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PublishNews 17/04/2020
Há 49 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial. Faz entregas e coletas em editoras, distribuidoras, livrarias, gráficas e grandes redes. A área de atuação atualmente engloba São Paulo (Capital), grande São Paulo, Jundiaí, Campinas e todo o estado do Rio de Janeiro.
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei, mas atender a todos os seus clientes com a mesma atenção e respeito!
PublishNews, Leonardo Neto, 17/04/2020

Andreza Carício estreia na lista dos mais vendidos, ocupando o segundo lugar do Ranking Geral com o seu livro 'Todo santo dia' | © Facebook da autoraAndreza Carício se apresenta como “master coach, treinadora comportamental e especialista em desenvolvimento pessoal feminino”. Ela escreveu o livro Todo santo dia (Literare Books), no qual apresenta atitudes práticas e aplicáveis que prometem modificar as sinapses neurais de suas leitoras. Com isso, elas terão uma “vida mais próspera e com significado”. É uma boa promessa para quem está mantendo o isolamento social. Talvez por isso, o livro conquistou o segundo lugar do Ranking Geral ao vender 782 cópias. O livro só perdeu para Mais esperto que o diabo (CDG), de Napoleon Hill, que teve 1.171 exemplares vendidos nessa semana. A edição de bolso de Sapiens, de Yuval Harari, completa o pódio, com 516 exemplares vendidos. Além do livro de Andreza Carício, a lista trouxe outras cinco novidades. Duas delas estão em Não Ficção: Viver, a que se destina? (Papirus 7 Mares), de Mario Sergio Cortella e Leandro Karnal, ocupa a terceira posição da categoria, com 141 exemplares vendidos. Vencemos juntos (Ediouro), de Rodolfo Rodrigues, ficou em 17º ao vender 46. Clique no Leia Mais e confira outros destaques da lista.

PublishNews, Ricardo Costa*, 16/04/2020

Prontos para mais uma rodada de boas práticas no uso dos metadados? Depois de falar sobre Metadados: mais valiosos do que nunca e Com qualidade não se brinca, convidei a convidei a Cristiane Martins e a Priscila Xavier, responsáveis pelo controle de qualidade dos Metadados na Metabooks, para aprofundar um pouquinho o maravilhoso mundo das palavras-chave. Bora lá?!? Agora é com elas! Lembra quando dissemos que pode ter algo errado quando o seu público não consegue achar o que você está publicando? Pois é... quem não encontra, não compra! Atrair o público não é fácil, mas também não é impossível. Um elemento crucial é facilitar a descoberta, e é aí que as nossas queridas palavras-chave entram em cena! Nós elencamos aqui algumas dicas e processos que vão lhe ajudar nessa tarefa. Parte do conteúdo apresentado está embasado no artigo da Ingram Content Group: “Metadata Checklist” (grande grupo do mercado mundial, conhecido de muitos). Clique no Leia Mais para conferir a integra deste artigo.

PublishNews, Redação, 17/04/2020

Luis Sepúlveda morre aos 70 anos | © Comune di Sesto San Giovanni / WikicommonsO escritor chileno Luis Sepúlveda foi o primeiro paciente confirmado com a covid-19 no principado das Astúrias, no Norte da Espanha. O diagnóstico foi feito no final de fevereiro, depois que o escritor voltou de Portugal, onde acompanhou o festival literário Correntes d’Escritas, em Póvoa de Varzim. Ele morreu nesta quinta-feira (16) em decorrência de complicações da doença. Sepúlveda deixou o Chile em 1977, depois de ser preso por cerca de três anos pela ditadura de Pinochet. Viveu em mais de uma dúzia de países até se radicar em Gijón, nas Astúrias, onde, além de escrever, promovia a Feira Ibero-americana do Livro. Ao longo da vida conquistou diversos prêmios, incluindo o Gabriela Mistral, Prêmio Críticos do Chile e Rómulo Gallegos. Entre os livros que publicou no Brasil estão Mix, Max, Mex (Companhia das Letras) e Um velho que lia romances de amor (Ediouro).

PublishNews, Redação, 17/04/2020

A Nova Literarte, editora de São Paulo que tem como proposta dar oportunidade para novos autores, abriu uma vaga para diagramador para atuar no selo Empreender Multilivros. É necessário ter pleno domínio do Pacote Adobe CC e superior completo ou cursando Design Gráfico ou Produção Editorial. O contratado será responsável pela gestão de processos editoriais para o livro físico e e-book, pela elaboração de projetos gráficos e criação de material promocional. Os interessados devem enviar currículos para o e-mail editoranovaliterarte@gmail.com ou para empreendermultilivros@gmail.com.

PublishNews, Redação, 17/04/2020

A Câmara do Livro da Catalunha, composta por associações de editores, livreiros, distribuidores e artes gráficas da Catalunha, se uniu à Associação de Floristas e ao setor de flores da comunidade espanhola para marcar a celebração do Dia do Livro e da Rosa para o dia 23 de julho. A data foi adiada por conta da pandemia do novo coronavírus. Em um comunicado, a Câmara incentivou as pessoas a celebrar o Sant Jordi, comemorado no dia 23 de abril, em casa e se colocou à disposição das autoridades de saúde e das administrações públicas, a fim de encontrar maneiras para celebrar o dia garantindo a segurança de todos. Por lá, na data, virou uma tradição presentear amigos e familiares com livros e rosas. Por aqui, a campanha recebe o apoio da Associação Nacional de Livrarias (ANL).

PublishNews, Redação, 17/04/2020

O livro A mística feminina (Rosa dos Tempos, 560 pp, R$ 69,90 – Trad.: Carla Bitelli, Flávia Yacubian, Bhuvi Libanio e Marina Vargas) foi lançado no Brasil em 1971, com a presença da autora, a norte-americana Betty Friedan (1921 - 2006). Publicado originalmente pela Vozes, graças à ousadia da editora Rose Marie Muraro, o livro incomodou a ditadura brasileira e ganhou ampla cobertura dos veículos de comunicação da época. No volume, Friedan investiga como foi construída e mantida a norma social que definiu mulher a partir de uma existência frívola, consumista, devotada ao lar, ao marido e aos filhos, à qual estaria fadada. Nesta obra, a partir de entrevistas, questionários e vasta bibliografia, Friedan identificou um sintoma social que denominou “problema sem nome”. Um vazio existencial que afetava mulheres heterossexuais brancas estadunidenses, moradoras de subúrbios de classe média, que não podia ser suprido por um casamento perfeito, pelo alto padrão de vida ou por filhos e que elevou os índices de alcoolismo e transtornos mentais nos EUA após a Segunda Guerra. Manipuladas pela sociedade de consumo, essas mulheres deixaram o ideal de comportamento libertário das sufragistas, em voga até os anos 1930, e passaram a incorporar um imaginário sobre o “feminino” projetado por homens brancos que haviam voltado da guerra fantasiando padrões de gênero sexistas. A edição comemorativa de 50 anos de publicação no Brasil chega às livrarias com textos inéditos da autora.

PublishNews, Redação, 17/04/2020

Entre o impossível e o necessário (Expressão Popular, 276 pp, R$ 35) -- livro organizado por Adelaide Gonçalves, Paula Godino e Maria de Lourdes Vicente da Silva -- traz retratos de mulheres que não quiseram caber onde as pretenderam pôr e ousaram ir ganhar com os seus uma vida a partir das suas necessidades e dos seus sonhos. Suas histórias representam uma luta contra uma longa privação, de mais de 500 anos, associada ao formato colonial e à apropriação privada de um bem: a terra. Com relatos de vida recolhidos entre mulheres do Ceará, todas militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), se torna claro a relação entre a experiência e a expectativa, a delinear existências que não toleram os limites das correntes, do arame farpado e da propriedade privada do latifúndio, abrindo os trilhos da reforma agrária. É a vez e a voz de mulheres que vivem em vários assentamentos cearenses do sertão, do sul, do litoral norte, e numa comuna da cidade de Fortaleza.

PublishNews, Redação, 17/04/2020

Quem somos? Onde estamos? Para onde vamos? Essas perguntas valem tanto para a vida e quanto para a moda. Quando se trata da construção de uma marca, saber o que fazer a seguir tem muito a ver com refletir sobre sua identidade. E muitas vezes as respostas já existem, estão ali, esperando para serem descobertas. Sem receitas ou respostas milagrosas, A moda imita a vida (Paralela, 344 pp, R$ 49,90) tem o objetivo de convidar leitores a se questionar e a gerar insights sobre caminhos de construção e manutenção de uma marca de moda através do seu autoconhecimento. A moda imita a vida apresenta uma narrativa em torno de entrevistas com alguns dos principais profissionais do ramo, sobre identidade, imagem, posicionamento e ações, além de um guia para ajudar no autoconhecimento da marca. Nesta reedição, André Carvalhal, coordenador e professor de moda no Istituto Europeo di Design (IED) do Rio de Janeiro, revisita exemplos e traz atualizações para uma reflexão que segue atual como nunca.

“Uma biografia bem feita ajuda a iluminar um pouco o passado.”
Jotabê Medeiros
Escritor brasileiro em entrevista ao Jornal Cândido
1.
Mais esperto que o diabo
2.
Todo santo dia
3.
Sapiens ( edição de bolso)
4.
Box - O essencial da Psicologia
5.
Box - Alice no país das maravilhas
6.
Como fazer amigos e Influenciar pessoas - Edição comemorativa 80 anos
7.
A princesa salva a si mesma neste livro
8.
O poder da autorresponsabilidade
9.
Box Nórdicos
10.
Luluca - No mundo dos desafios
 
PublishNews, Redação, 17/04/2020

A obra 400 anos de moda masculina (Senac, 168 pp, R$ 49,90), do autor e jornalista Lula Rodrigues, aborda o corte histórico abrangente da moda masculina que se inicia no século XVII e chega até os dias de hoje. O livro está dividido em cinco capítulos em que o autor discorre sobre a evolução da moda ao longo dos tempos. Começa pelo estilo barroco e a moda lançada pelo Rei Sol, como ficou conhecido Luís XIV. Seus modos e sua moda deram origem ao personagem que chamamos de primeiro “pavão” da moda masculina. E termina no século XXI, abordando também questões atuais: o homem na moda, o homem contemporâneo, os tempos de crise e as referências do passado.

 
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