
Desde as 10h da manhã, a banca de livros atraiu leitores de todas as idades. Pessoas que chegavam para um mergulho ou caminhada paravam para folhear títulos, conhecer autores e participar da proposta de troca de exemplares. Livros pendurados nas árvores chamaram a atenção do público e transformaram o espaço em uma instalação viva — literatura ao ar livre, balançando com o vento, misturada ao som das ondas e às conversas animadas. A cena simbolizou o propósito do projeto, segundo a produção: tirar os livros das prateleiras e aproximá-los do cotidiano das pessoas.
A programação contou ainda com uma roda de conversa realizada na areia, com participantes sentados em cadeiras, cangas e esteiras. O diálogo aberto reforçou a ideia de que ler também é escutar, trocar experiências e construir coletivamente novos sentidos para o mundo.
Encerrando o encontro, uma roda de samba sob as árvores integrou música e literatura em uma mesma experiência cultural. Entre pandeiro, tantã e violão, livros e ideias continuaram a circular, reafirmando a cultura como expressão viva e integrada.
O Leituraço no Caribrejo contou com a co-realização da Estante Virtual e com o patrocínio e apoio das editoras Globo Livros, Record, HarperCollins Brasil, Coquetel/Ediouro e Editora Vozes, além da Ação da Cidadania, da Oficina Raquel e do SNEL, que acreditaram na proposta de ocupar o espaço público com livros e tornaram possível a circulação gratuita de mais de 500 exemplares ao longo do dia. A ação impactou mais de 300 pessoas presencialmente, além do alcance e engajamento nas plataformas digitais. Segundo a organização, esta primeira edição se encerrou com a certeza de ter sido apenas o primeiro capítulo de uma iniciativa que veio para ficar.
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