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PublishNews 27/03/2020
Há 49 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial. Faz entregas e coletas em editoras, distribuidoras, livrarias, gráficas e grandes redes. A área de atuação atualmente engloba São Paulo (Capital), grande São Paulo, Jundiaí, Campinas e todo o estado do Rio de Janeiro.
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei, mas atender a todos os seus clientes com a mesma atenção e respeito!
PublishNews, Redação, 27/03/2020

Em julho de 2018, quando Saraiva e Cultura suspenderam pagamentos a seus fornecedores e já davam sinais de que os pedidos de recuperação judicial estavam por vir, a Bookwire, distribuidora alemã de conteúdos digitais, decidiu suspender o fornecimento de e-books às duas varejistas. Depois disso, a empresa alemã fez um acordo com a Saraiva que previa um esquema de pré-pagamento. Esse acordo vinha sendo cumprido até semana passada, mas foi suspenso pela varejista. Diante disso, a distribuidora enviou um comunicado aos usuários do seu sistema operacional, informando que não fará mais o envio de títulos distribuídos pela agregadora à Saraiva. “A Bookwire não distribuirá por outro modelo pois, para nós, é fundamental garantir a saúde financeira das editoras”, diz o comunicado. Procurada, a Saraiva disse que não comentaria a decisão da Bookwire.

PublishNews, Leonardo Neto, 27/03/2020

A peste, de Albert Camus, estreia na lista dos mais vendidos | © United Press International / Domínio públicoComo era de se esperar, as vendas nas livrarias desabaram desde que tiveram que fechar as suas lojas físicas como medida de contenção da circulação do coronavírus. Em relação à semana passada, os números gerais da Lista dos Mais Vendidos caíram 66%. Não houve categoria que se segurasse: Negócios caiu 73%; Ficção, 72%; Não Ficção, 69%; Infantojuvenil, 60% e Autoajuda, 59%. Paradoxalmente, a queda drástica nas vendas abriu espaço para novidades na lista. Foram nove estreantes. Desses, só um vendeu mais do que 200 exemplares: a edição militar de Pão diário (Pão Diário), que ocupa a sétima posição da Lista de Autoajuda, com 474 cópias vendidas. Em Ficção, destaca a estreia de A peste (Record), de Albert Camus (na foto ao lado), que ficou em oitavo, com 143. Nada mais apropriado para o momento. Para saber quais foram os outros destaques desta lista que, por razões bastante lamentáveis, se tornou histórica, clique no Leia Mais.

PublishNews, Redação, 27/03/2020

Nesta sexta-feira (27), o PublishNews dá início ao ColabPublishNews, um projeto que tem por objetivo discutir assuntos atuais e iniciativas inovadoras encontradas por profissionais e empresas do mercado editorial para minimizar a crise provocada pelo novo coronavírus. Nesse primeiro bate-papo, Luciana Borges, diretora comercial da Companhia das Letras, e Wendel Isler, gerente comercial da Catavento, vão apresentar soluções que querem ajudar pequenos e médios livreiros a continuar vendendo, mesmo com as suas lojas fechadas. A conversa, que será conduzida por Leonardo Neto, acontece logo mais, às 14h, e será transmitida em uma live na página do PublishNews no Facebook. A ideia é trazer um novo debate toda terça e sexta-feira. Sugestões para as próximas conversas podem ser enviadas para o e-mail maju@publishnews.com.br.

PublishNews, Redação, 27/03/2020

Paulo Guedes e Gustavo Montezano recebem ofícios assinados conjuntamente por entidades do livro | © Marcos Corrêa / Presidência da RepúblicaO agravamento da crise provocada pela pandemia de coronavírus levou entidades do livro a unirem forças para fazer chegar ao Ministério da Economia e ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) algumas pautas que visam minimizar os impactos no setor editorial. Os esforços são empreendidos pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), pela Associação Brasileira de Editores e Produtores de Conteúdo e Tecnologia Educacional (Abrelivros) e pela Associação Nacional de Livrarias (ANL). Juntas, as entidades enviaram um ofício ao ministro Paulo Guedes solicitando a prorrogação em 180 dias dos recolhimentos do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e INSS; a redução das taxas de juros; a abertura das linhas de capital de giro para o setor no Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES e incentivo a oferta de crédito em bancos privados e a manutenção dos programas governamentais de aquisição de livros no Ministério da Educação/FNDE. Um outro ofício foi expedido a Gustavo Montezano, presidente do BNDES, propondo a manutenção e fortalecimento do Cartão BNDES, principal produto das linhas de crédito utilizado pelo setor do livro, e atuação junto aos bancos operadores do cartão para que mantenham sua disponibilidade e facilitem a análise de crédito nos próximos meses. Entre as reivindicações das entidades está a ampliação dos itens para financiamento, passando a incluir, por exemplo, a folha de pagamento e o capital de giro. As entidades pedem ainda carência de 24 meses para a contratação de novos empréstimos e a retirada de exigências de garantias ou a aceitação de estoques como garantia real. Para ler a íntegra de cada um dos ofícios, clique nos links acima.

PublishNews, Redação, 27/03/2020

Os conselheiros do Plano Municipal do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (PMLLB) da cidade de São Paulo se reuniram virtualmente para propor uma série de ações visando garantir o apoio governamental aos entes envolvidos nas cadeias produtiva, distributiva e de divulgação do livro, incluindo além de editoras e livrarias, autores, mediadores de leitura, bibliotecas comunitárias, etc. Como resultado, foi publicado um documento em que os conselheiros pedem às autoridades, por exemplo, a isenção de IPTU de livrarias, editoras e espaços culturais nos anos de 2020 e 2021. Pedem ainda a criação de uma linha de crédito a juros zero e carência de dois anos que atenda especialmente os custos fixos e de pessoal das editoras e livrarias de pequeno e médio portes. Outro ponto descrito no documento é a compra de livros para suprir acervos de bibliotecas, espaços culturais e projetos sociais. Estas compras, defendem os conselheiros, devem contemplar todas as editoras com sede em São Paulo, independente de porte. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 27/03/2020

Logo após publicar o romance As ondas, Virginia Woolf começou a trabalhar em Flush (Penguin, 160 pp, R$ 39,90 – Trad.: Jorio Dauster), uma biografia do cocker spaniel da poeta Elizabeth Barrett Browning (1806-61). Nela, o leitor o acompanha desde o nascimento, passando por sua infância ao lado da escritora Mary Russell Mitford (1787-1855), até suas viagens para Pisa e Florença na companhia de Browning. Apesar da premissa incomum, o livro é mais do que um mero divertimento literário: explora a ideia de uma vida livre da tirania das palavras e é um testemunho ímpar da trajetória pouco estudada das duas poetas inglesas, praticamente esquecidas desde a década de 1930. Adotando o ponto de vista de um cão, Woolf sonda com humor inigualável as questões de classe e gênero na Londres vitoriana.

PublishNews, Redação, 27/03/2020

Zuri Benitez tem orgulho. Orgulho do Brooklyn, de sua família e de suas raízes afro-latinas. Mas orgulho não é o suficiente para salvar seu bairro da gentrificação e de se tornar irreconhecível. Quando a rica família Darcy se muda para o outro lado da rua, Zuri não quer contato com seus dois filhos adolescentes, mesmo quando sua irmã Janae começa a se apaixonar por Ainsley. Acima de tudo, ela não suporta o crítico e arrogante Darius, mas eles são forçados a se entender, e o que antes era um confronto se torna uma inesperada amizade. Agora, com quatro irmãs a empurrando em direções diferentes, com o adorável Warren em busca de sua atenção e com as candidaturas para a faculdade chegando, Zuri luta entre encontrar seu lugar na paisagem em transição de Bushwick ou perder tudo. Em Orgulho (HarperCollins, 272 pp, R$ 39,90 – Trad.: Giu Alonso), adaptação contemporânea do clássico Orgulho e preconceito, a autora Ibi Zoboi, equilibra identidade cultural, classe e gentrificação com a mágica do primeiro amor em sua versão do romance de Jane Austen.

PublishNews, Redação, 27/03/2020

Pat Hobby já foi considerado, erroneamente, alter ego de F. Scott Fitzgerald. Ambos tiveram, como roteiristas em Hollywood, uma relação conflituosa com a indústria do cinema. Compartilhavam também uma queda pelo álcool e pelas mulheres. Mas as semelhanças terminam aí. Protagonista dos últimos contos produzidos por Fitzgerald, Hobby é um personagem igualmente cômico e melancólico. Seus dias de glória ficaram para trás, no tempo do cinema mudo, que ele relembra com nostalgia enquanto tenta arrumar bicos para pagar suas dívidas. Ele bajula produtores, flerta com secretárias, junta trocados para apostar em corridas de cavalos, na vã tentativa de sobreviver numa indústria que o rejeita como uma peça obsoleta e inconveniente. Com tradução e apresentação de José Geraldo Couto, As histórias de Pat Hobby (Todavia, 176 pp, R$ 49,90), contém 17 contos que foram publicados originalmente na revista Esquire entre janeiro de 1940 e maio de 1941. Nelas, Hobby vive as mais diversas aventuras, ou antes, desventuras. Com humor e leveza, Fitzgerald comprova seu talento para criar a atmosfera de uma época e um local privilegiados, e sobretudo sua sensibilidade para expressar as várias nuances do fracasso humano.

“O verdadeiro valor de uma biblioteca está no bibliotecário. O livro não é só uma capa, mas sim um universo.”
Marina Colasanti
Escritora brasileira
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PublishNews, Redação, 27/03/2020

Esperanza tem um nome mexicano, origens mexicanas, aparência mexicana, mas nasceu nos EUA e mora num decadente bairro de Chicago. Nesse contraste cultural, ela observa a vida dos vizinhos e das amigas para aprender a construir sua própria identidade. Em fragmentos do cotidiano, a hispano-americana, Sandra Cisneros, apresenta em A casa na Rua Mango (Dublinense, 144 pp, R$ 49,90 – Trad.: Natália Borges Polesso) um panorama do universo de Esperanza e costura uma linha que vai da infância envergonhada da menina à tomada de consciência e início do amadurecimento. Um romance ao mesmo tempo leve e intenso, no qual as vozes latinas reverberam com a força da prosa Cisneros. A edição em capa dura conta ainda com design de Luíza Zardo.

PublishNews, Estevão Ribeiro, 27/03/2020

 
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