
Utilizado internacionalmente, o ISNI é um código permanente de 16 dígitos que identifica criadores e organizações ligados à produção intelectual e artística. O registro pode ser solicitado por escritores, ilustradores, tradutores, fotógrafos, designers, pesquisadores, músicos, artistas e criadores de conteúdo, além de editoras, instituições de ensino, produtoras audiovisuais e outras organizações.
De acordo com a presidente da CBL, Sevani Matos, a iniciativa reforça a infraestrutura do mercado editorial e cultural. “O ISNI é uma peça fundamental na infraestrutura do mercado editorial e cultural moderno, trazendo mais eficiência, precisão e valor para toda a cadeia produtiva do livro e da criação”, afirma, em comunicado.
Ao diferenciar autores com nomes idênticos ou semelhantes, o identificador facilita a localização de obras, melhora a qualidade dos cadastros e contribui para a correta atribuição de créditos, direitos autorais e royalties. A padronização também favorece a circulação internacional de conteúdos, permitindo que sistemas de diferentes países identifiquem corretamente criadores e organizações.
O serviço está disponível no portal da CBL e custa R$ 80 para não associados e R$ 40 para associados. Durante o período de lançamento, os valores promocionais serão de R$ 60 para não associados e R$ 30 para associados.
Desde 2020, a CBL também atua como Agência Brasileira do ISBN, responsável pelo registro e gestão do identificador utilizado na catalogação de livros.







