Apanhadão da semana: como o acordo da Anthropic pode afetar editoras brasileiras
PublishNews, Redação, 30/01/2026
Veja também: a melhora de saúde de Adélia Prado e fatos sobre a vida de William Shakespeare

O portal Núcleo realizou um levantamento exclusivo mostrando como o acordo bilionário da Anthropic por direitos autorais afeta editoras brasileiras. Segundo o portal, mais de 300 obras de 22 editoras brasileiras aparecem na lista da empresa. Em agosto de 2025, a empresa disse que havia chegado a um acordo em um processo coletivo de um grupo de autores que alegavam que seu treinamento de IA infringia direitos autorais. Este seria o primeiro acordo do tipo nos EUA.

O Estadão replicou um texto do The New York Times sobre a dedicatória de Hemingway a religiosas que o auxiliaram em seu tratamento psiquiátrico, pouco tempo antes do autor cometer suicídio. De acordo com texto, por mais de 60 anos, as irmãs de São Francisco de Rochester, em Minnesota, têm sido as guardiãs do livro, que contém o que se acredita serem algumas das últimas palavras escritas por Hemingway.

Na Folha, uma reportagem registrou a melhora no quadro de saúde da escritora Adélia Prado, agora fora da CTI do hospital em Divinópolis. O Nexo repercutiu o sucesso da adaptação de Agatha Christie.

No Valor, o colunista José de Souza Martins indicou livros para o ex-presidente Jair Bolsonaro ler na prisão – Bolsonaro cumpre pena de 27 anos de cadeia após ser condenado por tentativa de golpe de estado. No início da semana, o Podcast do PublishNews também discutiu o assunto remição de penas via leitura.

Na Revista Cenarium, uma matéria mostra como a circulação de pessoas trans ainda é restrita no mercado editorial. A Veja, aproveitando o sucesso do filme Hamnet, em cartaz nos cinemas, listou duas verdades e uma mentira sobre William Shakespeare.


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