Em Jeito de matar lagartas (Companhia das Letras, 152 pp., R$ 34,90), ao narrar histórias do cotidiano aparentemente banais -- como uma brincadeira de criança, a venda de um imóvel ou o reencontro de um jovem estudante com a antiga professora --, o autor Antonio Carlos Viana toca em questões como o envelhecimento, o sexo e a solidão. As personagens apresentadas são, ao mesmo tempo, resignadas e inquietas. A ideia é que ao final da leitura o leitor chegue a mesma conclusão que um de seus protagonistas: o mundo se divide “entre os de coração aflito e os de maldade extrema”.






