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PublishNews 05/08/2019
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PublishNews, Redação, 05/08/2019

Marina Colasanti teve a obra 'Breve história de um pequeno amor' selecionada pelo projeto 'Minha biblioteca' | © DivulgaçãoA Cidade de São Paulo abriu, em abril passado, um certame para a compra de livros literários que farão parte do projeto Minha Biblioteca, cujo objetivo é promover o acesso e fomentar o hábito da leitura e ampliar os acervos pessoais dos estudantes da rede municipal, por meio da entrega de livros infantis e infantojuvenis. Ao todo, foram inscritas 6.010 obras de 393 editoras que foram avaliadas. Na quinta-feira passada (17), o Diário Oficial do município trouxe a lista das 1.377 obras aprovadas. Dessas, 1.107 serão para compor os acervos das bibliotecas escolares e outros 270 que serão distribuídos aos alunos. No próximo dia 6, a Secretaria Municipal de Educação receberá as editoras que tiveram obras selecionadas para negociar a compra. Entre elas estão títulos como Cada coisa (Companhia das Letras), de Eucanaã Ferraz; Uala, o amor (Quinteto), de Frei Betto; Eu cresci aqui (Pequena Zahar), de Anne Crausaz; O príncipe da beira (Mazza), de Josias Marinho; Quem soltou o periquito (Lê), de Regina Rennó; Breve história de um pequeno amor (FTD), de Marina Colasanti (na foto ao lado); Minsk (Galerinha / Record), de Graciliano Ramos; Passarinho me contou (Global), de Ana Maria Machado; Filó e Marieta (Paulinas), de Eva Furnari, e Cidinha e a Pulga Cidinha (Moderna), de Pedro Bandeira. Clique no Leia Mais para conferir a lista completa das obras selecionadas.

PublishNews, Redação, 05/08/2019

O podcast do PublishNews desta semana recebeu o curioso Marcelo Duarte, editor da Panda Books, autor da série O Guia dos Curiosos, e curador do Bux Club, novo clube de assinatura de livros. Na nossa conversa - que também contou com a participação do nosso colunista, o Gustavo Martins de Almeida - Marcelo contou como surgiu a ideia de criar o clube e sobre o novo conceito de ser um fã-clube de leitores. “Eu e mais duas sócias percebemos que o mercado de clube de leitura está crescendo demais, mas da mesma maneira que cresce, quando você entra depois que todo mundo já fez, você precisa apresentar algo novo e o que a gente percebeu é que os clubes que fazem sucesso investiram muito na curadoria [...] e a gente percebeu que a ideia de fazer cada mês um curador diferente podia não agradar 100%, você pode gostar muito do curador desse mês e não se identificar com o curador do mês seguinte e ai que nós enxergamos uma oportunidade que era um clube de leitura em que você escolhe o curador, não que o clube escolhe para você”, explicou. A partir dessa ideia, o Bux procurou 18 pessoas que gostam de ler e que possuem uma boa relação com a leitura para cuidar dessa curadoria.

PublishNews, Redação, 05/08/2019

A Livraria da Travessa abre sua primeira loja de rua em São Paulo nesta sexta e o Estadão foi atrás para saber mais detalhes sobre a nova loja. Localizada na Rua dos Pinheiros, 513, a livraria terá 200 m² e apostará forte na curadoria. “Vamos investir no atendimento de qualidade e no acervo especial, pensando no público do bairro e com uma seleção aguda, mais rigorosa, por causa do tamanho”, contou Rui Campos ao jornal. A nova loja terá também cerca de 18 mil títulos, com livros de todos os gêneros e destaque para temas atuais, como política e feminismo, além de um mini café. “O cliente escolhe o que quer, faz o seu próprio café, se serve e paga na saída”, explicou Campos. Falando em livrarias, o jornal também publicou uma matéria sobre como as pequenas e médias livrarias estão conseguindo driblar a crise e sobreviver. A matéria pegou como exemplos a Combo Café & Cultura, uma banca que virou livraria e já conseguiu atrair novos leitores e a Livraria Simples, e ainda citou outras livrarias mais conhecidas como Martins Fontes Paulista, Livraria da Vila e Leitura que conseguem se manter sempre cheias de visitantes. Na última semana, Ferréz, autor de livros como Capão pecado e Os ricos também morrem, deu uma entrevista para o Clarín e falou sobre a literatura marginal, sobre seus novos projetos, contou histórias sobre a favela, ambiente onde nasceu e falou também sobre a importância de se vencer a guerra contra a violência criando leitores e escritores nas favelas de São Paulo. Ele participou, ao longo da última semana, da Feira de Editores de Buenos Aires. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Gustavo Martins de Almeida, 05/08/2019

Qual poderia ser o elo de ligação entre um pensador romano que viveu antes de Cristo, Erasmo de Roterdã, Muddy Watters, Bob Dylan e Mick Jagger? “Lapis volvens nihil musci”. A tradução desse ditado latino é o primeiro título do presente artigo. É atribuído ao escritor latino Publilius Syrus ( 85–43 AC), teria sido publicado pela primeira vez no livro Sententiae e depois é encontrado no livro de Erasmo de Roterdam (1466-1536), Adagia (Adágios, publicado pela primeira vez em Paris, em 1500), de cuja versão em espanhol ainda contém outras versões (Piedra mouediza no la cubre moho // Lapis obuolutus musco non obducitur. Curiosidade etimológica, o significado de “lápis”, em latim, é pedra, e daí vem lápide, lapidação. Há duas possíveis mensagens para o provérbio. A primeira seria negativa, no sentido de que a pessoa não se firma num ponto, não se estabiliza; o segundo, que a pessoa agitada, que se move, não cria amarras, se renova constantemente. Damos um salto no tempo e chegamos a 1950, quando um cantor e compositor americano, MacKinley Morganfield (1913-1983), conhecido como Muddy Waters (expressão em inglês que significa águas lamacentas) compõe uma música chamada Rolling Stone, justamente no sentido de pessoa errante. A música, por ele interpretada, faz sucesso na época. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta coluna.

PublishNews, Redação, 05/08/2019

Na última quinta-feira, a Editora Record (selo Verus) e o escritor carioca Eduardo Spohr anunciaram um projeto de financiamento coletivo pelo Catarse para a publicação de edição de colecionador, em capa dura, da Tetralogia Angélica, que já arrebanhou uma legião de leitores. A tetralogia é composta por A batalha do Apocalipse e três tomos de Filhos do Éden. A meta de arrecadação é de R$ 250 mil. Há quotas que variam de R$ 15 a R$ 540. Até o fechamento dessa edição, o projeto já tinha arrecadado pouco mais de R$ 101 mil, o que equivale a 40% da meta.

PublishNews, Redação, 02/08/2019

A Parábola Editorial, editora especializada em Letras e Linguística e que está no mercado desde 2001, lançou o seu clube de livros, o Parabólicos, que pretende oferecer aos estudantes e profissionais das áreas de Letras, Linguística e Pedagogia, a oportunidade de formar uma biblioteca mínima necessária nessas áreas de atuação. São dois tipos de planos, Básico e Max, nas modalidades mensal e anual, no valor inicial de R$ 39,90 por mês. No plano básico o assinante receberá um livro lançamento da editora todo mês com frete incluso e no plano Max, além do lançamento da editora o assinante recebe um mimo da linha Parábola Mimos. A curadoria fica por conta do conselho editorial da Parábola. Além disso, o clube oferece vantagens como desconto permanente ao associado e conteúdos exclusivos. Com a criação do clube, a Parábola pretende aumentar o seu faturamento no terceiro trimestre de 2019 em 25% e em 50% no segundo semestre do mesmo ano, suprindo assim o déficit financeiro gerado pelas livrarias, que foram fechadas ou estão inadimplentes.

PublishNews, Redação, 05/08/2019

A Livraria Asabeça, canal de comercialização de livros da Scortecci, em parceria institucional com a Bignardi Papéis e apoio da Canon do Brasil, realiza o Concurso Literário Livraria Asabeça & Bignardi Papéis 2019, que dá oportunidade para autores brasileiros maiores de 16 anos de inscrever suas obras na categoria poesia. O prêmio surgiu para comemorar os 20 anos da Livraria Asabeça e para descobrir novos talentos e promover a literatura brasileira. Os interessados têm até o dia 30 de setembro para inscrever uma obra inédita no prêmio. Os vencedores terão seus poemas publicados na antologia Asabeça – Cabeça que voa, que reunirá 50 poesias selecionadas pela comissão julgadora. O formulário de inscrição está disponível no site da Scortecci.

PublishNews, Redação, 05/08/2019

Órfão e descendente de chineses, Ernest Young viveu até os 12 anos em um colégio interno patrocinado por uma das senhoras da alta sociedade da cidade. Em 1909, ao receber um inusitado convite para visitar a Feira Mundial, que desde o final do século anterior se tornou famosa na cidade de Chicago, ele descobre que será sorteado como prêmio de uma rifa. A ganhadora é a dona de um bordel dedicado a homens endinheirados conhecida como Madame. E é nesse cenário improvável que, com o passar do tempo, Ernest encontra pela primeira vez uma família e tem seu coração dividido por dois amores: a filha da Madame, cujo maior desejo é se casar algum dia com um dos clientes ricos de sua mãe e se tornar uma “moça respeitável”, e uma criada também oriental que parece ser a única pessoa com quem Ernest consegue se identificar em um mundo onde pessoas como eles não têm voz. Em um cenário exuberante de coragem e vício, Amor e outros prêmios de consolação (Globo Livros, 336 pp, R$ 49,90 – Trad.: Claudio Carina), novo romance de Jamie Ford, é uma história apaixonante de glamour e devoção sobre como o amor e os elos da amizade são capazes de vencer todas as barreiras.

“Sou o único homem do mundo que ganhou dinheiro com literatura e perdeu no petróleo.”
Monteiro Lobato
Escritor brasileiro (1882-1948)
1.
A sutil arte de ligar o foda-se
2.
Do mil ao milhão
3.
O milagre da manhã
4.
Mais esperto que o diabo
5.
F*deu geral
6.
Seja foda!
7.
O poder da autorresponsabilidade
8.
A garota do lago
9.
Brincando com Luccas Neto
10.
Buda dançando numa boate
 
PublishNews, Redação, 05/08/2019

Como em todas as quartas-feiras antes daquela, as crianças foram para a escola. Mas uma tragédia acontece. Zach, de seis anos, se esconde no armário, junto com os colegas e a professora, e tenta ficar calmo e não se deixar impressionar pelos barulhos que vêm do corredor. O menino sobrevive, mas ainda é muito novo para entender que a vida nunca mais seria a mesma a partir daquele dia. Depois do que aconteceu, todo mundo está sofrendo, mas acaba indo para lados opostos. O pai de Zach se omite e corre de volta para o trabalho. Sua mãe quer justiça a qualquer custo, mesmo que ela se torne quase vingança. E segredos familiares vêm à tona, piorando ainda mais a situação. Juntando com inocência as peças do mundo que desabou a seu redor, Zach tenta fazer os adultos se lembrarem de que juntas e cuidando umas das outras as pessoas ficam mais fortes e conseguem seguir em frente. O menino que sobreviveu (LeYa, 362 pp, R$ 44,90 - Trad.: Izabel Aleixo), livro de Rhiannon Navin, é uma história sobre a importância da empatia e da compaixão.

 
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