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PublishNews 10/02/2020
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PublishNews, Talita Facchini, 10/02/2020

Na última quinta (6), um documento da Secretaria de Educação de Rondônia chamou a atenção por determinar o recolhimento de 43 livros das escolas estaduais. Na lista, estão livros de autores como Caio Fernando Abreu, Carlos Heitor Cony, Euclides da Cunha, Ferreira Gullar, Rubem Fonseca e Franz Kafka. Obras como Macunaíma, de Mário de Andrade e Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, obrigatórias para os vestibulares, também fazem parte da lista. Assinado pelo secretário de educação, Suamy Vivecananda Lacerda de Abreu, o documento alegava que os livros apresentam "conteúdos inadequados às crianças e adolescentes". Depois de ser questionada, a secretaria tornou o processo secreto ainda na quinta-feira e logo depois recuou na decisão. A tentativa de censura levou editoras a se manifestaram em suas redes sociais e a Ordem dos Advogados do Brasil Seccional de Rondônia (OAB / RO) e a Academia Brasileira de Letras enviaram notas de repúdio. “Trata-se de gesto deplorável, que desrespeita a Constituição de 1988, ignora a autonomia da obra de arte e a liberdade de expressão”, diz o comunicado enviado pela ABL, que afirma ainda que a Academia “não admite o ódio à cultura, o preconceito, o autoritarismo e a autossuficiência que embasam a censura”. Clique no Leia Mais para ler a íntegra desta nota.

PublishNews, Henrique Rodrigues, 10/02/2020

A essa altura do campeonato, o episódio da lista de livros que seriam recolhidos pela Secretaria de Educação de Rondônia já teve algum desfecho. Mas como práticas censoras têm se tornado rotineiras no país, é possível que, infelizmente, esta coluna já esteja encadeada com um novo caso. Se não, vamos lá. A tentativa de cerceamento da circulação de obras literárias é um dos maiores problemas na área do livro nos últimos tempos. A ele se somam todas das dificuldades do setor, algumas de ordem basicamente econômica, como a crise editorial surgida há alguns anos e que, ao que tudo indica, está longe de se resolver, haja vista a declaração de falência e fechamento de grandes redes de livrarias. Os índices de leitura historicamente baixos, ao que parece, já deixam de impactar qualquer um, uma vez que são o retrato real da ausência de investimentos tanto de políticas públicas quanto nos bolsos dos cidadãos. Naturalmente, há uma relação natural entre ambas lacunas, pois se as pessoas não são educadas para valorizar a leitura ao longo da vida, só por milagre isso aconteceria em escala. Não por acaso, as melhores iniciativas de incentivo à leitura no Brasil geralmente são de curta cobertura, às vezes alcançando a casa dos milhares, mas nunca chegando aos milhões – que é realmente o volume dos que têm direito à educação e à cultura e não recebem como deveriam. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra desta coluna.

PublishNews, Talita Facchini, 10/02/2020

Em um país com mais de 6,5 milhões de pessoas com alguma deficiência visual, a acessibilidade na leitura é um assunto de extrema importância. Para entender mais sobre o papel do livro acessível no mercado editorial, o Podcast do PublishNews conversou com Pedro Miliet, consultor em tecnologia digital em acessibilidade, hoje vinculado ao Consórcio Daisy. Quando falamos sobre livros acessíveis, o que logo vem na memória é o livro em braile, mas existem vários outros formatos disponíveis e o investimento para ajudar o deficiente visual é o que não falta. “Nos últimos 20 anos nós tivemos uma evolução no campo da tecnologia para o deficiente visual que mudou completamente a vida das pessoas”, contou. O crescimento do mercado de audiolivros, o incentivo dos governos ao redor do mundo e os reflexos da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) também pautaram a conversa. Pedro explicou de maneira didática como a Lei interfere no mercado. “Em primeiro lugar ela estabelece a obrigatoriedade de oferecer um formato acessível sempre que uma pessoa com deficiência quiser comprar”, explicou, enumerando ainda outras especificidades da Lei e o que precisa ser melhorado. “O que falta aqui, é a comunicação e a informação para a pessoa com deficiência visual desse Brasil enorme, ter consciência dos direitos que ela tem”, declarou lembrando ainda que outro ponto a ser considerado é o alto índice de desemprego da pessoa com deficiência visual. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra desta nota e ouvir o programa.

PublishNews, Gustavo Martins de Almeida, 10/02/2020

Um acordo judicial perante o Tribunal Distrital Sul de New York repercutiu intensamente no mercado editorial mundial, na semana passada. A Associação de Editores da América (AAP - Association of American Publishers) anunciou junto com a Audible (empresa do setor de audiobooks da Amazon) acordo relativo ao sistema audiocaptions. O processo 1:19-cv-07913 é presidido pela Juíza Valerie E. Caproni, nomeada por Barak Obama em 2012, e que antes foi consultora geral do FBI durante oito anos, de 20003 a 2011. Quem é a Audible? É uma empresa afiliada da Amazon (Audible is an affiliate of Amazon.com Services LLC and the Service is an Amazon Service for the purposes of the Amazon.com Conditions of Use.) e segundo seu site, em tradução livre, se apresenta como o principal criador e fornecedor de entretenimento e audiolivros premium em palavras faladas, oferecendo aos clientes um destino rico para intuição e inspiração para melhorar seu cotidiano.[1] Em suma e em essência é um serviço de disponibilização de audiobooks. E o que é o sistema Audible Captions? Segundo matéria do site Publishing Perspectives, o Audible tem a capacidade de exibir uma versão, em texto de algumas linhas, reproduzindo simultaneamente o conteúdo da narração de um audiolivro - chamando isso de “captions”, em português "legendas" - enquanto o usuário ouve a narração. Clique no Leia Mais para ler a coluna na íntegra.

PublishNews, Redação, 10/02/2020

Nesta segunda, o portal The Intercept publicou uma matéria sobre o discípulo de Olavo de Carvalho que vai decidir o conteúdo dos livros para crianças de seis e sete anos. Segundo o texto, a pessoa é Carlos Nadalim, bacharel em direito e mestre em educação que afirma ter desenvolvido seu próprio método para alfabetizar crianças. Ele será o responsável por decidir o conteúdo dos livros didáticos a partir de 2021. De acordo com uma fonte ouvida pela matéria, Nadalim reuniu um grupo de especialistas para que desenvolvam estudos que sirvam de base para a revisão de conteúdo dos livros do primeiro e segundo anos. A fonte disse ainda que se espera que até maio seja publicado um edital de licitação para a compra dos livros – a partir de critérios sobre os quais Nadalim dará a última palavra. Tudo o que o MEC informou, ao ser questionado a respeito desses planos, foi que adquire o material didático “com base no Decreto 9.099/17, que prevê a compra dos materiais a partir de um edital prévio e de acordo com a escolha de cada escola”. Na coluna da Babel, o assunto foi a Primavera Literária Brasileira, iniciativa de Leonardo Tonus. Em sua 7ª edição, o evento irá levar, de fevereiro e junho, escritores brasileiros e de outras nacionalidades, para encontros em universidades e escolas primárias e secundárias da França, Bélgica, Alemanha, Itália, Portugal e dos Estados Unidos. E a literatura feita na periferia pode ganhar um dia próprio em São Paulo. Segundo o Painel das Letras, a proposta é do vereador Celso Giannazi (PSOL), que apresentou um projeto de lei que transforma a data no Dia da Literatura Periférica. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Talita Facchini, 10/02/2020

A Editora Contexto, que está há mais de 30 anos no mercado, abriu uma vaga para a sua área de marketing. A editora precisa de um profissional para ser o responsável pelo site da editora e pelas redes sociais, as funções do cargo incluem ainda promover os lançamentos e manter o relacionamento com os influencers. É necessário ter experiência com divulgação de livros. Os currículos devem ser enviados para o e-mail daniel@editoracontexto.com.br informando pretensão salarial e o motivo de querer trabalhar na Contexto.

PublishNews, Redação, 10/02/2020

Capitalismo em debate (Boitempo, 256 pp, R$ 57 - Trad.: Nathalie Bressani) se apresenta como um verdadeiro debate entre as filósofas Nancy Fraser e Rahel Jaeggi em torno do contexto atual do capitalismo, levando em conta problemas econômicos, sociais, políticos e ambientais. Estruturada em quatro capítulos – Conceitualizando o capitalismo, Historicizando o capitalismo, Criticando o capitalismo e, finalmente, Contestando o capitalismo–, essa conversa na teoria crítica induz o leitor a refletir sobre o que define o capitalismo, sobre as transformações e as permanências desse modelo ao longo da história, sobre como criticá-lo e como se contrapor a ele. Ao abordar temas de tamanha complexidade de forma acessível, sem abrir mão do rigor conceitual, Nancy e Rahel permitem-se aprofundamentos teóricos e críticos ao mesmo tempo que se abrem a novos públicos. Capitalismo em debate é uma obra para tempos que, cada vez mais, demandam uma transposição do conhecimento teórico para além dos moldes acadêmicos tradicionais em busca de chaves de compreensão e intervenção na contemporaneidade. A obra chega ao Brasil em duas capas feitas pelo designer Maikon Nery.

PublishNews, Redação, 10/02/2020

Em maio de 1831, Alexis de Tocqueville foi enviado aos Estados Unidos pelo governo francês para estudar o sistema prisional americano. Seu relatório foi apresentado após nove meses de viagem, mas foram suas demais anotações sobre economia e política que resultaram em A democracia na América (Edipro, 770 pp, R$ 107 - Trad.: Julia da Rosa Simões), publicada originalmente em dois volumes. O primeiro, de 1835, sobre leis e costumes do país, e o segundo, de 1840, sobre os sentimentos e opiniões do autor a respeito de sua viagem. Os dois tomos estão reunidos nesta edição. Tocqueville a princípio destaca a igualdade de condições, seja financeira ou intelectual, da qual gozavam os americanos. O autor descreve o sistema de herança, a universalidade da educação básica e, até mesmo, os recursos financeiros e educacionais dos imigrantes fundadores do país como fatores que contribuíram para essa igualdade. Tocqueville faz ainda uma predição dos Estados Unidos e da Rússia como as grandes potências do século seguinte.

“A crise das varejistas nos forçou a olhar para dentro e repensar nossa operação.”
Bruno Zolotar
Diretor comercial da Rocco
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PublishNews, Redação, 10/02/2020

Relevantes para a esquerda do país, o Brasil 247 se consolidou como um grande portal sobre o tema e o canal do Youtube TV 247 conseguiu sua relevância política ao trazer entrevistas com diversos nomes da política nacional. Pensando em expandir seu negócio, o jornalista Leonardo Attuch – dono das empresas – lançou no final de 2019 a Editora 247. “Pretendemos entrar no mercado editorial com livros de alta relevância, densidade jornalística e que apresentem novidades ao público”, conta Attuch. Em parceria com a Kotter Editorial, a editora estreou com o livro Lula e a espiritualidade: oração, meditação e militância (162 pp, R$ 54,90). A obra, organizada por Mauro Lopes, tem textos do próprio ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de mais 24 autores como Leonardo Boff e monja Coen e saiu com tiragem de 12 mil exemplares. Além da obra inaugural, a parceria lançou também Meu pai, o guru do presidente, de autoria de Heloisa de Carvalho e Henry Bugalho. O livro é o relato da convivência de Heloisa com seu pai, Olavo de Carvalho, o guru do bolsonarismo.

PublishNews, Redação, 10/02/2020

Tempos de reinvenção (Editora Unesp, 189 pp, R$ 52) aborda uma multiplicidade de aspectos dos processos políticos que tencionam o nosso tempo presente. Escrutinando as mudanças pelas quais passa a ordem mundial, busca detectar suas urgências e transformações a partir da análise das razões e dos interesses dos protagonistas da “ordem” e da “desordem” na política. O autor Luis Fernando Ayerbe conduz a análise das ideias de “ordem” e “desordem” até o debate atual sobre a crise de hegemonia dos Estados Unidos – principalmente a partir da chegada de Trump à presidência e de suas práticas de revisão das políticas externas –, e as relações sempre problemáticas desse país com o mundo – e, em particular, com a América Latina.

 
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