Seja você um autor em busca de polimento final para seu manuscrito, uma editora que deseja expandir sua presença global com traduções confiáveis ou quem procura roteiros cativantes na linguagem de quadrinhos, estamos aqui para ajudar
Estamos há 50 anos, distribuindo as melhores editoras, do mercado para as livrarias de todo o Brasil
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
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PublishNews, Beatriz Sardinha, 14/08/2026
Pensando em diversificar as vozes de painéis e eventos de discussão do mercado editorial, a iniciativa "A voz feminina no mercado de livros", idealizada pela dupla Eliete Cotrim e Mônica Carvalho, da Editora 34 e da Livraria da Tarde, parte do objetivo de debater, valorizar e amplificar a visibilidade das mulheres que atuam em toda a cadeia de produção do livro — desde a escrita e edição até a liderança de grandes livrarias, distribuidoras e editoras. O evento de lançamento do projeto será realizado no dia 18 de agosto, às 19h, na própria Livraria da Tarde (Rua Cônego Eugênio Leite, 956 — São Paulo / SP), e contará com um bate-papo entre a autora e editora Beatriz Bracher e a jornalista Maria Fernanda Rodrigues. Apesar de serem estatisticamente maioria entre leitores no Brasil, mulheres ainda enfrentam obstáculos para conquistar reconhecimento em premiações e espaços de destaque. Ao PublishNews, Mônica Carvalho afirma que a iniciativa busca mudar esse cenário. Clique e saiba como participar do evento.
PublishNews, Guilherme Sobota, 14/08/2026
NITERÓI (RJ) — A 2ª edição da Festa Literária Internacional de Niterói (Flin) começou nesta quinta-feira (13) com sinais positivos de crescimento: boa programação, apoio do poder público (quem promove a Festa é a Prefeitura da cidade) e mesas lotadas desde o primeiro dia. Nomes como Miriam Leitão, Ana Maria Gonçalves, Jeferson Tenório, Cida Bento e Lilia Moritz Schwarcz atraíram milhares de pessoas da região para o Reserva Cultural, centro cultural da cidade que recebe a Flin com boa estrutura. Os destaques do primeiro dia de debates ficaram por conta das conversas em torno das temáticas tratadas por Lélia González (1935-1994), intelectual e ativista homenageada desta edição, e também para Heloísa Teixeira (1939-2025), ensaísta cuja morte completou um ano em março.
PublishNews, Monica Ramalho, 14/08/2026
Radicado em Barcelona há mais de duas décadas, o quadrinista niteroiense Marcello Quintanilha está no Brasil para uma curta temporada de encontros com leitores e eventos para promover os seus dois trabalhos mais recentes: Eldorado e a nova edição de Luzes de Niterói, publicados pela Veneta. A agenda começa neste sábado, 15 de agosto, em Niterói, e passa por São Paulo, Curitiba e Goiânia antes de terminar no Rio de Janeiro, no dia 29 de agosto. Primeiro brasileiro a conquistar o Fauve d’Or, principal prêmio do Festival Internacional de Quadrinhos de Angoulême, na França, Quintanilha construiu nas últimas décadas uma das carreiras de maior projeção internacional dos quadrinhos brasileiros. A sua obra já foi reconhecida também com prêmios como Jabuti, Micheluzzi, Max und Moritz e Rudolph Dirks Award. Mesmo vivendo na Espanha desde 2002, o Brasil permanece no centro de sua produção. “O Brasil retratado nas minhas histórias é o Brasil que está comigo, na raiz daquilo que me constitui como ser humano”, diz ao PublishNews. Essa relação aparece também nos dois títulos que motivam a temporada brasileira. Leia essa prosa em três compassos!
PublishNews, Hubert Alquéres e Karine Pansa, 14/08/2026
"Poucos anos após o término da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), a jornalista, autora e tradutora alemã Jella Lepman (1891-1970) mobilizou um grupo de pessoas ligadas à literatura infantil em torno de uma ideia: os livros poderiam aproximar povos separados pelo conflito e contribuir para a construção da paz. Dessa iniciativa nasceu, em 1953, o International Board on Books for Young People (IBBY). A ideia de Lepman era simples e poderosa: crianças que conhecem as histórias umas das outras crescem mais preparadas para compreender culturas diferentes da sua. Mais de sete décadas depois, essa missão permanece atual, embora tenha adquirido novas dimensões. A intuição continha uma dimensão política que permanece igualmente atual. Sociedades democráticas não dependem apenas da liberdade de falar, mas também da disposição para ouvir. A literatura, especialmente aquela oferecida às novas gerações, constitui um dos primeiros espaços em que se aprende a conviver com experiências, valores e visões de mundo diferentes". Leia o artigo exclusivo de Hubert Alquéres e Karine Pansa.
PublishNews, Redação, 14/08/2026
Mais de meio século depois de ter sido concebido, um “livro perdido” de Silviano Santiago finalmente chegará aos leitores. XXXV, reunião de poemas escritos pelo autor mineiro em 1971, quando completou 35 anos, chegará aos leitores este mês, na Pinakotheke, no Rio de Janeiro. O lançamento ocorre às vésperas de outra data simbólica: em setembro, Silviano completa 90 anos. A obra traz ainda uma colaboração especial: o projeto gráfico foi criado por Hélio Oiticica (1937-1980). A obra ressurgiu durante a pesquisa realizada pelo jornalista João Pombo Barile para Presente do acaso: um ensaio biográfico sobre Silviano Santiago (Autêntica), vencedor do Prêmio Jabuti Acadêmico essa semana. Entre os achados no arquivo do escritor estava justamente a boneca preparada por Oiticica para XXXV, até então considerada perdida. Leia a nota!
PublishNews, Redação, 14/08/2026
Mais de dez milhões de livros destruídos, além de editoras, gráficas, armazéns, livrarias e bibliotecas atingidos. Depois de uma série de ataques russos que provocaram graves danos à infraestrutura do livro na Ucrânia nos últimos meses, o Instituto Ucraniano do Livro (UBI, na sigla em inglês) lançou um apelo à comunidade editorial internacional em busca de apoio para a reconstrução do setor. Segundo o Instituto, apenas os ataques deste verão destruíram o equivalente a cerca de 30% da produção anual de livros do país. O impacto ganha contornos ainda mais urgentes com a proximidade do início do ano letivo. Embora o governo ucraniano prepare recursos para a recuperação da infraestrutura atingida, as editoras dependem também de ajuda internacional para repor os estoques perdidos. “Embora a recuperação dos danos causados pelos ataques da Rússia exija enormes esforços, tempo e recursos, em nome do Instituto Ucraniano do Livro, pedimos aos nossos parceiros e à comunidade editorial internacional que apoiem as editoras ucranianas e contribuam para sua recuperação”, afirma a entidade, como noticiou o Publishing Perspectives. O documento apresenta diferentes formas de colaboração, incluindo contribuições financeiras diretas às empresas atingidas. Leia para saber mais.
PublishNews, Redação, 14/08/2026
A Catapulta editores está contratando uma nova pessoa para o cargo de auxiliar administrativo operacional. No dia a dia, a pessoa ficará responsável por apoiar representantes comerciais, realizar o cadastro de clientes e produtos, além da emissão e acompanhamento de pedidos. Para se candidatar, é essencial que candidatos tenham disponibilidade para trabalhar presencialmente em Cotia, São Paulo.
PublishNews, Redação, 14/08/2026
Este sábado, 15 de agosto, será movimentado para os leitores cariocas que gostam de escutar uma boa prosa e pegar autógrafos. De manhã até o fim da tarde, a Feirinha Literária da Santa Rita vai reunir autores no Beco das Sardinhas, no Centro do Rio: Marcelo Freixo conversará sobre Viver é perigoso: Minha travessia no Rio (Planeta), e Eliana Alves Cruz vai se juntar à Ynaê Lopes dos Santos para conversar a respeito da nova edição de O crime do Cais do Valongo, que estreia no catálogo da Record vinda da Malê. Às 15h, o artista visual Waltercio Caldas lançará o livro da exposição o (tempo), na Casa Roberto Marinho, no Cosme Velho. Mais tarde, às 18h, o escritor português Valter Hugo Mãe vai encontrar quem acompanha a sua produção para falar de O século dos imbecis (Biblioteca Azul), na Livraria da Travessa de Ipanema.
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“Um livro deve ser o machado que quebra o mar gelado em nós”
Escritor tcheco (1883-1924)
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Elo Monsters Books: Flow Pack
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Engenharia do lucro
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A saúde do coração na era da alta performance
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Do dia para a noite (Day to night)
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Entre o ego e o sagrado
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Mais esperto que o diabo
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Dias quentes (Spring Summer)
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Isso e aquilo (This & That)
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Dias frios (Fall Winter)
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Educação da tristeza
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PublishNews, Redação, 14/08/2026
De Simon Chevrier, Foto no privado (Ercolano, 128 pp, R$ 82,70 — Tradução: Alexandre Rabelo) se passa em plena pandemia da covid-19, um jovem francês passa a trabalhar como garoto de programa para fechar as contas do mês. Entre encontros marcados por aplicativos e empregos precários, ele vê, na cabeceira de um date, o retrato de um desconhecido: uma fotografia feita por Peter Hujar em 1981, do jovem Daniel Schock, hoje quase desaparecido dos registros históricos. A fotografia vira obsessão. Ao mesmo tempo que passa a investigar quem foi o homem da foto, ele se vê confrontado ao desaparecimento gradual do pai, à fragilidade dos seus relacionamentos e ao fim da sua fé no futuro. Chevrier aproxima duas épocas marcadas pela perda: a pandemia vivida pelo protagonista e a sombra da epidemia de HIV que atravessa a obra de Hujar. A prosa é fragmentada, como se cada trecho fosse uma foto, e o romance transforma imagens e lembranças em resistência ao esquecimento.
PublishNews, Redação, 14/08/2026
Marta Sanz está em uma viagem de trabalho quando sente, pela primeira vez, uma dor aguda na clavícula. Sem um diagnóstico definitivo para o sintoma que persiste, a autora explora esse espaço de indeterminação para refletir sobre a dor, a ansiedade, o envelhecimento, a vulnerabilidade econômica e a finitude da vida, navegando com liberdade ensaística pelas zonas de atrito entre a medicina, a psicologia e a literatura. Imaginativo, mordaz e particularmente bem-humorado, Minha clavícula e outros imensos desajustes (DBA, 200 pp, R$ 82,90 — Tradução: Silvia Massimini Felix) é uma radiografia ― e um teste de esforço ― da mente de uma das autoras mais celebradas da Espanha na atualidade.
PublishNews, Redação, 14/08/2026
Quando Ana chega a Porto Alba (Autêntica contemporânea, 216 pp, R$ 69,80), pequena cidade da fronteira sul, para investigar uma enfermidade misteriosa que se espalha entre os moradores da região, imagina encontrar um problema sanitário complexo e uma população assustada. O que encontra é outra coisa: um território contaminado por segredos, obsessões e relações que parecem se mover sempre à beira de alguma ruptura. À medida que tenta compreender a origem do chamado Mal-do-Rio, Ana mergulha numa rotina de consultas, rumores, noites mal dormidas e vínculos cada vez mais ambíguos com os habitantes da cidade. Com uma escrita sensorial e imagética, Irka Barrios constrói um romance em que horror, desejo e degradação ambiental se entrelaçam de maneira hipnótica, criando uma atmosfera que aproxima o livro tanto do suspense psicológico quanto do insólito latino-americano contemporâneo.
PublishNews, Redação, 14/08/2026
A minhoca cega no labirinto (Record, 280 pp, R$ 79,90 — Tradução: Nut Traiphoomi), de Veeraporn Nitiprapha, é um livro que se lê tanto com os olhos como com os sentidos. Aqui, paladar e olfato se enlaçam às memórias mais profundas, trazendo à tona o que estava esquecido. Chareeya nasce numa casa à beira de uma tragédia. Sua chegada coincide com o instante em que a mãe descobre a infidelidade do pai e, antes mesmo de abrir os olhos, a menina carrega a ferida do abandono. Ela e a irmã, Chalika, crescem num lar feito de silêncios. E, como presságio, surge Pran, um órfão melancólico, alguém que parece destinado a se perder e, ainda assim, permanecer em cada lugar por onde passa. Entre encontros e desencontros, forma-se um triângulo amoroso. Por baixo dele correm rios de música, de flores e de comidas, além de desejos íntimos e ilusões políticas. O amor dos três nasce como algo inevitável, mas nunca simples, nunca inteiro.
PublishNews, Estevão Ribeiro, 14/08/2026
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