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PublishNews 19/10/2021
Há mais de 50 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial
PublishNews, Talita Facchini, 19/10/2021

Nesta terça-feira (19), a Feira do Livro de Frankfurt deu inicio à sua 73ª edição. A agenda começou logo cedo com a já tradicional Press Conference. Em seu discurso, Karin Schmidt-Friderichs, presidente da Associação Alemã de Editores e Livreiros, focou no mote dessa edição: como queremos viver nossas vidas? E ressaltou a importância dos livros, principalmente durante a pandemia. “O livro passou por um dos maiores testes da sua história. Editoras, livrarias e distribuidoras têm trabalhado muito para ficar perto de seus clientes e garantir que os livros cheguem às pessoas, apesar desses tempos difíceis”, disse compartilhando números que mostram que o mercado conseguiu se manter. Assim como no ano passado, Karin também falou sobre a censura, a importância de se ouvir a todos e ter empatia. Já Juergen Boos, presidente da feira, começou seu discurso falando dos desafios de construir a edição desse ano com um time reduzido. Segundo ele, a 73ª edição da feira coloca em foco uma indústria que se mostrou resiliente, mas ressaltou: “De volta aos negócios, no entanto, não quer dizer que as coisas estão ‘de volta ao normal’”. Boos frisou também o importante apoio do programa de financiamento do governo alemão, Neustart Kultur, e o intermédio de Monika Grütters, Comissária Alemã para a Cultura e a Mídia. “Isso nos permitiu dar aos nossos expositores segurança no planejamento. Além disso, grande parte do financiamento foi ou será usado para implementar nosso plano de higiene e segurança, para desenvolver e melhorar as ofertas digitais sustentáveis e para possibilitar a participação de expositores e visitantes”, explicou. Horas depois, a cerimônia de abertura – transmitida mais uma vez para o público que não pode estar presente no evento – aconteceu em formato de entrevista, sendo apresentada pela jornalista Mona Ameziane. Os primeiros a subirem ao palco foram novamente Juergen e Karin. A cerimônia contou ainda com a presença da prefeita de Frankfurt e da governadora do Canadá. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Talita Facchini, 19/10/2021

Antje Rávik Strubel na cerimônia do prêmio | © Reprodução YouTubeEm um evento em Frankfurt na noite dessa segunda (18), o German Book Prize – um dos mais importantes da Alemanha – anunciou a vencedora da sua edição de 2021. A escolhida foi a autora alemã Antje Rávik Strubel pelo livro Blaue Frau (Mulher azul), que descreve a fuga de uma jovem de suas próprias memórias sobre um estupro. A obra também aborda o poder que ainda hoje é distribuído de forma desigual entre homens e mulheres e destaca o auto empoderamento feminino. Segundo o júri, Antje escreve a história com “força existencial e precisão poética” e “consegue trazer à tona o que é inexprimível em uma experiência traumática”. Antje leva para casa o prêmio de € 25 mil (aproximadamente R$ 160,6 mil). Ela concorria com Norbert Gstrein, Monika Helfer, Christian Kracht, Thomas Kunst e Mithu Sanyal.

PublishNews, Suzana Vargas, 19/10/2021

Manoel de Barros | © Marcelo BuainainToquei a campainha da casa de Manoel de Barros ainda sem saber muito bem o que viera conversar com o poeta. Era uma casa de muros altíssimos, tijolos claros por fora, parecendo quase uma fortaleza a ser invadida, já que ele prezava muito a sua intimidade. Isso foi o que pensei naquele ano de 2003 ao adentrar o portão daquele homem tímido, que se recusava a dar entrevistas: “não tenho nada a dizer” era o que costumava declarar a jornalistas. Só que eu não era uma repórter, nem velha conhecida. Havia ido à sua casa pois ele era o homenageado de um evento que eu promoveria à noite na Universidade Federal de Campo Grande ao qual prometera comparecer, não sem antes me advertir de que não faria nenhum discurso, apenas autografaria seus livros. No fundo, ali, diante de sua porta, eu nutria secretamente alguma esperança de reverter o quadro e convencê-lo a dizer alguma coisa aos estudantes quando chegasse a hora. Mas por que estava ali? Não éramos amigos íntimos, mas nos conhecíamos há muito tempo, desde quando eu editava a Revista Poesia Sempre, da Biblioteca Nacional, e havia solicitado a ele que escolhesse alguns poemas entre éditos e inéditos para publicação, junto a uma espécie de dossiê que faríamos sobre sua obra. Pedia também uma foto para ilustrar a seção. A conversa por carta (uns cartões que ele me enviava com sua letra mínima) e por telefone se estendeu muito além das solicitações e se transformou em intensidade depois que eu enviara um livro de poemas para sua apreciação. Mas a intimidade maior ficou por conta de um pedido que lhe fiz, em nome da editoria, que enviasse alguma fortuna crítica sobre sua obra. Me surpreendeu que me pedisse para escrever o texto de apresentação, dizendo que não tinha exatamente a quem solicitar a tarefa e não gostaria de “dar trabalho a ninguém”. Enfim! Esse era ele... Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desse artigo.

PublishNews, Redação, 19/10/2021

A editora Planeta abiu duas vagas visando expandir e desenvolver seu negócio digital de e-books e audiolivros. A primeira vaga, para coordenador de negócios digitais, pede que os candidatos tenham graduação concluída nas áreas de Administração, Marketing e Comercial; Excel avançado; experiência mínima de dois anos em cargos de Marketing Digital, Comércio Digital ou realizando atividades como: relacionamento, atenção e negociação com clientes; estimativa de orçamento; estabelecimento de metas de vendas; e análise do comportamento de vendas. É preciso também saber lidar com gestão de e-books e audiolivros, ter conhecimento geral de conteúdo contratual e de formatos e terminologias digitais (e-pub, e-book, áudios). A segunda vaga é para coordenador comercial e de novos negócios. Os requisitos incluem formação superior, habilidades para falar em público; alto poder de convencimento e experiência no pacote Office-MS. É desejável também domínio das línguas inglês e espanhol. O contratado deve ter capacidade de estruturar e realizar apresentações em público, excelente trânsito interdepartamental para dialogar e obter apoio das áreas de Produção, Editorial e Adm, de forma que transforme projetos em ações bem-sucedidas. É preciso também ter gosto por leitura e facilidade para dialogar com autores e autoras de diferentes correntes ideológicas, étnicas e religiosas, para poder construir soluções que atendam os públicos de cada segmento de forma plenamente satisfatória. Os currículos devem ser enviados para o e-mail selecao@grupoplanetabrasil.com.br.

PublishNews, Redação, 19/10/2021

Começa nesta terça (19), a quarta edição da Festa Literária da Penha (Flipenha) com uma programação totalmente gratuita e com atividades presenciais e on-line. Homenageando a escritora Carolina Maria de Jesus, a abertura do evento acontece logo mais, às 19h, Centro Cultural Penha (Largo do Rosário, 20 - São Paulo / SP), com a participação de autoridades como a Secretária Municipal de Cultura, Aline Torres, e a professora Vera Eunice, filha de Carolina Maria de Jesus. A Festa segue até o dia 23 com mesas de debate sobre temas como preconceito linguístico e o protagonismo feminino na literatura, além de peças teatrais, contação de histórias, bate-papo com escritores, saraus, uma oficina de escrita criativa e uma feira de livros, que será montada no Largo do Rosário no dia do encerramento. Já a programação on-line, que você confere clicando aqui, será transmitida pelo canal da Flipenha no YouTube.

PublishNews, Redação, 19/10/2021

Até dezembro, o Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), o Goethe-Institut e o Escritório do Livro e Coordenação das Mediatecas Francesas da Embaixada da França no Brasil realizam o evento Invenção & Imaginação – Arte e ciência em diálogo. Entre mesas que homenagearão os pensadores e escritores Johannes Kepler, Jules Verne, Marie Curie e Fritz Lang, a iniciativa também oferece cursos de formação de professores, além de 12 encontros virtuais e dois fóruns literários. A segunda edição desse Fórum acontece nesta quarta (20), às 19h, com a participação do ilustrador Roger Mello. Nessa conversa, Roger irá compartilhar seus processos de criação e explicar como desenvolve suas histórias. Falará também sobre o seu fascínio pelas expedições científicas do século XVIII e XIX, sobre seus cadernos de viagens e sobre o encontro das artes visuais, da literatura e da ciência em sua obra. O bate-papo será transmitido pelos canais da Cooperação Cultural Franco Alemã no Rio (CCFA Rio) e do Instituto de Arte Tear, no YouTube.

PublishNews, Redação, 19/10/2021

A autora Zakiya Dalila Harris atuou por três anos no mercado editorial, tempo suficiente para conhecer as hierarquias de classe veladas em um ambiente de trabalho majoritariamente branco. Ela se utilizou dessa vivência para escrever seu romance de estreia, A outra garota negra (Intrínseca, 384 pp, R$ 69,90 – Trad.: Flávia Rössler e Maria Carmelita Dias). Na obra, Nella Rogers está cansada de ser a única funcionária negra da editora Wagner Books. Quando já não aguenta mais se sentir deslocada e lidar com as microagressões no ambiente de trabalho, o destino parece enfim presenteá-la com uma aliada: outra garota negra, Hazel, passa a trabalhar na baia ao lado da sua. Porém, à medida que Hazel ganha influência e atenção no escritório, Nella vai se sentindo deixada de lado. É então que bilhetes misteriosos começam a aparecer em sua mesa, com um aviso: 'Saia da Wagner. Agora'. Sem saber quem está por trás das mensagens hostis, Nella entra em uma espiral de obsessão e paranoia. E, conforme outras situações desconfortáveis passam a dominar seus dias, a jovem vê sua rotina ser tomada por um clima de pesadelo e percebe que pode haver muito mais em jogo do que apenas sua carreira. Com uma narrativa inteligente e fora do comum, Zakiya Dalila Harris apresenta em A outra garota negra uma crítica social necessária e um thriller apontado como uma mistura dos filmes O diabo veste Prada e Corra!

PublishNews, Redação, 19/10/2021

Vitória nasceu em Angola, mas foi criada em Portugal pelos avós. A infância, que está longe de idílica (por causa do racismo e da condição de exilada), esconde um trauma: ela nunca conheceu a mãe, uma revolucionária angolana. A poucos meses do seu casamento, Vitória então foge para Angola, à procura da mãe e da sua identidade — pessoal, racial, cultural e até sexual. Desembarca numa Luanda em pleno século XXI — terra de contrastes sociais gritantes, em que o automóvel importado desfila ao lado das cenas mais medonhas de fome e desamparo. Mas é fora de Luanda que Vitória vai se defrontar com seu passado. Será em Huambo, uma das maiores cidades do país, que parece representar uma Angola mágica e mística, que a personagem vai descobrir novas pistas sobre suas origens. Narrado com eletricidade, o romance Essa dama bate bué (Todavia, 200 pp, R$ 62), escrito por Yara Nakahanda Monteiro, embaralha saudavelmente as formas e as expectativas: é uma história de amor e de guerra, um conto contemporâneo que lida com o passado e ainda um chamado à independência das mulheres como seres políticos.

“Um livro pode ampliar nossa visão, abrir novos mundos e nos mostrar outras formas de viver.”
Karin Schmidt-Friderichs
Presidente da Associação Alemã de Editores e Livreiros
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Rebeldes têm asas
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Amor & gelato
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Vermelho, branco e sangue azul
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Mais esperto que o diabo
7.
A garota do lago
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Mentirosos
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Os sete maridos de Evelyn Hugo
10.
My Hero Academia - Vol 1
 
PublishNews, Redação, 19/10/2021

A protagonista de Este não é o seu lar (Tordesilhas, 136 pp, R$ 35 – Trad.: Fernanda Cosenza) é uma mulher negra britânica, não nomeada, que trabalha no mercado financeiro e acabou de receber uma promoção. Reconhecimento por seu desempenho ou pretensa diversidade? Ela está se preparando para a comemoração do aniversário de casamento dos pais do namorado – branco –, que ocorrerá na casa de campo da família, no interior da Inglaterra. Lá, ela irá conhecer o restante dos amigos e parentes do parceiro, adentrando, assim, ainda mais a sociedade de classe média inglesa. Em meio a novidades à primeira vista empolgantes, a narradora descobre algo que pode mudar sua vida – ou simplesmente acabar com ela. É hora de tomar uma decisão. Este não é o seu lar é o romance de estreia de Natasha Brown. Ideal para feministas e leitores interessados em discussões de gênero, raça e classe.

PublishNews, Redação, 19/10/2021

Maverick Carter sabe que um homem de verdade cuida da própria família. Como filho de uma ex-lenda da gangue King Lords, Mav faz isso da única maneira que conhece: vendendo drogas. O dinheiro serve para ajudar a mãe, que trabalha em dois empregos para sustentar a casa enquanto o pai está na prisão. Com apenas 17 anos, sabe que sua vida não é perfeita, mas com uma namorada de tirar o fôlego e um primo superprotetor, Mav tem tudo sob controle. Ou melhor, tinha... até descobrir que é pai de um bebê de três meses. Conciliar a vida nas ruas, os estudos e ainda ser um bom pai não é tarefa fácil. Ainda mais com Iesha, a mãe do bebê, deixando todo o trabalho em suas mãos. Por isso, quando tem a chance de dar um rumo diferente a sua vida, Maverick aproveita. Em um mundo que espera sua derrota, Mav quer provar que é diferente. Uma rosa no concreto (Galera, 308 pp, R$ 44,90 – Trad.: Thais Britto), de Angie Thomas, oferece uma visão sincera e delicada sobre a masculinidade negra, tanto de jovens quanto de adultos.

 
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