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PublishNews 03/06/2019
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PublishNews, Redação, 03/06/2019

Mariana Bueno e a equipe do PublishNews falam sobre a série histórica da Pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro | © Zé BarrichelloNa semana passada, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) divulgou os resultados da série histórica da sua Pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, que acompanha, desde 2006, o desempenho da indústria do livro no país. No geral, nos últimos 13 anos, o setor editorial encolheu 25%, sendo que subsetor de Obras Gerais perdeu 48% e o de Científicos Técnicos e Profissionais (CTP) perdeu 36% no acumulado desse período. O número de exemplares vendidos, no entanto, apresentou discreto crescimento. Na mesma base de comparação, o número saltou de 318,6 milhões em 2006 para 352 milhões em 2018. O preço médio dos livros nesse mesmo período se corroeu em 34%. Isso evidencia que a aposta do mercado em manter os preços baixos surtiu efeito no aumento no número de exemplares, mas não o suficiente para fazer crescer o faturamento. Apontados como um “desastre” por Marcos Pereira, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), entidade que, ao lado da Câmara Brasileira do Livro (CBL), encomenda a pesquisa, esses números foram destrinchados por Mariana Bueno, economista responsável pela pesquisa, em sua segunda participação no Podcast do PublishNews. Clique no Leia Mais para ler sobre alguns destaques da participação de Mariana no Podcast e também para ouvir o episódio dessa semana.

PublishNews, Redação, 03/06/2019

Na coluna da Babel, destaque para a crise do mercado editorial que será um dos temas da próxima novela das sete da Globo, Bom sucesso. Nela, Antonio Fagundes interpreta o dono de uma editora com os dias contados (os dois). Ele começou a carreira vendendo enciclopédia de porta em porta e teve sucesso com a editora, mas se recusa a publicar livros mais comerciais. Assim, seus dois filhos voltam para ajudar o pai nas finanças. A Exame publicou uma matéria sobre como a batalha do comercio eletrônico ficou mais difícil com a Amazon no meio. O avanço da companhia, que é responsável por 42% de todas as vendas online nos EUA, dificulta o avanço dos competidores e torna essa disputa cada vez mais cara. O comércio eletrônico já representa uma fatia de 9,4% das vendas totais nos Estados Unidos, contra 12,8% em 2017 – no Brasil, essa fatia é de 4%. As lojas tradicionais estavam reduzindo sua distância da Amazon, mas essa tendência se reverteu e a gigante liderada por Jeff Bezos voltou a ser uma ameaça mais forte. A matéria explica ainda que a Amazon ampliou o número de produtos entregues no mesmo dia ou dia seguinte e que o custo para competir com ela cresce cada vez mais, o que afasta competidores menores do campo de batalha. O Estadão noticiou a morte do filósofo francês Michel Serres que ficou conhecido no Brasil pelo livro Polegarzinha. Serres faleceu no último sábado, aos 88 anos, em Paris. Já o site Público deu a notícia da morte da escritora portuguesa Agustina Bessa-Luís. Clique no Leia Mais para ler a íntegra dessa nota.

PublishNews, Redação, 03/06/2019

Até o próximo dia 16, o Prêmio Jabuti realiza consulta pública para seleção do corpo de jurados de cada uma das 19 categorias da sua 61ª edição. As indicações de jurados podem ser realizadas tanto pelo mercado editorial quanto pelos leitores, lembrando que também é possível se autocandidatar para integrar o júri. As inscrições e indicações podem ser realizadas no site do Jabuti por meio do formulário para indicação de jurados. Cada uma das categorias do Jabuti contará com três jurados diferentes para a avaliação das obras inscritas. A validação dos jurados será feita pelo Conselho Curador. Para serem validados para integrar um júri, os profissionais indicados não podem ter vínculo exclusivo com editora / autor, obra ou iniciativa inscrita em qualquer categoria do Prêmio Jabuti ou ter qualquer parentesco com pessoas que se candidataram ao Prêmio. A Câmara Brasileira do Livro (CBL), realizadora do prêmio, sugere que, antes de fazer indicações, seja realizada a leitura do regulamento para conhecer os critérios que serão considerados na avaliação dos livros em cada categoria.

PublishNews, Redação, 03/06/2019

A Publishers Weekly conversou com diversos editores estrangeiros que participaram da última edição do BookExpo 2019, o principal evento voltado para o negócio do livro nos EUA, para saber quais as suas apostas no ramo da ficção literária para os próximos meses. Alguns deles acreditam que o mercado passa por um momento promissor, por isso, as apostas são muitas, dentre elas American dirt, de Jeanine Cummins, que conta a história de uma livreira mexicana que tenta fugir para os EUA na esperança de escapar de um traficante vingativo. Outros livros que chamam a atenção dos editores são The testaments, de Margaret Atwood, sequência do famoso The Handmaid’s tale; Red at the Bone, de Jacqueline Woodson; The secrets we kept, Lara Prescott, sobre espiãs na Guerra Fria; My dark Vanessa, de Kate Elizabeth Russell, inspirada no movimento #MeToo; Such a fun age, de Kiley Reid, um romance sobre um mulher branca rica e sua babá negra; A good neighborhood, de Therese Anne Fowler; e City Lights, de Ta-Nehisi Coates. Na não ficção se destacam Edison, de Edmund Morris; The Beautiful Ones, livro de memórias que o cantor Prince preparava antes de morrer; e Year of the monkey, de Patti Smith. De todos os livros citados talvez o que mais ganhe destaque é Hollow kingdom, de Kira Jane Buxton. O livro é narrado por um corvo que tenta salvar a humanidade do apocalipse.

PublishNews, Redação, 03/06/2019

O diário de Anne Frank já foi traduzido para mais de 70 idiomas e possui muitas edições em muitos formatos. Agora, as cartas que Anne escreveu para sua avó paterna, Alice Frank, foram reunidas pela primeira vez em livro. A correspondência foi trocada entre 1936 e 1941, período anterior ao seu diário. Em uma delas, a garota discorre sobre sua aparência e conta que seus pais acham que ela deveria cortar o cabelo, mas ela quer deixá-lo crescer. Além de relatos da vida cotidiana, como o que ganhou de presente em seus aniversários e acontecimentos costumeiros, a menina divide com a avó alguns problemas resultantes da Guerra. Anne morava na Holanda, que foi invadida em 10 de maio de 1940 e sofria com a perseguição contra os judeus: "Estou adquirindo um vestido novo, é muito difícil de obter tecido e muitos e muitos cupons de ração são necessários". Os escritos serão reunidos no livro Anne Frank: The collected works, publicado pela Bloomsbury e já em pré-venda. O volume traz ainda as três versões do diário de Anne, além de ensaios, fotografias, cartas e cadernos de suas citações favoritas e ensaios de contextualização de escritores como Francine Prose e o historiador Gerhard Hirschfeld.

PublishNews, Redação, 03/06/2019

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) designou os membros da sua Comissão Especial de Direitos Autorais cujo objetivo é fomentar discussões jurídicas sobre o assunto, além de atuar na análise e estudo de projetos de lei que tratem do tema. Entre os selecionados está Gustavo Martins de Almeida, colunista do PublishNews e consultor jurídico do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL). A presidência da comissão ficou com Sydney Limeira Sanches, a vice-presidência com Paula Mena Barreto Pinheiro e a secretaria com Paula Heleno Vergueiro. Os outros membros da comissão, além de Gustavo, são: Ygor Colalto Valério, Clarissa Kéde de Freitas Lima, Karina Helena Callai, Rodrigo Kopke Salinas, Attilio José Ventura Gorini, Roberta Maria Rangel, Antonio Carlos Morato, Cláudio Lins de Vasconcelos, Silmara Juny de Abreu Chinelato, Glória Cristina Rocha Braga (membro consultora) e Hildebrando Pontes Neto (membro consultor). A comissão foi designada para o triênio 2019/2022.

PublishNews, Redação, 03/06/2019

A Associação Brasileira das Editoras Universitárias (Abeu) anunciou que estará presente na 19 edição da Bienal do Livro do Rio de Janeiro (30/08 a 8/09) com um estande coletivo que abrigará publicações de 32 editoras universitárias associadas. Cada uma contará com sua própria seleção de livros a serem comercializados e eventos de lançamento no espaço do estande. Dentre as que participarão do evento estão a Editora UFRGS, EdUSP, Imprensa Oficial de São Paulo, Fiocruz, Mackenzie, Editora UFSC, EdUERJ e Editus.

PublishNews, Redação, 03/06/2019

O mundo da escrita (Companhia das Letras, 488 pp, R$ 89,90 – Trad.: Pedro Mais Soares) conduz o leitor a uma viagem pelo tempo e pelo globo, por meio de 16 textos fundamentais, selecionados dentre quatro mil anos de literatura mundial. É assim que o leitor vai conhecer Murasaki, autora do primeiro grande romance da história universal; as aventuras de Miguel de Cervantes ao enfrentar piratas — tanto os que atuam no mar como os literários —; e os artesãos da linguagem do épico oral Sundiata na África Ocidental. Também aprendemos como Goethe descobriu a literatura mundial na Sicília, passamos mil e uma noites com Sherazade, acompanhamos a difusão do Manifesto Comunista e a batalha dos livros na América espanhola. Para contar toda essa trajetória, Martin Puchner trata tanto da narrativa quanto da evolução das tecnologias criativas — o alfabeto, o papel, o códice, a impressão —, que formaram pessoas, comércios e hábitos. A literatura, em suma, moldou nosso mundo, um espaço a partir do qual conversamos rotineiramente com vozes do passado e imaginamos que podemos nos dirigir aos leitores do futuro.

“Não existe essa coisa de livro moral ou imoral. Um livro é bem ou mal escrito, e isso é tudo.”
Oscar Wilde
Poeta e dramaturgo irlandês (1856-1900)
1.
O poder oculto
2.
A sutil arte de ligar o foda-se
3.
O milagre da manhã
4.
Seja foda!
5.
Brincando com Luccas Neto
6.
F*deu geral
7.
O poder da autorresponsabilidade
8.
A fórmula dos vencedores
9.
Do mil ao milhão
10.
Me poupe!
 
PublishNews, Redação, 03/06/2019

A ideia de que “a história é escrita pelos vencedores”, atribuída ao escritor George Orwell, aplica-se sobremaneira à conquista das Américas à época dos descobrimentos. Muita literatura chegou até nós sob a ótica dos colonizadores. Mas e as civilizações conquistadas? Engana-se quem acha que não produziram sua própria visão. É para corrigir essa distorção que o livro Relatos astecas da conquista (Editora Unesp, 580 pp, R$ 94 – Trad.: Luiz Antonio Oliveira de Araújo), coletânea organizada por Georges Baudot e Tzvetan Todorov que traz textos escritor no “calor da invasão”, muitos deles a partir do náuatle, o idioma asteca. Entremeados por comentários pontuais sempre com vistas a dissipar quaisquer dúvidas, os relatos se apresentam com ilustrações que acompanhavam os manuscritos produzidos à época.

 
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