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PublishNews 13/08/2020
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PublishNews, Redação, 13/08/2020

Fernanda Diamant | © Mathilde MissioneiroNesta quarta-feira (12), a jornalista Fernanda Diamant anunciou que não será mais a curadora da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Em nota enviada ao Globo, Diamant falou da sua vontade de tornar a festa literária cada vez mais representativa, lembrou da edição de 2019, quando Euclides da Cunha foi o autor homenageado e os autores negros foram destaque e justificou a escolha de Elizabeth Bishop como autora homenageada em 2020, decisão que gerou protestos nas redes sociais. “A ousadia de decidir pela primeira vez por uma estrangeira me pareceu um bom desafio. [...] O fato da poeta ser homossexual também pesou – lembrando que o preconceito com a população LGBTQI+ vem num crescente no Brasil”. Porém, Fernanda justificou sua decisão de deixar a curadoria da festa literária alegando que “a Flip agora precisa de uma curadora negra para reinventá-la nesse mundo pós pandemia”, segundo Diamant, uma mulher negra “é a renovação que o evento mais importante da literatura do país precisa”. "Por essa razão, decidi pedir demissão e declarar meu desejo de ceder esse espaço de privilégio de forma pública", completou. Clique no Leia Mais para ler a íntegra desta nota e o comunicado de Diamant.

PublishNews, Leonardo Neto, 13/08/2020

Galeno Amorim foi presidente da Fundação Biblioteca Nacional e coordenador do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e hoje é diretor-presidente da Fundação Observatório do Livro e da Leitura. Esta sua trajetória e militância o trouxe até o PublishNews Entrevista, programa da PublishNewsTV que quer compor um arquivo da memória editorial brasileira. Quando era coordenador do programa Fome de Livro (MinC), Galeno foi um dos protagonistas da articulação eu resultou na desoneração do livro, conquistada em 2004 e agora ameaçada pela reforma tributária apresentada pelo governo ao Congresso. Na entrevista ele retoma este assunto, sempre defendendo a manutenção da desoneração do livro. “[A desoneração] teria um objetivo ainda maior que era ampliar a base de leitores, inclusive algo bom para a sobrevivência do mercado lá na frente”, observa Amorim que contou ainda que a criação do Instituto Pró-Livro foi uma consequência da desoneração de PIS/Cofins. Na conversa que teve com André Argolo, Amorim defende que editoras desempenham bem o seu papel de produzir livros, mas deveriam ir além, criar ações de responsabilidade social que poderiam resultar na ampliação da base de leitores no Brasil. Além disso, Galeno falou sobre a infância, na roça, onde teve as suas primeiras relações com o livro, numa biblioteca comunitária mantida pelos cortadores de cana no interior paulista. O PublishNews Entrevista é um oferecimento do #coisadelivreiro, consultoria em marketing e inteligência de negócios para o mercado editorial. Além de estar disponível no canal do PublishNews no YouTube, este episódio está disponível em áudio também pelas plataformas digitais: Spotify, iTunes, Google Podcasts e Overcast. Clique no Leia Mais para assistir à entrevista.

PublishNews, Jaime Pinsky*, 13/08/2020

Onerar o livro, transformá-lo em artigo de luxo, é impedir que uma parte significativa da sociedade tenha acesso a ele. É, na prática, uma forma “hábil” e aparentemente indolor de, por exemplo, lançá-lo a uma fogueira, coisa de regimes totalitários como o nazista. Taxar o livro é uma metáfora de queimá-lo. Proibir que o saber e a emoção contidos no livro circulem é atitude inquisitorial e antidemocrática. Destiná-lo a poucos, colocando uma taxação, é driblar a vontade do povo expressa em nossa Constituição. É usar para o mal o jeitinho brasileiro. É tentar enganar a todos, impedindo os mais pobres de escolher o que querem ler. É transformar a maior parte da população em dependente da boa vontade de ministros e de “ideólogos” de plantão. É uma atitude culturalmente indefensável, socialmente autoritária, historicamente retrógrada. Temos todos que lutar contra ela. Afinal, o que contém esse objeto, que aparentemente não passa de um conjunto de folhas impressas coladas cercadas por dois pedaços de papelão para assustar tanto as pessoas a ponto de encontrar pretextos para dificultar sua livre circulação? Clique no Leia Mais e confira a íntegra do artigo escrito pelo editor Jaime Pinsky.

PublishNews, Redação, 13/08/2020

Varejo de livros cresce 69% na passagem de maio para junho, aponta IBGE © LStockStudio / ShutterstockO Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou, nesta quarta-feira (12), os resultados da sua Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) referente ao mês de junho. O que se viu foi aumento de 8% frente a maio. Em relação a junho de 2019, o comércio varejista cresceu 0,5%, sem os ajustes sazonais. Pelo segundo mês consecutivo, os resultados mostraram menor impacto do quadro de isolamento social provocado pela pandemia de covid-19. Na passagem de maio para junho, o segmento de Livros, jornais, revistas e papelaria foi o que apresentou maior variação positiva: 69,1%. No entanto, em relação à junho de 2019, o segmento apresenta queda de 39,5%. No acumulado do ano, o segmento apresenta queda de 28,7%. Pela metodologia do estudo, o IBGE não considera as vendas de livros separadamente das de jornais, revistas e papelaria.

PublishNews, Redação, 13/08/2020

A Luz da Serra Editora, que publica livros no segmento de autoajuda, espiritualidade e desenvolvimento pessoal, lançou o selo MAP – Mentes de Alta Performance. Com o novo selo, a editora pretende publicar influenciadores brasileiros do marketing, empreendedorismo, mercado digital, mudança de mindset, negócios, administração e liderança estratégica, que alcançaram bons resultados, cada um em sua área de atuação. Segundo a publisher e gerente comercial da editora, Rackel Accetti, as novidades devem chegar aos principais players do mercado em agosto e terão o objetivo de ajudar os leitores a performar em todas as áreas da vida. “A Luz da Serra é uma editora que já tem expertise no marketing digital e vamos unir essa experiencia a história de nomes diferenciados, que utilizam a alta performance no seu dia a dia e vão inspirar nossos leitores a performar em suas carreiras”, disse Accetti ao PublishNews. Os primeiros títulos do novo selo são Seja Rico - Checklist para elevar seu nível financeiro, de Bruno Gimenes; Eneamind: Como construir uma nova realidade com o poder da sua mente, de Marcos Trombetta, e Cresça, apareça e enriqueça: Seja o dono da sua vida e comece a ganhar dinheiro agora, de Tiago Fonseca.

PublishNews, Redação, 13/08/2020

No ano passado, o livro A vida invisível de Eurídice Gusmão, escrito por Martha Batalha, que serviu de base para o roteiro de A vida invisível, filme de Karim Aïnouz, foi finalista do prêmio na categoria Melhor adaptação literária.Pela terceira vez, a Feira do Livro de Frankfurt (14 a 18/10) está com as inscrições abertas para o Frankfurter Buchmesse Film Awards, que busca selecionar trabalhos audiovisuais (filmes, séries ou produções para a TV) baseados em obras literárias. Até 28 de agosto, editores e empresas de produção e mídia podem enviar suas propostas para o prêmio nas categorias Melhor adaptação literária, Melhor adaptação para crianças ou jovens adultos e Melhor livro ilustrado sobre filme. No ano passado, o livro A vida invisível de Eurídice Gusmão, escrito por Martha Batalha, que serviu de base para o roteiro de A vida invisível, filme de Karim Aïnouz, foi finalista do prêmio na categoria Melhor adaptação literária. O vencedor foi Out Stealing Horses, baseado no livro de Per Petterson e dirigido por Hans Petter Moland. A cerimônia de premiação do Frankfurter Buchmesse Film Awards será realizada como parte da abertura da B3 Bienal da Imagem em Movimento, no dia 9 de outubro.

PublishNews, Redação, 13/08/2020

A Associação Brasileira de Escritores de Romance Policial, Suspense e Terror (Aberst) anunciou os semifinalistas da terceira edição do Prêmio Aberst de Literatura, que dá reconhecimento às melhores obras desses gêneros, escritas por autores brasileiros publicadas no país. Nesta terceira edição, serão premiadas obras nas seguintes categorias: Narrativa curta de terror, Narrativa longa de terror, Narrativa longa e curta de suspense (thriller), Narrativa curta policial, Narrativa longa policial, Projeto gráfico de quadrinhos de suspense, policial ou terror e Projeto gráfico de literatura de suspense, policial ou terror. Para conferir os semifinalistas é só clicar aqui. Os vencedores serão anunciados no dia 7 de novembro.

PublishNews, Redação, 13/08/2020

O avesso da pele (Companhia das Letras, 192 pp, R$ 59,90) é a história de Pedro, que, após a morte do pai, assassinado numa desastrosa abordagem policial, sai em busca de resgatar o passado da família e refazer os caminhos paternos. Com uma narrativa sensível e por vezes brutal, Jeferson Tenório traz à superfície um país marcado pelo racismo e por um sistema educacional falido, e um denso relato sobre as relações entre pais e filhos. O que está em jogo é a vida de um homem abalado pelas inevitáveis fraturas existenciais da sua condição de negro em um país racista, um processo de dor, de acerto de contas, mas também de redenção, superação e liberdade. Com habilidade incomum para conceber e estruturar personagens e de lidar com as complexidades e pequenas tragédias das relações familiares, Jeferson Tenório se consolida como uma voz potente e estilisticamente corajosa da literatura brasileira contemporânea.

“Taxar livros não é mera opção econômica do atual governo, mas um movimento importante para minar ainda mais aqueles que enxergam como adversários do Brasil: os seres pensantes.”
Rodrigo Casarin
Jornalista e colunista do UOL
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PublishNews, Redação, 13/08/2020

Após a Segunda Guerra Mundial, graças à conjugação de sorte e um investimento fortuito, Cyril Conroy entra no ramo imobiliário, criando um negócio que logo se tornará um império e levará sua família da pobreza a uma vida de opulência. Uma de suas primeiras aquisições é a Casa Holandesa, uma extravagante propriedade no subúrbio da Filadélfia. Mas o que seria apenas uma adorável surpresa acaba desencadeando o esfacelamento de toda a estrutura familiar. Quem narra essa história é o filho de Cyril, Danny, a partir do momento em que ele e a irmã mais velha – a autoconfiante e franca Maeve – são expulsos pela madrasta da casa onde cresceram. Os dois irmãos se veem jogados de volta à pobreza e logo descobrem que só podem contar um com o outro. Narrada ao longo de cinco décadas, A casa holandesa (Intrínseca, 352 pp, R$ 54,90 – Trad.: Alessandra Esteche) é uma história sobre a dificuldade de superar o passado. Com bom humor e raiva, os dois rememoram inúmeras vezes seu relato de perda e humilhação e a relação entre o irmão indulgente e a irmã superprotetora será colocada à prova quando os Conroy se virem forçados a confrontar quem os abandonou. A casa holandesa, de Ann Patchett, foi finalista do Pulitzer e se debruça sobre questões de herança, amor e perdão, uma narrativa sobre como gostaríamos de ser vistos e quem de fato somos.

PublishNews, Redação, 13/08/2020

Uma escritora se muda para Londres com seus dois filhos pequenos depois de se divorciar. O processo de recuperação dá início a uma série de transições – morais, pessoais, artísticas, pragmáticas – à medida que ela luta para construir uma nova realidade para si e para os filhos. Na cidade, ela se vê obrigada a confrontar dimensões da vida que sempre evitou. Enquanto se depara com assuntos prosaicos, como uma reforma ou a pintura do cabelo, ela considera questões sobre vulnerabilidade e poder, morte e renovação, num processo lento e doloroso para se reconectar consigo mesma e com a vida. Sob o olhar impessoal e agudo de sua protagonista, Trânsito (Todavia, 200 pp, R$ 59,90 – Trad.: Fernanda Abreu) recupera temas de Esboço, romance anterior de Rachel Cusk. Em ambos os livros, a narradora é a mesma, Faye, uma escritora recém-divorciada, sobre quem sabemos menos a partir de sua própria voz do que pelo modo como se relaciona com os outros. Em ambos os livros, a infância e o destino, o valor do sofrimento, a responsabilidade moral e os mistérios da mudança são examinados com vigor e profundidade.

PublishNews, Redação, 13/08/2020

Doris é uma senhora que vive sozinha em seu apartamento em Estocolmo e tem apenas a companhia de Jenny, uma sobrinha-neta que mora nos EUA, com quem faz chamadas de vídeo semanais que lhe dão muita alegria. Doris carrega uma caderneta de endereços que ganhou do pai ainda menina e guarda nela os dados de todas as pessoas que conheceu e amou ao longo da vida. Ali ela também registra diversas histórias de seu passado e passa a dividi-las com Jenny para, quem sabe, ajudá-la a superar uma infância difícil. Suas histórias se confundem com os principais acontecimentos do século XX e fazem com que Doris se recorde do homem que foi o grande amor de sua vida e parece estar perdido para sempre. O que ela não espera, entretanto, é que o momento mais importante de sua vida ainda está por vir. A caderneta de endereços vermelha (Globo Livros, 296 pp, R$ 44,90 – Trad.: Claudio Carina), da autora sueca Sofia Lundberg, é um romance poderoso sobre as surpresas que a vida nos reserva e também sobre o poder das histórias que carregamos e a importância de transmiti-las para as próximas gerações.

 
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