Apanhadão da semana: a repercussão da morte de Marjane Satrapi
PublishNews, Redação, 05/06/2026
Veja também: o impacto da inteligência artificial no mercado editorial independente e o legado de Apanhador no campo de centeio, clássico que "deu voz à adolescência"

A morte da escritora e quadrinista Marjane Satrapi dominou o noticiário nos últimos dias. A artista franco-iraniana, autora de Persépolis (Quadrinhos na Cia), morreu na quinta-feira (4), aos 56 anos. A informação foi revelada pela família, em um comunicado à Agência France-Presse (AFP). “Marjane Satrapi morreu de tristeza pouco mais de um ano após a morte de Mattias Ripa, seu marido e o amor de sua vida”, diz a nota.

Uma matéria da BBC mostra como a autora foi uma importante cronista das experiências das mulheres sob as restrições políticas e sociais no Irã. Segundo a reportagem, ela foi uma das poucas artistas que conseguiu incorporar a história moderna do país ao cenário artístico global por meio de uma narrativa inteiramente pessoal. Crítica aberta do regime iraniano, Satrapi chegou à França em 1994 e obteve a nacionalidade francesa em 2006.

Um texto da psicanalista Amanda Mont’Alvão Veloso no Estadão reflete sobre a contribuição de autoras para a teoria psicanalítica. A editoria de tecnologia da Folha de S. Paulo publicou uma reportagem em que detalha o impacto da inteligência artificial no mercado editorial independente.

O Nexo publicou uma reportagem especial sobre o legado de Apanhador no campo de centeio, clássico que "deu voz à adolescência". A revista Casa e Jardim selecionou livros brasileiros em que as casas moldam as narrativas do enredo. O portal Adoro Cinema listou as diferenças na adaptação de Off Campus para o audiovisual.

O g1 reproduziu um material da Deustche Welle mostrando como milhares de livros foram retirados de bibliotecas e escolas públicas nos Estados Unidos. No último ano letivo, o número de proibições bateu recorde e atingiu desde obras clássicas até best-sellers.

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[05/06/2026 11:39:05]