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PublishNews 20/07/2020
Editora focada em publicações Jurídicas e Literárias, Prestação de Serviços para Produção Editorial e Gráfica, como foco na Divulgação, Distribuição e visibilidade para o autor em todo o mercado editorial nacional
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei, mas atender a todos os seus clientes com a mesma atenção e respeito!
Empresa oferece suporte em todas as fases da produção editorial e gráfica do projeto do seu livro
PublishNews, Redação, 20/07/2020

Em janeiro passado, aportou aqui no Brasil a BlinkLearning, plataforma espanhola que une soluções tecnológicas para a educação, oferecendo a editoras a possibilidade de produção, adaptação e distribuição de seus conteúdos digitais. Nesta semana, Gabriel Meirelles, country manager da BlinkLearning no Brasil, participou do Podcast do PublishNews para revelar os planos da empresa no País. Já em plena operação na Espanha e em países da América Latina, a BlinkLearning conta com o suporte de cerca de 100 editoras – entre elas grandes conglomerados editoriais internacionais como Macmillan, Pearson, Santillana, SM e Oxford University Press – e agora quer angariar nomes nacionais para compor o seu catálogo. Atualmente, no mundo, a BlinkLearning está presente em 11 mil escolas, atendendo a mais de 1,5 milhão de alunos que têm acesso a 25 mil títulos em 13 idiomas. No Brasil, a plataforma já é utilizada por escolas de idiomas ou bilíngues, mas, com o crescimento do catálogo em português do Brasil, a ideia é que escolas regulares também passem a usar a solução. Para as editoras, a BlinkLearning oferece a digitalização dos conteúdos, podendo acrescentar a eles exercícios e atividades interativas, além de colocar os títulos à venda na sua loja on-line. O Podcast do PublishNews é um oferecimento da Metabooks, a mais completa e moderna plataforma de metadados para o mercado editorial brasileiro e da UmLivro, novo modelo de negócios para o mercado editorial: mais livros e mais vendas. Você também pode ouvir o programa pelo Spotify, iTunes, Google Podcasts, Overcast e YouTube. Clique no Leia Mais para ouvir o programa.

PublishNews, Redação, 20/07/2020

A Companhia das Letras anunciou no fim da última semana que passará a publicar a obra de Carolina Maria de Jesus, que ficou conhecida pelo livro Quarto de despejo: Diário de uma favelada (1960), organizado pelo jornalista Audálio Dantas e publicado pela Editora Ática. Nascida em Sacramento (MG), em 1914, a escritora viveu a maior parte da vida em São Paulo (na favela do Canindé, em Santana e em Parelheiros) e exerceu diversos trabalhos informais. Em cadernos que encontrava no lixo, deixou uma extensa produção literária. Mas muitos de seus escritos permanecem inéditos ou fora de circulação há décadas. A Companhia, irá recuperar os textos de Carolina a partir dos cadernos originais, espalhados por diversos acervos pelo Brasil. O projeto da editora incluirá diversos títulos, como escritos memorialísticos, romances, poesia, música, teatro e narrativas curtas, entre outros. A edição da obra será supervisionada por um conselho editorial composto por Vera Eunice de Jesus, filha de Carolina, pela escritora Conceição Evaristo e pelas pesquisadoras Amanda Crispim, Fernanda Felisberto, Fernanda Miranda e Raffaella Fernandez. O primeiro lançamento será Casa de alvenaria, parte integrante da série Cadernos de Carolina, que publicará os diários da escritora. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 20/07/2020

O livro de Mary Trump, sobrinha de Donald Trump, vendeu mais de um milhão de cópias em seu primeiro dia nas vitrines dos EUA, informou a Simon & Schuster, editora da obra nos EUA. Too Much and never enough: How my family created the world's most dangerous man (Muito e nunca suficiente: como minha família criou o homem mais perigoso do mundo, em tradução livre), é o primeiro retrato pouco agradável do presidente, por parte de um membro de sua família. No livro, Mary acusa o tio de ser arrogante e ignorante, cuja personalidade se encaixa nos critérios clínicos do narcisismo. A Simon & Schuster encomendou a impressão de mais cópias do livro, que chegarão a 1,15 milhão apenas para o mercado americano. O ator Mario Frias completou um mês no cargo de Secretário Especial da Cultura. O Globo classificou este primeiro mês como uma “lua de mel”, já que até o momento Frias trilhou um caminho bem menos turbulento em seus primeiros dias na secretaria do que sua antecessora, Regina Duarte, tanto por contar com mais apoio da chamada ala ideológica quanto pelo próprio momento político em que assumiu. Frias também se encontrou com Sérgio Camargo, presidente da Fundação Palmares – o que agradou à base ideológica – e aderiu ao protocolo governista de dispensar máscara em público. Se de um lado Frias tem o apoio do governo, do outro, representantes do setor cultural temem paralisação da Rouanet durante a sua gestão. Segundo a Folha, desde o dia 2 – quando o novo secretário demitiu nomes indicados por Regina Duarte – nenhum projeto da Rouanet foi publicado no Diário Oficial da União. A Secretaria Especial da Cultura, no entanto, diz que “as ações de gestão estão sendo realizadas no âmbito da secretaria” e que os projetos estão caminhando normalmente. Faleceu no último sábado o escritor espanhol Juan Marsé, aos 87 anos. Segundo o Estadão, Marsé fazia parte da chamada 'geração dos 50' junto com seus amigos Jaime Gil de Biedma, Carlos Barral, Eduardo Mendoza, Manuel Vázquez Montalbán e Juan Goytisolo. Clique no Leia Mais para ler a íntegra desta nota.

PublishNews, Luciana Pinsky, 20/07/2020

Na crônica deste mês, Luciana Pinsky imagina o diálogo entre mãe e filho em um futuro incerto. A criança, que nasceu em 2020, pergunta como era quando ele era "pequeno, tão pequeno que nem falava ainda". E a mãe faz um exercício para se lembrar daquele ano em que o mundo parou; em que todos usavam máscara; que era para ter Olimpíadas, mas não teve; e em que pai e mãe passaram o tempo todo com o filho, trabalhando "de casa, entre um aspirador de pó e uma troca de fralda". Clique no Leia Mais e confira a crônica do mês.

PublishNews, Redação, 20/07/2020

No fim de semana, a Blooks colocou no ar a campanha Blooks Resiste, que busca apoio financeiro para a manutenção da rede de livrarias criada por Elisa Ventura. A campanha busca arrecadar R$ 80 mil que serão utilizados para cumprir compromissos financeiros e reabrir as portas, quando for possível – das seis lojas da rede, cinco estão localizadas em complexos culturais que ainda não foram reabertos, portanto, as unidades seguem com as portas baixadas. A campanha oferece diversas faixas de apoio, com diferentes recompensas, que vão desde o nome na parede principal da Blooks de Botafogo a originais de artistas como J. Borges, Gerald Thomas e Marcia Albuquerque. Até o fechamento desta edição, a campanha, que fica no ar até 2 de setembro, já tinha arrecadado R$ 11,8 mil.

PublishNews, Redação, 20/07/2020

A editora Todavia abriu uma vaga para auxiliar de vendas internas. A editora pede que os candidatos tenham superior completo ou estejam cursando Administração, Relações Públicas, Marketing ou Letras. É necessário ter domínio dos programas do Pacote Office, de envio de e-mails e ter familiaridade com sistemas de gestão de informações, principalmente o Winbooks. O contratado será responsável pelo contato e atendimento aos clientes, por implementar campanhas comerciais, administrar as vendas, fazer o suporte operacional, realizar serviços administrativos do departamento comercial em geral e pela análise de desempenho de vendas e estoques de clientes. A editora pede também que os candidatos sejam comunicativos, tenham habilidades na escrita, organizacional e administrativa e gostem de ler e falar de livros. Os interessados devem enviar currículos para o e-mail comercial@todavialivros.com.br até 24 de julho.

PublishNews, Redação, 20/07/2020

Villanelle (um codinome, é claro) é uma das assassinas mais habilidosas do mundo. Uma psicopata hedonista, que ama sua vida de luxo acima de quase qualquer coisa... A única coisa de que gosta mais é a emoção da caçada. Especializada em matar as pessoas mais ricas e poderosas do mundo, Villanelle é encarregada de aniquilar um influente político russo, e acaba com uma inimiga determinada em seu encalço. Eve Polastri é uma ex-funcionária do serviço secreto inglês, agora contratada pela agência de segurança nacional para uma tarefa peculiar: identificar e capturar a assassina responsável e aqueles que a contrataram. Apesar de levar uma vida tranquila e comum, Eve possui uma inteligência rápida e aguçada – e aceita a missão. Assim começa uma perseguição através do globo, cruzando com governos corruptos e poderosas organizações criminosas, para culminar em um confronto do qual nenhuma das duas poderá sair ilesa. Codinome Villanelle (Suma, 216 pp, R$ 59,90 – Trad.: Leonardo Alves), de Luke Jennings, deu origem à série de sucesso Killing Eve.

PublishNews, Redação, 20/07/2020

Foi na Creekwood High School que Simon e Blue se conheceram e se apaixonaram, e também onde Leah e Abby descobriram que o que sentiam uma pela outra era mais do que amizade. Em Com amor, Simon e na sequência Leah fora de sintonia, os leitores acompanharam todos os dilemas, brigas e grandes histórias de amor do grupo. Com o fim do ensino médio, Simon, Blue, Leah e Abby se veem diante de uma nova etapa, que traz novos lugares, novas pessoas e também muitas escolhas difíceis. Será que a amizade — e os namoros — resistirão a tantas mudanças? Em Com amor, Creekwood (Intrínseca, 144 pp, R$ 29,90 – Trad.: Ana Guadalupe), contada por trocas de e-mails entre os personagens, vamos descobrir o que aconteceu depois da formatura da escola e como todos estão lidando com a vida na universidade. Simon e Blue continuam apaixonados, só que a exatos 189,1 quilômetros um do outro, e às vezes a saudade é quase insuportável. Já Leah e Abby dividem o dormitório e não se desgrudam, vivendo um romance adorável e chegando cada vez mais perto daquela palavrinha de quatro letras que começa com “a”.

“O livro é realmente difícil de substituir, de quebrar, ele tem um apelo muito grande.”
Marcos da Veiga Pereira
Presidente do SNEL
1.
DNA da cocriação
2.
Mais esperto que o diabo
3.
Decida vencer
4.
Box Harry Potter
5.
Morte a Vossa Excelência
6.
Pequeno manual antirracista
7.
Do mil ao milhão
8.
O milagre da manhã
9.
A sutil arte de ligar o foda-se
10.
O poder da autorresponsabilidade
 
PublishNews, Redação, 20/07/2020

A turma do último ano do Colégio Gordon deveria estar estudando a Segunda Guerra Mundial, mas os alunos parecem um tanto quanto céticos em relação ao nazismo. Afinal, parece impossível para eles que a juventude alemã tenha apoiado um regime com ideias tão deturpadas, que causou a morte de tantas pessoas. Mas Ben Ross, o professor de História da escola, parece ter a ideia perfeita para engajar a classe. Ele começa um movimento estudantil focado no discurso de “disciplina” e “comunidade”, bastante semelhante às premissas que inspiraram a juventude de Hitler. A ideia era mostrar para a turma que, com um líder carismático e um discurso inflamado, é fácil se deixar levar. Em pouco tempo, a Onda varre toda a escola. Atraídos pela ideia de “igualdade” que propõe o movimento, os alunos veem na Onda a solução para problemas como bullying, desatenção e até mesmo o baixo rendimento do time estudantil em campo. Mas quando alguns alunos se recusam a se juntar à Onda, a pressão popular aumenta, e eles se veem vítimas da intolerância dos colegas. Baseado em fatos ocorridos em 1969 em um colégio na Califórnia, A Onda (Galera Record, 160 pp, R$ 34,90 – Trad.: Paula Di Carvalho), livro de Todd Strasser, traz questionamentos bastante atuais sobre o fascismo e a intolerância, explorando o papel da juventude idealista na consolidação desses discursos.

PublishNews, Redação, 20/07/2020

"Ninguém", órfão, negro, pobre e sensitivo, triturado pouco a pouco pelos afiados dentes do Rio de Janeiro. Ele chega ao mundo em um complicado e urgente parto entre as estantes de livros da Biblioteca Nacional. Renasceu meses depois, como único membro da família, formada pela mãe e sete filhos, a sobreviver a desmoronamentos no Morro do Borel em uma noite de tempestade. Só, rejeitado pelos parentes, vai parar no Instituto de Menores São Judas Tadeu. É na instituição supostamente protetora de órfãos que o destino de "Ninguém" se entrelaça com "Maisum", "Esperança" e "Benvindo". A conturbada trajetória do personagem escancara uma sociedade decadente, enferma e em transição e revisita conflitos íntimos milenares. Ninguém (Ibis Libris, 280 pp, R$ 45) é o novo romance do escritor gaúcho Luiz Carlos Freitas e o 500º lançamento da editora.

PublishNews, Redação, 20/07/2020

Semblant: Blood chronicles (DarkSide, 144 pp, R$ 64,90) conta três histórias: a de um caçador em fuga após um vampiro arrancar toda a família de sua vida; o conto de um herói mascarado em busca de sua identidade; e a história de um regente apaixonado em busca da glória de seu povo. Uma tríade sanguinária repleta de magia e ancestralidade. Surgido como um presente da banda Semblant para seus fãs – o roteiro é de autoria de um dos fundadores da banda, o vocalista Sergio Mazul, em parceria com o artista André Meister –, o álbum de história em quadrinhos acabou se tornando a semente de um universo gigantesco. A arte de Semblant: Blood chronicles foi propositalmente composta de forma a ressoar com as músicas em que se baseou, com referências à ilustração dos discos de metal e às histórias em quadrinhos da revista francesa Métal Hurlant. A obra celebra a adolescência e paixão dos autores pelo horror gótico e às subculturas brasileiras.

 
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