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PublishNews 25/08/2020
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PublishNews, Redação, 25/08/2020

A Câmara Brasileira do Livro (CBL), o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e a Nielsen Book divulgaram na manhã desta terça-feira (25) os resultados da pesquisa Conteúdo Digital do Setor Editorial Brasileiro. O estudo tem por base o ano de 2019 e busca entender a produção e a venda de produtos digitais: e-books e audiolivros nos mais diversos modelos de negócios admitidos pelos formatos. O faturamento apurado com a venda destes produtos alcançou os R$ 103 milhões, o que representa crescimento de 140%, quando comparado com o registrado na ocasião do Censo do Livro Digital de 2016. Considerando a inflação (IPCA), este crescimento é de 115%. A cifra representa 4% do faturamento total apurado pela pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro referente ao ano de 2019 e que computa as vendas de livros físicos. É um número relativamente maior ao apresentado pelo Censo do Livro Digital (1,09%). Os e-books são responsáveis por 98% deste faturamento e os audiolivros por 2%. Do faturamento total, R$ 71 milhões foram apurados com a venda à la carte e outros R$ 32 milhões vieram de outros modelos de negócio: bibliotecas virtuais (R$ 28 milhões), cursos on-line (R$ 2,5 milhões), subscrição (R$ 792 mil) e conteúdo fracionado (R$ 15 mil). De acordo com as editoras pesquisadas, no ano passado, foram comercializados 4,7 milhões de unidades, sendo 96% no formato de e-books e 4% de audiolivros. Quando observado apenas o faturamento, os e-books foram responsáveis por 99% das receitas. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta nota.

PublishNews, Matheus Perez, 25/08/2020

Olavo Bilac em 1904 entrou numa discussão que um tanto tem a ver com o atual debate em torno da taxação do livro. Na época, o repórter João do Rio havia publicado um artigo na Gazeta de Notícias intitulado “O Brasil lê”. O analfabetismo na época atingia cerca de 74% da população e Bilac discordou explicando que o brasileiro não lia “pela razão única e exclusiva de não saber ler”. Citando as tiragens que raramente esgotavam da Garnier, uma das principais editoras da época, retrucou: “Que o meu bom amigo João do Rio ponha a mão na consciência — se é que alguém pode pôr a mão nessa imaterial senhora — e diga com franqueza, se é ou não verdade que nós vivemos a escrever quase que exclusivamente para os oficiais do mesmo ofício”. Há muitas razões para o distanciamento entre o brasileiro e a leitura. Na tentativa de reverter este estado, em 1946, Jorge Amado, que era deputado constituinte, propôs uma emenda que concedia ao papel usado para publicar livros imunidade tributária. A imunidade foi estendida ao livro em 1967 e enfim garantida na atual constituição de 1988. Estas políticas foram úteis para popularizar o livro e torná-lo mais acessível, mas a atual proposta pode comprometer esse avanço. Hoje temos 97% das crianças e adolescentes entre 7-14 anos matriculados nas escolas. Se o livro ainda é visto como um objeto consumido pela elite, este é justamente o momento de mudar isso e investir na educação destas crianças e na formação de leitores. Embora tenhamos avançado em alguns pontos desde a época de Bilac, a medida de taxação pode ser um passo atrás para a transformação que queremos na educação. Clique no Leia Mais e confira a íntegra do artigo de Matheus Perez.

PublishNews, Luciana Pinsky, 25/08/2020

Estávamos no café da manhã, olhos ainda semiabertos, pão e manteiga. Barulho. Um confronto. O pássaro não percebeu o vidro, caiu, agonizante. Mas como, se poucos segundos antes ele estava animadíssimo cantando na amoreira? "Ele vai ficar bom?", perguntou o menino, já temendo a resposta. "Não, meu querido". Nunca a morte estivera tão perto. Sim, sabia de sua existência, de sua inevitabilidade até. Mais do que isso: já ouviu sobre familiares que tivera, que chegara a conhecer, mas que não estavam mais, a não ser na mesa da sala, em fotos e na memória. Memória dos pais, porque para ele eram abstrações de parentes. Também sabe que todos estamos presos em casa para fugir de uma doença que vem matando no mundo inteiro. Mas até agora ninguém de seu convívio. Na crônica deste mês, Luciana Pinsky relata o primeiro contato de uma criança com a morte e o ritual de despedida que se segue. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra desta coluna.

PublishNews, Redação, 25/08/2020

Na próxima segunda-feira, dia 31 de agosto, a Dublinense completa 11 anos e, para celebrar a data, a editora colocou 50 livros de todas as suas épocas em promoção, pelo valor de R$ 11 cada. A ação vai durar até o aniversário da editora e a lista dos livros com desconto pode ser conferida em dublinense.com.br. Lembrando que, apesar da greve dos Correios, as entregas da editora seguem acontecendo através de transportadoras e que o livreiro virtual da Dublinense atende e dá dicas personalizadas sobre os livros no Inbox das redes sociais ou através do WhatsApp (51) 8245-6682. A Dublinense foi fundada pelos editores Gustavo Faraon e Rodrigo Rosp e publica obras de ficção e não ficção literárias, além de manter uma linha de publicações sobre psicanálise.

PublishNews, Redação, 25/08/2020

Em mais uma edição virtual, o Passaporte: Literatura, projeto do Goethe Institut São Paulo, recebe nesta sexta-feira (28), às 19h, Andrea del Fuego e Tiago Novaes, dois nomes da ficção brasileira atual. No bate-papo, os dois falarão sobre seus livros, processos de escrita, sobre suas leituras e as relações com autores de língua alemã. Andréa é formada em filosofia pela USP e autora de oito livros. O romance Os Malaquias, vencedor do Prêmio José Saramago, foi publicado na Alemanha, Israel, Itália, França, Romênia, Suécia, Portugal e Argentina. Atualmente, Andrea pesquisa a obra de Raduan Nassar. Já Tiago é escritor, professor de criação literária e doutor em Psicologia pela USP. Escreveu Dionisio em Berlim (Quelônio), Os amantes da fronteira (Dobra) Documentário (Funarte), dentre outras obras. A conversa será transmitida pela página do Goethe Institut no Facebook.

PublishNews, Redação, 25/08/2020

Este ano, o FestFronteira, festival literário idealizado pelo escritor Rodrigo Tavares que acontece anualmente na cidade de Bagé, no interior do Rio Grande do Sul, será on-line. Desta terça-feira (25) até a próxima quinta (27), o evento seguirá o mais próximo do original, mantendo os objetivos das edições anteriores: o tom descontraído, a aproximação do leitor e escritor e a formação de público. Além disso, a programação buscou priorizar autores de outros estados, uma vez que no evento presencial, que é totalmente independente, há dificuldade de levá-los a Bagé. Às 20h, o evento começa com a mesa Um retrato de Machado de Assis: entre ficção e história, que contará com a participação de Roberta Flores Pedroso e José Almeida Júnior. Amanhã, no mesmo horário, o escritor JoseĢ Francisco Botelho e o tradutor Paulo Raviere debatem o tema Do Pampa ao Sertão e na quinta (27), também às 20h, a mesa Literatura e deslocamento encerra a programação. A conversa terá a participação de Débora Ferraz e Bruno Ribeiro. O evento será transmitido pelo canal de Tavares no YouTube. O FestFronteira Literária é organizado com a ajuda dos escritores Fernando Risch e José Francisco Botelho, além da parceria da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), através da professora Vera Medeiros.

PublishNews, Redação, 25/08/2020

O filósofo e escritor Paul B. Preciado apresenta, em Um apartamento em Urano (Zahar, 320 pp, R$ 69,90 – Trad.: Eliana Aguiar), uma seleção das suas “crônicas da travessia”. Produzidos na última década, a maioria em quartos de hotel ou aeroportos, os textos acompanham seu processo de transição de gênero e podem ser lidos como um diário dessa passagem. “Não sou um homem. Não sou uma mulher. Não sou heterossexual. Não sou homossexual. Tampouco sou bissexual. Sou um dissidente do sistema sexo-gênero. Sou a multiplicidade do cosmos encerrada num regime político e epistemológico binário gritando diante de vocês”, diz na obra. Com sua escrita marcante, o filósofo espanhol analisa processos contemporâneos centrais de mutação política, cultural e sexual, como as novas formas de violência masculina, o assédio a crianças trans, os EUA de Trump, a apropriação tecnológica do útero e o trabalho sexual.

PublishNews, Redação, 25/08/2020

Conhecida por seus poemas e pelo romance A redoma de vidro, Sylvia Plath escreveu desde muito cedo para revistas e jornais literários, mas seus textos passaram a ser organizados em livro somente 15 anos após a sua morte. Johnny Panic e a bíblia de sonhos (Biblioteca Azul, 464 pp, R$ 59,90 – Trad.: Ana Guadalupe), com apresentação da escritora canadense Margaret Atwood, reúne os contos reproduzidos na primeira publicação deste livro, em 1977, outros posteriormente liberados pela mãe da autora, além de textos jornalísticos e trechos de seus diários. Os textos que compõem a obra cobrem um período de 14 anos — os mais antigos são de quando a autora tinha 17 anos e o último, Blitz de neve, detalha os últimos dias de vida de Sylvia. Esse intervalo permite que o leitor acompanhe o desenvolvimento da prosa de Plath desde a adolescência até a época em que publicou seu único romance e escreveu seus últimos poemas.

“E só escrevo o que eu vejo.”
Cristovão Tezza
Escritor brasileiro
1.
Sol da meia-noite
2.
Pai rico, pai pobre - Edição de 20 anos
3.
O tempo da felicidade
4.
Box Harry Potter
5.
Coleção especial Anne de Green Gables
6.
Decida vencer
7.
Mais esperto que o diabo
8.
Textos cruéis demais para serem lidos rapidamente
9.
O fim em doses homeopáticas
10.
Textos cruéis demais para serem lidos rapidamente: Onde dorme o amor
 
PublishNews, Redação, 25/08/2020

A Guerra Franco-Prussiana (1870-1871) deixou marcas profundas na história dos franceses. Derrotada, a França teve seu território invadido e as humilhações impostas pelos soldados prussianos ecoariam por muito tempo na cultura francesa. Não por acaso, diversos dos textos que compõem a obra Contos (Editora Unesp, 152 pp, R$ 48 – Trad.: Fabio Stieltjes Yasoshima), de Guy de Maupassant, trazem o episódio como tema ou como pano de fundo: o escritor e poeta fora voluntário na batalha, e contos como Srta. Fifi, Dois amigos e o célebre Bola de Sebo acertariam contas com o traumático conflito. Um dos grandes mestres do conto, Maupassant também flertava com o grotesco e com o lado obscuro da mente humana, facetas que se encontram em textos como O Horla, História de um cão, A morta, A mãe de monstros e Miss Harriet, que completam esta coletânea. Contos integra a coleção Clássicos da Literatura Unesp.

PublishNews, Redação, 25/08/2020

Herdando uma biblioteca (Ateliê Editorial, 192 pp, R$ 42), do escritor paranaense Miguel Sanches Neto, reúne crônicas que falam de leituras, das bibliotecas que herdamos e que deixamos de herança, daquelas que existem na realidade e das outras, às vezes melhores, que só persistem em nossa imaginação. Num certo sentido, o livro é uma continuação – ou desdobramento – do romance autobiográfico de Sanches Neto, Chove sobre minha infância. Os temas que lá estão reaparecem nesta obra e o diálogo entre as duas é notável a cada passagem. Miguel lembra de saída que, órfão precoce de pai analfabeto, não poderia ter herdado livros. Restava então desvelá-los no quotidiano precário da Peabiru da infância, da banca de jornais que vendia alguns poucos volumes, na descoberta espantosa de livrarias e sebos em outras cidades. Junto com a versão revista e ampliada de Herdando uma biblioteca, Miguel Sangues Neto também lança Museu da infância eterna (176 pp, R$ 40), que abordam a memória infantil.

 
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