
A Folha também revelou as vencedoras do primeiro concurso literário do TikTok, batizado de Livros do Futuro. São as escritoras Giulia Cavalcanti, Dani Vinci e Elisa B – cada uma terá seu livro vencedor por três grandes editoras brasileiras (HarperCollins Brasil, Globo Livros e Galera Record). O jornal ainda noticiou que a Aleph vai passar a publicar ficção científica de autores nacionais.
A Agência Brasil publicou um especial mostrando como editoras independentes transformam mercado e aproximam o público do leitor dos livros. Segundo a reportagem, estratégias como formar clubes do livro ajudam a superar obstáculos. O Diário do Comércio, de São Paulo, publicou uma matéria sobre livrarias de rua.
O Estadão relembrou os cinco anos da morte de Agatha Christie, e também publicou uma resenha sobre um novo ensaio biográfico sobre Silviano Santiago, Presente do acaso (Autêntica).
O Globo publicou uma entrevista com a escritora venezuelana radicada no Brasil María Elena Morán, que reflete sobre a ruína de seu país com seu mais recente livro, Voltar a quando (Biblioteca Azul). Ex-chavista e opositora de Maduro e de Trump, a escritora se descreve ao jornal como "de esquerda e democrata" e afirma que "no Brasil, tem-se uma visão ou romantizada ou vilanizada da Venezuela, sendo que a situação é bem mais complexa".
Um dos assuntos dos últimos dias foi o pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro, preso em Brasília, para entrar em um programa de remissão de pena por leitura. A CartaCapital listou alguns dos títulos que o político – condenado por tentativa de golpe de estado e outros crimes – pode utilizar, e a CNN Brasil explicou como funcionam esses projetos.
No g1, uma reportagem aponta que as bibliotecas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) contabilizam 10,3 mil obras extraviadas e registram situações inusitadas no sistema de empréstimos. O Nexo indicou cinco livros para colocar a cultura do trabalho contemporânea em perspectiva, e o Correio publicou o relato de uma leitora que leu 130 livros em um ano.






