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PublishNews 03/01/2019
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PublishNews, Redação, 03/01/2019

Dois mil e dezoito já virou história e agora pode ter uma lista definitiva dos mais vendidos. Como já havia sido adiantado na última edição do ano passado, o livro mais vendido do ano foi A sutil arte de ligar o foda-se (Intrínseca), de Mark Mason. Foram 439.251 exemplares vendidos. Ele é seguido pelo “livrão” de Luccas Neto. As aventuras na Netoland (Pixel / Ediouro) teve 377.036 cópias vendidas ao longo do ano passado. Em terceiro lugar, ficou O milagre da manhã (BestSeller / Record), de Hal Elrod, com 189.595 cópias vendidas. A última lista semanal de 2018 veio com crescimento de 66% em cima da semana anterior. O crescimento foi significativo em todas as categorias: Ficção (65%), Não Ficção (66%), Autoajuda (63%), Infantojuvenil (77%) e Negócios (60%). Deu tempo até de dar as boas-vindas a dois novos títulos: Meu plano perfeito (Thomas Nelson Brasil / HarperCollins), em Autoajuda, e Coleção Livros de colorir – Reino Selvagem + Segredos de Paris (Sextante), em Não Ficção. Durante todo o ano, as livrarias que compõem a lista dos mais vendidos do PublishNews reportaram a venda de 5,7 milhões de exemplares vendidos. Desses, 1,6 milhão estavam categorizados em Autoajuda. Foi a categoria que mais vendeu, representando 28% do total de exemplares vendidos ao longo de 2018. Infantojuvenil aparece em segundo, com 21%; Ficção, com 19%, Negócios, com 17%, e Não Ficção, com 15%. Clique no Leia Mais e tenha acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 03/01/2019

Desde o dia 1º de janeiro, Monteiro Lobato está em domínio público, podendo a sua obra ser editada por qualquer pessoa que se interessar em fazê-lo. Nas varejistas, já estão à venda edições feitas por casas pouco conhecidas como é o caso da Lebooks, Montecristo Editora, Textos para Reflexão, além das versões que já vinham sendo comercializadas pelos selos da Globo Livros, que detinham os direitos de publicação do autor no país. Mas já há sinalizações de que outras casas preveem para 2019 a edição da obra do clássico brasileiro da literatura infantil. Mas, não é só o velho Monteiro que entrou em domínio público em 2019. A entrada do ano colocou na mesma situação a obra do dramaturgo e poeta francês Antonin Artaud; do ícone dos anos 1920, Zelda Fitzgerald; das precursoras do movimento feminista, a portuguesa Maria Olga de Moraes Sarmento da Silveira e a norte-americana Susan Glaspell; da pioneira da ficção científica Gertrude Barrows Bennett e do pai da Larousse gastronomique Prosper Montagne. Clique no Leia Mais para a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 03/01/2019

O primeiro apanhadão do ano ainda traz vestígios de 2018. O Estadão, por exemplo, fez uma retrospectiva do ano que acabou lembrando que o Brasil teve seu pior ano na história do mercado editorial. A retrospectiva fala, claro, da Saraiva e Cultura, os livros mais vendidos no ano, as novas apostas, e sobre os principais prêmios e festas literárias. O jornal também elegeu os melhores livros de 2018. Na lista estão obras como Entre as mãos (Juliana Leite), O sol na cabeça (Geovani Martins), O pai da menina morta (Tiago Ferro), Baratas (Scholastique Mukasonga) e Maior que o mundo (Reinaldo Moraes). A Folha trouxe a notícia de que os livros do ensino médio vão mudar e não serão mais por disciplina, mas por áreas de conhecimento. Segundo o jornal, a visa adequar a produção de livros à reforma do ensino médio e à nova base curricular, mas desafia redes de ensino, professores formados por disciplina e as editoras. As obras que devem chegar às escolas em 2021 deverão ser organizadas pelas áreas de ciências da natureza, ciências humanas, linguagens e matemática. O jornal também fez suas apostas para 2019 e a principal delas é o crescimento das livrarias menores. Segundo a Folha, os canais alternativos, como feiras, devem crescer, e também é possível ver a ascensão ainda maior da Amazon no país. Já as editoras devem começar o ano com o pé no freio e a aposta do ano fica mesmo com os audiolivros. Clique no Leia Mais para ler a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 03/01/2019

Antes do nosso recesso de fim de ano, gravamos o último podcast da nossa temporada. Sim, o Podcast do PublishNews entrou de férias e retorna só depois do Carnaval, mas para nos despedirmos da melhor forma, liberamos hoje uma edição especial onde comentamos as principais notícias do ano de 2018, também conhecido como o pior ano para o mercado editorial brasileiro. Falência da Laselva, pedido de recuperação judicial da BookPartners e mais tarde da Saraiva e Cultura, prêmios e eventos literários, tudo foi comentado pela nossa equipe. O Podcast do PublishNews é um oferecimento da Metabooks, a mais completa e moderna plataforma de metadados para o mercado editorial brasileiro, e do #coisadelivreiro, consultoria em marketing e inteligência de negócios para o mercado editorial. Para ouvir o podcast na íntegra clique no Leia Mais. 

PublishNews, Redação, 03/01/2019

Dando continuidade a sua já conhecida tradição, Barack Obama, ex-presidente dos EUA, divulgou a lista com seus livros favoritos de 2018. Como não podia deixar de ser, Minha história (Objetiva), biografia de sua mulher, Michelle Obama ocupou o primeiro lugar da lista. Por aqui, o livro já figura a lista dos mais vendidos do PublishNews há seis semanas. Segundo Obama, fazer a lista dos seus favoritos lhe dá “a chance de destacar autores talentosos, artistas e contadores de histórias - alguns que são nomes familiares e outros que você pode não ter ouvido falar antes”. Em segundo lugar na lista está a obra An american marriage, de Tayari Jones, e em terceiro, Americanah (Companhia das Letras), de Chimamanda Ngozi Adichie. Também aparecem na lista Uma casa para o Sr. Biswas (Companhia das Letras), de V. S. Naipaul; Como as democracias morrem (Zahar), de Steven Levitsky e Daniel Ziblatt; Longa caminhada até a liberdade (Nossa Cultura), de Nelson Mandela; American Prison, de Shane Bauer; Florida, de Lauren Groff; Immigrant, Montana, de Amitava Kumar; e The Largesse of the Sea Maiden, de Denis Johnson. A lista completa você confere aqui.

PublishNews, Redação, 03/01/2019

Feira do Livro de Buenos Aires oferece a profissionais logística gratuita para diversas partes do mundo | © DivulgaçãoDe 23 a 26 de abril acontecem as Jornadas Profissionais que antecedem a programação oficial da Feira do Livro de Buenos Aires. Na última edição, reuniram-se nos pavilhões da La Rural cerca de 12 mil profissionais de 30 países diferentes, incluindo o Brasil, para uma série de debates e sobretudo rodadas de negócios. Como já vinha fazendo nos anos anteriores, a organização fechou uma parceria com a DHL que possibilitará a remessa gratuita de compras feitas na feira para diversos destinos em todo o mundo. Aos editores, livreiros ou bibliotecários internacionais, serão franqueados 50 kg de mercadoria e a partir desse volume, será cobrada uma tarifa única especialmente negociada para o evento. No ano passado, a DHL realizou 250 envios para o exterior, totalizando mais de sete toneladas de produtos. Para entregas dentro do território argentino, a franquia é de 200 kg. Ainda a propósito das Jornadas, os profissionais que tiverem interesse em participar podem se inscrever gratuitamente até o dia 20 de fevereiro. A inscrição dá acesso aos pavilhões da feira, além de uma série de benefícios como a participação da programação de debates e social do evento. 

PublishNews, Redação, 03/01/2019

Instituto Estação das Letras (Rua Marques de Abrantes, 177 – Rio de Janeiro / RJ) abre, nesta sexta-feira (05), a sua programação de cursos de 2019, com a aula inaugural sobre Gêneros Literários com Suzana Vargas (na foto ao lado), fundadora do instituto. Na aula, Suzana vai ajudar os alunos a identificar os procedimentos técnicos que caracterizam cada um dos gêneros literários: prosa, poesia, romance, conto e crônica e a desenvolver o estudo e a criação de textos a partir da leitura de diversas modalidades textuais. A aula acontece das 10h às 13h e será cobrada uma inscrição no valor de R$ 50. Para o período de férias, o Instituto Estação das Letras prepara uma série de cursos. Para conferir a programação completa, clique aqui

PublishNews, Redação, 03/01/2019

A Companhia das Letras lança edição bilíngue da poesia completa publicada em livro e em edições independentes lançadas em vida de T.S. Eliot. Entre 1917 — com Prufrock e outras observações — e 1939 — com O livro dos gatos sensatos do Velho Gambá —, T.S. Eliot produziu uma obra densa e profunda que, centrada na musicalidade, no ritmo e na sonoridade, revolucionou a paisagem literária do século XX. Em 1948, o autor de A terra devastada, um dos mais célebres poemas da língua inglesa, recebeu o prêmio Nobel em reconhecimento à sua “contribuição excepcional e pioneira para a poesia contemporânea”. Com organização, tradução e posfácio de Caetano W. Galindo, Poemas (Companhia das Letras, 432 pp, R$ 89,90) traz um Eliot ao mesmo tempo cerebral e erudito, marca de sua primeira produção, e um Eliot divertido e travesso, que já na maturidade dedicou aos seus afilhados a famosa série de poemas sobre gatos.

“Em ciência leia sempre os livros mais novos. Em literatura, os mais velhos.”
Millôr Fernandes
Escritor brasileiro
1.
A sutil arte de ligar o foda-se
2.
O milagre da manhã
3.
As aventuras na Netoland com Luccas Neto
4.
Aprendizados
5.
Me poupe!
6.
Minha história
7.
Poesia que transforma
8.
21 lições para o século 21
9.
Sapiens
10.
O poder do hábito
 
PublishNews, Redação, 03/01/2019

Quando, em 1978, Ron Stallworth, o primeiro detetive negro da história do Departamento de Polícia de Colorado Springs, depara-se com um anúncio no jornal local convocando pessoas a se juntarem à Ku Klux Klan, ele decide responder fingindo ser um homem branco com discurso racista falso. Esse foi o início de uma das investigações mais audaciosas e incríveis da história dos EUA. Durante os meses que investigou a KKK, juntamente com um colega policial branco que se passava por ele nas reuniões da Klan, Stallworth sabotou vários rituais da famosa queima de cruzes, frustrou planos de detonar bombas em bares e boates gays ou frequentados por negros, além de revelar a presença de supremacistas brancos nas Forças Armadas e no Comando de Defesa Aeroespacial Americano, chegando até a enganar o próprio David Duke, o Grande Mago da KKK. Infiltrado na Klan (Seoman, 216 pp, R$ 39,90 – Trad.: Jacqueline Damasio Valpasso) é uma história verídica inacreditável, nos moldes de um thriller policial, e um retrato vívido do racismo, das ações terroristas da KKK e dos extraordinários heróis que ousaram enfrentá-la.

PublishNews, Redação, 03/01/2019

A peça As conchambranças de Quaderna (Nova Fronteira, 468 pp, R$ 39,90), de 1987, marcou o retorno de Ariano Suassuna à escrita teatral, após um afastamento de mais de 25 anos. “Conchambrança” é uma corruptela de “conchamblança”, que significa conchavo, combinação. Foi na forma de “conchambrança” que Suassuna ouviu a palavra pela primeira vez, no sertão da Paraíba. Forma que se ajusta perfeitamente ao universo da peça, uma vez que o protagonista, Dom Pedro Dinis Quaderna, traz a público algumas de suas lembranças, contando ao leitor três enrascadas de que tomou parte e nos quais teve de fazer uma série de conchavos para resolver as situações a contento, tirando proveito de tudo e de todos. Cada um dos três atos, portanto, funciona como uma peça independente, e é Quaderna quem costura os episódios, proporcionando a unidade do espetáculo.

PublishNews, Redação, 03/01/2019

Em Justiça a qualquer preço (Arqueiro, 336 pp, R$ 39,90 - Trad.: Fernanda Abreu), novo livro de John Grisham, Mark, Todd e Zola ingressaram na faculdade de Direito porque queriam mudar o mundo e torná-lo um lugar melhor. Fizeram empréstimos altíssimos para pagar uma instituição de ponta e agora, cursando o último semestre, descobrem que os formandos raramente passam no exame da Ordem dos Advogados e, muito menos, conseguem bons empregos. Quando ficam sabendo que a universidade pertence a um obscuro operador de investimentos de alto risco que, por acaso, também é dono de um banco especializado em empréstimos estudantis, os três se dão conta de que caíram no grande golpe das faculdades de Direito. Então eles começam a bolar uma forma de se livrar da dívida esmagadora, desmascarar o banco e o esquema fraudulento e ainda ganhar alguns trocados no caminho. Mas, para isso, precisam abandonar a faculdade, fingir que são habilitados a exercer a profissão e entrar em uma batalha contra um bilionário e o FBI.

 
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