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PublishNews 26/03/2018
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PublishNews, Redação, 26/03/2018

Cerimônia de anúncio dos vencedores do Hans Christian Andersen aconteceu na manhã desta segunda-feira, em Bolonha | © Carlo CarrenhoEm 2018, o Brasil esteve muito bem representado entre os indicados ao Hans Christian Andersen, um dos mais importantes prêmios da literatura infantojuvenil do mundo. Marina Colasanti e Ciça Fittipaldi concorreram, mas não chegaram aos finalistas. Mas, se serve de consolo, o Nobel da Literatura Infantojuvenil teve um tiquinho de Brasil. Os vencedores foram anunciados na manhã desta segunda-feira, na Itália, onde acontece e Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha. Os vencedores foram o ilustrador russo Igor Oleynikov e a escritora japonesa Eiko Kadono, que já morou no Brasil nos anos 1960 e dessa experiência surgiu o livro Brazil and my friend Luizinho, baseado na história de um garoto brasileiro que amava dançar samba. Nenhum dos dois ganhadores têm livros nos catálogos ativos das editoras brasileiras. Clique no Leia Mais para conhecer os dois vencedores.

PublishNews, Leonardo Neto, 26/03/2018

Daniel Pinsky, fundador da Labrador | © Redes Sociais do editorNo ano passado, a Editora Contexto comemorou, em grande estilo (com a publicação de um livro e ganhando o Jabuti dourado de Livro do Ano na categoria Não Ficção), seus 30 anos de vida. Daniel Pinsky, sócio e responsável pelo comercial e pelo administrativo da casa fundada pelo pai, Jaime Pinsky, comemorava também o primeiro ano da Labrador, editora criada por ele, em 2016, para dar vez a autores autopublicados. “Conheci muitos autores que, sem querer depender do interesse e do prazo de uma editora comercial, me pediam indicação de uma editora de autopublicação. Mas a verdade é que eu não me sentia confortável para indicar nenhuma empresa. Essas pessoas, muitas vezes, não tinham noção de como é a relação com um editor. Por isso, apostei que era preciso construir, do outro lado, um interlocutor de qualidade”, contou ao PublishNews durante um encontro na Livraria da Vila. A Labrador nasce, então, com esse sonho: o de fazer uma ponte qualificada entre escritores e os seus públicos. Em 2016, seus primeiros seis meses de operação, fechou nove contratos. No ano passado, foram 31. “Começamos com o Brasil em crise e mesmo assim, conseguimos crescer”, comemora Daniel. Hoje, a editora tem em seus quadros cinco funcionários, que trabalham exclusivamente para tocar a Labrador. Daniel diz que não gosta de falar em cifras, mas revela que já investiu R$ 500 mil na nova casa e espera ter esse dinheiro de volta em dois ou três anos. Clique no Leia Mais e tenha acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 26/03/2018

Um dos destaques desse final de semana foi a coluna de Lauro Jardim, n’O Globo, que noticiou que a Saraiva pediu três meses para pagar as editoras. Maior rede de livrarias do Brasil, a Saraiva representa até 25% do faturamento de algumas editoras, apontou o colunista. Lauro adiantou ainda que o selo Estação Brasil, da Sextante, prepara para maio o novo livro de Ruy Castro A arte de querer bem, com 100 textos curtos sobre seus temas favoritos. A Painel das Letras deu destaque para a descoberta de três crônicas desconhecidas de Lima Barreto. Os textos publicados na revista Theatro & Sport, em 1917, 1920 e 1921 têm como tema o teatro e foram achados pelo pesquisador Felipe Rissato. A coluna adiantou também que a Companhia das Letras irá reunir em julho, pela primeira vez, todos os contos de Caio Fernando Abreu. Serão sete títulos ao todo. Já a Babel destacou que A noite de espera (Companhia das Letras), livro que marcou, em 2017, a volta de Milton Hatoum ao romance depois de nove anos da publicação de Órfãos do Eldorado, será publicado na França pela Actes Sud. A coluna noticiou ainda que Amora (Não Editora), que deu o Jabuti a Natalia Borges Polesso em 2016, sairá na Espanha pela Raspabook, editora independente da Múrcia. 

PublishNews, Camila Cabete, 26/03/2018

Estamos em uma sala de aula e um professor explica algum conceito para os alunos. O professor pede que os alunos peguem os celulares. Logo que os alunos estão com os olhos nos aparelhos, ele começa a dar definições para a turma procurar nas mídias sociais. Separa em grupos: um deverá buscar pelo Facebook, outro pelo Twitter, outro Instagram, Pinterest etc... Quando os grupos se reúnem, ele fala sobre buscas, algoritmos, hashtags e um pouco de ética na internet também. Ele está dando uma aula de Matemática. Ao final da aula, com os achados dos alunos, eles se organizam para compactar o conhecimento adquirido. Abrem o Wattpad e cada grupo publica seu trabalho. O professor vai comentar o trabalho online. Os pais terão acesso. O e-book entrará no Hall (collection) da turma, que ao final do ano será um compêndio do que aprenderam. O que acabei de descrever é conhecido como Digital Literacy, uma tradução ao pé da letra seria "Alfabetização Digital", mas eu me arriscaria a chamar, em Português, de Curadoria Digital. O professor nada mais fez que uma curadoria com os alunos. Ajudou a extrair, de um ambiente digital, o que eles precisavam. Mostrou que a Web, YouTube etc pode ter um papel importante no dia a dia e no processo de aprendizado. Falei de uma aula de Matemática, mas poderia se encaixar em qualquer disciplina. Concordam? Onde encaixaríamos o material didático na realidade que os alunos vivem hoje? O material didático deveria ser fluido, mutável, como a web. Fazer uma aula exigindo que o aluno esqueça tudo o que ele tem de acesso e possibilidades, e se atente para um livro, que foi publicado há alguns anos / meses, é no mínimo uma tortura. Uma morte lenta para a criatividade. Clique no Leia Mais e tenha acesso à íntegra desta coluna.

PublishNews, Redação, 26/03/2018

É passado o tempo do enfrentamento tão característico da Guerra Fria no século passado. Aquele conceito fantasioso de opostos em permanente conflito, que por si acobertava contradições maiores, como a multiplicidade e a variedade no que quer que fosse, ruiu ainda antes da queda do muro de Berlim, embora esse fato, sem dúvida, restasse como marco definitivo da mudança. E o que se sucedeu, ao contrário dos desejos afoitos de gente megapoderosa, não foi o pensamento único, o estado único, tampouco uma globalização uniformizadora de consumo e cabeças. Não. O que ocorreu foi a lenta e progressiva abertura para a necessidade e para a diversidade em qualquer instância do ser. Pois no mundo do livro, para além da obrigação de se tratar cada vez mais e melhor a diversidade no conteúdo, os formatos também chegaram nesse nível. Ou seja, audiolivro, livro em braile, audiodescrição de livro, e as inúmeras possibilidades que já existem, somadas às que vêm sendo inventadas dia após dia, apontam para uma nova era da leitura e do consumo de livros. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra dessa coluna.

PublishNews, Redação, 26/03/2018

A Editora Escuta abriu uma vaga para auxiliar comercial para atuar na Zona Oeste de São Paulo. O contratado será responsável por todo o processo de consignações de entrada e saída; por cobrar o pagamento dos acertos; atendimento aos clientes; conferir os livros devolvidos; pela reposição dos livros da editora para clientes, distribuidoras e livrarias; administrar a participação da Escuta em eventos e gerar relatórios no sistema quando necessário. Interessados devem enviar currículos para o e-mail leticia.cezar@gmail.com.

PublishNews, Redação, 26/03/2018

A Oficina de textos está à procura de um profissional graduado em administração ou economia; com experiência em controle de processos, em liderar equipe e logística e com conhecimentos de controle de qualidade e auditoria para atuar como analista administrativo. O contratado será responsável pelo acompanhamento e orientação de equipe; pela elaboração de relatórios mensais e indicadores; por cuidar do inventário e controle do estoque; pela gestão do RH; atendimentos fiscais e pela gestão de contratos com fornecedores. Interessados devem mandar currículo para o e-mail editorial@ofitexto.com.br.

PublishNews, Redação, 26/03/2018

No próximo mês começa na Casa Educação, o curso em EaD ao vivo, Insider Startup no mercado editorial. A internet destruiu as velhas maneiras de publicar livros. Hoje, o mercado editorial vive sob o signo da velocidade, da urgência, da tecnologia digital. E traz muito mais ganhos do que perdas para quem quer empreender. O curso, ministrado por André Forastieri, fundador das editoras Acme, Conrad e Pixel, une as melhores práticas do mercado de livros, a experiência de empreender e as estratégias disruptivas da revolução digital. André irá ensinar como alinhar a gestão com estratégias de conteúdo, design, marketing e vendas para conquistar não somente leitores, mas verdadeiros fãs. Ao final do curso, cada participante terá desenvolvido um plano de negócios completo para seu projeto. O workshop tem duração de 21 horas e as aulas acontecem de 9 a 23 de abril, sempre às segundas e quartas, das 19h às 21h.

“O material didático deveria ser fluido, mutável, como a web. Fazer uma aula exigindo que o aluno esqueça tudo o que ele tem de acesso e possibilidades, e se atente para um livro, que foi publicado há alguns anos / meses, é no mínimo uma tortura”
Camila Cabete
Brazil Senior Publisher Relations Manager da Kobo
1.
A sutil arte de ligar o foda-se
2.
Combate espiritual
3.
Ainda sou eu
4.
Sapiens
5.
A parte que falta
6.
Outros jeitos de usar a boca
7.
Propósito
8.
O que o Sol faz com as flores
9.
Seja foda!
10.
Crer ou não crer
 
PublishNews, Redação, 26/03/2018

O Festival Literário de Poços de Caldas (28/04 a 6/05) já está com quase tudo pronto. Já definiu o tema – A literatura & outros saberes – o seu patrono, os convidados especiais e a programação. E para fazer parte dela, o LabPub marcará presença nos dois últimos dias do evento. No dia 5, a escola dedicada à formação continuada na área editorial terá um espaço na Biblioteca Nilza Megale, no Museu Histórico (Rua Padre Henry Moton, s/n - Poços de Caldas / MG), onde oferecerá três workshops para quem quer iniciar na carreira editorial. Já confirmaram presença Alessandra Ruiz, que falará sobre o papel do editor de livros, Camila Cabete colunista do PublishNews, que falará sobre produtos digitais e Pedro Almeida (na foto ao lado), também colunista do PN, que falará sobre a carreira de autor. No dia 6, às 10h, na arena Cultural, acontece a mesa Mercado editorial, uma mistura de saberes, com mediação de Cassia Carrenho, que vai debater a importância da formação profissional e as muitas atividades dentro do mercado. Para se inscrever é preciso enviar um e-mail para coordenacao@gsceventos.com.br. A programação completa pode ser conferida clicando aqui.

PublishNews, Redação, 26/03/2018

Amanhã (27), a Papirus Editora lança na Livraria Travessa do Shopping Leblon (Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – Rio de Janeiro / RJ) o livro Feminino e plural: Mulheres no cinema brasileiro (240 pp, R$ 59,90). Organizado por Karla Holanda e Marina Cavalcanti Tedesco, a obra mostra o outro lado do cinema brasileiro e reúne em ensaios a dimensão da participação feminina na história do cinema brasileiro. No evento, as autoras e cineastas Adélia Sampaio, Gilda Bojunga, Helena Solberg e Tereza Trautman participam de um bate-papo sobre o livro. O encontro acontece nesta terça, às 19h.

PublishNews, Redação, 26/03/2018

Mariana vive lutando pelo direito de ser ela mesma: um tanto desbocada, livre e maluquinha. Sofia está descobrindo o mundo, aprendendo a amar e, mais que tudo, aprendendo como é perder alguém que se ama. Luiza está naquela fase de olhar para trás e ver se a vida valeu a pena. O sucesso é mesmo tudo na vida? Três mulheres muito diferentes em busca da mesma coisa: seu lugar no mundo. Em Notas de liberdade (Benvirá, 232 pp, R$ 29,90), Fred Elboni dá voz a essas personagens e nos leva a mergulhar no mundo de cada uma e, por reflexo, no nosso próprio mundo também. O que elas conversam com o teto do quarto antes de dormir? Quais são seus sonhos, seus medos, suas dores? O que afinal realmente importa?

PublishNews, Redação, 26/03/2018

Com seu estilo muito próprio, Geny Vilas-Novas mescla memória e ficção para reconstruir a história de sua família no romance Fazendas ásperas (7Letras, 212 pp, R$ 64), que tem o sabor do Rio Doce da infância da protagonista. Numa costura bem cerzida entre passado e presente, com a alternância dos tempos e situações conduzindo o leitor a cada página, e pontuando cada capítulo com os haicais de Bashô em epígrafe, Fazendas ásperas é uma obra que leva o leitor muito além de seu enredo – para dentro de si mesmo, das lembranças que a vida apresenta e que se tornam indeléveis no fluir do tempo. Vilas-Novas tece uma narrativa que faz refletir sobre as questões universais de todas as famílias não felizes.

 
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