
Na programação, serão discutidos temas como livro digital, e-commerce, formação de público leitora e de clubes de leitura. Nas palavras de Rui, é “um evento que busca construir um espaço, hoje inexistente, de questionamento e troca para os profissionais que desejem se atualizar e compartilhar os conflitos diários de quem vende livros. As mesas foram propostas e serão mediadas por livreiros da Travessa, num estilo informal e divertido”.
Abrindo a programação, no dia 14 de setembro, a partir das 19h, Rui será o convidado da mesa Ligue o tablet ou vire a página: livraria física e livraria virtual, que terá mediação de Roberto Pedretti. No dia 16 de setembro, a partir das 11h, acontece a mesa Comer, rezar, mediar. Os clubes de leitura e a formação do público leitor, que terá a participação de Janine Durand, da Companhia das Letras, e mediação de José Américo Filho e Olavo Wyszomirski. No dia 21, Tomás Pereira, sócio da Sextante, responde à provocação: e se Nietzsche pintasse o Jardim secreto? para refletir sobre o papel dos best-sellers nas livrarias. A mesa, que acontece a partir das 19h, tem a mediação de Larry Antunes.
No dia 23 de setembro, a partir das 11h, Rodrigo Ferrari, da livraria Folha Seca, participa da roda de conversa Ser livreiro no Brasil, ao lado dos mediadores Carlos Madeira e Antônio Berto. A penúltima mesa da programação do seminário acontece no dia 28 de setembro, a partir das 19h e vai receber Daniela Kfuri e Roberta Pantoja (Objetiva) para discutirem com o mediador Luiz Guilherme Beaurepaire o tema Abra um livro e saia do whatsApp. Ou não. Marketing, mídias e livrarias. Encerrando a programação, no dia 30, a partir das 11h, acontece a mesa Alice no país dos livros: A importância dos infanto-juvenis na perpetuação das livrarias, que receberá Elisa Tauáçurê (FNLIJ) e Claudia Amorin (Malasartes) para debaterem com Franciane Farias sobre o tema. Todos os mediadores são funcionários da própria livraria. Para conferir a programação completa, acesse o hotsite do Seminário.







