dialoga com todas as vertentes democráticas e que respeita a diversidade de opinião. Em função do ano eleitoral, o Magalu instituiu uma nova diretriz para todas as suas marcas: não promover quaisquer ações ou eventos que possam ser – ainda que erroneamente – interpretados como partidários ou de apoio a personalidades políticas. Essa decisão, uma responsabilidade da companhia e que não envolveu seus parceiros, vale para todos os espectros ideológicos. O Magalu pede desculpas à editora e ao autor, uma vez que a nova diretriz foi determinada após o agendamento da sessão de autógrafos. Por fim, a companhia informa que o livro já está à venda em suas plataformas digitais e será comercializado na loja da Galeria Magalu."






