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PublishNews 19/11/2018
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PublishNews, Redação, 19/11/2018

O pedido de recuperação judicial (RJ) da Saraiva é tido como certo por muitos editores com quem a varejista tem dívidas em aberto. A tentativa de recuperação extrajudicial foi frustrada e esse caminho, o da RJ, é dado como certo por quem acompanha as negociações de perto. Mas, entre os dias 5 e 8 de novembro, dois credores se anteciparam e entraram na Justiça requerendo a RJ da maior rede de livrarias do país: a Softronic Comercial Distribuição de Produtos Ltda e a Haikai Design Eireli ME. Na última sexta-feira (16), quando o jornal Valor Econômico publicou na sua seção Movimento falimentar, a Saraiva enviou um ofício à Superintendência de Acompanhamento de Empresas e Ofertas de Valores Mobiliários de Renda Variável e à Comissão de Valores Mobiliários esclarecendo que a publicação do jornal traz apenas informações de "caráter meramente processual referente à distribuição dos processos junto ao Poder Judiciário" e que os pedidos se “originam de protestos de títulos procedidos” pelas requerentes nos valores de R$ 171.116,02 para a Haikai e de R$ 94.239,30 para a Softronic. A Saraiva diz ainda que não foi citada nos referidos processos e que, preliminarmente e com fundamento apenas nas informações a que teve acesso por meio virtual, diz que se for demandada a arcar com os valores, tais pagamentos não afetarão a sua solvência. Procurada, a empresa disse que não vai se manifestar.

PublishNews, Redação, 19/11/2018

Nesse feriado prolongado, o Estadão noticiou que a Leitura, hoje a segunda maior rede de livrarias do País, fez propostas para assumir cinco dos pontos de venda fechados pela Saraiva. Segundo o presidente da Leitura, Marcus Teles, é possível que duas ou três das ofertas realizadas resultem na mudança da bandeira Saraiva para a Leitura. A “tradição” da Leitura de encerrar pontos deficitários deverá ser mantida em 2019, quando a rede pretende abrir sete lojas – incluindo as conversões da Saraiva –, mas deverá encerrar duas. Desta forma, a Leitura deverá fechar 2019 com 75 unidades, número próximo às 84 que a Saraiva tem hoje. A coluna da Babel contou o que a Livraria Cultura quer das editoras na sua recuperação judicial. Segundo apurou a coluna, a rede espera que elas aceitem a seguinte proposta: deságio de 40% da dívida, prazo de até 12 anos para pagar essa dívida reduzida, e sem juros, e uma data indeterminada para o início desse pagamento. Quem aceitar vai ter que concordar com a obrigação de fornecer livros imediatamente – a rede está desfalcada para a Black Friday e para Natal, e preocupada também com o Volta às Aulas. As editoras não vão receber à vista por essa venda. Os prazos pedidos vão de 30 a 120 dias, mas uma parte dessa compra seria consignada. Para as editoras que não concordarem com os termos, comenta-se que o deságio poderá ser de 70%, mesmo índice negociado com empresas de eletrônicos, e elas irão para o fim da fila do pagamento. A crise foi alvo de matérias ainda no Valor Econômico e no Publishing Perspectives

PublishNews, Redação, 19/11/2018

No podcast dessa semana recebemos André Palme, country manager da Storytel, para contar melhor os planos da companhia sueca para o Brasil. Segundo Palme o diferencial da empresa é a curadoria de qualidade. “Temos uma preocupação com o tipo de conteúdo que vai estar dentro da plataforma e consequentemente, com a qualidade disso”. Ele também explicou como a Storytel trabalha em cada país e como deve ser o seu começo no Brasil. “O mercado aqui ainda é muito imaturo, por isso queremos que primeiro o público conheça a Storytel, já que muita gente ainda nem ouviu falar dos audiolivros, primeiro queremos fortalecer a marca. Nosso diferencial é que somos uma equipe que entende de conteúdo e temos muito carinho e cuidado com isso”, contou acrescentando que a Storytel pode ser definida como uma 'plataforma de entretenimento em áudio'. No bate-papo, Palme ainda explicou como exatamente funciona a plataforma, o critério para a escolha dos livros e até os planos para os próximos anos. Além disso, junto com nossa equipe, comentou as principais notícias do PublishNews na última semana como o resultado do último trimestre da Saraiva, o Prêmio Jabuti e o posicionamento da Câmara Brasileira do Livro (CBL) sobre a coluna de Elio Gaspari. Clique no Leia Mais para ouvir o programa.

PublishNews, Leonardo Neto, 19/11/2018

Não virou latas e nem lobisomem. Virou lista! | © Redes sociais da editoraNey Matogrosso está na cena cultural brasileira desde os anos 1970, sem nunca perder relevância (e nem o rebolado). Ele se juntou Ramon Mello Nunes para escrever Vira-lata de raça (Tordesilhas / Alaúde) que acaba de chegar à lista. O título aparece na quinta posição da Lista de Não Ficção ao vender 1.470 exemplares na semana. Novidades também em Ficção que deu as boas-vindas para Velhos são os outros (Intrínseca), da juíza Andréa Pachá, mesma autora de A vida não é justa (HarperCollins), que deu origem ao quadro Segredos de Justiça do Fantástico. Foram 555 cópias vendidas e o livro ocupa o 15º lugar da lista. Clique no Leia Mais e confira outros destaques da lista dos mais vendidos dessa semana.

PublishNews, Haroldo Ceravolo Sereza*, 19/11/2018

Recentemente, o jornalista Elio Gaspari escreveu em sua coluna nos jornais Folha de S.Paulo e O Globo sobre um tema que é fundamental para a indústria editorial: o preço fixo do livro. Como é sabido pelos leitores do PublishNews, um grupo de trabalho, formado por editores e livreiros, sugeriu recentemente ao governo federal a edição de uma Medida Provisória visando a instituir o preço fixo do livro, limitando a 10% os descontos que poderiam ser dados por livrarias, físicas e virtuais, no primeiro ano de edição de uma obra. O título do artigo de Gaspari é ofensivo para o mercado editorial: "Os livreiros querem tungar os leitores". Pior que ofensivo, é equivocado. Mas o subtítulo é ainda pior: "Duas grandes redes não pagam o que devem e suas guildas pedem uma canetada para tabelar o preço dos livros". Não há "tunga", não há tabela, no sentido que o leitor mais antigo talvez recorde, da época do Plano Cruzado. O que há é a proposta de adoção de uma prática disseminada na Europa - e adotada também na Argentina - e que, especialmente dos anos 1980 (quase 40 anos!) para cá tem sido fundamental para manter e ampliar a capilarização das livrarias nos países que a utilizam, juntamente com outras políticas públicas. O artigo de Gaspari, no entanto, tem muitos equívocos, e talvez a melhor forma de respondê-lo seja pegar trecho a trecho. Clique no Leia Mais e confira a íntegra deste artigo.

PublishNews, Redação, 19/11/2018

O Brazilian Publishers, projeto setorial de fomento às exportações de conteúdos editoriais, perguntou aos seis editores brasileiros que estiveram em missão oficial na Feira do Livro de Sharjah quais as perspectivas de negócios iniciados durante o evento que aconteceu entre o fim de outubro e o começo de novembro. Ao todo, os editores participaram de 84 reuniões com profissionais de países como EUA, Egito, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, França, Canadá, Japão, Turquia, Marrocos, Reino Unido e Paquistão e dessas reuniões, eles esperam realizar negócios na ordem de US$ 136 mil nos próximos 12 meses. Os profissionais que compuseram a comitiva brasileira foram: Antonio Erivan Gomes (Cortez / Telos), Donaldo Buchweitz (Ciranda Cultural), Juliana Farias (Sesi SP), Karine Pansa (Girassol), Livia Campos (Boitempo) e Marcelo Neres (Novo Século).

PublishNews, Lorenzo Herrero, 16/11/2018

O grupo francês de comunicação Vivendi anunciou na última quinta-feira (15) que chegou a um acordo com o Grupo Planeta, com quem estava negociando desde o final de julho, para a compra do segundo grupo editorial francês, Editis. A compra foi feita num valor estimado em 900 milhões de euros, disse a Vivendi em seu comunicado. Editis possui casas como a Nathan, Robert Laffont, Plon, Bordas e Le Cherche Midi. "A aquisição da Editis permitirá à Vivendi adicionar uma nova pedra à construção de um grande grupo industrial focado na mídia, conteúdo e comunicação", acrescentou a editora francesa em seu comunicado, que também se refere aos audiolivros, plataforma de leitura que vem crescendo 40% ao ano, e ao deslocamento de franquias no exterior.

PublishNews, Redação, 19/11/2018

Quando foi anunciado como Livro do Ano pelo Prêmio Jabuti, À cidade, de Mailson Furtado não estava disponível em nenhum dos varejistas tradicionais de livros do Brasil. A produção independente agora encontrou um jeito de chegar aos leitores brasileiros pela Amazon. É que o autor se autopublicou pelo KDP, plataforma de autopublicação da gigante de Seattle. O livro sai por R$ 19,90 ou grátis para quem assina o Kindle Unlimited. A obra de poesia é um tributo à cidade de Varjota, no Ceará, e mistura a vida do autor e suas gerações à vida construída por um povo migrante há mais de três séculos. No livro, a cidade se constrói, se destrói, se remonta, se inventa e reinventa e ganha inúmeras significações do que pode ser.

“Escritor é uma pessoa que se cansa muito, e que termina com um pouco de náusea de si, já que o contato íntimo consigo próprio é por força prolongado demais”
Clarice Lispector
Escritora brasileira (1920 - 1977)
1.
A sutil arte de ligar o foda-se
2.
As aventuras na Netoland com Luccas Neto
3.
Seja foda!
4.
Me poupe!
5.
O milagre da manhã
6.
O poder da ação
7.
Combate espiritual
8.
Crença Inabalável
9.
Aprendizados
10.
O dilema do porco-espinho
 
PublishNews, Lorenzo Herrero, 19/11/2018

Ida Vitale | © Abril Cabrera / Secretaria de Cultura Ciudad de MéxicoA poeta uruguaia Ida Vitale ganhou o Prêmio Cervantes de 2018, anunciado na última quinta (15) pelo ministro da Cultura e Esportes da Espanha, José Guirao. Na premiação, Guirao definiu Vitale como “a criadora de um dos linguajares mais destacados e reconhecidos da poesia”. Guirao ressaltou ainda que Vitale desenvolveu uma linguagem "universal" e "pessoal" que se tornou "uma referência para poetas de diferentes gerações". O prêmio é concedido pelo Ministério da Cultura da Espanha por proposta da Associação de Academias da Língua Espanhola. Ida Vitale é a quinta mulher a receber este prêmio após os espanhóis María Zambrano (1988) e Ana María Matute (2010), a cubana Dulce María Loynaz (1992) e a mexicana Elena Poniatowska (2013).

PublishNews, Redação, 19/11/2018

Mesmo sem patrocínio, a 13ª edição da Balada Literária começa nesta terça (20) e segue até domingo (25) em diversos locais de São Paulo. Contando somente com o apoio de parceiros, esta edição do evento irá homenagear a dupla Alice Ruiz e Itamar Assumpção e entre as novidades terá a campanha “Traga alguém pela primeira vez” que convida leitores já frequentes entre o público da Balada a apresentar a festa a novos leitores. “É sempre um ato político realizar a Balada Literária, mas neste ano vejo a programação como uma espécie de protesto ao momento atual, em que ninguém mais respeita as diferenças nem celebra a amizade e o respeito. Desde sempre convido para a Balada todas as tribos, vertentes, gêneros sexuais e literários. Agora, nesta edição, é que convidarei ainda mais”, explica Marcelino Freire, idealizador do evento. A abertura da Balada Literária 2018 em São Paulo acontece dia 20, Dia da Consciência Negra, com show no Sesc Pinheiros, às 18h, baseado no repertório de Alice e Itamar. Na programação dos próximos dias haverá mesas de conversas, shows, oficinas e lançamentos, celebrando a literatura e a parceria entre apoiadores e “fazedores” do evento. Dentre os convidados estão nomes como João Silvério Trevisan, Xico Sá, Márcia Tiburi, Antônio Nóbrega, Fabiana Cozza, Benito Di Paula, o poeta italiano Roberto Parmeggiani e o escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa. A programação completa você confere aqui.

PublishNews, Redação, 19/11/2018

A 6ª edição da FlinkSampa começa nesta segunda-feira (19) e trará para o campus da Faculdade Zumbi dos Palmares (Av. Santos Dumont, 843 – São Paulo / SP) temas como a formação de leitores em textos de autores negros, o papel da mulher negra na literatura, a atualidade de Carolina Maria de Jesus e os dilemas e desafios da ABL de Machado à Conceição. Conceição Evaristo, aliás, será a homenageada deste ano. O principal objetivo dessa ‘virada da consciência’ é transformar São Paulo na capital da Cultura Negra. Para isso, a Flink terá mesas literárias, lançamentos de livros, uma seção dedicada à literatura infantojuvenil, além de rodas de conversa e espetáculo teatral. Amanhã (20), a partir das 14h, a Turma da Mônica estará no hangar se apresentando para as crianças presentes à Flinkinha. Entre os escritores que participam do evento estão nomes como Paulo Lins, Renato Noguera, Guiomar de Grammont, Geovani Martins, Cristiane Sobral, Paulina Chiziane (Moçambique), Teresa Cárdenas e Giorgina Herrera (Cuba), Vera Duarte Pina (Cabo Verde), António Quino (Angola), David Capelenguela (Angola) e Shirley Campbell (Costa Rica). A programação completa você confere aqui

 
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