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PublishNews 16/10/2018
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PublishNews, Redação, 16/10/2018

Sebo na Rua José Bonifácio, no centro de São Paulo | © Beraldo Leal / WikicommonsA Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) realizou uma pesquisa em que ouviu 824 consumidores de ambos os gêneros, todas as classes sociais e de todas as capitais do país, para saber quais produtos usados os brasileiros mais consomem. Dos entrevistados, 54% declararam já ter comprado livros usados. A categoria lidera. Em seguida estão os automóveis e motos (43%), eletrônicos (38%), móveis (38%), smartphones (36%) e eletrodomésticos (36%). Entre os entrevistados que compraram algum livro nesse período, 76% acreditam que vale mais a pena adquirir um exemplar usado do que um novo. Os consumidores que declararam ter comprado livros usados informaram aos pesquisadores que adquiriram esses produtos majoritariamente em sites ou aplicativos especializados (37,5%), por meio de amigos ou conhecidos (37,2%) ou em eventos (23,3%). Na avaliação do educador financeiro José Vignoli, o mercado de usados vem ganhando cada vez mais espaço graças aos marketplaces. “O comércio de usados é amplamente favorecido pelas novas tecnologias e pela internet, que aproximam pessoas desconhecidas com um interesse comum. Em um período em que muitos enfrentam dificuldades financeiras, essa pode ser uma saída para quem deseja fazer compras a preços acessíveis ou vender objetos que apenas ocupam espaço em casa”, analisa o educador. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta matéria.

PublishNews, Redação, 16/10/2018

No último dia 10, aconteceu mais uma edição do UmLivro com PublishNews, série de encontros que o PublishNews e a plataforma UmLivro fazem na Unibes Cultural. No palco, três craques quando o assunto é autopublicação: Ricardo Garrido (Amazon), Daniel Pinsky (Labrador) e o autor Felipe Sali. Dessa vez, Maju Alves, que está por trás dos projetos especiais do PN, comandou o papo que pode ser ouvido na íntegra clicando no Leia Mais.

PublishNews, Gustavo Martins de Almeida, 16/10/2018

A sucessão de novidades na área cultural me estimula a escrever um artigo por semana, mas os prazos que oprimem o advogado impedem essa tarefa. Assim sendo, vou condensar aqui dois itens relevantes na recente história do direito e mercado editorial: o domínio público e os audiolivros. Sobre o domínio público, comento matéria que o jornal O Estado de S. Paulo do último dia 22/09 trouxe sobre a renovação do contrato de edição da obra de Graciliano Ramos com a Editora Record, salientando que, por força de lei especial, os direitos autorais não entrariam em domínio público 70 anos após a morte do autor, mas sim quando sua filha mais nova falecesse, ainda que após as sete décadas. E sobre os audiolivros, retomo o meu último artigo no PublishNews, Papel, tela, fone de ouvido, de 19/7/2018, quando escrevi sobre a voz como novo meio de transmissão de conhecimento e os audiolivros. Clique no Leia Mais e tenha acesso à íntegra desta coluna.

PublishNews, Redação, 16/10/2018

Morreu no último domingo, aos 62 anos, o tradutor André Telles. Ganhador do Prêmio Jabuti em 2009 pelas traduções das obas O conde de Monte Cristo e Os três mosqueteiros, de Alexandre Dumas, Telles foi tradutor de romancistas clássicos como Jules Verne e Marcel Proust e de importantes nomes da psicanálise e filosofia como Jacques Lacan, Elisabeth Roudinesco, Jacques Derrida e Alain Badiou. Só pela Zahar, casa onde trabalhou como editor assistente de 1990 até 2000, realizou mais de 90 traduções, mas tem livros traduzidos por casas como Companhia das Letras, Alfaguara e Objetiva.

PublishNews, Redação, 16/10/2018

Mesmo com toda a informação que se tem hoje sobre a contaminação com HIV e Hepatite, ainda é muito grande o número de jovens contraindo as doenças e, pior, sem saber que estão infectados. Pensando numa forma de fazer com que a literatura seja também um canal de conscientização, a Faro Editorial decidiu apoiar a campanha Fique Sabendo e começará a divulgar em seus livros a partir deste mês, colocando informações sobre como fazer o teste gratuito desses vírus com o slogan “Fazer o teste de HIV e Hepatite é mais rápido que ler um livro”. “Quando um amigo infectologista informou que, numa cidade como São Paulo, em alguns grupos, a taxa de contaminação com o HIV chega a 25% da população jovem, decidimos colocar a nossa editora nessa campanha. Grande parte das pessoas não sabe que é portadora do vírus, e não se trata com os medicamentos. A ideia e ser mais uma voz que se comunica com os jovens para se proteger e fazer os testes regularmente”, explicou Pedro Almeida, publisher da editora. O primeiro livro com a campanha, O amor nas 4 estações chega às livrarias no final do mês.

PublishNews, Redação, 16/10/2018

Haroldo de Campos | © German Lorca / Casa das RosasComeça na próxima segunda (22) e segue até o dia 25 de outubro, a 2ª FliPUC – Festa Literária da PUC-SP. Durante três dias, os estudantes da universidade e a população poderão aproveitar uma programação com diversas mesas e uma ótima seleção de livros com descontos que chegam a 30%. As mesas de debate ocorrem no Tucarena (Rua Monte Alegre, 1.024 - Perdizes - São Paulo / SP), enquanto a Feira de Livros estará montada no saguão em frente ao auditório. Com o tema Transpoesia – Haroldo Eterno, o evento homenageia o poeta e tradutor Haroldo de Campos, uma das personalidades mais importantes da história da instituição. Em sua segunda edição e com curadoria de José Luiz Goldfarb e Lucia Santaella, a FliPUC propõe, assim como no ano passado, um debate sobre as múltiplas expressões e interfaces da literatura no mundo contemporâneo, com mesas que discutem questões como os 15 anos sem Haroldo de Campos, as Mulheres na literatura brasileira, o Papel do livro na formação cultural da nação, e o Mundo digital e ética. De acordo com os curadores, no ano passado 22 editoras participaram do evento e para este ano, a expectativa é que o número de editoras inscritas chegue a 30. Para este ano, com a presença de alunos de escolas do ensino médio e fundamental II o público esperado é de três mil pessoas. Entre os convidados estão nomes como Julián Fuks, Fernando Morais, Fabiana Cozza, Mona Dorf, Juliano Spyer, Plínio Martins, Pollyana Ferrari e Ilan Brenman.

PublishNews, redação, 16/10/2018

A Biblioteca Pública do Paraná (Rua Cândido Lopes, 133 – Curitiba / PR) realiza de 22 a 27 de outubro a segunda edição da Flibi, a Festa Literária da Biblioteca. O evento acontece durante a Semana Nacional do Livro e da Biblioteca com palestras, bate-papos, oficinas, atividades para o público infantil, apresentações de música e teatro. Este ano, o escritor homenageado é Jamil Snege (1939-2003), que estreou na literatura há 50 anos com o livro Tempo sujo (1968). “O ecletismo, inclusive presente no legado do Jamil, dá o tom desta edição da Flibi”, conta o curador do evento, o escritor e jornalista Marcio Renato dos Santos. A programação, com entrada franca contará com mais de 60 convidados, entre eles, Mary del Priore (na foto ao lado) que já no dia 22 fala sobre a história do amor e da sexualidade no Brasil. Eduardo Bueno apresenta na quarta-feira (24), a palestra inédita Paraná: dos primórdios à República de Curitiba. Na quinta-feira (25), Edyr Augusto e Fernando Bonassi debatem os pontos de contato entre recriação da realidade e violência. E na sexta (26), Mel Duarte é a convidada de mais uma edição do projeto Um Escritor na Biblioteca. O evento também terá debates sobre autopublicação com Alessandro Andreola, João Varella e Bruno Zeni, narrativas femininas, adaptações literárias, dentre outros assuntos. A programação completa você confere clicando aqui.

PublishNews, Redação, 16/10/2018

O Instituto Ecofuturo, organização mantida pela Suzano Papel e Celulose, revelou uma pesquisa inédita sobre os impactos positivos das Bibliotecas Comunitárias da sua rede no desempenho escolar de crianças e jovens de municípios que receberam o projeto. Para a realização do estudo foram avaliados a qualidade do serviço oferecido por uma amostra das 107 bibliotecas implantadas até 2017, em 12 estados brasileiros, e os índices de desempenho escolar dessas cidades, comparados aos de outros municípios que ainda não possuem bibliotecas do Instituto. A pesquisa, desenvolvida pela consultoria METAS Sociais, comprovou que os municípios com Bibliotecas Comunitárias Ecofuturo apresentaram melhora de 7,8% no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Ensino Fundamental II, bem como uma taxa 2% superior em Proficiência em Matemática e 4,3% maior em Proficiência em Leitura, em comparação com cidades de mesmo porte, mas que não têm bibliotecas do projeto. Verificou-se ainda uma relação positiva entre a presença das bibliotecas e uma maior participação das famílias na vida escolar dos estudantes. O relatório completo com os indicadores de impacto do projeto está disponível para download no site da Ecofuturo

“No fundo, literatura é a história da condição humana, que vem sendo feita, refeita e acrescentada com novos elementos, porque as coisas mudaram.”
Ignácio de Loyola Brandão
Escritor brasileiro
1.
A sutil arte de ligar o foda-se
2.
As aventuras na Netoland com Luccas Neto
3.
O milagre da manhã
4.
Seja foda!
5.
O poder da autorresponsabilidade
6.
Me poupe!
7.
Poesia que transforma
8.
Crença Inabalável
9.
Felipe Neto - A vida por trás das câmeras
10.
O poder da ação
 
PublishNews, Redação, 16/10/2018

O livro Por que a guerra? (Civilização Brasileira, 448 pp, R$ 69,90), organizado pelos professores Francisco Carlos Teixeira da Silva e Karl Schurster Sousa Leão, revela como a preocupação com o tema tem origens longínquas, remetendo a reflexões desenvolvidas de forma ininterrupta pela humanidade desde a Antiguidade, tanto no Mundo Ocidental quanto Oriental. Os 17 capítulos da obra examinam a evolução dessas reflexões e desses estudos até os dias de hoje, incluindo visões da guerra do futuro alimentadas por projeções acadêmicas e artísticas neste início de novo milênio. Em tempos de crescente turbulência e incerteza no sistema internacional, a obra pode orientar e iluminar nossa inquietação com a “marcha da insensatez” em curso no mundo. O livro ainda reúne ensaios de nomes como Aline Tedeschi da Cunha, Ángel Pablo Tello, Antônio Elíbio, Armando Bittencourt, Dilton Maynard, Francisco Carlos Teixeira da Silva, Francisco Eduardo Alves de Almeida, Gracilda Alves, Guilherme Moerbeck, José Maria Gomes de Souza Neto, Norma Musco e Ricardo Pereira Cabral.

PublishNews, Redação, 16/10/2018

Antes mesmo de os super-heróis se digladiarem nas páginas das histórias em quadrinhos, as duas maiores editoras que as publicam – as americanas Marvel e DC - estão trocando socos para decidir quem é a melhor. Elas são detentoras das propriedades dos personagens mais icônicos da cultura pop. A DC Comics tem em suas mãos o Super-Homem, o Batman e a Mulher Maravilha, para citar apenas três dos mais conhecidos personagens. A Marvel não fica atrás e publica as aventuras do Capitão América, Homem-Aranha, Vingadores e X-Men, entre outros. Há mais de cinco décadas, Marvel e DC travam uma batalha épica pela supremacia de seus heróis de collant e o que está em jogo nessa disputa não são apenas as vendas, mas a relevância cultural e os corações de milhões de fãs. Pancadaria – Por dentro do épico conflito Marvel VS DC (Rocco, 336 pp, R$ 44,90 – Trad.: Guilherme Kroll), do jornalista norte-americano Reed Tucker, revela como essa rivalidade começou e não para de crescer, dividindo os fãs de super-heróis em duas tribos. 

PublishNews, Redação, 16/10/2018

Almanaque brasilidades (Bazar do Tempo, 256 pp, R$ 55) reúne em um mesmo livro, temas como fé e festas, guerras, comida, música, mitos e encantos do Brasil. Nele, o historiador Luiz Antonio Simas apresenta, em estilo inspirado nos almanaques populares – leve, dinâmico e rico em informações e curiosidades –, as tradições brasileiras que se inscrevem no tempo, mas também que se reinventam e se renovam em suas expressões populares. As festas dos santos católicos, as crenças de origem indígena, a forte herança religiosa afro-brasileira. Dos grandes personagens nacionais, como Câmara Cascudo e Marechal Rondon, aos menos conhecidos, mas não menos encantadores, como a quitandeira Sabina das Laranjas, o tecelão Francisco Carregal, primeiro negro a jogar em um time de futebol no Brasil, e Zé Limeira, o poeta surrealista do cordel. Todos fazem parte de um mesmo universo mágico e popular, onde convivem benzedeiras, rezadeiras, rendeiras, profetas, sambistas e generais, ao lado de mitos e assombrações, como o saci, a onça cabocla e outros elementos que se encontram nas encruzilhadas do país.

PublishNews, Redação, 16/10/2018

A obra Literatura (Editora Unesp, 176 pp, R$ 32) se dirige a todos que têm interesse por literatura e já devem ter se perguntado o que é e quantos sentidos e mundos podem caber nessa palavra. Escrita por Marisa Lajolo há 30 anos, o livro volta repaginado e antenado aos novos tempos entrelaçados às tecnologias digitais, que parecem subtrair leitores e, para alguns, até matar a própria literatura. Porta de entrara ao conhecimento da literatura, ao longo de seus 16 capítulos, o livro mergulha até a Antiguidade e, de lá, faz um passeio pela história dos gêneros literários. Quais os limites da literatura? Quais são os seus tipos, suas modalidades, seus gêneros? E, mais que isso: como a ideia do que é literatura se alterou com o tempo? Para todas as idades, este texto, por seu tom literário, acaba ele mesmo sendo objeto entre os territórios investigados em suas páginas.

PublishNews, Redação, 16/10/2018

Em Juca Paranhos - O barão do Rio Branco (Companhia das Letras, 560 pp, R$ 84,90), Luís Cláudio Villafañe G. Santos se contrapõe à visão convencional de Paranhos Júnior como intelectual distante, absorto em seus infindáveis estudos históricos. Na obra, a complexa e muitas vezes controversa trajetória pessoal do Barão — que buscou ativamente e com grande empenho reforçar a própria posição na diplomacia e na política — é apresentada dentro do contexto das grandes transformações vividas pelo Brasil e pelo mundo entre a segunda metade do século XIX e o início do XX. “O barão do Rio Branco de nossa admiração não esconde o amante egoísta, o vaidoso que alimentava a claque de seu teatro pessoal, o centralizador que desmerecia a ajuda dos colaboradores, o sedento de glória, o glutão e o esbanjador para quem todo dinheiro era pouco. Reexaminando o muito que se escreveu sobre o barão, assim como a sua correspondência ativa e passiva, Luís Cláudio Villafañe G. Santos trouxe para a nossa companhia um Rio Branco confiante no forte saber que lhe moldava os argumentos e as ações”, escreve Alberto da Costa e Silva na quarta capa.

 
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