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PublishNews 01/06/2020
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PublishNews, Leonardo Neto e Talita Facchini, 1º/06/2020

Em alguns estados, já há decretos flexibilizando as atividades comerciais. O governo paulista, por exemplo, classificou municípios por cores, levando em conta critérios como taxa de ocupação das UTIs; o total de leitos por cada grupo de 100 mil habitantes e o número de casos e de mortes provocadas pelo novo coronavírus. A cidade de São Paulo, por exemplo, foi classificada na cor laranja. Isso significa que, pelas ordens do governo do estado, poderá, reabrir, com restrições, o comércio, shopping centers, além de estabelecimentos de atividades imobiliárias, escritórios e concessionárias. No entanto, o prefeito Bruno Covas (PSDB) determinou que nada muda e estendeu as medidas de isolamento até o próximo dia 15. Até lá, os serviços não essenciais deverão permanecer fechados e as entidades representativas de cada setor deverão apresentar protocolos de vigilância sanitária. O Rio de Janeiro mantém as medidas de isolamento, mas estuda como será a reabertura gradual da economia. Já Minas Gerais reabriu o comércio na semana passada. Livrarias, inclusive, já puderam retomar as atividades, resguardadas medidas de prevenção, como o limite de pessoas dentro de lojas e a instalação de barreiras entre atendentes e clientes, além do uso obrigatório de máscaras e a disponibilização de álcool em gel a 70%. Os estados do Maranhão, Rondônia, Paraná e o Distrito Federal também autorizaram a retomada das atividades de livrarias. Cada um com as suas especificidades. O PublishNews reuniu as principais informações sobre cada uma das unidades da federação. Clique no Leia Mais para conferir.

PublishNews, Redação, 1º/06/2020

As pequenas livrarias independentes constituem um dos elos mais frágeis da cadeia distributiva do livro e elas foram duramente atingidas pela pandemia da covid-19. Para piorar a situação, a burocracia e a lentidão dos processos têm impedido às pequenas livrarias o acesso aos créditos oferecidos pelo governo federal e pelos grandes bancos. Foi pensando nelas que o Grupo Companhia das Letras criou um fundo de R$ 400 mil que vai auxiliá-las neste momento. O fundo destina-se exclusivamente para o financiamento da folha de pagamento dessas pequenas livrarias. Com isso, a editora espera evitar o desemprego de muitos livreiros. A Companhia informa que as regras do fundo foram discutidas com as livrarias pequenas de todo o país e que as condições de financiamento são melhores do que as apresentadas pelo mercado. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 1º/06/2020

Na última quarta-feira, Adriel Bispo de Souza, um menino de 12 anos, começou a sofrer ataques racistas por ser negro e gostar de ler. Dono da página no Instagram @livrosdodrii, onde apresenta suas resenhas literárias, ele viu seu perfil saltar de 242 para 285 mil seguidores em menos de 24 horas. Nesta segunda (1º) ele já conta com 747 mil seguidores. Após os ataques racistas, Adriel recebeu apoio de diversas pessoas e está recebendo presentes dos novos seguidores. “Estou em êxtase por saber que tantas pessoas ficaram comigo naquele momento. A mensagem que eu mandaria para esses racistas é: parem de mandar ódio para as pessoas. Melhorem, porque o mundo está precisando de mais energias boas nessa pandemia”, disse ao jornal O Globo. O Painel das Letras destacou que a Amazon começou a oferecer crédito também para algumas casas que vendem títulos em seu site. A gigante de Seattle também oferecido antecipar o pagamento por vendas, com juros abaixo dos praticados pelo sistema bancário. E portal Biblioo fez uma seleção de dez escritores africanos que você precisa conhecer. Figuram a lista Scholastique Mukasonga (Nossa senhora do Nilo e A mulher dos pés descalços – Nós); Futhi Ntshingila (Sem sentinela – Dublinense) e Alain Mabanckou (Copo quebrado – Malê). Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Talita Facchini, 1º/06/2020

O Podcast do PublishNews desta semana conversou com Jaime Mendes. Há quatro décadas trabalhando com livros, o historiador escreveu, recentemente, dois artigos exclusivos para o PN analisando o mercado editorial brasileiro: De como chegamos a este estado de coisas e Sete propostas pro mercado editorial fazer diferente e seguir adiante. No bate-papo com a nossa equipe, Jaime contou como está sendo a retomada do comércio em Portugal – “aqui as pessoas contam, isso é o que mais me surpreende de maneira muito positiva. Primeiro são as pessoas, depois pensa na economia e em todas as outras questões” –, apresentou dados de vendas das últimas semanas no país, fez comparações entre Portugal e Brasil e deu sua visão de como as coisas podem melhorar quando, por aqui, as portas voltarem a abrir. Com experiência em gestão de livrarias – foi dono da Bruzundangas e Livraria Contra Capa – Jaime deu sua opinião de como vê que o serviço das livrarias pode melhorar, começando com o melhor uso do digital, o foco no serviço e atendimento ao cliente a necessidade de achar um nicho para se destacar. “Naquilo que você se propõe a vender, você tem que ser muito bom”, acredita. A questão do desconto fixo, a percepção que portugueses e brasileiros têm em relação aos livros e mais análises sobre ambos os mercados também fizeram parte da conversa. Clique no Leia Mais para ouvir o programa.

PublishNews, Redação, 1º/06/2020

Corina Campos, uma das finalistas do Prêmio PublishNews 2019, está de casa nova. A executiva assume um novo desafio a partir desta segunda-feira (1º), quando ela passa a ser a responsável por reestruturar o departamento comercial da Editora Melhoramentos e por abrir novas frentes de negócios na empresa. Atuando há mais de 30 anos no mercado editorial, a mineira de São João da Ponte construiu uma carreira sólida no mercado livreiro, trabalhando de forma arrojada, consistente e com parcerias estabelecidas em todo o país. Durante sua jornada, Corina passou por diversas casas editoriais. Nos últimos sete anos, ela esteve à frente da equipe comercial da Rocco. Antes, foi diretora comercial da LeYa e atendeu contas importantes no grupo Sextante.

PublishNews, Redação, 1º/06/2020

A muralha (Instante, 400 pp, R$ 59,90) foi publicado originalmente em 1954, em comemoração ao quarto centenário da cidade de São Paulo. Na história, Cristina é a jovem romântica que vem de Portugal para se casar com Tiago. Decepciona-se logo ao desembarcar do navio: seu prometido não a aguarda. E, para chegar a Lagoa Serena, a propriedade da família do noivo, precisa enfrentar dificuldades a fim de transpor a muralha da Serra do Mar, que separa o litoral da vila de São Paulo de Piratininga. Mas ela terá ainda que lidar com muito mais do que as mudanças de uma terra selvagem: a indiferença de Tiago. A paisagem e os costumes do tempo colonial são reconstituídos pela autora Dinah Silveira de Queiroz, com destaque para as enérgicas personagens femininas, afinal, eram as mulheres que administravam e defendiam a casa enquanto os homens partiam nas bandeiras. A muralha já foi lançada em Portugal, Japão, Coreia do Sul, Argentina, Alemanha e Estados Unidos e foi adaptada já foi adaptada para rádio e TV, sendo a última no formato minissérie feita por Maria Adelaide Amaral e exibida pela Globo em 2000.

PublishNews, Redação, 1º/06/2020

Reunindo nove narrativas ficcionais, Anotações de um jovem médico (Editora 34, 216 pp, R$ 54 – Trad.: Erika Batista) traz alguns dos primeiros experimentos literários de Mikhail Bulgákov (1891-1940), um dos mais aclamados escritores russos do século XX, autor de O mestre e Margarida. Publicados entre 1925 e 1926 em um periódico soviético direcionado aos trabalhadores da medicina, estes textos têm como base a experiência do próprio autor nos anos de 1916 e 1917, quando, logo após obter o diploma de médico na maior universidade do país, foi enviado para atuar em um pequeno hospital no interior da Rússia. São histórias que exploram o que há de mais humano na profissão, seus medos e incertezas, bem como as agruras da população rural, formando um retrato vívido e melancólico de um período especialmente turbulento do país, que atravessava a Primeira Guerra Mundial, a Revolução de 1917 e a Guerra Civil. Além do ciclo de contos Anotações de um jovem médico, o volume inclui a novela Morfina e a narrativa curta Eu matei, também de cunho autobiográfico.

PublishNews, Redação, 1º/06/2020

Dante e Reina (Micronotas, 92 pp, R$ 36 – Trad.: Joca Wolff | Ilustração: Fábio Abreu), novela de César Aira, conta a história desse casal – ela uma mosca, ele um cão – numa Buenos Aires ao mesmo tempo atual e distópica. Inédita em português, a obra apareceu originalmente em 1997 na Argentina, onde foi reeditada em 2009. Dante e Reina é uma das novelas mais transgressivas de Aira em termos de linguagem, na qual desfilam todas as obsessões do escritor: a fábula e a filosofia, o tempo e a realidade, a sátira e o mal-entendido, a violência e o surrealismo, a arte e a miséria, o casamento e a verossimilhança. César Aira nasceu na Argentina em 1949 e é autor de mais de uma centena de títulos das mais variadas extensões e gêneros. Sua política editorial favorece as editoras independentes, enquanto segue sendo traduzido para mais de vinte línguas mundo afora.

“O escritor sábio escreve para a juventude da sua própria geração, os críticos da próxima e os professores daí por diante.”
F. Scott Fitzgerald
Escritor americano (1896-1940)
1.
Faça o tempo enriquecer você
2.
Mais esperto que o diabo
3.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
4.
Box Harry Potter
5.
Do mil ao milhão
6.
O fim em doses homeopáticas
7.
Quem pensa enriquece: o legado
8.
O poder do hábito
9.
A sutil arte de ligar o foda-se
10.
Textos cruéis demais para serem lidos rapidamente
 
PublishNews, Redação, 1º/06/2020

Aos 35 anos, Karine faz roteiros para prêmios como “Você faz a diferença no setor têxtil” ou “Prêmio Nacional de Saúde Bucal”. O emprego que não a satisfaz intelectualmente — seu sonho é escrever para o cinema — permitiu ao menos que ela saísse de seu bairro natal, o Belenzinho. Sua obsessão com sucesso financeiro é o caminho mais curto que encontrou na tentativa desesperada de se afastar da vida tacanha e neurótica de sua família. Você nunca mais vai ficar sozinha (Companhia das Letras, 144 pp, R$ 39,90) é a frase que ela ouve de sua mãe quando conta que está grávida de uma menina. Hipocondríaca, ela cumpre com rigor a rotina de exames pré-natais. Em intermináveis conversas com sua enfermeira predileta, Karine rememora episódios da turbulenta relação com a mãe, maldiz as agruras da gestação e antecipa o amor e os medos da maternidade. O novo livro de Tati Bernardi tem altas doses de humor, neurose e cinismo, costuradas numa prosa ágil que confere humanidade e empatia aos personagens mais improváveis. Neste romance intenso e hilariante, a ideia do fim da solidão que o nascimento de uma filha pode trazer parece ser ao mesmo tempo um bálsamo e uma danação.

 
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