Caso não consiga visualizar corretamente esta mensagem, clique aqui.
PublishNews 17/06/2020
Há 49 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
PublishNews, Redação, 17/06/2020

Projetos querem buscar apoiadores para compor um fundo de apoio à micro e pequenas livrarias | © Divulgação Combo Café e CulturaEm algumas cidades brasileiras, o comércio voltou a abrir, com o relaxamento de medidas de isolamento social. Mas lojas abertas não significam, necessariamente, vendas. Por isso, há uma preocupação grande em relação a esta retomada, para além das questões sanitárias e de saúde. Pelo menos duas campanhas querem levantar fundos para ajudar micro e pequenos livreiros neste momento de volta às atividades. Um deles é o Projeto Retomada, que acaba de ser lançado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), Associação Nacional de Livrarias (ANL) e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL). As livrarias interessadas se inscrevem pela plataforma e uma comissão irá avaliar os dados, validar a participação de cada uma delas de acordo com o perfil dos micro e pequenos negócios do setor para, então organizar o repasse da verba entre as participantes. Um outro fundo, capitaneado pelo Catarse, deverá ser lançado na primeira semana de julho e vai beneficiar três grupos do ecossistema do livro: autores, editoras e livrarias independentes. Segundo os organizadores, esta campanha já conta com oito marcas do mercado como patrocinadoras. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 17/06/2020

Uma pequena nota publicada na edição impressa do jornal O Globo desta quarta-feira (17) acendeu o alerta laranja: a Companhia das Letras decidiu não participar da 26ª edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, marcada para acontecer entre os dias 30 de outubro e 8 de novembro. Em comunicado enviado ao PublishNews, a editora manifestou sua preensão com os eventos de massa durante a pandemia. "Caso a feira este ano seja presencial, não estaremos com um estande como de costume, mas nos comprometemos com outro tipo de apoio. Em nossa opinião, é preciso reinventar eventos de massa este ano no país." A Companhia frisou ainda que a nota publicada no jornal O Globo traz um título pejorativo que não reproduz sua posição em relação à CBL. "Não estamos fora da discussão por uma Bienal criativa e sem riscos aos visitantes e funcionários", diz no comunicado. A Câmara Brasileira do Livro (CBL), realizadora do evento, informou que já foram comercializados 89% dos espaços e, por nota, disse que tem acompanhado atentamente os desdobramentos da Pandemia da Covid-19 e os planos de retomada das autoridades competentes. “Estamos constantemente avaliando os cenários, sempre colocando em primeiro lugar a segurança dos visitantes e expositores, cuja participação é uma decisão de cada empresa e que respeitamos”, diz o documento. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Jaime Mendes*, 17/06/2020

Nestes meses de pandemia tanto no Brasil, quanto em Portugal, onde moro hoje, proliferam as ações de descontos, cada vez maiores, nos sites de grandes varejistas e de editoras. Que consequências o mercado do livro como um todo, e as livrarias físicas em particular, sofrerão no pós-pandemia ainda é uma incógnita. "Existirá um mercado do livro?" pode ser uma pergunta pertinente também. "Os clientes aceitarão mudar seu comportamento de compras e pagar o preço do livro sem descontos?" é mais uma questão que fica sem resposta neste momento. Por que alguém compra alguma coisa, seja um produto, seja um serviço? Quem compra algo da sua empresa é o quê? Sua empresa existe para atingir qual finalidade? Neste artigo, compartilho as visões de outras pessoas sobre valor e preço que podem ajudar a responder perguntas como estas. Clique no Leia Mais e confira a íntegra deste artigo.

PublishNews, Redação, 17/06/2020

A Associação Brasileira das Editoras Universitárias (Abeu) prorrogou as inscrições para a sexta edição do Prêmio Abeu até o dia 30 de junho. Este ano, o prêmio conta com oito categorias: Ciências Humanas; Ciências Sociais; Ciências da Vida; Ciências Naturais e Matemáticas; Ciências Sociais Aplicadas, e Linguística, Letras e Artes – no que concerne a conteúdos; Projeto Gráfico, no que concerne ao produto final do processo editorial; e Tradução. As editoras podem inscrever seus livros no site oficial da premiação e receberão login e senha para que possam fazer a inserção dos dados e acompanhar o processo de inscrição. Poderão concorrer ao prêmio obras lançadas entre 1º de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2019. O Prêmio Abeu tem como objetivo incentivar a qualificação das edições das casas editoriais universitárias e fomentar a produção técnico-científica.

PublishNews, Redação, 17/06/2020

Logo mais, às 15h, Michael Menta, gerente de canais do Grupo A, e Natalia Prado, product owner no Submarino, participam de uma live na página da Metabooks no Facebook. O Grupo A e o Submarino foram os vencedores do Prêmio Metabooks, uma das novidades da última edição do Prêmio PublishNews. Na conversa que terão com Ricardo Costa e Simei Júnior, Michael e Natalia vão falar um pouco das suas experiências na lida com os metadados.

PublishNews, Redação, 17/06/2020

Café Literário, Bienal do Livro Rio 2019 | © DivulgaçãoA Bienal Internacional do Livro Rio – que reúne a cada dois anos mais de 600 mil pessoas em 10 dias de encontros presenciais – arrumou uma nova forma de se conectar com seu público e fazer com que ele se aproxime de autores e outras personalidades. Os tradicionais debates, encontros e palestras do Café Literário vão acontecer agora em uma versão on-line. Haverá ainda um marketplace para que o público possa garantir experiências exclusivas e também produtos. O primeiro “produto” da Bienal adaptado para o ambiente digital foi o Café Literário. Rebatizado de Café Digital, o espaço foi lançado no último dia 10 de junho, com o jornalista e mestre em Relações Internacionais, Guga Chacra, que conversou sobre Fake News com a curadora da Bienal Letícia Pires, escritora, realizadora audiovisual e mestre em Literatura, Cultura e Contemporaneidade. As próximas atrações do Café Digital, transmitido ao vivo pelo perfil da Bienal do Livro Rio no Instagram, são a atriz, cantora e compositora Nanda Costa, no dia 18, às 17h; e o ator, apresentador, dublador, cineasta e escritor de literatura infantil Lázaro Ramos, no dia 26, no mesmo horário. Emicida e Gabriela Prioli estarão na programação de julho.

PublishNews, Redação, 17/06/2020

Machado de Assis afrodescendente: antologia e crítica (Malê, 352 pp, R$ 38), de Eduardo de Assis Duarte, amplia as análises realizadas em Machado de Assis afrodescendente, publicação de 2007. No conjunto de textos selecionados, tanto na ficção quanto nas crônicas e demais escritos jornalísticos, fica evidente a postura crítica de Machado quanto à escravidão, o que põe por terra a conhecida tese relativa ao seu absenteísmo político. Nesta nova edição, além de acréscimos no capítulo Narrativas do cativeiro, composto de poemas, contos, crônicas, crítica teatral e excertos da ficção romanesca de Machado, Duarte inclui um conjunto de seis ensaios críticos. Outro destaque da publicação é a inclusão de um conjunto de fotos, dentre elas descobertas recentes, como a foto encontrada pelo pesquisador Felipe Rissato, na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional de España, em um exemplar da revista argentina Caras y Caretas, de janeiro de 1908.

PublishNews, Redação, 17/06/2020

Quase 40 anos após a morte da intelectual russa Ayn Rand, seu pensamento continua a soar como algo profético e como uma lição que pode inspirar muitas pessoas. Conhecida por sua vasta obra de ficção-cientifica, a autora também foi uma das grandes vozes a criticar um sistema de governo soviético. Exaltando o valor do indivíduo, a autoestima e o direito de viver sem a imposição de outros, Rand foi desprezada pela academia tradicional em sua própria época. Liberdade é prosperidade (Faro, 144 pp, R$ 29,90), de Eamonn Butler, esmiúça a filosofia e o pensamento da escritora russa e detalha sua compreensão de realidade e da natureza humana.

“Foram os livros que me ensinaram que as coisas que mais me atormentavam eram as mesmas que me conectavam com todas as pessoas que estavam vivas ou que já tinham vivido.”
James Baldwin
Escritor americano (1924-1987)
1.
Desperte a sua vitória
2.
Box Harry Potter
3.
Mais esperto que o diabo
4.
Do mil ao milhão
5.
Pequeno manual antirracista
6.
O milagre da manhã
7.
A sutil arte de ligar o foda-se
8.
Os segredos da mente milionária
9.
Pai rico, pai pobre - Edição de 20 anos
10.
1984
 
PublishNews, Redação, 17/06/2020

Anne Shirley agora tem 16 anos e meio. Após desistir de cursar a faculdade para ficar em Green Gables, está prestes a iniciar suas atividades como a professora da escola de Avonlea. Guiada por seus ideais românticos, planeja atuar com métodos de ensino inovadores, mas, com o tempo, acaba percebendo que muitas vezes a teoria é bem diferente da prática. Nada, porém, é capaz de desanimar Anne, que, com o apoio de Gilbert Blythe e de outros jovens de Avonlea, conquista a confiança da comunidade e efetua diversas melhorias no distrito - e também em seus habitantes. Embora cheia de responsabilidades, a jovem continua conquistando todos ao seu redor com seu espírito livre. Ao lado de sua fiel amiga, Diana Barry, encontra novos espíritos irmãos conforme vai se aproximando cada vez mais da vida adulta. Em seu segundo romance, Anne de Avonlea (Editora Coerência, 320 pp, R$ 40), L. M. Montgomery continua conquistando seu público com um enredo bem-humorado. O primeiro livro da série inspirou a série da Netflix, Anne with E.

PublishNews, Redação, 17/06/2020

Quando Hana nasceu, a Coreia já estava sob ocupação japonesa, e por isso a garota sempre foi considerada uma cidadã de segunda classe, com direitos renegados. No entanto, nada diminui o orgulho que tem de sua origem. Assim como sua mãe, Hana é uma haenyeo, ou seja, uma mulher do mar, que trabalha por conta própria seguindo uma tradição secular. Na Ilha de Jeju, onde vivem, elas são as responsáveis pelo mergulho marinho -- uma atividade tão perigosa quanto lucrativa, que garante o sustento de toda a comunidade. Como haenyeo, Hana tem independência e coragem, e não há ninguém no mundo que ela ame e proteja mais do que Emi, sua irmã sete anos mais nova. É justamente para salvar Emi de um destino cruel que Hana é capturada por um soldado japonês e enviada para a longínqua região da Manchúria. A Segunda Guerra Mundial estava em curso e, assim como outras centenas de milhares de adolescentes coreanas, Hana se torna uma "mulher de consolo": com apenas 16 anos, ela é submetida a uma condição desumana em bordéis militares. Em Herdeiras do mar (Companhia das Letras, 304 pp, R$ 49,90 – Trad.: Julia de Souza), Mary Lynn Bracht lança mão de uma narrativa tocante e inesquecível para jogar luz sobre um doloroso capítulo da Segunda Guerra Mundial ainda ignorado por muitos.

 
©2001-2020 por Carrenho Editorial Ltda. Todos os direitos reservados.
Rua Fidalga 471, Conjunto 3 | Vila Madalena | São Paulo | SP | Brasil | 05432-070
O conteúdo deste site não pode ser publicado, transmitido, reescrito ou redistribuído sem autorização prévia.