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PublishNews 14/07/2021
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
Há mais de 50 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
PublishNews, Talita Facchini, 14/07/2021

O sucesso de Torto arado, romance de Itamar Veira Junior é indiscutível. A obra que conta a história das irmãs Bibiana e Belonísia rendeu a Itamar diversos prêmios e despertou a curiosidade em milhares de leitores no Brasil inteiro. Além disso, o livro domina a categoria Ficção da Lista Nielsen PublishNews – a que apura os autores nacionais mais vendidos em livrarias, supermercados e lojas de autoatendimento do Brasil – desde o início do ano. Agora, Doramar ou a odisseia (Todavia) deu as boas-vindas à Lista Nielsen PublishNews de junho, garantindo o 11º lugar em Ficção. No livro, em um diálogo permanente com nossas questões sociais e a tradição literária brasileira, Itamar enfeixa um conjunto de histórias a um só tempo atuais e calcadas na multiplicidade de culturas que formam o país. Na mesma lista, os clássicos Dom Casmurro (Principis / 13º), de Machado de Assis; Capitães da areia (Companhia de Bolso / 16º), de Jorge Amado; Ou isto ou aquilo (Global / 18º), de Cecília Meireles e Vidas secas (Record / 20º), de Graciliano Ramos continuam marcando presença. Em Não Ficção, o destaque vai para o segundo volume da trilogia Escravidão (Globo Livros), de Laurentino Gomes, que ficou com a 5º posição da categoria. O Volume 1, que cobre a história desde o primeiro leilão de cativos em Portugal até a morte de Zumbi dos Palmares, aparece na 18ª posição. A segunda novidade da categoria este mês é o livro Nova economia (Gente), de Diego Barreto, e que ficou com o 17º lugar no ranking. A obra explica ao leitor por que o perfil empreendedor está engolindo o tradicional empresário brasileiro. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Suzana Vargas, 14/07/2021

Bem difícil vai ser falar sobre Victor Giudice, esse multiartista, escritor inigualável que a literatura brasileira ainda vai reconhecer devidamente. E a dificuldade reside justamente na intimidade maior que tive com ele. Não seria numa banheira, mas também nela e logo vou explicar como isso se dava. Morávamos ambos em Vila Isabel o que facilitava nosso contato mais pessoal, embora seu bairro de origem fosse São Cristóvão, cenário de muitos de seus contos e romances. Costumo dizer que ele foi uma espécie de padrinho intelectual que tive a alegria e o privilégio de ter ao alcance do telefone e da vista, num momento em que os celulares não existiam ou eram escassos e não se pensava em redes sociais. Victor era um homem relativamente alto, de pele alvíssima, tinha escassos cabelos que ora esticava num rabo de cavalo, ora ocultava sob um boné. Possuía uma calvície proeminente e pequena barba grisalha, usava óculos sobre uns vivíssimos olhos castanhos. Parecia muitas vezes ter saído de um de seus incríveis contos. Gostava de modo quase juvenil das surpresas e tinha generosidades inesperadas. Uma vez me perguntou com sua voz anasalada: ‘Menininha, você gosta do Borges?” À minha afirmativa enfática, me estendeu nada menos que as poesias completas em espanhol do bardo argentino que comprara numa viagem a Buenos Aires. Mas voltemos à banheira do início. Antes dela, quero dizer que com ele aprendi - apesar de já estar nessa estrada desde a década de 80 - para que serviam as oficinas de criação literária. Aconteceu em 1996, na semana de abertura oficial da Estação das Letras, espaço que criei acompanhada dele e de uma dezena de escritores importantes do Rio de Janeiro. Clique no Leia Mais para ler a íntegra desta coluna.

PublishNews, Redação, 14/07/2021

O Radar de Licitações, seção fixa do PublishNews+, traz essa semana um edital para aquisição de livros nacionais, impressos em todas as editoras, na área jurídica e outras áreas específicas como, por exemplo, administração, ciência contável, ciência política, ciências biológicas, economia, educação, filosofia, linguística / literatura e psicologia / psicanálise. O valor estimado é de R$ 12 mil. O segundo edital dessa semana é para a aquisição de 104 livros de literatura infantil de diversas editoras. Ambas as disputas acontecerão no dia 15 de julho. A seção, exclusiva para os assinantes do PN+, é alimentada pelo Radar de Licitações, consultoria de Natália Vieira que, além de buscar novas licitações, presta um serviço de apoio aos editores e distribuidores interessados em vender para governos, nas mais diversas esferas de poder. Para acessar o Radar dessa semana, clique aqui.

PublishNews, Redação, 14/07/2021

A Universo dos Livros abriu uma vaga para vendedor externo. É preciso ter superior completo em Marketing, Vendas ou áreas relacionadas; boa comunicação, habilidades de apresentação e negociação, possuir carro próprio e disponibilidade para viagens. Também é imprescindível experiência no ramo editorial como vendedor de no mínimo dois anos. O contratado será responsável pelo atendimento presencial da carteira de clientes da editora em território nacional; mapeamento de oportunidades e abertura de novos clientes; negociação condições comerciais; projeção e desenvolvimento de estratégias de vendas, com o intuito de expandir a visibilidade da marca; e pela construção de estratégias de venda junto ao time comercial para implementação nos clientes. Também fazem partes das funções do cargo reportar à Gerência Comercial por via de relatórios semanais as informações sobre ações dos concorrentes, potenciais de venda, pontos de melhoria e ações estratégicas; e dar treinamento dos produtos da editora para o time de vendas dos clientes. Os interessados devem enviar currículos para o e-mail pbortoletto@universodoslivros.com.br até 30 de julho.

PublishNews, Redação, 14/07/2021

Logo mais, às 20h, acontece o último encontro do ciclo Para adiar o fim do mundo, realizado pelo Sesc Avenida Paulista e que procurou discutir formas de resistir e mudar nossa realidade a partir de diálogos entre produções audiovisuais e literárias. Depois de um breve adiamento, nesse último encontro Helena Silvestre – autora de Notas sobre a fome, finalista do Prêmio Jabuti 2020 – e a pesquisadora Mayara Barbosa conversam sobre o filme Bacurau (Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, 2019) e o livro A quinta estação (Morro Branco), de N.K. Jemisin, com mediação de Marina Gouvêa. A mesa será transmitida pelo canal do Sesc no YouTube e mais informações sobre o filme e livro, você encontra clicando aqui.

PublishNews, Redação, 14/07/2021

Gaspar, o protagonista dessa história, tem a sorte de viver às margens de um belo rio, onde tudo observa, pensa e faz reflexões. Até que um belo dia ele resolve conhecer um outro rio e começa a planejar sua aventura. A obra Gaspar e o rio (Aletria, 44 pp, R$ 65), convida o leitor a navegar com o personagem pelo desconhecido, entregando em cada página lindas imagens e poesia. Escrito por Flávia Azevedo e com ilustrações de Alexandre Rampazo, o livro é voltado para o público infantojuvenil e nos faz pensar sobre as jornadas que escolhemos, sobre o tempo e os ciclos da vida.

PublishNews, Redação, 14/07/2021

Era uma vez um coelho que não queria ir dormir. Então, ele teve uma ideia para adiar a hora de ir para a cama. Prendeu o escuro em uma lata de biscoitos. Com o Sol iluminando tudo, ele continuaria acordado, certo? Mas será que o escuro só serve para a gente dormir? Em O coelho, o escuro e a lata de biscoitos (Brinque-Book, 32 pp, R$ 44,90 – Trad.: Gilda de Aquino), o leitor vai descobrir junto com o coelho que muitos animais – e até as plantas – precisam que anoiteça. Vai perceber também que dormir não é assim tão ruim. O coelho, o escuro e a lata de biscoitos é mais uma obra da premiada Nicola O’Byrne, autora de sucessos como Abra com cuidado, O que tem atrás da porta? e A última história antes de dormir.

PublishNews, Redação, 14/07/2021

O Guardador de Memórias (Moderna, 48 pp, R$ 53), livro de Denise Guilherme, educadora, especialista em Literatura Infantil e idealizadora d'A Taba, conta a história de um jovem rapaz nascido com orelhas em formato de conchas - e que, por causa disso, possui um dom inestimável: o de guardar consigo todas as histórias que ouve, desde o dia em que nasceu. Mas então veio a guerra, que levou seus mais preciosos tesouros. Como, então, recuperar as palavras perdidas e tudo aquilo que antes havia sido guardado? Como reconstruir a sua própria identidade e também a de seu povo? Com um estilo poético e sensível, Denise leva uma mensagem de esperança às crianças: a lembrança sempre estará conosco, bem como as pessoas que contam boas histórias. Contanto que haja boa vontade de passar para a frente tudo que se ouviu, sempre será possível recuperar as histórias que parecem perdidas. As ilustrações de Rebeca Luciani remetem ao clima ancestral evocado pela obra, dando preferência às cores terrosas e a uma arte que lembra a argila e o artesanato, itens característicos da cultura brasileira e presentes em todo o contexto.

“A livraria é feita de encontros.”
Yala Araújo
Livreira da Gato sem Rabo
1.
Vermelho, branco e sangue azul
2.
Escravidão -Vol 2
3.
Mais esperto que o diabo
4.
Torto arado
5.
O poder da autorresponsabilidade
6.
A garota do lago
7.
Os sete maridos de Evelyn Hugo
8.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
9.
Mentirosos
10.
A rainha vermelha
 
PublishNews, Redação, 14/07/2021

Escrita pela autora e jornalista Isa Colli, a fábula O reino do tempo (Colli Books, 32 pp, R$ 39,90 – Ilustração: Rayan Casagrande) ensina as crianças a importância de manter o equilíbrio entre as quatro estações e ainda desperta a curiosidade e o desejo de entender como funciona o tempo. Em uma terra distante, dois bondosos monarcas viviam em harmonia com a natureza, comandando as estações do ano. Com o passar do tempo, sentiram a necessidade de encontrar substitutos para a tarefa. Quatro crianças mágicas foram, então, preparadas para assumir essa responsabilidade e espalhar seus encantos por toda parte. Cada um foi batizado com o nome de uma estação: Primavera, Verão, Outono e Inverno. Mas seria preciso manter o equilíbrio entre os quatro para garantir a continuidade deste trabalho tão importante para as pessoas que vivem no Planeta Terra. Essa é a missão que eles terão que se esforçar para cumprir.

 
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