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PublishNews 20/03/2020
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PublishNews, Leonardo Neto, 20/03/2020

O surto de coronavírus começou na China, mas hoje já atinge 159 países em todos os continentes do mundo. Tornou-se um grande problema global. Mais de 200 mil pessoas já foram contaminadas e este número cresce a cada dia. Além das consequências à saúde pública, o coronavírus tem produzido efeitos na economia mundial. Numa escala que vai de zero a dez, onde zero significa “está tudo bem, vai passar rapidinho” e dez é “o mundo inteiro tem condições para entrar em recessão”, o efeito do corona da economia está em cinco. Essa escala foi criada pela Bain Macro Trends, consultoria que busca identificar tendências que podem afetar a economia global. A recomendação, no estágio cinco, é: “ativar procedimentos de contingenciamento”. Quais os planos de editoras e livrarias para enfrentar essa crise? Como as entidades de classe estão se mobilizando para dar resposta às quedas nas vendas. Nossa equipe foi virtualmente às ruas para ouvir editores, livreiros e analistas que, juntos, conseguem dar um panorama do cenário atual e ainda fazer previsões para o que pode vir por aí. Reunimos todas essas entrevistas em uma edição especial do Podcast do PublishNews que, excepcionalmente, sairá nesta sexta e não na segunda, como de costume. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Talita Facchini, 20/03/2020

Spencer Johnson | © Arquivo familiar / Christian JohnsonEscrito em 1998 pelo psicólogo Spencer Johnson, Quem mexeu no meu queijo? (Record) é uma parábola que se mantém atual e que retrata a vida, suas mudanças e os objetivos que as pessoas buscam. A história acompanha quatro personagens: dois ratos e dois humanos do mesmo tamanho dos roedores que vivem em um labirinto, numa eterna procura por queijo, que os alimenta e os faz felizes. Em uma metáfora onde o queijo representa os desejos e o labirinto o local onde as pessoas procuram por isso, o autor ajuda o leitor a lidar com mudanças e a viver com menos estresse. Em um tempo onde temos que acatar ao isolamento social, o livro pode ser de grande ajuda. Talvez por isso, a nova edição da obra fez sua estreia na lista dos mais vendidos em Autoajuda ao vender 700 exemplares. Por falar em quarentena, ela pode ajudar a explicar outro fenômeno na lista. Em relação à semana passada, os números gerais desta semana apresentaram queda de 9%. Se por um lado, isso demonstra que o isolamento social já dá as suas caras na lista, por outro chama a atenção para outro aspecto. De todas as categorias, uma única apresentou crescimento: a de Infantojuvenil. O crescimento foi de 10%. Afinal, os pais precisam dar algum entretenimento aos seus filhos, presos dentro de casa. Nesta categoria, destaca uma estreante: a youtuber Luluca, que garantiu o primeiro lugar de Infantojuvenil e o quinto da Lista Geral ao vender 2.407 exemplares. Não à toa, o seu livro, Luluca – No mundo dos desafios (Astral Cultural) é cheio de jogos e desafios para entreter o pequeno leitor isolado dentro de casa. Clique no Leia Mais e confira outros destaques da lista.

PublishNews, Redação, 20/03/2020

Fernanda Saboya é a nova diretora-geral da Editora Melhoramentos | © LinkedIn da profissionalA Editora Melhoramentos está sob nova direção. Marcus Vinícius Barili, que estava no cargo de diretor-geral desde janeiro de 2016, foi substituído por Fernanda Saboya (foto ao lado). Ela tem formação em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e MBA pelo IBMEC. Desde 2014, estava na Coca-Cola onde foi gerente de Investimentos em Marketing Direto. Antes da Coca-Cola, teve passagens pela WMacCann, Artplan e Bolsa de Mulher. Barili, antes de ir para o time da Melhoramentos, foi por 15 anos publisher da Editora Senac SP. Na Kobo, Camila Cabete, que respondia pelas relações com editores, foi promovida e agora é country manager da empresa nipo-canadense no Brasil. Mudança também na Autêntica. É que a editora mineira de BH contratou a sua conterrânea Flávia Lago, nascida em Poços de Caldas. Flávia, que estava na FTD e teve passagens anteriores pela Cosac Naify e VR, assume o cargo de editora do selo Gutenberg. A comunicação da Companhia das Letras ganhou o reforço da jornalista Tamiris Busato, que antes respondia pelas relações com a imprensa na Planeta.

PublishNews, Lorenzo Herrero, 20/03/2020

Fachada da Shakespeare & Company, uma das livrarias-símbolo de Paris | © Serge Melki / WikicommonsO Ministério de Cultura da França anunciou que o Centro Nacional do Livro (CNL) receberá um fundo de emergência no valor de 5 milhões de euros para fazer frente às necessidades urgentes do setor. “Esta crise sanitária sem precedentes que afeta nosso país está golpeando duramente os autores culturais. Devemos fazer todo o possível para assegurar sua sobrevivência. O que está em jogo é o futuro do nosso modelo cultural”, disse Frank Riester, titular da pasta. “É urgente dar uma resposta, sob o risco de as estruturas culturais desaparecerem, especialmente as mais frágeis”, adicionou. As subvenções pagas pelo CNL aos eventos literários cancelados por razões sanitárias serão preservadas para ajudar a cobrir as despesas já incorridas. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 20/03/2020

Campanha do Grupo Editorial Record, #LeiaEmCasa | © Redes SociaisDiante do cenário de incertezas e de isolamento social, livrarias, editoras e instituições ligadas ao livro estão buscando soluções para manter os leitores engajados. A Record, por exemplo, correu e colocou no ar um site, o Quarentena Literária, que vai trazer conteúdos e conversas com autores e especialistas em literatura. Inaugurando o espaço, na próxima segunda-feira (23), às 10h, o jornalista Manuel da Costa Pinto fala sobre o livro A peste, de Albert Camus. Ainda na segunda, às 20h, será a vez da escritora Ray Tavares se encontrar virtualmente com seus leitores. No dia 24, às 21h, o bate-papo será com Lucas Rocha. Carina Rissi, Fabricio Carpinejar e Regina Navarro Lis também participam do projeto. O Grupo Planeta também lançou a campanha mundial #KeepReadingEnCasa, encabeçada pela Planeta Espanha e replicada por todos os países onde a empresa atua. No Brasil, Leandro Karnal, Mario Sergio Cortella e Monja Coen gravaram um vídeo no qual reforçam a importância dos livros no momento em que vivemos. A Companhia das Letras, que substituiu eventos presenciais, propôs a escritores que usem o blog da editora como um diário sobre o período de confinamento. Outras editoras estão lançando campanhas de promoção de livros e há bibliotecas e organizações oferecendo programações a distância. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 20/03/2020

Com erudição sarcástica e grande imaginação, Aranhas (Record, 192 pp, R$ 42,90) reúne dezenas de contos que giram em torno desses artrópodes de oito patas. Eles surgem como personagens ou inspiram, através de sua aparência ou nome, comportamentos e destinos, criando uma espécie de teia narrativa – onde afinal tudo se entrelaça e nos enreda. Autor também de As fantasias eletivas, Carlos Henrique Schroeder mais uma vez prova ser um dos mais inventivos escritores brasileiros, e faz uma espécie de tour de force social para tratar de temas como preconceito, amor, morte, inveja e a nossa absoluta falta de compreensão do que é ser humano.

PublishNews, Redação, 20/03/2020

A frase de abertura de A barata (Companhia das Letras, 104 pp, R$ 39,90 – Trad.: Jorio Dauster), o novo livro de Ian McEwan, é um tributo à mais famosa obra de Franz Kafka, A metamorfose: “Naquela manhã, Jim Sams, inteligente mas de forma alguma profundo, acordou de um sonho inquieto e se viu transformado numa criatura gigantesca”. Por meio dessa divertida inversão, McEwan cria a trama desta sátira política. Nela, Jim Sams é um inseto que, do dia para a noite, assume a forma humana de primeiro-ministro da Grã-Bretanha. Sua missão é realizar a vontade do povo, expressa na aprovação da Lei do Reversalismo, que pretende remodelar o funcionamento da economia: as pessoas pagarão para trabalhar e ganharão dinheiro por consumir. Além de radical, a medida criaria uma enorme complicação na relação do Reino Unido com os demais países. Trata-se, é claro, de uma engenhosa metáfora para o Brexit.

PublishNews, Redação, 20/03/2020

Confinados a uma cela de castigo, à mercê da espera, do poder e do acaso, três prisioneiros seguem os menores movimentos do pavilhão penal, espreitando a chegada providencial das três mulheres que contrabandeiam a droga, “anjo branco e sem rosto”, e os libertam da “sufocante massa de desejo” que os tortura... Obra central da ficção latino‑americana, A gaiola (Editora 34, 64 pp, R$ 42 – Trad.: Samuel Titan Jr.) foi escrita em 1969, na prisão de Lecumberri, na Cidade do México, onde José Revueltas pagava caro por seu papel de líder do movimento estudantil de 1968. Importante texto da literatura penitenciária, na vizinhança de Graciliano Ramos e Jean Genet, A gaiola vai além: brutal e lírica, ela subverte as relações de força e se transforma numa poderosa parábola sobre a condição humana.

“O que eu preciso pensar é que quando eu escrevo, quero que o leitor veja, sinta e escute o que estou escrevendo.”
Chigozie Obioma
Escritor nigeriano
1.
Mais esperto que o diabo
2.
A sutil arte de ligar o foda-se
3.
O milagre da manhã
4.
Do mil ao milhão
5.
Luluca - No mundo dos desafios
6.
Seja foda!
7.
Os segredos da mente milionária
8.
O poder da autorresponsabilidade
9.
Felicidade
10.
Mindset
 
PublishNews, Redação, 20/03/2020

Quando o sangue sobe à cabeça (Lote 42, 136 pp, R$ 45) traz seis narrativas breves que exploram o universo feminino com a coragem e o humor que Anna Muylaert mostra em seus filmes. De uma mulher com problemas sexuais a uma depiladora falastrona, Muylaert constrói histórias sob a perspectiva de personagens diversas e cativantes. A artista escreveu as histórias nos anos 1990 como uma forma de desenvolver sua voz autoral, com desenvolvimento de tramas e personagens. Em 2002 ela lançaria seu primeiro longa-metragem, Durval Discos. Dirigiu outros quatro filmes, entre eles o multipremiado Que horas ela volta?. O livro tem capa impressa em serigrafia branca. Uma sobrecapa com dobras irregulares forma um pôster colorido com detalhes do corpo humano. A dedicatória, “Para Celina e Celina”, foi carimbada manualmente em tinta vermelha.

PublishNews, Estevão Ribeiro, 20/03/2020

 
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