Apanhadão da semana: a treta literária de Édouard Louis e Elena Ferrante
PublishNews, Redação, 06/03/2026
Veja também: como a gamificação vem moldando estratégias de divulgação no mercado editorial e a repercussão da autobiografia de Gisèle Pelicot no Brasil

Escritor francês Édouard Louis | © Arnauld Derue / Editora Todavia
Escritor francês Édouard Louis | © Arnauld Derue / Editora Todavia

A nova "treta literária" do momento foi protagonizada por Édouard Louis; o escritor francês afirmou que a literatura de Elena Ferrante "é realmente ruim" e que os romances escritos pela italiana são feitos para adolescentes. A entrevista saiu na Folha de S. Paulo.

A Folha também noticiou como uma das coleções mais importantes do acervo de Richard C. Ramer, colecionador de livros raros que morreu no último dia 4 de fevereiro, aos 83 anos, foi vendida há pouco mais de um ano para uma instituição brasileira. O conjunto inclui 684 livros, documentos e panfletos impressos no século 19 nos primeiros parques tipográficos da América portuguesa.

O Globo fez uma resenha crítica do novo livro de Gisèle Pelicot. Em 2024, os casos de estupros recorrentes que a francesa sofria de seu marido tiveram grande repercussão na mídia. No Valor, uma matéria explica como as editoras buscam retomar os clássicos para ganhar público nos dias de hoje. A Rádio Senado repercutiu dados recentes que apontam como as mulheres lideram os rankings de leitura no país. O Jornal da Unesp contou a história da Editora Unesp, e como um Prêmio Jabuti ajudou a lançar a editora no mercado.

A Rolling Stone compilou informações de veículos norte-americanos para mostrar como os dados de leitores estão moldando o futuro do streaming em 2026.

Na Rádio Cultura, uma matéria aponta como a gamificação vem se consolidando como uma ferramenta para ampliar o engajamento e impulsionar as vendas no mercado editorial. Para entender como essa estratégia funciona na prática, o repórter João Malandrin conversou com a estrategista editorial e especialista em marketing para livros Dany Sakugawa.

O Le Monde Diplomatique Brasil publicou uma entrevista sobre o livro As ruas sem nome (Patuá), da autora e artista visual paulistana Tieko Irii. Na obra, segundo o jornal, a escritora nipo-brasileira confronta racismo, gênero e diáspora ao resgatar histórias invisibilizadas e sua trajetória em busca de identidade e pertencimento nos anos 80 e 90.

A escritora Marilene Felinto deu uma entrevista para a Veja SP sobre Corsária (Fósforo), o seu livro mais recente. A revista também publicou uma reportagem sobre o Festival Fronteiras São Paulo, que vai reunir autoras como Socorro Accioli e Carla Madeira no Parque da Água Branca neste fim de semana.

[06/03/2026 09:55:15]