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PublishNews 12/11/2020
Há 49 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial. Faz entregas e coletas em editoras, distribuidoras, livrarias, gráficas e grandes redes. A área de atuação atualmente engloba São Paulo (Capital), grande São Paulo, Jundiaí, Campinas e todo o estado do Rio de Janeiro.
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei, mas atender a todos os seus clientes com a mesma atenção e respeito!
PublishNews, Redação, 12/11/2020

Maju Coutinho | © Globo / Fabio RochaA jornalista Maria Júlia Coutinho - âncora do Jornal Hoje, da TV Globo - será a mestre de cerimônias da solenidade de revelação e entrega das estatuetas aos vencedores da 62ª edição do Prêmio Jabuti, marcada para 26 de novembro, às 19h, com transmissão pelo Facebook e YouTube da CBL. No evento virtual, será conhecido o grande vencedor de 2020, que receberá o prêmio de Livro do Ano, os vencedores de cada uma das 20 categorias e será prestada uma homenagem à Personalidade Literária: a escritora Adélia Prado. Cada um dos autores e editoras vencedores recebem a estatueta do Prêmio Jabuti. Os autores de cada uma das 20 categorias levarão também o prêmio em dinheiro no valor de R$ 5 mil (exceto para Livro Brasileiro Publicado no Exterior, em que as editoras recebem a estatueta). E o autor premiado com o Livro do Ano recebe R$ 100 mil. A lista com os cinco finalistas de cada categoria do prêmio está disponível no site do Jabuti.

PublishNews, Redação, 12/11/2020

Agrupadas, as livrarias Leitura, da Travessa, da Vila e Martins Fontes têm mais de 120 pontos de vendas de livros no país. E elas se juntaram para lançar a campanha #TudoComeçaNaLivraria, que quer criar um movimento para atrair visitantes às livrarias físicas, após quatro meses de estabelecimentos fechados por conta da pandemia de covid-19. A campanha vai ao ar nesta quinta-feira (12) com o apoio da Câmara Brasileira do Livro (CBL), da Associação Nacional de Livrarias (ANL) e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL). Com a campanha, os organizadores e apoiadores querem reforçar o protagonismo das livrarias como ponto de conexão entre livreiros, autores, editores, distribuidores e leitores. Esta é a segunda campanha com este mesmo escopo a ir pro ar. Recentemente, a ANL lançou a #EuNaLivraria com o mesmo propósito.

PublishNews, Leonardo Neto, 12/11/2020

A Biblioteca Mário de Andrade é um dos cartões postais da capital paulista | © DivulgaçãoSão Paulo é a última cidade da série PN nas Eleições. O objetivo da série é mapear, nos planos de governo dos quatro candidatos mais bem-colocados em pesquisas de intenção de votos, propostas relativas ao universo do livro, leitura e bibliotecas. Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre foram as outras cidades escolhidas pela nossa redação. As quatro cidades concentram boa parte da produção editorial no Brasil. Na capital paulista, foram considerados os quatro primeiros colocados na pesquisa Datafolha do último dia 06: Bruno Covas (PSDB), Celso Russomano (Republicanos), Guilherme Boulos (PSOL) e Marcio França (PSB). Clique no Leia Mais para conferir as propostas de cada um dos candidatos.

PublishNews, Leonardo Neto e Talita Facchini, 12/11/2020

Autor de vasta obra dedicada predominantemente a jovens e crianças e atual presidente da União Brasileira de Escritores (UBE), Ricardo Ramos Filho está nas lentes do PublishNews Entrevista desta semana, programa da PublishNewsTV que quer formar um arquivo da memória editorial brasileira. Filho de Ricardo Ramos e neto de Graciliano Ramos, em sua conversa com André Argolo ele falou sobre o início "tardio" no ramo da literatura. "Em um determinado momento da vida, todo jovem se pergunta ‘o que vou ser quando crescer?’ e a resposta que eu dei pra mim mesmo foi ‘qualquer coisa menos escritor’. Ser escritor na minha família é falta de imaginação", disse. E assim, pensando em fazer algo que fosse o mais diferente possível de escrever, escolheu a matemática e confessa: "Era o medo de ser comparado com Graciliano, medo de ser comparado com meu pai, com o Ricardo Ramos, o medo de que se eu viesse a escrever, eu não teria um caminho fácil”, contou, admitindo que mesmo assim, sempre teve vontade de escrever, carreira que assumiu tardiamente, quando ficou "mais maduro para poder lidar com críticas”. A conversa sobre a família rendeu mais alguns minutos da conversa. A obra do avô deve entrar em domínio público em 2024. “Se depender de mim, vou brigar muito para que não entre em domínio público”, alertou o herdeiro que se antecipou e firmou um contrato com a Record que continuará pagando os direitos autorais à família até 2029. “Por diversas razões sou absolutamente contra o domínio público do jeito como ele existe hoje, por exemplo, queria entender aonde está o domínio público quando uma obra vai para o domínio público e ao invés de se pagar os 10%, 15% que se paga para a família do autor, o dinheiro fica inteiro para a editora”, critica. "Setenta anos passou a ser pouco tempo dentro de uma expectativa de vida maior. Graciliano vai fazer 70 anos de morte, mas ele ainda tem filha viva, nora viva [que dependem dessa receita para sobreviverem]", completou. Clique no Leia Mais para assistir ao episódio do PublishNews Entrevista, oferecido pelo #coisadelivreiro.

PublishNews, Redação, 12/11/2020

Um olhar atento na capa de O Ickabog, lançado no último dia 10 de novembro, mostra que o novo livro de J. K. Rowling não é a única novidade da Rocco nesta semana. A editora acaba de lançar sua nova marca, conectando um legado de 45 anos com sua visão de futuro. O rebranding, liderado por João Paulo Rocco e Bruno Zolotar, é assinado pela Packaging Brands e busca se comunicar com o público por meio de uma linguagem mais emocional, que represente a essência e propósito da marca de uma das editoras mais tradicionais do país. Além da modernização da marca principal, que vai figurar nas capas dos livros, toda a estrutura anterior de selos foi substituída por um sistema de marcas unificadas, para fortalecer a marca principal. A produção para os pequenos (0 a 9 anos) passa a receber o selo Rocquinho, e os títulos voltados para jovens (10 a 14 anos) e Young Adult (15+), fantasia e thrillers mantém a marca Rocco, mas ganham logo mais descontraídas, com acréscimos de ícones como um sorriso e as estrelas que remetem à mágica de Harry Potter. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 12/11/2020

A Arqueiro lança este mês uma nova coleção, a Pop Chic. Inspirada nos modelos populares dos EUA e Europa, a coleção chega com o intuito de ampliar o acesso aos livros e publicará uma seleção dos títulos mais vendidos da editora carioca com novas capas, um novo projeto gráfico e preços mais baixos. “A Pop Chic é uma maneira de reafirmar a nossa crença de que milhões de brasileiros desejam ler – e ler mais – e que o farão se oferecermos livros leves e fáceis de carregar, impressos em papel de qualidade, com texto em tamanho agradável aos olhos e preços acessíveis”, explica Tomás da Veiga Pereira, um dos sócios da Arqueiro. A cada mês serão relançados, em média, dois livros do catálogo, que inclui suspenses, romances, títulos de fantasia e terror escritos por autores populares. O lançamento da nova coleção é marcada pela chegada de novas edições de cinco títulos: Origem (560 pp, R$ 36,90), de Dan Brown; O melhor de mim (352 pp, R$ 29,90), de Nicholas Sparks; Segredos de uma noite de verão (384 pp R$ 29,90), de Lisa Kleypas; O príncipe dos canalhas (384 pp, R$ 29,90), de Loretta Chase e Dossiê Pelicano (432 pp, R$ 36,90), de John Grishmam. Segundo Tomás, o plano é lançar mais de 60 livros pela coleção nos próximos dois anos.

PublishNews, Redação, 12/11/2020

Além de uma carta escrita por Neil deGrasse Tyson especificamente para a edição brasileira, o livro Respostas de um astrofísico (Record, 272 pp, R$ 49,90 – Trad.: Nicolas Pettengill) reúne em um só volume perguntas feitas ao autor sobre assuntos importantíssimos e que despertam a curiosidade de todas as pessoas: a origem do universo, o fim do mundo, vida, morte, vida após a morte, astronomia, alienígenas, teorias da conspiração, terrorismo, racismo, religião, fé, filosofia, cultura, educação, política, ciências, pseudociências e muito mais. Cientista influente e aclamado em todo o mundo, Neil deGrasse Tyson é diretor do Planetário Hayden, no Museu Americano de História Natural, em Nova York, além de apresentador da série de TV Cosmos, da NatGeo, e do programa StarTalk Radio. Em Respostas de um astrofísico, ele se baseia em perspectivas cósmicas para abordar uma vasta gama de questões. Suas respostas diretas, esclarecedoras e, às vezes, irônicas refletem sua popularidade e posição de destaque como educador e divulgador da ciência. Neste livro, ele compartilha suas emoções, dúvidas e esperanças, enquanto responde à pergunta que está por trás de todas as outras: qual é o nosso lugar no universo?

PublishNews, Redação, 12/11/2020

De repente, você percebe que há algo diferente com aquela pessoa de quem tanto gosta, ou até mesmo que algo em você não se enquadra na preconizada "normalidade". A princípio, a dificuldade para aprender, para socializar ou para realizar tarefas cotidianas parece natural. Com o passar do tempo, porém, esses obstáculos começam a se acumular e a tornar a vida da pessoa mais sofrida, mais estressante e mais difícil do que seria razoável – um sofrimento que atinge também a vida das pessoas que convivem com ela. Foi pensando em esclarecer essa e muitas outras dúvidas que o psicanalista Paulo Mattos escreveu No mundo da lua: 100 perguntas e respostas sobre o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) (Autêntica, 272 pp, R$ 59,80). Na obra lançada originalmente em 2000, o autor reuniu as principais perguntas feitas pelos pais, cônjuges, profissionais de saúde, educadores, portadores e outras tantas pessoas que convivem com o transtorno. A 17ª edição -- as anteriores foram todas esgotadas--, que chega agora ao mercado, traz um conteúdo revisado e ampliado pelo autor que é uma autoridade mundial no assunto e responsável pela publicação de mais de uma centena de artigos científicos.

“Precisamos, desesperadamente, de mais livrarias.”
Alexandre Martins Fontes,
Dono da Martins Fontes Paulista em entrevista ao Estadão
1.
Manifesto da autoestima
2.
Mais esperto que o diabo
3.
Box Harry Potter
4.
Decida vencer
5.
A sutil arte de ligar o foda-se
6.
A força do sangue de Jesus
7.
Do mil ao milhão
8.
Sol da meia-noite
9.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
10.
O poder da autorresponsabilidade
 
PublishNews, Redação, 12/11/2020

Publicação que marca o lançamento do selo Saberes e práticas da editora Papel Social, População LGBTI+, vulnerabilidades e pandemia da covid-19 (220 pp, R$ 59) é resultado de pesquisas teóricas e empíricas que analisam as vulnerabilidades e a vida dessa população em meio à pandemia da covid-19 no Brasil. Nos 18 artigos presentes na obra organizada por Antonio Deusivam de Oliveira, os autores perpassam temas como saúde mental, desemprego, violência doméstica, LGBTfobia, conservadorismo, crise econômica, entre outros. É uma obra ampla que procura dar voz a essa população historicamente marginalizada. Os textos perpassam a questão da pandemia em si, porque aborda temas sofridos pela população LGBTQI+ antes mesmo da atual crise sanitária, mas que se amplia diante do novo contexto.

PublishNews, Redação, 12/11/2020

A uberização, conceito abordado, definido e expandido na obra, é um processo de individualização e invisibilização das relações de trabalho, que assumem a aparência de “prestação de serviços”, obliterando relações de assalariamento e de exploração. Uberização, trabalho digital e indústria 4.0 (Boitempo, 336 pp, R$ 59) investiga como a introdução das tecnologias de informação e comunicação (TIC) no mundo produtivo funciona para aumentar o cenário de precarização do trabalho – prescindindo de salários e reduzindo pagamentos, ampliando o controle sobre e a competição entre os trabalhadores – por meio de análises de diferentes setores produtivos impactados pelo trabalho digital e pela Indústria 4.0, como o trabalho de entregadores de aplicativos, a indústria automobilística, o setor bancário e os setores de telemarketing e call-center. Organizada por Ricardo Antunes, professor da Unicamp e sociólogo do trabalho, a obra traz 19 artigos de pesquisadores e pesquisadoras, brasileiros e estrangeiros, que investigam, em diferentes setores, os impactos sociais decorrentes da expansão do universo maquínico-informacional-digital.

 
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