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PublishNews 14/09/2020
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PublishNews, Redação, 14/09/2020

Dois mil e vinte tem sido um ano de desafios para diversos setores da economia mundial e no mercado editorial não foi diferente. Pensando em refletir sobre os últimos acontecimentos e lições aprendidas até aqui, de forma a definir uma estratégia para o próximo ano, Carlo Carrenho (Word Audio / PublishNews), Rüdiger Wischenbart (Wischenbart Consulting) e Klaus-Peter Stegen (Darvis Inc.) se uniram para criar a primeira edição do ReBoot: Books, Businesses & Reading, conferência virtual que focará no futuro imediato da indústria editorial. “A ideia do Reboot foi inspirada pela atual crise global e pelo conceito de que qualquer indústria precisa em algum momento fazer um Reboot de suas estratégias e modelos”, explica Carrenho. “No início, sonhávamos em um evento híbrido na semana de Frankfurt que, infelizmente será 100% digital desta vez, mas a ideia é ampliar para o ano que vem em outros formatos e conteúdos”, adiantou ao PublishNews. Marcado para o dia 13 de outubro, às 8h (horário de Brasília) o evento destacará quatro áreas-chave para o mercado editorial que serão amplamente transformadas pela pandemia do novo coronavírus: editores, vendedores de livros, fornecedores e consumidores. Nomes importantes do mercado como Jesús Badens (Grupo Planeta / Espanha), Marcos da Veiga Pereira (Sextante, SNEL / Brasil), Håkan Rudels (Bonnier Books / Suécia), André Breedt (Nielsen Book / UK), Michael Tamblyn (Kobo / Canadá), entre outros, irão compartilhar suas experiências e insights sobre o mercado editorial. Antes do evento principal, em outubro, o ReBoot terá uma série de quatro workshops preparatórios que começa já nesta quinta (17). Clique no Leia Mais para ter mais detalhes do evento e saber como se inscrever.

PublishNews, Redação, 14/09/2020

Poucas coisas marcaram tanto o mercado editorial brasileiro quanto o Círculo do Livro, clube de assinatura de livros criado em 1973. Naquela época, os sócios recebiam em casa periodicamente uma revista promocional e livros que se destacavam por serem sempre muito bem editados. Dez anos depois, em 1983, o Círculo chegou a ter 800 mil associados, mas no final da década de 1990, o modelo entrou em declínio e Círculo encerrou suas atividades e os clubes de assinaturas de livros também caíram no esquecimento. A reinvenção veio em 2014, quando surgiram no mercado dois dos maiores clubes de assinatura de livros atualmente, a Leiturinha, focada em livros infantis e a TAG – Experiências Literárias. Hoje, a lista dos clubes de assinatura cresceu e muitos leitores já apostam nesse modelo para ter acesso aos livros. Depois deles, surgiram outros tantos e, nos últimos meses, o mercado ganhou o reforço de pelo menos dois novos players. Para apresentar os novatos e entender o efeito da pandemia nos clubes de assinatura, o Podcast do PublishNews dessa semana convidou Gustavo Lembert, da TAG; Leonardo de Paula, da Leiturinha; Renata Nakano, do Clube de Leitura Quindim; José Luis Tahan, do clube Realejo; Maria Carolina Borin, da Panaceia e Alex Catarino, do Clube Ludovico. Juntos, eles dão um panorama deste segmento do mercado editorial brasileiro. Clique no Leia Mais para ouvir o programa.

PublishNews, Redação, 14/09/2020

A Veja SP fez uma matéria especial sobre o incentivo à leitura que ganhou a capa da última edição da revista. Com a possível Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com alíquota de 12%, defensores da leitura, anônimos e famosos começaram a se movimentar e fazer o possível para incentivar o hábito da leitura. Trazendo dados da pesquisa Retratos da Leitura, que apresentou seus resultados na última sexta (11), a matéria trouxe ainda exemplos de pessoas que estão fazendo a diferença como o publicitário Rafael Lavor; o apresentador Zeca Camargo; a booktuber Tamy Ghannam e a influenciadora digital Camila Dias. Novos modelos de negócios também foram abordados na matéria. A Painel das Letras deste final de semana trouxe algumas notícias sobre a Flip. Segundo a coluna, é provável que o festival não anuncie um novo curador, cargo vago desde agosto quando Fernanda Diamant pediu demissão. Em nota, a festa literária afirma que a sua direção artística "está reunida em Paraty para avaliar as possibilidades de uma Flip Virtual, além de uma ação símbolo na cidade". Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 14/09/2020

Cecilia Arbolave, João Varella e Gustavo Piqueira diante da Livraria Gráfica | © Ale Kalko / DivulgaçãoHá dois anos, Cecilia Arbolave, João Varella e Gustavo Piqueira começaram a pensar num novo projeto: um espaço que aliasse a venda de livros com ateliê de impressão e que ocupasse um imóvel na rua Barão de Tatuí, na zona central de São Paulo, onde já estão instalados a Lote 42, a Banca e a Sala Tatuí, de Cecília e João, e a Casa Rex, de Piqueira. O projeto saiu do papel e São Paulo deve ganhar, em breve, a Livraria Gráfica. Por enquanto, a loja será apenas virtual, vendendo produções próprias. A ideia é que, quando houver condições sanitárias, os leitores poderão fazer visitas presenciais, tomar um café e conhecer o catálogo que contará com obras de editoras brasileiras, com foco em livros contemporâneos. Quando estiver em pleno funcionamento, será possível, por exemplo, encomendar publicações impressas na hora, listadas em um cardápio. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 14/09/2020

Morreu, na última sexta-feira (11), Isaque Lerbak, das livrarias Eldorado e Copabooks, do Rio de Janeiro. Ele tinha 62 anos e há dois anos lutava contra um câncer. Isaque era capixaba, mas foi para a capital fluminense aos nove anos. O seu primeiro contato com o mundo livreiro se deu aos 23 anos, quando se empregou como limpador de livros na loja da Melhoramentos no bairro da Tijuca. Em 1998, Isaque se torna sócio, ao lado de Jovaldo de Almeida, na Eldorado, livraria inaugurada em 1961. Isaque era ainda diretor financeiro da Associação Estadual de Livrarias do Rio de Janeiro (AEL/RJ). O seu posto passará a ser ocupado agora por Benjamin Magalhães, da Livraria Lima Barrreto.

PublishNews, Redação, 14/09/2020

Está previsto para novembro o lançamento do aplicativo Reden, que se apresenta como um “agregador de livros-jogos”. A ideia é unir a literatura a uma experiência parecida com a de um jogo de RPG em que o usuário pode interagir com a história, determinando situações e até os destinos dos personagens. A iniciativa foi pensada por Lucas de Lucca e Victor Ochoa e o app deve ser lançado trazendo os primeiros títulos na sua estante: O valor da força (fantasia épica), Isabel, a cartógrafa (fantasia juvenil), Casados pela quarentão (romance LGBT), Nero e Agripina (ficção mitológica) e um quinto título a ser definido. “O Reden foi criado como uma forma de consumo diferente das histórias escritas. Com histórias boas e gamificadas ao máximo, com ilustração, trilha sonora, efeitos, itens desbloqueáveis e conquistas que geram incentivos de continuar consumindo, um artifício muito usado em jogos, mas não utilizado em livros digitais ou físicos”, explica Lucas. Para incrementar a estreia, os idealizadores criaram uma campanha no Catarse que tinha por meta alcançar R$ 2 mil, já superada. A campanha segue no ar até o dia 9 de outubro.

PublishNews, Redação, 14/09/2020

Ao longo de 2020, a Associação Brasileira das Editoras Universitárias (Abeu) já realizou duas edições de sua feira on-line de comercialização de livros. De acordo com a entidade, este modelo de evento se mostrou bem-sucedido em um ano de diversas privações para o mercado editorial, permitindo melhores oportunidades de compra para os leitores e maior acesso às obras. Agora, os editores universitários que compõem o quadro de associados da Abeu se preparam para a terceira edição da feira que acontecerá de terça (15) a sexta (18) desta semana, paralelamente ao XVI Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (Enecult), organizado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Durante os dias do evento, os títulos das editoras da Abeu serão oferecidos com descontos e haverá ainda algumas obras para download gratuito. Nos dias do evento, para conferir as ofertas, basta acessar o site da Feira, que servirá como uma vitrine digital para as editoras anunciarem as obras que estão comercializando. Ao selecionar um livro, o leitor será direcionado ao site da editora ou livraria que vende o título, para poder finalizar a compra.

PublishNews, Redação, 14/09/2020

Em 1933, com a escalada de Hitler na Alemanha, uma triste onda de refugiados veio bater aqui no Brasil. Eram judeus que fugiam dos horrores do Holocausto que, ao fim da II Guerra Mundial, contabilizou a morte de cerca de seis milhões de judeus. O Memorial da Imigração Judaica e do Holocausto e a Editora Maayanot resolveram reunir as histórias de algumas dessas pessoas que se refugiaram no Brasil. O resultado está na série Vozes do Holocausto, que chega ao seu quinto volume. Histórias de vida: Refugiados do Nazifascismo e sobreviventes da Shoah (328 pp R$ 50) foi organizado por Maria Luiza Tucci Carneiro e Rachel Mizrahi e reúne testemunhos registrados pela equipe de pesquisadores do Arquivo Virtual sobre Holocausto e Antissemitismo do Departamento de História da USP. Neste quinto tomo, estão a trajetória de nomes como os dos alemães Hans Sigismund Bergmann, Hans e Charlotte Margarete [Liepmann] Hamburger; da italiana Ariella Pardo Segre; da iugoslava Ruth Srpung Tarasantchi; dos poloneses Baruch [Alberto] Besen, Bina Frandla Klug e Regina Feigl e do romeno Sandor Rosenfeld.

“Gostar de ler é trocar horas de tédio por outras deliciosas.”
Charles Louis Montesquieu
Filósofo francês (1689-1755)
1.
Box Harry Potter
2.
Mais esperto que o diabo
3.
Excelência para obstinados
4.
Sol da meia-noite
5.
A sutil arte de ligar o foda-se
6.
As muralhas vão cair
7.
Pai rico, pai pobre - Edição de 20 anos
8.
Decida vencer
9.
A vida mentirosa dos adultos
10.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
 
PublishNews, Redação, 14/09/2020

O Brasil como destino (Editora Unesp / Imprensa Oficial, 424 pp, R$ 88) reconstrói para o leitor a história da imigração judaica para São Paulo, retraçando as causas desse processo, seus percalços e motivações, e analisando o propósito que esses imigrantes trouxeram com sua bagagem: o estabelecimento de um vínculo perene com a nova nação. Após três décadas de trabalho coletando dados e relatos sobre a imigração judaica para o Brasil proveniente de 17 países – a maioria da Europa Ocidental – e de diferentes classes sociais, Eva Alterman Blay reconstrói os cenários da população ao longo dos tempos. "Como seres humanos somos todos iguais, e como humanos somos todos diferentes: nas crenças, nas línguas, na política, na ideologia, no gênero. É preciso explicar a diversidade do povo judeu, e a persistência das diferenças entre uns e outros", afirma a autora.

PublishNews, Redação, 14/09/2020

Ao longo dos anos 1970, Michel Foucault dedicou seu trabalho no Collège de France à análise do lugar da sexualidade na sociedade ocidental, o que deu origem à História da sexualidade, em quatro volumes. Sua reflexão encontrou no sexo e na sexualidade a causa de todos os acontecimentos da vida social. O filósofo empreendeu uma pesquisa histórica, estabelecendo uma antropologia e uma análise do discurso acerca desse tema tão fundamental para a condição humana. Inédito, o quarto volume da História da sexualidade: As confissões da carne (Paz & Terra, 528 pp, R$ 79,90 – Trad.: Heliana de Barros Conde Rodrigues e Vera Portocarrero) analisa a experiência cristã do sexo nos séculos II a V. É importante por explicitar as relações entre os primeiros séculos do cristianismo, a Antiguidade e a Modernidade quanto ao modo de pensar o sexo. Mas também por evidenciar como a História da sexualidade, que começou privilegiando os mecanismos de sujeição, se converteu num estudo histórico-filosófico dos modos de subjetivação.

PublishNews, Redação, 14/09/2020

História do presente (Expressão Popular, 47 pp, R$ 20) é uma seleção de artigos jornalísticos de Roberto Amaral, publicados na revista Carta Capital, sobre o golpe político que depôs a presidente Dilma Rousseff, em agosto de 2016, desde as primeiras articulações até a entrada de Jair Bolsonaro no governo federal. Os artigos de Amaral, marcados pela linguagem militante do calor da hora, do gênero jornalismo opinativo, contribuem para uma análise sobre a história imediata com base na memória política dos principais momentos históricos do Brasil, como as tentativas políticas para derrubar o governo Getúlio Vargas e o golpe de 1964. O autor, além de informar, questionar e debater os principais fatos políticos da atualidade, convoca os leitores e leitoras para uma reação organizada em frentes populares para derrotar definitivamente o golpismo e restabelecer a democracia política no país.

 
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