
Escritores e acadêmicos que atuam no segmento da literatura infantojuvenil dizem que o que está ocorrendo é uma tentativa de censura e apontam desdobramentos, entre eles uma crescente insegurança, por parte das editoras, de abordar determinados temas em seus livros. Esse movimento, que em certos momentos parece configurar quase uma autocensura, estaria ocorrendo à margem do debate público, mas recentemente foi discutido em um evento denominado A censura e a literatura infantojuvenil, sediado pela Academia Paulista de Letras (APL) no início de maio.
Ainda na onda da viralização de Machado de Assis no TikTok, o g1 fez uma lista com cinco lugares do Rio de Janeiro que aparecem no livro Memórias póstumas de Brás Cubas.
Após declaração de Lula e fala do deputado Felipe Barros (PL), o ministro da Fazenda Fernando Haddad defendeu uma postura que privilegia a leitura: "Estudar virou pecado no Brasil, você não pode hoje ler livro e estudar". A frase foi destaca em uma matéria no Estadão.
O Pensar, caderno do Estado de Minas, destacou o lançamento do livro Faca: reflexões sobre um atentado (Companhia das Letras), obra em que Salman Rushdie detalha o ataque que sofreu em 2022.
No Nexo, a artista visual Joana Lira indicou cinco livros que mostram o valor do trabalho de designers e capistas no mercado editorial.
Na coluna Era outra vez, na Folha, Bruno Molinero escreveu sobre a volta do artista Alexandre Rampazo ao Brasil.
A revista Glamour, do grupo Globo, indicou quatro livros que debatem as dores e os prazeres da maternidade.
E o Globo publicou uma crítica do quadrinho biográfico As guerras de Lucas, escrita pelos franceses Laurent Hopman e Renaud Roche, que conta a trajetória de George Lucas.






