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PublishNews 27/11/2020
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
Há 14 anos no mercado, representa cerca de 400 editoras do comércio varejista de livros. Tem aproximadamente 820 mil títulos em estoque, e cerca de 400 novos títulos ao mês.
PublishNews, Redação, 27/11/2020

Cida Pedrosa foi a vencedora do Prêmio Jabuti 2020Em uma cerimônia virtual comandada pela jornalista Maju Coutinho, o Prêmio Jabuti anunciou os vencedores da sua 62ª edição. Pela segunda vez na história recente do Prêmio, um livro de poesia escrito por uma pessoa nordestina foi escolhido como Livro do Ano. Em 2018, o cearense Mailson Furtado levou o Jabuti Dourado por À cidade. Agora, foi a vez da autora pernambucana Cida Pedrosa ganhar o prêmio com o livro Solo para vialejo, publicado pela Cepe Editora. Além da estatueta, a autora recebe o prêmio de R$ 100 mil. O livro também venceu na categoria Poesia. Ao agradecer pelo prêmio, Cida declarou que Adélia Prado, a homenageada desta edição, é sua referência poética e falou sobre o significado da sua obra que demorou dois anos para ficar pronta. “Este livro é minha entrega pra literatura”, declarou. “Esse é um livro sobre nossas negritudes, várias, sobre nossas indigenices, sobre nossas branquitudes. Este é um livro em busca da música, em busca de mim, das minhas raízes sertanejas. É um livro que eu me entrego inteira ao sertão e suas negritudes”, disse. Cida, que acaba de se eleger vereadora por Recife, nasceu em Bodocó, na região do Sertão do Araripe, em Pernambuco e tem sete livros de poemas publicados. No seu discurso, ela declarou que doará parte do prêmio ao seu partido, o PCdoB. Em Romance Literário, o ganhador foi Torto arado (Todavia), de Itamar Vieira Jr. Uma mulher no escuro (Companhia das Letras), de Raphael Montes, venceu a categoria Romance de Entretenimento, novidade desta edição. Em Conto, o primeiro lugar ficou com Urubus (Confraria do Vento), de Carla Bessa. Em Crônica, Uma furtiva lágrima (Record), de Nélida Piñon. A categoria História em Quadrinhos ficou para Silvestre (DarkSide), de Wagner Willian Menezes de Araújo. Da minha janela (Companhia das Letrinhas), de Otávio Cesar Jr., ficou com o troféu na categoria Infantil. Em Juvenil, o vencedor foi Palmares de Zumbi (Nemo / Autêntica), de Leonardo Chalub. Clique no Leia Mais para conferir os outros ganhadores.

PublishNews, Leonardo Neto, 27/11/2020

Primeiro tomo das memórias de Barack Obama alcança o topo da Lista dos Mais Vendidos do PublishNews | © DivulgaçãoObama is the new Harry Potter”. No último dia 17, Jeva Lange, a crítica de artes da revista americana The Week, usou este mesmo título para fazer uma análise cuidadosa do fenômeno de vendas que se tornou o casal Obama. Barack e Michelle fecharam um contrato histórico com a Penguin Random House que ultrapassou US$ 65 milhões em adiantamentos, um recorde para a indústria editorial mundial. O livro de Michelle foi o primeiro a sair. Foi publicado em novembro de 2018 e fechou o ano em primeiríssimo lugar nas listas dos mais vendidos dos EUA. De lá pra cá, o título já teve mais de oito milhões de cópias vendidas só nos EUA. Por aqui, pelas contas do PublishNews, o livro vendeu mais de 123 mil exemplares de 2018 para cá. Na lista anual parcial de 2020, o livro ocupa a sexta posição da categoria Não Ficção. Agora, veio o tão esperado primeiro volume das memórias do presidente Obama. A Penguin Random House encomendou inicialmente uma tiragem superior a três milhões de cópias para abastecer só o mercado americano e o livro foi traduzido e publicado simultaneamente em 25 idiomas. Por aqui, a Companhia das Letras bateu seus recordes ao imprimir 30 mil cópias de Uma terra prometida. É, sem dúvida, uma grande aposta que começa a dar retorno. O livro estreou ocupando o primeiríssimo lugar do Ranking Geral dessa semana, com 3.060 cópias e isso deve ser só o começo. O catatau com 764 páginas é do tipo “pare de ler se conseguir”. Nele, estão mescladas as memórias da infância e juventude com eventos marcantes do primeiro mandato como presidente dos EUA. O próprio autor chama a sua história de “odisseia improvável” – uma criança negra nascida no Havaí, criada pela mãe – o pai sempre foi ausente –, que se muda para o Sudeste Asiático e volta para criar uma carreira política que culminou com a ocupação do Salão Oval da Casa Branca. Clique no Leia Mais e confira outros destaques da Lista dessa semana.

PublishNews, Redação, 27/11/2020

Nesta quinta-feira (26), a coluna Radar Econômico, da revista Veja publicou nota intitulada “Livraria Saraiva aposta tudo na Black Friday”. Segundo a coluna, a empresa decidiu ir para o “tudo ou nada” nesta sexta-feira de promoções. O objetivo é gerar caixa suficiente para negociar dívida com credores. A varejista depende deles para se manter viva, já que tenta criar uma versão do plano de recuperação judicial que seja “passável” pelo crível dos credores. Na última terça-feira (24), a empresa pediu novamente a suspensão da assembleia geral de credores para formular a oitava versão do plano. Na Yellow & Black Friday – como a Saraiva batizou a sua própria Black Friday –, os descontos em alguns casos podem ultrapassar os 80%, como é o caso de Dilema morta e Origem mortal, ambos escritos por Nora Roberts e publicados pela Bertrand Brasil, com 82% de desconto, e Quando ela acordou (Bertrand), de Jordan Hillary, com 85%. Além dos descontos agressivos dos produtos que estão com o selo da Yellow & Black Friday, todos os livros (excetos didáticos, cursos, idiomas e dicionários) estão com 25% nas compras acima de R$ 89,90. Já a Cultura, outra varejista que está em recuperação judicial, optou por não usar o termo "Black Friday", mas traz no site promoções e vale-presentes com descontos e a "Semana Cultura" oferece descontos que podem chegar a 90% nas lojas físicas. O foco está no recém-lançado Sebo Cultura, programa de recompra de livros usados que são revendidos tanto nas lojas quanto no site da varejista. "O serviço faz parte de uma plataforma de economia circulante que estamos implementando no site e nas lojas", disse Sergio Herz ao PublishNews na manhã desta sexta-feira. O executivo promete novidades em breve.

PublishNews, Redação, 27/11/2020

Radical Chic, personagem criada por Miguel Paiva. Escultura do artista Wilson Iguti.O Troféu HQMix, o Oscar dos quadrinhos, divulgou nesta quinta (26), os vencedores da sua 32ª edição. Na categoria Editora do Ano, a escolhida foi Pipoca & Nanquim, especializada em publicação de histórias em quadrinhos. Em Melhor adaptação para os quadrinhos venceu Travesti (Veneta) e em Edição especial estrangeira, O Eternauta 1969 (Comixzone!). Edição especial nacional, o vencedor foi Roseira, medalha e engenho (Pipoca & Nanquim), de Jefferson Costa e que foi finalista do 62º Prêmio Jabuti na categoria Quadrinhos. O ilustrador também foi premiado na categoria Desenhista nacional. E em Publicação de tirinhas, venceu Batatinha fantasma, dos cartunistas Carol Borges e Filipe Remedios, que retratam através de tirinhas, as aventuras cotidianas da vida a dois. A cerimônia virtual do prêmio acontecerá no dia 12 de dezembro, às 18h, com apresentação de Serginho Groisman, padrinho do evento, e da dupla Gual e Jal, criadores do troféu. O evento será transmitido pelo canal do Sesc no YouTube. No dia da premiação, serão conhecidos os vencedores das categorias Novo talento desenhista e Novo talento roteirista, além de uma apresentação ao homenageado desta edição, Miguel Paiva, cuja sua personagem, Radical Chic, foi a escolhida para a escultura do troféu deste ano. Clique no Leia Mais para conferir a lista completa dos vencedores.

PublishNews, Redação, 27/11/2020

A Thomas Nelson Brasil fechou uma parceria inédita com a startup The Pilgrim, que reúne catálogo digital de e-books e audiolivros voltado especificamente para o público cristão-protestante. A partir de 2021, a editora vai adaptar conteúdos exclusivos da plataforma, como audiolivros, podcasts e séries, em livros físicos. A movimentação faz parte da estratégia da Thomas Nelson de investir em novas formas de produção de conteúdo, atento ao crescente público do digital. "Nossa parceria com a Thomas Nelson reforça nosso propósito de servir a comunidade com conteúdo cristão de qualidade, disponível em diversos formatos e acessível para consumo em momentos diferentes da rotina de nossos usuários. É mais um sinal de que o digital e o físico não são inimigos e que dentro da estratégia correta, podem colaborar para o benefício de todos os envolvidos", explica Leonardo Santiago, sócio da startup. Embora o modelo de negócio da The Pilgrim facilite o acesso de clientes do mundo todo, muitos usuários gostariam de contar com o suporte impresso para gravar melhor suas descobertas com o conteúdo exclusivo da plataforma. A parceria possibilita que os novos autores evangélicos lançados na The Pilgrim encontrem um caminho mais rápido para a versão impressa, e chegue logo às mãos do leitor. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 27/11/2020

Há mais de duas décadas, a jornalista e escritora espanhola Rosa Montero iniciou um trabalho pioneiro e solitário. Em 1995, reuniu em livro um conjunto de biografias de mulheres cujas trajetórias são essenciais para os principais avanços da humanidade. Originalmente publicados no jornal espanhol El País, os perfis se converteram num grande sucesso de crítica e de vendas. A autora continuou em sua escavação da história feminina — agora ampliando seu escopo temporal e geográfico e o resultado é este Nós, mulheres (Todavia, 288 pp, R$ 64,90 – Trad.: Josely Vianna Baptista). Uma jornada esclarecedora pela antologia universal de mulheres que, por bem ou por mal, fizeram história sem que a própria História se ocupasse delas. Claro que grandes e célebres figuras estão presentes. Agatha Christie, Simone de Beauvoir e Frida Kahlo, por exemplo. Nomes incontornáveis da literatura e das artes. Mas também figuras que, ainda hoje, são menos conhecidas — e que, no entanto, merecem ter seus feitos difundidos. É o caso da paleontóloga inglesa Mary Anning, da guerreira latino-americana de origem indígena Juana Azurduy, ou da pirata chinesa Ching Shih. E muitas outras: nas ciências, nas artes, na política e nos costumes.

PublishNews, Redação, 27/11/2020

Em Os seis meses em que fui homem (Rosa dos Tempos, 304 pp, R$ 49,90), a editora Rose Marie Muraro (1930-2014), considerada a Patrona do Feminismo Brasileiro, apresenta um ensaio vivo e atual, que tem como mote a participação da autora como candidata a deputada federal na Constituinte de 1988. Publicado pela primeira vez em 1990, a obra oferece um olhar sobre o tempo histórico que ajuda o leitor a entender como o feminismo chegou até aqui. Uma análise rica de informação nos campos da antropologia, da arqueologia, da história, da política e da física, com o fio condutor da cultural diferença sexual, surge como um turbilhão de possibilidades. Segundo Rose Marie Muraro, Os seis meses em que fui homem é uma catarse. "Quis escrever tudo o que sei sobre o mundo masculino para que os homens e mulheres possam compreendê-lo como eu o vi [...]. Porque continuo no mundo masculino, mas rejeito-o radicalmente”, explicou. Com este livro, ela ajuda hoje a encontrar um espelho no qual as mulheres brasileiras possam se olhar com respeito e amor a si mesmas.

PublishNews, Redação, 27/11/2020

Com um intenso trabalho de pesquisa e uma escrita primorosa, mais uma vez a historiadora e autora Mary Del Priore revisita um evento marcante da história brasileira e apresenta ao leitor a obra Matar para não morrer – o duelo entre Euclides da Cunha e Dilermando de Assis (Editora Pausa, 167 pp, R$ 49,90). “Um livro de uma atualidade gritante, que contei com o carinho e a generosidade da filha de Dilermando – Dirce de Assis – que nunca se conformou com a versão de que o pai era um assassino. Um livro que mostra como o machismo e o patriarcado podem ser terrivelmente nefastos e tóxicos, também para os homens. Uma história de quatro homens que, ao correrem atrás da defesa da sua honra, destroem as próprias vidas e as vidas daqueles que estavam em volta”, explica a autora. O episódio em questão é o confronto entre Dilermando – amante da esposa de Euclides da Cunha – e o próprio escritor, em 1909 e que resultou na morte de Euclides.

“Pra mim [a poesia] é o rastro divino na brutalidade das coisas.”
Adélia Prado
Escritora brasileira - homenageada do 62º Prêmio Jabuti
1.
Uma terra prometida
2.
Box Harry Potter
3.
Mais esperto que o diabo
4.
A sutil arte de ligar o foda-se
5.
Viva a sua melhor versão
6.
Do mil ao milhão
7.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
8.
O poder da ação ( edição de luxo)
9.
Pai rico, pai pobre - Edição de 20 anos
10.
Pequeno manual antirracista
 
PublishNews, Redação, 27/11/2020

Assim que Winston Churchill assumiu como primeiro-ministro do Reino Unido, Hitler invadiu a Holanda e a Bélgica. A Polônia e a Tchecoslováquia já haviam sucumbido e a evacuação de Dunkirk ocorreria duas semanas depois. Pelos 12 meses seguintes, Hitler travaria uma incessante campanha de bombardeios, matando 45 mil britânicos. Coube a Churchill manter o país unido e convencer o presidente americano Franklin Roosevelt de que era um aliado valioso — e com disposição para lutar até o fim. Em O esplêndido e o vil (Intrínseca, 624 pp, R$ 59,90 - Trad.: Rogério W. Galindo e Rosiane Correia de Freitas), Erik Larson mostra em detalhes como Churchill incutiu no povo britânico “a arte de não temer”. Muito mais que uma história de malabarismo político, é também um drama doméstico e íntimo. Baseado em documentos originais de arquivos e relatórios de espionagem secretos — alguns deles abertos apenas recentemente —, além de diários, o livro oferece uma nova perspectiva sobre o ano mais sombrio da capital inglesa através da experiência cotidiana de Churchill e daqueles próximos a ele. Narrado em ritmo de ficção, O esplêndido e o vil transporta o leitor da disfunção política dos dias de hoje de volta a uma época de verdadeira liderança, quando — ao encarar o horror impiedoso — a eloquência, a coragem e a perseverança de Churchill foram capazes de unir uma família e um Reino.

PublishNews, Estevão Ribeiro, 27/11/2020

 
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