
Durante a entrevista, a escritora descreve o colonialismo como “a maior fraude”, ao mesmo tempo em que explora relações entre classe trabalhadora, elite e legado histórico. A Folha publicou ainda uma resenha sobre o romance vencedor do National Book Award, As meninas do laranjal (Companhia das Letras), narrativa sobre o despertar trans da ex-freira Catalina de Erauso: "a autora subverte a narrativa colonial hegemônica ao compor por múltiplos ângulos o desvio de rota e fidelidade do personagem Antonio em relação à metrópole espanhola", diz a resenha.
Uma reportagem na Folha de S. Paulo noticiou que, após críticas sobre o estado de conservação dos túmulos no cemitério da Academia Brasileira de Letras (ABL), o corpo da escritora Nélida Piñon foi removido do local. O veículo também publicou uma reportagem em que especialistas apontam a importância da leitura na função de estimular regiões diversas do cérebro. Tais estudos mostram que esse hábito pode reduzir estresse, melhorar habilidades cognitivas e até retardar declínios associados ao envelhecimento.
Diversos veículos – como o Poder360, o Estadão e o Nexo – publicaram textos sobre a trajetória do jornalista e editor Conrado Corsalette, que morreu em São Paulo nesta quinta-feira (8), aos 47 anos. Em 2023, Conrado lançou o livro Uma crise chamada Brasil: A quebra da Nova República e a erupção da extrema direita (Fósforo). Admirado por colegas e leitores, Conrado foi um dos fundadores do Nexo, iniciativa de jornalismo digital e independente que hoje serve de modelo no Brasil. Ele era querido pelos amigos e conhecido como um pai dedicado.
O jornal O Globo abordou a tradição da escritora Isabel Allende, que começa a escrever um novo livro todo 8 de janeiro. A chilena Isabel Allende mantém esse hábito desde 1981, data na qual redigiu a carta que deu origem ao seu primeiro livro, A casa dos espíritos (Bertrand Brasil).
A escritora Jojo Moyes concedeu entrevista à CNN Brasil e deu detalhes de seu novo livro, considerado por ela como "o mais engraçado" que escreveu em sua carreira até o momento.
Na revista Bravo!, a notícia de que o escritor francês Édouard Louis fará sua estreia como ator no Brasil ao interpretar Quem matou meu pai, adaptação teatral de sua obra que integra a programação da 11ª MITsp — Mostra Internacional de Teatro de São Paulo. O espetáculo será apresentado no Teatro Paulo Autran, com sessões em francês legendado.
A revista Gama listou livros para cuidar da saúde mental em 2026. Na mesma toada de autocuidado, o Estadão compilou oito livros para pensar sobre bem-estar.






