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PublishNews 09/01/2019
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PublishNews, Redação, 09/01/2019

MEC tira do PNLD 2020 a obrigação de se observar o compromisso com a agenda de não-violência contra a mulher| © Bruno AlvesDia 13 de agosto do ano passado foi o prazo final para inscrição das obras que concorrerão para estar entre os livros didáticos e literários distribuídos aos alunos da rede pública que matriculados nos anos finais do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano) em 2020. No entanto, no segundo dia de 2019, a nova equipe do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) publicou uma retificação no Anexo III, que trata justamente dos critérios de avaliação das obras didáticas. As principais mudanças dizem respeito ao item 2.1.2 que trata das “observâncias aos princípios éticos necessários à construção da cidadania e ao convívio social republicano”. Foi excluída a obrigação de as obras promoverem a imagem positiva das comunidades quilombolas e dos povos do campo e de tratarem do compromisso educacional com a agenda de não-violência contra a mulher. Foi retirada também o item que obriga que as obras sejam isentas de publicidade de marcas, produtos ou serviços comerciais. Clique no Leia Mais e tenha acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 09/01/2019

Luiz Alvaro Salles Aguiar de Menezes, até o início desse ano gerente de relações internacionais da Câmara Brasileira do Livro (CBL), deixa a entidade para assumir como titular da secretaria de Relações Internacionais da cidade de São Paulo. A nomeação foi publicada nesta terça-feira (08), no Diário Oficial do Município. Com a mudança, as relações internacionais da entidade que representa editores, livreiros e distribuidores ficam, interinamente, nas mãos de Fernanda Dantas, que há quase três anos já integrava o time da entidade. O projeto setorial Brazilian Publishers (BP), resultado de uma parceria da CBL com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil), passa a ficar interinamente sob o comando de Dantas. Editores associados ao BP reportaram US$ 1,8 milhão em exportações em 2018. Os dados são parciais já que faltava apurar os negócios fechados no fim do segundo semestre. De todo modo, a cifra já é 21% superior à apurada em 2017.

PublishNews, Marcio Coelho, 09/01/2019

Em 2018 completaram-se 70 anos da morte de Monteiro Lobato. Além de escritor, o cara era empreendedor, editor, tradutor etc., um homem de negócios. Sabia que seus livros precisavam ser vendidos, mas quando imprimiu mil exemplares do Urupês percebeu que só havia trinta e poucos lugares em todo o Brasil que pudessem vender seus livros. Trinta e poucos lugares no Brasil, é bom reforçar. Ele vai, então, aos Correios e descobre que havia mais de mil agências postais espalhadas pelo país. Por intermédio dessas agências, faz contato com os estabelecimentos por elas atendidos e escreve carta aos proprietários perguntando se lhes interessa vender um produto chamado “livro”. É como vender “batata, querosene ou bacalhau”, dizia Lobato na carta. A partir desse momento, e com o aceite dos comerciantes, o criador da Emília passou de pouco mais de 30 para mais de mil lugares que começaram a vender seu livro. Deu certo? O que você acha? Eram lojas de ferragens, bazares, farmácias, bancas de jornal e papelarias. Com a notícia do último dia 7 do PublishNews, sobre o plano de recuperação judicial da Livraria Cultura, fiquei pensando no Lobato, na sua veia comercial e num dos lugares em que o Lobato vendia seus livros: farmácias. Por que não vender livros lá também? Clique no Leia Mais e confira a íntegra da coluna de Marcio Coelho.

PublishNews, Redação, 09/01/2019

A Record comprou os direitos de mais uma obra de Brittainy C. Cherry (na foto ao lado), aposta da editora. Autora de oito livro já publicados pela casa, entre eles A chama dentro de nós, O silêncio, e Sr. Daniels, dessa vez, Brittainy se juntou a autora Kandi Steiner para escrever o livro A love letter from the girls who feel everyrthing. Escrito ao longo de dois anos, a obra é uma reunião íntima, honesta e crua de sentimentos de duas mulheres em um mundo moderno. Discutindo temas de amor, valor, perda e esperança, A love letter é uma jornada de descoberta e cura. A editora também comprou os direitos de mais dois livros da série As irmãs Shakespeare: Absent in the Spring e Virtue fall, terceiro e quarto livros, respectivamente. Cada um deles conta a história de uma das irmãs Shakespeare e sua história de amor. Os livros foram negociados pela Bookcase.

PublishNews, Redação, 09/01/2019

Em fevereiro de 2017, por conta da crise econômica do governo estadual, a Livraria da República, localizada no campus da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) fechou suas portas. Mas, quase dois anos depois, a UERJ reabriu a livraria nesta terça-feira (8) no térreo do Pavilhão Reitor João Lyra Filho. Batizada de Livraria da EdUERJ, o local foi modernizado para melhorar ainda mais a divulgação literária e científica produzida pelos pesquisadores de todos os setores da UERJ e já conta com um catálogo próprio com cerca de 600 obras acadêmicas e científicas publicadas. Segundo comunicado da Universidade, há possibilidade de parcerias com mais de 120 editoras de obras universitárias e além do espaço para os livros, em breve também haverá uma área para a venda de artigos de papelaria e de artigos com a marca UERJ. Por enquanto, qualquer pessoa já pode comprar livros de cinco editoras universitárias. O local vai funcionar de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h. 

PublishNews, Redação, 09/01/2018

A BookInfo, empresa que desenvolve soluções para o mercado editorial, abriu uma vaga para analista comercial. O contratado será responsável por atuar no mapeamento e prospecção de clientes; realizar reuniões para ofertar soluções e cuidar da pós-venda. A empresa pede que os candidatos tenham conhecimento do mercado editorial, experiência na função, pacote Office intermediário e boa comunicação oral e escrita. Os benefícios incluem plano de saúde, odontológico, vale transporte e alimentação e seguro de vida. Os interessados devem enviar currículos para o e-mail querotrabalhar@yandeh.com.br

PublishNews, Redação, 09/01/2019

A Sala Tatuí (Rua Barão de Tatuí, 302 – São Paulo / SP), novo espaço da Lote 42, abriga de 17 de janeiro até 4 de fevereiro a oficina criativa Nova crítica: análises literárias nos tempos do booktuber. Neste curso, Ronaldo Bressane irá focar na produção, avaliação e leitura crítica de resenhas e críticas literárias. Em seis aulas de 2h cada, serão sugeridas cinco propostas de textos breves e autores como Ricardo Piglia, Michiko Kakutani, Antonio Candido, James Wood, Pauline Kael, Umberto Eco, Vladimir Nabokov e Julio Cortázar serão abordados. As aulas (exceto a primeira, expositiva) são divididas em duas seções: na primeira metade, leituras dos textos escritos sobre as propostas sugeridas na aula anterior; na segunda metade, teoria literária e leituras críticas. Portanto, a entrega de textos é essencial. A oficina acontecerá sempre às segundas e quintas, das 19h30 às 21h30 e o investimento é de R$ 360. Para mais informações mandar e-mail para contato@salatatui.com.br

PublishNews, Redação, 09/01/2019

No início de 2018, oito anos depois da morte de José Saramago, foram encontrados em seu antigo computador os escritos inéditos do emblemático ano de 1998, quando o grande escritor português recebeu o prêmio Nobel de literatura, algo que mudaria sua vida de modo drástico. O Último caderno de Lanzarote é uma espécie de diário do escritor, o sexto e último volume de cadernos que ele manteve enquanto vivia na ilha espanhola. Com um tom informal, ele comenta e reflete sobre seu cotidiano ao longo do ano, que culminou, em outubro, com o recebimento do mais prestigioso prêmio do mundo literário. Já o volume Um país levantado em alegria refaz o caminho da notícia do primeiro prêmio Nobel de literatura para um autor de língua portuguesa, revelando episódios desconhecidos, apresentando as mensagens recebidas por José Saramago e celebrando, vinte anos depois, um prêmio que foi intensamente comemorado no mundo inteiro. O box Último caderno de Lanzarote (Companhia das Letras, 488 pp, R$ 99,90) reúne então o diário inédito do autor o livro do jornalista Ricardo Viel sobre a recepção do prêmio em Portugal e no mundo.

“O poeta que está satisfeito com o mundo em que vive não é um poeta.”
Giovanni Papini
Escritor italiano (1881-1956)
1.
A sutil arte de ligar o foda-se
2.
O milagre da manhã
3.
As aventuras na Netoland com Luccas Neto
4.
Seja foda!
Me poupe!
6.
Aprendizados
7.
Minha história
8.
O poder da ação
9.
O poder da autorresponsabilidade
10.
21 lições para o século 21
 
PublishNews, Redação, 09/01/2018

Em Skyward: conquiste as estrelas (Minotauro / Planeta, 400 pp, R$ 59,90), livro do autor Brandon Sanderson, o futuro da humanidade depende dos sonhos de uma garota. Derrotada, devastada e levada quase à extinção, a raça humana se vê presa em um planeta distante, constantemente atacado por misteriosos combatentes alienígenas. Spensa, uma adolescente, anseia por se tornar piloto e se juntar à resistência. Quando descobre os restos de uma velha nave, um modelo que a garota nunca tinha visto na vida, percebe que esse sonho pode enfim se tornar realidade. Para isso, no entanto, a garota precisará consertar a grande nave, aprender a pilotá-la e – talvez o mais difícil – convencer a inteligência artificial que controla os restos da embarcação a ajudá-la: essa incrível nave, de alguma forma, parece ter uma alma própria.

PublishNews, Redação, 09/01/2019

Esquina da minha rua (7 Letras, 85 pp, R$ 38) retrata o (des)encontro de duas vidas, duas vozes. Por mais que tenham pontos convergentes, os protagonistas deste livro habitam universos diametralmente opostos. Cada um expõe, a seu modo, suas humanas inquietações. O livro conta a história do músico Pedro, prestes a gravar suas últimas canções, e que durante quase duas décadas nunca teve exatamente uma carreira musical. Atordoado por seus pensamentos, vive em permanente conflito entre deslocamento e permanência, silêncio e sons, questionando seus valores próprios e os coletivos. Cartas enviadas ao protagonista por uma amiga muito próxima, e ao mesmo tempo, distante, intercalam a narrativa. Essa correspondência expõe as contradições internas e alheias de quem escreve, e também ajuda a traçar um outro retrato do próprio Pedro. Aos poucos, Carlos Machado oferece as pistas ao leitor para que componha por conta própria um cenário mais amplo, com todas as cores e nuances, onde se encontram os personagens nesta esquina, a um só tempo familiar e incomum, espaço de cruzamento de corpos e de almas.

PublishNews, Redação, 09/01/2018

"Bom dia, eu matei um homem no verão de 1973, em Saquarema. Sei que você não me conhece e nem me perguntou nada, mas é que eu precisava tirar isso de dentro do peito. Nunca contei esse segredo a ninguém e já faz tanto tempo… Você não tem idade para ter conhecido o morto, portanto, não se preocupe demais. Espero não ter estragado o seu dia”. Este é o primeiro parágrafo de Saquarema Sete Três (Tinta Negra, 160 pp, R$ 33,90), livro de Zé McGill que conta a história de um tradutor brasileiro que vai morar em Paris e conhece, dentro do metrô, o seu algoz. A partir dessa abordagem, o protagonista embarca em uma jornada obsessiva em que busca desvendar os detalhes do suposto segredo que lhe foi confidenciado dentro do vagão. O cenário parisiense de 2015 se confunde com reflexões e delírios sobre Saquarema e o ano de 1973. A condição de estrangeiro, o exílio e a solidão se abraçam ao álcool, sonhos e pesadelos, ditadura militar, música, cinema e literatura. Assim o narrador tenta descobrir o que, afinal, aconteceu naquele verão de 1973, em Saquarema.

 
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