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PublishNews 13/05/2019
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PublishNews, Talita Facchini, 13/05/2019

No podcast desta semana recebemos na redação Fernanda Dantas, gerente de relações internacionais na Câmara Brasileira do Livro (CBL). Fernanda explicou como funciona seu trabalho dentro da CBL, o que é, exatamente, o Brazilian Publishers, como funciona as missões dos editores brasileiros que participam das feiras internacionais e até como funciona cada uma dessas feiras. A ideia principal do BP é ajudar os editores brasileiros a divulgarem seus livros internacionalmente e a comprar novas obras e, por enquanto, esse ano superou as expectativas. “Sempre fazemos uma estimativa com base no ano anterior, esse ano, com toda a situação que a gente está vivendo, não fizemos uma estimativa muito otimista, fomos mais cautelosos, mas no cenário internacional o movimento foi o contrário, todos os eventos que participamos, com exceção a Buenos Aires, foram muito bons”, explicou Fernanda, dando como exemplo a Feira de Bolonha. “Superou todas as nossas expectativas, esse ano teve um movimento enorme, estava muito cheia com pessoas realmente interessadas”. Dantas adiantou também que a CBL pretende fazer todos os anos uma jornada profissional. Clique no Leia Mais para saber outros detalhes e ouvir o programa.

PublishNews, Redação, 13/05/2019

Aberta à comunidade e com entrada gratuita, começa amanhã (14) a primeira Feira do Livro da UFRGS. Nessa primeira edição que segue até o dia 18, a feira reunirá 21 editoras, sendo 16 do Rio Grande do Sul, quatro de São Paulo e uma do Rio de Janeiro, que estarão vendendo seus títulos com desconto mínimo de 50%. Entre as empresas participantes estão editoras de portes e focos diversos: universitárias, comerciais e independentes, entre elas, Lote 42, Belas Letras, Dublinense, Concórdia, Nós, LP&M, Ubu e Bazar do Tempo. A feira é realizada pela Editora da UFRGS e pelo Clube dos Editores do RS, entidade sem fins lucrativos, com sede em Porto Alegre, que tem por finalidade unir e representar os produtores de livros do Rio Grande do Sul. Segundo Waldemar G. Carvalho JR, presidente do Clube dos Editores do RS, a feira vai acontecer graças a um esforço coletivo. “Tivemos que superar algumas burocracias, mas através dos nossos contatos e do boca a boca surgiram também editoras de outros estados interessadas em participar, o que fez que conseguíssemos completar o espaço do evento”. A expectativa é que a Feira do Livro da UFRGS se torne um evento fixo no calendário da universidade. “A primeira edição é sempre a mais difícil, mas queremos que seja a primeira de muitas”, contou Waldemar. O evento acontece no Campus Centro (Av. Paulo Gama, s/n – Porto Alegre / RS), das 11h às 20h, e no sábado, das 8h às 14h.

PublishNews, Redação, 13/05/2019

O destaque das notícias desse final de semana vai para a versão sem recortes de ‘O diário de Anne Frank’ que foi publicada pela primeira vez. Segundo o Estadão, Anne deixou duas versões de seu diário, a primeira, que é chamada agora de versão A, foi escrita espontaneamente, enquanto sua família estava escondida dos nazistas em Amsterdã. Depois, após escutar em uma rádio uma chamada para documentar o sofrimento dos judeus holandeses, Anne Frank reescreveu parcialmente seu diário com a esperança de ver o texto publicado depois da guerra, o que resultou na chamada versão B. A nova edição inclui tanto a versão A como a versão B. Na coluna da Babel, notícias sobre a Flip. Em seu terceiro ano no evento literário, a Casa Paratodxs, que reúne as editoras Nós, Edith, Demônio Negro, Relicário, Dublinense, Kapulana, Macondo e Cepe, terá, pela primeira vez, um autor homenageado: Chico Buarque. A ideia é entremear a programação com leituras de textos dele – e, quem sabe, músicas também. Entre os convidados já confirmados estão Bárbara Paz, Martinho da Vila, Yuri Al’Hanati e Walnice Nogueira Galvão. A casa ficará na Galeria Aécio Sarti. E a polícia prendeu a escritora Izaura Mendes por estelionato. Izaura afirmava que a obra Ágape, de padre Marcelo Rossi foi plagiada e pedia R$ 51,6 milhões de indenização. Mas, segundo o G1, uma investigação da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPim), da Polícia Civil, descobriu que ela falsificou documentos da Biblioteca Nacional. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra dessa nota.

PublishNews, Luciana Pinsky, 13/05/2019

Um dia. Somente um dia. Queria ser homem por um dia apenas. Sentir minha força aumentar, a inteligência explodir, as palavras rarearem. Pois, a ciência prova: homem é forte, inteligente e contido no discurso. Queria ser homem por um dia. Para carregar piano, tomar chope, fazer esporte. Queria acordar homem e não me preocupar com pelo e para. Nem ter variações de humor. Pois o humor masculino, todos sabemos, é estabilíssimo. Nesse dia serei alto, finalmente. E não soltarei uma lágrima sequer. Quando for homem me vestirei em 30 segundos e partirei indiferente ao espelho. Vou andar na rua despreocupadamente, sem desviar o olhar, sem evitar encontrão (que não haverá), sem pensar no caminho. Aliás, o caminho eu saberei por osmose, dispensando informação. Homem, mandarei e me obedecerão imediatamente. Claro: serei firme, nunca histérica. Genial e não geniosa. Excêntrico, nada louca. Cuidadoso, não ciumenta. Enérgico, não ansiosa. Dominarei o mar, subirei montanha, descerei de rappel (será um longo dia!), farei conta de cabeça. No dia em que for homem meu banho será rápido e gelado. Sim, porque homem é quente e prático. Ah, nesse dia até lavarei louça, porque serei um cara que ajuda. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra da coluna.

PublishNews, Redação, 13/05/2019

Martinho da Vila | © Leo AversaA Kapulana publica este mês, o livro do escritor, cantor e compositor Martinho da Vila. A obra 2018 – Crônicas de um ano atípico reúne 48 crônicas divididas pelos doze meses do ano passado. Martinho descreve com originalidade literária a comemoração de seus 80 anos, da renovação dos votos de casamento com Cléo, da amada e histórica escola de samba Vila Isabel, da cidade do Rio de Janeiro, relembrando alguns de seus sucessos no samba e na literatura. Há crônicas a respeito da sua enorme admiração aos eternos sambistas, assim como a vida artísticas pelos palcos do mundo. No decorrer da obra, Martinho também aborda fatos marcantes ocorridos em 2018, como o assassinato de Marielle Franco, as eleições presidenciais, a visita ao ex-presidente Lula em Curitiba e a derrota do Brasil na Copa do Mundo. O lançamento acontece no dia 22 de maio, às 19h, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon (Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – Rio de Janeiro / RJ). Durante o evento, Martinho participará de um bate-papo sobre o processo de elaboração da obra, sob a mediação do jornalista e escritor Tom Farias. No dia 12 de junho, Martinho lança o livro em São Paulo, no Sesc Avenida Paulista.

PublishNew, Redação, 13/05/2019

Rapper e romancista nascido no Burundi e radicado na França, Gael Faye é a 14ª presença confirmada na Flip 2019 (10 a 14/07). Por Meu pequeno país (Radio Londres) seu livro de estreia que teve os direitos vendidos para mais de 30 países, o autor foi vencedor do prestigioso prêmio Goncourt des Lycéens em 2016, ano em que foi publicado originalmente. Com uma adaptação cinematográfica em curso, a obra ficcional – mas baseada em experiências de sua própria vida – é narrada por um garoto de pai francês e mãe ruandesa que, assim como Faye, teve que sair de seu país natal por conta da guerra civil e do genocídio em Ruanda, que matou mais de 800 mil pessoas. “A delicadeza de Gael Faye é impressionante: como rapper, escreve letras que mais parecem poesia lírica. Como romancista, é capaz de narrar uma guerra, uma tragédia sem tamanho, mas pelo filtro sensível de uma criança”, diz Fernanda Diamant, curadora da 17ª Flip, e Mauro Munhoz, diretor geral e artístico do Programa Principal complementa: “Como ele mesmo gosta de deixar claro em entrevistas, Gael Faye não é um rapper que virou um escritor. É um escritor, e ponto. Mas transita por diferentes formas: às vezes o rap, às vezes o romance. Isso mostra uma qualidade rara, e muito valorizada pela Flip: a de um artista com uma visão ampla das artes, em que os mundos se interconectam e se traduzem mutuamente”.

PublishNews, Redação, 13/05/2019

O Centro de Pesquisa e Formação do Sesc (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – São Paulo / SP) abriu inscrições para o curso Literatura ao rés-do chão: momentos da tradição da crônica no Brasil. A crônica brasileira foi definida como “a vida ao rés-do-chão” e também título de ensaio exemplar de Antonio Candido. Entre outros aspectos, ele destaca que ela é filha do jornal diário (daí a expressão rés-do-chão) e aparenta ser conversa frouxa com o leitor, mas “sempre ajudando a estabelecer a dimensão das coisas e das pessoas”. Inspirado por este ensaio central sobre o tema, o curso que acontece de 14 de maio a 4 de junho, sempre às terças, das 10h30 às 12h, abarca quase um século no qual escritores e jornalistas pensaram a realidade brasileira em seus mais diferentes aspectos - aliando a linguagem oral do cotidiano a um texto mais refinado. O workshop tem como proposta percorrer essa rica tradição com alguns dos seus mais destacados representantes: Lima Barreto, João do Rio, Rubem Braga, Carlos Drummond de Andrade, Stanislaw Ponte Preta, Nelson Rodrigues, Clarice Lispector e Hilda Hilst e pretende abordar as principais características de cada um desses cronistas e seus olhares específicos sobre questões de ordem de comportamento e cultura emergentes. As inscrições devem ser feitas clicando aqui.

PublishNews, Redação, 13/05/2019

O mundo está em crise. Da Rússia, Turquia e Egito aos Estados Unidos, populistas autoritários tomaram o poder. Os cidadãos estão perdendo a confiança em seu sistema político. Como resultado, a própria democracia corre perigo. De um lado, o toma lá, dá cá se tornou moeda de troca política e excluiu a população das tomadas de decisões fundamentais, criando um sistema de “direitos sem democracia”. De outro, governantes antiestablishment defendem restituir o poder ao povo e lutar contra todo e qualquer obstáculo institucional, mesmo que isso signifique criar, na prática, uma “democracia sem direitos”. Em O povo contra a democracia (Companhia das Letras, 432 pp, R$ 79,90 – Trad.: Cássio de Arantes Leite e Débora Landsberg), Yascha Mounk faz uma análise precisa sobre esse cenário comum a diversas nações— e analisa o caso brasileiro no prefácio exclusivo a esta edição. É possível reverter a situação e assegurar os valores democráticos? Sim, mas não há tempo a perder.

“O meu caminho na literatura sempre foi tentar executar as ideias que eu tinha vontade de realizar e aceitar qualquer coisa que pagasse as contas.”
Antonio Prata
Escritor brasileiro
1.
DNA milionário
2.
O poder oculto
3.
A sutil arte de ligar o foda-se
4.
O milagre da manhã
5.
Brincando com Luccas Neto
6.
Seja foda!
7.
Do mil ao milhão
8.
Me poupe!
9.
O poder da autorresponsabilidade
10.
O poder do hábito
 
PublishNews, Redação, 13/05/2019

Movimento fundamental do século XX, o estruturalismo atraiu grandes nomes: de Claude Lévi-Strauss e Roman Jakobson a Michel Foucault entre grandes outros nomes. Em História do estruturalismo: Volume 1 e 2 (Editora Unesp, 1.248 pp, R$ 248 – Trad.: Álvaro Cabral), o historiador François Dosse oferece ao leitor um exercício de reflexão sobre o movimento estruturalista, cuja principal marca foi introduzir uma nova perspectiva sobre a modernidade desencantada, ao enfatizar tanto a natureza inconsciente dos fenômenos sociais quanto o signo em detrimento do significado. O autor reconstitui as questões teóricas, institucionais e existenciais do estruturalismo e as organiza em dois grandes períodos distintos: o de sua ascensão em 1945, até seu apogeu no ano de 1966, objeto do primeiro volume, e o de seu declínio, a partir de 1967, tema deste segundo volume.

 
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